Duplas de sucesso!
O americano Brian Acton e o ucraniano Jan Koum são os dois novos bilionários do Vale do Silício. Co-fundadores do WhatsApp, ex-funcionários do Yahoo, ambos têm trajetórias parecidas a outras duplas famosas, como Bill Gates e Paul Allen (Microsoft), Steve Jobs e Steve Wosniak (Apple), Jerry Yang e David Filo (Yahoo), Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin (Facebook), Larry Page e Sergey Brin (Google), Chad Hurley e Steve Chen (YouTube), só para ficar nos mais óbvios. Nerds, a maioria sem completar a universidade, com sonhos malucos, viram ícones e bilionários com inovações na tecnologia da informação. Comum a todos: o idéia inicial pouco teve ver com o boom que resultou no sucesso das empresas. Poucos deles tinham grana, mas conseguiram cativar investidores e talentos no momento certo.
Mas vamos refletir sobre essa nova dupla: o americano Brian estava sem emprego, fazendo bicos no Vale; O ucraniano Jan tinha uma idéia nova e precisava de ajuda, para revolucionar o mercado de mensagens instantâneas. Brian havia feito entrevistas de emprego no Facebook e no Twitter, sem sucesso! Jan, já há tempos nos Estados Unidos, olhava para sua nativa Ucrânia, hoje sob fogo intenso de uma guerra fratricida. Na aquisição do WhatsApp pelo Facebook, Brian embolsa US$ 3,2 bilhões (R$ 7,65 bilhões); Jan, US$ 6,8 bilhões, algo como R$ 16,25 bilhões.
Pelos números, seria o caso de demitir o cara do RH do Facebook que disse um sonoro não ao Brian; o total do negócio, US$16 bi, foi parecido com a ajuda total que a Rússia deu à Ucrânia de Jan para esquecer o acordo com a União Européia, estopim da crise profunda naquele sofrido país.
A trajetória da dupla deve inspirar alguns livros e, quem sabe, um filme. Mas é impressionante a repetição dos casos de sucesso na área de tecnologia naquela região próxima a San Francisco, na California.
Mais do que os cases isolados dessas duplas (a Microsoft é exceção, está mais ao norte, em Redmond, Washington), o ecossistema lá criado que favorece o empreendedorismo e a inovação deveriam ser estudados com mais profundidade pelos formuladores de políticas regionais ou nacionais de inovação.
Aliás, não é coisa só das últimas duas décadas. Lá atrás, na primeira metade do século 20, dois engenheiros sonhadores, Bill Hewlett e David Packard criaram a HP, fonte de inspiração para muitos desses jovens bem sucedidos.
Twitter e Facebook podem refletir nos erros de avaliação sobre Brian. Um deu o não em maio e o outro, em agosto de 2013. O WhatsApp, ao ser adquirido pelo Facebook, tinha 50 funcionários. Valeu US$ 16 bilhões. O Facebook teve bala na agulha para se redimir; o Twitter busca se encontrar para competir com os gigantes.
US$ 16 bi em 4 anos: esse é o valor do WhatsApp para o Facebook
Dinheiro nasce em árvores? Coisa antiga, essa imagem… Hoje em dia, a grana brota nas redes sociais, no Facebook em particular. Depois de comprar dezenas de empresas, inclusive o Instagram, por 1 bilhão de dólares em 2012, nesta quarta, 19, o Facebook anuncia a compra do WhatsApp por incríveis US$ 16 bilhões. 4 bi cash e 12 bi em ações.
Se você é uma das milhões de pessoas que andou deixando o Face de lado para usar a praticidade e o descolamento do WhatsApp, vai tudo ficar em casa agora.
Quando do anúncio da compra do Instagram, a febre da web de então, Mark Zuckerberg assegurou que nada mudaria e que as empresas operariam de forma independente.
Agora, o discurso é o mesmo: nada vai mudar, continua tudo separado, do jeito que sempre foi.
Parando para refletir, muita gente ainda usa -e bastante- o Instagram, sem se dar conta de que as direções do produto são dadas pelo Facebook. Não dá para imaginar o contrário, agora com a aquisição do WhatsApp.
Jan Koum, um dos criadores do WhatsApp, e amigo de Zuckerberg, não deve estar muito triste. Até porque há um acordo em separado, válido para os acionistas e funcionários do WhatApp, para mais US$ 3 bi em ações do Facebook, de uma classe restrita e especial, se determinados parâmetros da negociação se concretizarem.
Se der tudo errado, o Facebook paga uma multa de US$ 1 bilhão.
Na verdade, esse fluxo migratório para o WhatsApp estava além do que poderia ser suportado pelo gigante das redes sociais. São mais de 450 milhões de usuários ativos no aplicativo de mensagens, o dobro do Twitter e do porte de um Google+. Comprar market share vale isso, 16 bi, ou, dividindo, cada conta ativa -como a sua, a minha- no WhatsApp valeu US$ 35,55, ou algo como R$ 85. A taxa de crescimento, em 4 anos, é o dobro do Facebook, do Google, do Twitter no mesmo período.
Afinal, dinheiro não dá em árvores. Já nas redes sociais…
Novos tempos no atendimento a clientes?
A Apple abre, neste sábado 15, sua primeira loja física no Brasil, em um shopping center do Rio de Janeiro. É a loja própria de número 423 no mundo.
Tendo registrado o evento, vou pegar um gancho nas notícias que rondaram a chegada dessa loja e, em seguida, derivar para algo mais importante.
Boatos correram a praça sobre eventuais dificuldades na seleção de candidatos a postos de trabalho na loja. A Apple, na apresentação fechada a jornalistas, frisou o nível de treinamento dado aos novos colaboradores, feito aqui e no exterior.
Tomara que tenha sido excelente, porque aqui por nossas bandas, a maioria dos compradores de computadores, tablets e smartphones está insatisfeita com o atendimento recebido nas lojas físicas e virtuais, independente de marca.
O pós venda, então, nem se fala…
Esse é um paradoxo a resolver no Brasil: de um lado, pagamos muito mais caro, para um mesmo produto, que nossos irmãos de outras plagas; de outro, o que recebemos em troca pouco vale além de impropérios.
Não existem argumentos sustentáveis para explicar esse fenômeno, embora possam contribuir para um todo sofrível: impostos altíssimos, logística precária, apagão de mão de obra e por aí vai.
Só que, em muitos casos, as operações brasileiras são, para a maioria das empresas aqui no mercado, altamente rentáveis e as quantidades de produtos vendidos por loja também alcançam posições destacadas nos rankings globais.
Existem excessões, é claro, e essas justificam a regra de atendimento ruim, no pré e no pós venda. Pouco adianta pessoas educadas e gentis se elas não sabem direito o que estão oferecendo nem o que o cliente deseja.
Então, se é mais caro e o atendimento é pior, será que parte do problema não está conosco, consumidores de tecnologia?
Isso não é um desabafo. É a esperança que a estréia da Apple no varejo físico na Terra Brasilis sinalize para uma nova referência, que incomode não só os concorrentes como também as revendas autorizadas.
Falando em Apple, ela deve descontinuar, no mundo, o iPhone 5c, e pode voltar a fabricar, no Brasil, o iPhone 4. Entendeu?
Desafio de Impacto Social Google: 1 milhão para cada ganhador!
Google vai premiar, com 1 milhão de reais, 4 ONGs no Brasil que tenham as melhores idéias sobre como mudar o mundo.
Ouça minha conversa com Márcio Miranda, da CBN Curitiba, nesta quarta, 12/02/2014
Quer saber mais? Veja em https://desafiosocial.withgoogle.com/brazil2014 que ainda dá tempo para tentar ganhar R$ 1.000.000,00
Verão derrete seus aparelhos digitais
Esse verão de 2014 não deixará saudades… Ao menos, o que espero é que os próximos não sejam tão quentes e por tanto tempo!
Se você tem ar condicionado em casa, no carro ou no trabalho, até que dá para minimizar os danos. Muito líquido, sorvete, protetor solar e comidas leves, tudo isso vale repetir, mas não é coisa para um comentário de tecnologia. Ou é? Afinal, seus laptops, tablets e smartphones não têm essa opção de refresco. Ao contrário: podem estar sendo mais utilizados à medida em que você minimiza deslocamentos pelas facilidades e recursos que eles oferecem.
Você já reparou que eles andam esquentando mais nesses dias escaldantes? É, eles aquecem mais, especialmente os smartphones com mais recursos, onde é possível deixar ligado o 3G ou 4G, o WiFi, o Bluetooth, o GPS e aplicativos que são ogres no consumo, especialmente aqueles que permitem sincronização em tempo real com serviços na nuvem, como iCloud, Google+, DropBox, e os de redes sociais, como Facebook.
Todas essas facilidades consomem energia, e geram calor. Não é só porque o dia está quente e você está em ambientes com temperaturas maiores do que a habitual. Aparelhos digitais requerem uma faixa de temperatura para boa operação que não convém ultrapassar, sob pena de ter severos danos. Veja os manuais de uso de cada um.
O UOL Tecnologia publica matéria sobre o assunto, de onde retirei as dicas sobre o que fazer para evitar problemas:
| Evite situações de calor acumulado, como deixar o gadget dentro do carro, diretamente sob o sol ou sobre superfícies metálicas durante longos períodos |
| Sob calor intenso, desligue o Wi-Fi, 3G e sistema de geolocalização no smartphone. Ele aquece ainda mais quando esses recursos estão em uso |
| Desligue imediatamente o celular quando encontrá-lo superaquecido |
| Quando possível, retire a bateria do aparelho superaquecido |
| Leve o gadget a um local onde a temperatura esteja mais amena |
| Em hipótese alguma recorra soluções drásticas para esfriá-lo (como usar a geladeira), sob risco de danificar permanentemente o gadget |
| Ligue o aparelho apenas depois de ele voltar à temperatura normal |
Cuide bem de seus gadgets e evite prejuízos!
Você gosta do Vaio? Saiba que a Sony não mais
Com a notícia do fim da produção de desktops e notebooks pela Sony, lá se vai mais uma marca tradicional, ícone de qualidade e design: a Vaio. Não que essa divisão vá desaparecer, uma vez que foi vendida para um grupo de investimentos japonês. Mas a tradição associada à marca Sony acaba!
Também a divisão de televisores será tocada por uma nova subsidiária da Sony. De um lado, dá para ler-se “vamos produzir TVs a custos menores”, mas a companhia anunciou planos de focar esforços de pesquisa, desenvolvimento e design nas telas maiores e na tecnologia Ultra-HD, ou 4K, capazes de comandar margens maiores.
Isso também ajuda a Sony a buscar mercados mais sofisticados para seus produtos de imagem, voltados ao consumidor final e ao mundo corporativo.
A Sony acredita que o mundo dos dispositivos móveis tende a crescer em quantidade e variedade, e este passa a ter foco e prioridade.
Sem esquecer sua bem sucedida linha de produtos para games, Playstation à frente.
A Sony segue também uma tendência de marcas tradicionais, como a IBM -a primeira que lançou um PC de 16 bits com sistema operacional da Microsoft- e acabou vendendo tudo para a chinesa Lenovo, inclusive a marca de seus cobiçados Thinkpads.
Os televisores, mesmo não querendo, já são comandados pelas coreanas LG e Samsung, que ditam as tendências.
No mundo dos games, o trio Sony-Microsoft-Nintendo já mostra que essa última está sem fôlego, e o conceito de consoles proprietários para games parrudos vai perdendo força para os Apps de smartphones e tablets.
Mas não deixa de haver um certo toque de nostalgia na notícia do final da linha Vaio para a Sony. Talvez seja isso apenas, pura nostalgia.
Facebook faz 10 anos
O Facebook sopra 10 velinhas! Nada mau para uma empresa que, dez anos depois, vale centenas de bilhões de dólares e tem mais de um bilhão de usuários.
Mas o site Mashable faz uma volta a 2004 para mostrar, com base nas buscas mais populares do Google de então, o que rolava entre os internautas. Parece que faz mais tempo… Vamos ver? Eis as 10 mais:
- Britney Spears
- Paris Hilton
- Christina Aguilera
- Pamela Anderson
- Chat
- Games
- Carmen Electra
- Orlando Bloom
- Harry Potter
- mp3
5 das 10 buscas mais populares eram sobre mulheres famosas e apenas uma para um homem, e nenhum dos seis está tão em alta assim.
Harry Potter ainda rola, mas a febre acabou. 2004 foi também o ano do lançamento do livro “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, mas antes de virar filme, em 2006, provocando aquecidas polêmicas. E isso antes do Facebook.
As outras três palavras são boas para refletir:
Chat remetia ao MSN, a grupos em fóruns de portais, como o UOL, aqui no Brasil. Não havia Twitter (2006), nem WhatsApp, nem Viber, o Skype tinha feito 1 aninho. O que era fashion, hoje é absolutamente trivial.
Games até que já indicava o que viria em termos de conteúdo de jogos de ação, com o Grand Theft Auto bombando nos consoles. Mas a tendência de uso pela internet e a popularização dos Apps como Angry Birds ainda estavam distantes.
E mp3, hein? Já existiam players de mp3, e até o iPod básico estava no mercado. Mas foi na era do iTunes Store geral e do iPod Touch, irmão sem celular do iPhone, que o mercado de músicas foi transformado. Em 2004, a loja da Apple vendia músicas havia 1 ano, mas só para quem possuía um Mac. Só mais tarde Steve Jobs foi convencido de que valia a pena investir numa versão compatível com Windows para baixar músicas e depois sincronizá-las no iPod. Complicado, não?
Esses 10 anos do Facebook representam um marco. Falando em marco, o Mark Zuckerberg anda muito feliz com a evolução de sua cria.
Microsoft de CEO novo
O indiano Satya Nadella assumiu nesta terça, 4 de fevereiro, o cargo de CEO da Microsoft, no lugar de Steve Ballmer, que se aposenta. Antes de Ballmer, só Bill Gates ocupou a posição nessa importante empresa, fundada em 1976.
Quem tem mais de 20 anos e já mexeu com um microcomputador, já deve ter trabalhado com o sistema operacional Windows. Pelo menos 90% dos usuários usam ou usaram alguma de suas versões. Também são quase substantivos as palavras Excel (planilha eletrônica), Word (processador de texto) e PowerPoint (apresentador).
Parte dos que não usaram o Windows, ou são Macmaníacos ou usam alguma versão do Linux, sistema operacional de código aberto. A turma do Linux, na sua maioria, detesta a Microsoft, mas são minoria no todo.
A Microsoft cresceu, foi extremamente bem sucedida ao ponto de ser, em dado momento, a empresa com maior valor de mercado do mundo, mas, com a febre dos dispositivos móveis, o quadro mudou um pouco. Mesmo assim, Bill Gates vem frequentando o topo da lista das pessoas mais ricas do mundo há cerca de um quarto de século! E a Microsoft segue crescendo.
A chegadas de Satya Nadella corresponde à reordenação da Microsoft em ofertas de serviços na nuvem, inclusive mas não restrita à popular suite de aplicativos Office. Nadella tem sido o comandante dessa mudança.
Os detalhes estão em várias publicações, e eu fico com o release oficial da Microsoft, que pode ser lido ao final desta postagem. Mas quero chamar a atenção dos que aqui me dão a honra de sua visita para o fato de ele ser indiano. E daí, algum problema? pode perguntar alguém…
Não, ao contrário. A Índia é hoje um celeiro de profissionais da área de tecnologia e uma usina de recursos humanos no setor, fruto de uma política muito focada na busca de excelência em tecnologia da informação. Hoje em dia, há indianos em posições de destaque na maioria das empresas estreladas do setor, como a IBM, a Oracle, a Apple, o Google, o Facebook, enfim, todas! E várias empresas indianas de serviços de TI possuem escala global, faturam bilhões por anos. A Índia já é fonte relevante de inovação e patentes que fazem parte de nosso dia-a-dia digital.
Voltando a 1984, o ano do livro famoso de George Orwell, aqui no Brasil vivíamos os estertores do regime militar e também, no Congresso Nacional, discutia-se a nova Lei de Informática, que acabou privilegiando o hardware sobre o software.
À época – 30 anos atrás- , eu presidia nacionalmente a Assespro, a associação que congrega as empresas de software e serviços. Convidado a falar sobre o tema, discorri sobre o futuro do software e que rumos deveríamos tomar. A Índia foi pelo software, nós, pelo hardware.
Quem se interessar, é só ler o meu pitch a favor do software. Não deu…
Mas, voltando ao Nadella, tudo indica que ele foi escolhido por ser um cara top de linha, não só na Microsoft, como no mercado. É olhar seu currículo para ver que ele chegou lá por méritos de sobra!
Acho que, mais uma vez, a gigante de Redmond se move na direção certa. Veremos boas novidades nos próximos meses e anos.
Sucesso, Satya Nadella!
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RELEASE DA MICROSOFT SOBRE SATYA NADELLA

Microsoft anuncia Satya Nadella como novo CEO
Bill Gates assume novo papel como consultor de tecnologia; John Thompson passa a presidente do Conselho de Administração
REDMOND, Wash. — 4 de fevereiro de 2014— A Microsoft anuncia que o seu Conselho de Administração nomeou Satya Nadella como CEO global da companhia e membro do conselho para início imediato. Até este comunicado, Nadella ocupava a posição de vice-presidente executivo da divisão de Clould e Enterprise da Microsoft.
“Neste momento de transformação, não há pessoa melhor para liderar a Microsoft que Satya Nadella”, afirma Bill Gates, fundador da Microsoft e membro do Conselho de Administração. “Satya tem liderança comprovada com habilidades em engenharia, visão de negócios e capacidade para aproximar as pessoas. Sua visão de como a tecnologia será utilizada e consumida ao redor do mundo é exatamente o que a Microsoft precisa, uma vez que a companhia ingressa no novo capítulo de crescimento e inovação ampliada em produtos”.
Desde que ingressou na empresa, em 1992, Nadella liderou importante estratégia e mudanças técnicas em todo o portfólio de produtos e serviços da companhia, com destaque para o movimento da Microsoft para a nuvem e para o desenvolvimento de uma das maiores infraestruturas de nuvem do mundo com suporte para Bing, Xbox, Office e outros serviços. Durante a sua gestão na divisão de servidores e ferramentas de negócios da Microsoft, a área superou o mercado e conquistou a participação de mercado dos concorrentes.
“A Microsoft é uma das poucas empresas que realmente revolucionou o mundo com a tecnologia e eu não poderia me sentir mais honrado por ter sido o escolhido para conduzir a companhia”, afirma Nadella. “A oportunidade à frente da Microsoft é enorme, mas para aproveitá-la, devemos ter foco claro, agir com rapidez e continuar a transformar. Uma grande parte do meu trabalho é acelerar nossa capacidade de trazer produtos inovadores para nossos clientes mais rapidamente”.
“Trabalho com ele há mais de 20 anos e sei que Satya é o líder certo para o momento certo da Microsoft”, comenta Steve Ballmer, que anunciou em 23 de agosto de 2013 que se aposentaria assim que seu sucessor fosse nomeado. “Eu tive o privilégio de trabalhar os mais talentosos colaboradores e líderes de equipe da indústria e sei que a paixão deles e a fome pela grandeza só irão aumentar sob a liderança de Satya”.
A Microsoft também anunciou que Bill Gates, anteriormente presidente do Conselho de Administração da empresa, assumirá um novo papel na cúpula como fundador e conselheiro tecnológico. Gates dedicará mais tempo à companhia, suportando Nadella no desenvolvimento de tecnologias e na direção de produtos. John Thompson, membro independente do Conselho de Administração, vai assumir o cargo de presidente da cúpula e continuará a ter a posição de membro autônomo.
“Satya é claramente a melhor pessoa para conduzir a Microsoft e tem o suporte unânime do Conselho”, disse Thompson. “O Conselho fez o raciocínio da maneira que nossos acionistas, consumidores, parceiros e funcionários esperavam e mereciam”.
Com a chegada de Nadella, o conselho de diretores da Microsoft passa a ser composto por Ballmer; Dina Dublon, ex-diretora financeira do JP Morgan Chase; Gates; Maria M.Klawe, presidente da Universidade de Harvard; Stephen J. Luczo, presidente do Conselho e CEO da Seagate Technology; David F. Marquardt, sócio na August Capital; Nadella; Charles H. Noski, ex-vice-presidente do Bank of America; Dr. Helmut Panke, ex-presidente do conselho de gestão da BMW; e John W. Thompson, CEO da Virtual Instruments. Sete dos 10 nomes são membros independentes da Microsoft, o que é consistente com as diretrizes de governança corporativa que exigem que a maioria das posições seja ocupada por membros autônomos.
Satya participará de uma webcast para clientes e parceiros às 18h00 (horário de Brasília). O link para a webcast é http://msft.it/ceowebcast.
Vídeos gravados por Satya Nadella, Bill Gates, Steve Ballmer e John Thompson, além de fotos do novo CEO da Microsoft estão disponíveis no site http://www.microsoft.com/en-us/news/ceo/index.html.
Sobre a Microsoft Brasil
Fundada em 1989, a Microsoft Brasil possui 8 escritórios em todo o País e gera localmente oportunidades diretas na área de tecnologia para mais de 18 mil empresas e 424 mil profissionais. Nos últimos dez anos, a empresa investiu mais de R$ 167 milhões em projetos sociais, levando tecnologia a escolas, universidades, ONGs e comunidades carentes. É uma das 110 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975, empresa líder mundial em software, serviços e soluções que ajudam empresas e pessoas a alcançarem seu potencial pleno.
Galinha Pintadinha chega ao Bilhão!
Sucesso entre a turminha pequena nascida nesta década, a Galinha Pintadinha ultrapassa a imponente marca de 1.000.000.000 de views no YouTube!
Hoje em dia, não há pai, mãe, avô, avó e parentes de crianças até 5 anos que desconheçam esse novo fenômeno de marketing e comunicação criado por Marcos Luporini e Juliano Prado, lá atrás, em 2006.
Essa marca histórica no YouTube bate os canais de humor e de música, normalmente os campeões de audiência. O inusitado é que a Galinha surgiu de um projeto para TV que foi recusado pelos produtores. A saída foi tentar o YouTube. Em pouco mais de 6 meses, atingiu 500.000 visualizações. E demorou um pouco para realmente viralizar.
Embora não tenha tido alcance global, como os Angry Birds, a Galinha acertou em cheio com o gosto da criançada e, por que não reconhecer, dos adultos também. O licenciamento de mais de 600 produtos, as músicas fáceis de entender e cantar, somaram-se ao traço relativamente simples dos desenhos para torná-la um fenômeno no país inteiro. São DVDs, tablets, mochilas, jogos, peças de teatro, shows, material temático para festinhas infantis, livros, e, claro, os personagens em em vários tamanhos nas lojas de brinquedos que alavancam esse fenômeno.
Mas o grande vetor de propagação foi, indiscutivelmente, o YouTube. Para dar uma idéia, a Galinha Pintadinha bate Michel Teló (832 milhões), Porta dos Fundos (713 milhões) e o Galo Frito (440 milhões), todos tentando chegar antes ao bilhão.
Com essa marca, fica evidente o papel das principais plataformas da internet na viabilização de um novo produto ou uma nova marca. E os sucessos quase sempre vão de YouTube ou de Facebook, desafiando caminhos tradicionais, como a TV, que depois vem a reboque.
Eu, avô reconhecidamente babão, fico feliz com o sucesso da Galinha Pintadinha! Ainda mais, Made in Brasil. Sucesso perene a ela e sua turma!
iOS8: A Apple vai descobrir um novo filão de mercado?
2014 pode ser o ano do boom de um mercado que já dá sinais de querer ser grande, no mundo digital: o das soluções de monitoramento da saúde pessoal. E quem pode sair na frente? Ela, a Apple!
O portal 9to5Mac, que antecipa novidades da empresa da maçã com razoável precisão, dá indícios que isso possa acontecer ainda este ano. Como? Com o lançamento do iOS8, a nova versão do sistema operacional de dispositivos móveis e do iWatch, o relógio de pulso que fará muitas coisas, até mesmo mostrar as horas.
Buscando no Google o argumento iOS8, veremos 2,5 milhões de respostas, o que mostra que o tema está quente. O que que faz sentido seria uma plataforma prática para monitorar os sinais básicos da saúde do indivíduo, ajudando a programas de fitness e atividades esportivas.
Hoje existem centenas de aplicativos que medem batimentos cardíacos, pressão sanguínea, conta passos em uma caminhada ou em uma corrida e tantos outros. Existem ainda um sem-número de acessórios que se conectam ao iPhone ou ao iPad, de terceiras partes, que são promovidas na loja virtual da Apple, na sua maioria ainda não disponíveis no Brasil.
Lá, sob a categoria Fitness & Sport, você encontra produtos de fabricantes de nome, outros nem tanto, mas que vale a pena dar uma olhada:
- Fitbit
- iHealth
- Incase
- InfoMotion Sports Technologies
- Jawbone
- JayBird
- MIO
- Nike
- Oakley
- Sennheiser
- Under Armour
- Wahoo Fitness
- Withings
- Yurbuds
- Zepp Technology
E alguns produtos interessantes, de algumas dezenas até mais de US1.000. Veja alguns:
Nike + iPod Sensor
Exclusive:Nike+ FuelBand SE – Medium/Large
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Zepp GolfSense Sensor for iPhone, iPad and iPod touch
- $129.95
No mercado paralelo -fora da loja da Apple- são milhares de produtos. Qual o racional, então, para prever uma nova onda?
Também entrou com dezenas de pedidos de patentes de sensores, e vem conversando com a FDA americana, que controla medicamentos. O projeto do iOS8 roda sob o nome de Okemo, uma estação americana de esqui e a suite de aplicativos programada para debutar junto com ele chama-se Healthbook, o Livro da Saúde.
Tim Cook, CEO da Apple, é do Conselho de Administração da Nike, não por acaso o principal parceiro da Apple nos acessórios de fitness..
Voltando atrás um pouco, o mercado de música era um oligopólio de gravadoras, de um lado, e uma epidemia de sites piratas de download gratuitos, com muitos tocadores de mp3 de todos os preços no mercado, de outro. Ninguém dominava nada. Aí veio a Apple com o iPod, a iTunes Store e pronto! Reinventada a distribuição de músicas. Idem com vídeos, filmes e livros (embora esses tivessem a dianteira da Amazon).
Os tablets já existiam esparsos e insignificantes no mercado até o iPad, em 2010.
Agora, com os dispositivos vestíveis, a febre do fitness e os custos crescentes dos serviços de saúde tornam óbvia uma oportunidade à busca de uma solução. Smartphones, tablets e ultrabooks estão aí; internet para todos os gostos, também. Sensores existem, para todo tipo de coisa. Falta alguém juntar tudo isso e construir do quase zero um mercado de centenas de bilhões de dólares.
A história se repete? Eu acho que sim.
