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Você gosta do Vaio? Saiba que a Sony não mais

VaioCom a notícia do fim da produção de desktops e notebooks pela Sony, lá se vai mais uma marca tradicional, ícone de qualidade e design: a Vaio. Não que essa divisão vá desaparecer, uma vez que foi vendida para um grupo de investimentos japonês. Mas a tradição associada à marca Sony acaba!

Também a divisão de televisores será tocada por uma nova subsidiária da Sony. De um lado, dá para ler-se “vamos produzir TVs a custos menores”, mas a companhia anunciou planos de focar esforços de pesquisa, desenvolvimento e design nas telas maiores e na tecnologia Ultra-HD, ou 4K, capazes de comandar margens maiores.

Isso também ajuda a Sony a buscar mercados mais sofisticados para seus produtos de imagem, voltados ao consumidor final e ao mundo corporativo.

A Sony acredita que o mundo dos dispositivos móveis tende a crescer em quantidade e variedade, e este passa a ter foco e prioridade.

Sem esquecer sua bem sucedida linha de produtos para games, Playstation à frente.

A Sony segue também uma tendência de marcas tradicionais, como a IBM -a primeira que lançou um PC de 16 bits com sistema operacional da Microsoft- e acabou vendendo tudo para a chinesa Lenovo, inclusive a marca de seus cobiçados Thinkpads.

Os televisores, mesmo não querendo, já são comandados pelas coreanas LG e Samsung, que ditam as tendências.

No mundo dos games, o trio Sony-Microsoft-Nintendo já mostra que essa última está sem fôlego, e o conceito de consoles proprietários para games parrudos vai perdendo força para os Apps de smartphones e tablets.

 Mas não deixa de haver um certo toque de nostalgia na notícia do final da linha Vaio para a Sony. Talvez seja isso apenas, pura nostalgia.  

Venda de PC’s cai 10% no primeiro trimestre. E daí?

As vendas de desktops e notebooks no Brasil cairam 10% no primeiro trimestre de 2013, comparado com o mesmo período de 2012. Foram 2,2 milhões de unidades vendidas a pessoas físicas e 1,1 milhão para pessoas jurídicas. Queda grande, em um mercado acostumado a crescer de forma vertiginosa.

Crise? Não: Transformação!

Em um ambiente de mobilidade cada vez maior e com o aumento da potência e funcionalidades dos smartphones e tablets, esses estão ocupando cada vez mais o lugar do dispositivo digital principal, especialmente entre as pessoas físicas.

Olhe ao seu redor, no café, na sala de embarque do aeroporto, até na academia. Quem está conectado, provavelmente estará mexendo em uma tela sensível ao toque ou, aparentemente, falando sozinho, quando na verdade conversa com alguém distante ou dá comandos ao seu smartphone ou tablet.

Vá a uma loja física ou virtual e percorra a seção de aparelhos digitais: os desktops estão espremidos num cantinho, com um pé no museu e os laptops ou estão posicionados em uma faixa de preço impensável há dois ou três anos atrás, ou mudam de nome, virando os potentes e leves ultrabooks ou então híbridos, com tela destacável que os transforma em tablets.

É cedo ainda para decretar o fim dos computadores pessoais, até porque eles possuem características importantes para muitos usos. Por exemplo, eu teria dificuldades em escrever um texto maior como esse usando um tablet, salvo se ele tivesse um teclado opcional acoplado. Para trabalhar em cima de imagens com um pouco mais de sofisticação, os aplicativos e os processadores dos smartphones e tablets não dão conta do recado. Em muitas situações, interagir com uma telona funciona bem melhor do que com as telinhas ou telas médias dos portáteis da moda.

Não se surpreenda, ao olhar o seu perfil de uso e de substituição de dispositivos digitais. Se há 4 ou 5 anos atrás você ficava antenado para o próximo lançamento de um notebook, hoje você provavelmente pode passar uma ou duas mudanças de patamar tecnológico sem a necessidade de migrar, mesmo tendo dinheiro de sobra ou sendo um entusiasta. Já no campo dos smartphones e tablets, a coceira da mudança é mais forte, pois os lançamentos relevantes ocorrem, no mínimo, duas vezes por ano e a variedade de aplicativos úteis não para de crescer.

Tablets superam notebooks em vendas este ano; e total de computadores em 2015

TabletOs tablets vão superar os notebooks em vendas já em 2013; no máximo até 2015, eles venderão mais do que o total de notebooks e desktops, somados.

Quem diz é o IDC, especialista em inteligência de mercado digital. No mundo, este ano, serão 229 milhões de unidades vendidas, 58% a mais do que as 145 milhões de 2012.

Aqui no Brasil, ainda segundo o IDC, foram vendidos pouco mais de 1.100 mil tablets em 2011 e 3,1 milhões em 2012. Devemos chegar a 5,8 milhões em 2013. As taxas de crescimento são impressionantes: 171% de 2011 para 2012 e 87% do ano passado para este ano.

Se essas previsões se confirmarem, o Brasil chega a cerca de 2,5% do total mundial, percentual maior do que nossa média no ramo da tecnologia, algo entre 1,5% e 2% do total.

Esse volume de vendas no Brasil é ainda mais impressionante se levarmos em conta que os tablets custam aqui bem mais do que nos principais mercados do mundo, até porque poucos são os modelos aqui fabricados e que contam com benefícios da lei que desonera de impostos a produção local.

O Brasil ainda exibe mais um título no quesito tempo diário de uso: somos campeões mundiais de tempo de conexão diária através de tablets, 35% a mais do que a média mundial, por conta do nosso já tradicional entusiasmo com as redes sociais.

A imensa maioria dos aparelhos são vendidos a pessoas físicas. A disponibilidade de milhões de aplicativos e a flexibilidade de uso para fotos, videos e livros, aliado à portabilidade e à conectividade fazem do tablet uma ferramenta extremamente versátil, o verdadeiro canivete suiço da era digital.

Definitivamente, os tablets representam um fenômeno de mercado, pois, embora existissem modelos conceituais ou de produção limitada há mais de 15 anos, foi só em 2010, com o lançamento do iPad, que eles viraram produtos de massa.

Quando Steve Jobs anunciou o iPad, primeiro na versão WiFi e depois agregando o chip 3G, a maioria dos analistas e concorrentes não via sentido para um notebook sem teclado ou um iPhonão grande demais para pendurar no ouvido. Estavam redondamente errados os analistas e cheios de soberba os concorrentes.

Compras deste Natal serão diferentes do ano passado

Olhando pela perspectiva das compras, o Natal 2011 será bem diferente do de 2010. Dólar oscilando, ausência de grandes novidades de hardware e, de outro lado, um grande aumento de ofertas de conteúdo fazem com que seja possível, dessa vez, pensar no todo, na integração, no bom uso daquilo que você já tem, com pequenos ajustes.

Ano passado o frisson estava nos tablets, em especial o iPad da Apple, que, quase do nada, criou um vasto mercado novo. Junto com acessíveis tocadores BluRay e televisores de alta definição, foram as estrelas de então. Agora em 2011, a oportunidade vai estar na integração de dispositivos.

Não basta um novíssimo e enorme TV 3D, mesmo junto com um belo home-theater para que o som faça jus à imagem. Alguns televisores e players BluRay até dispõem de acesso a internet, mas a maioria deles implica em usar o incômodo controle remoto para digitar compridos endereços, ou então o acesso é limitado a alguns pouco portais.

De outro lado, começam a surgir ofertas via internet de vídeos com filmes, shows, documentários grátis ou pagos, muitos deles em alta definição. Mas para baixá-los ou fazer streaming, não basta uma conexão rápida e contas criadas com os fornecedores. É preciso um computador ou um tablet para que a coisa seja prática. Aí é a telinha que não resolve. Então, é preciso que esses dispositivos possam ser facilmente ligados à telona, de preferência via entrada HDMI, para desfrutar plenamente da qualidade de áudio e vídeo. Um presente original pode ser uma assinatura de um desses serviços.

Podemos pensar em melhorar o armazenamento de arquivos de áudio e vídeo que geramos em nossas câmeras e filmadoras digitais (que já estão com 3D em alguns modelos), sem falar naquelas dos celulares e tablets. Não se esqueça do que chega por e-mail e aqueles que você entende que devam ser armazenados perto de você, venham eles de redes sociais, de portais de imagens como Flickr ou Picasa, só para ficar entre os mais populares.

É muita coisa? Os HDs de alta capacidade despencaram de preço, então é só comprar mais um ou dois terabytes de disco, correto? Não necessariamente, o mais importante é ter tudo isso bem organizado e disponível para quando precisar. A saída é investir em bons programas de organização de imagens, sejam elas locais ou remotos na nuvem. Aqui a palavra “investir” não necessariamente implica em desembolso de grana, mas com certeza demanda cada vez mais disciplina para que essa diversidade de conteúdo não se perca em múltiplas pastas digitais que você acaba esquecendo por aí.

Enfim, faça de seu televisor principal uma central de entretenimento, conectada em uma rede local com seu desktops, laptops, tablets, filmadoras, câmeras e smartphones, mantendo os arquivos bem organizados.

Sob outro enfoque, existem os produtos que cada vez mais cabem no seu bolso e trazem mais conveniência e conforto, como os aparelhos GPS para carro ou mesmo para maratonistas e adeptos de trilhas e esportes radicais.

Aqui também a tentação do preço não deve prevalecer sobre a cuidadosa avaliação da qualidade e da regular atualização de conteúdo. A opção de aplicativos GPS para seu smartphone ou tablet até que pode se revelar mais barata e tão eficaz quanto a de um dispositivo dedicado, mas se você é um heavy user, as baterias vão abrir o bico rapidamente.

No campo de smartphones, as opções com Android estão cada vez melhores e mais diversificadas; se você está com a Apple e não muda, o iPhone 4 continua sendo a opção ao menos até o Natal de 2012.

Nos tablets, o iPad 2 ainda está bem à frente dos concorrentes. Notebooks estão também com muito boas ofertas, mas os pequenos netbooks perderam rapidamente sua razão de ser, sanduichados entre preços e funcionalidades de notebooks e tablets.

Resumindo, no Natal 2011 você pode melhorar o desfrute dos brinquedinhos que você comprou ao longo dos últimos 12 meses, para que, ao final, seu investimento valha ainda mais.

Artigo publicado na coluna Vida Online do número 2 da Revista Batel Lifestyle

>Smartphones fazem de tudo, até telefonar

>Quem tem, sabe. Quem não tem, quer ter um. Os smartphones ganham cada vez maior participação no mercado de celulares e, com isso, mudam hábitos, novas necessidades são atendidas e, eventualmente, eles são usados até para aquela tradicional comunicação por voz. 

Epa! Nem sempre a ligação de voz é feita pela rede da operadora, às vezes é direto em uma conexão WiFi e não custa nada, e pode ter até video. Smartphone, Smartpeople ou um novo ambiente criado a partir de uma engenhoca que fica a cada dia mais sofisticada?

Por partes:

  • Hoje o market share de Smartphones já passa de 30% no mundo, aqui no Brasil ainda abaixo de 20% das novas vendas, mas crescendo.
  • O tráfego de dados nas redes celulares 3G já é maior do que o tráfego de voz tradicional
  • Correio eletrônico já é mais acessado em dispositivos móveis (aí incluidos notebooks e netbooks) do que em computadores de mesa
  • Já existem mais de 1.000.000 de aplicativos disponíveis para Smartphones, aí consideradas as plataforams mais populares, como iPhone, Blackberry, as múltiplas versões do Android e o Symbian, da Nokia.
  • O uso de Smartphones em aplicativos de localização já supera o de aparelhos específicos de GPS para automóveis e pessoais
  • A venda de músicas e jogos para uso em Smartphones já supera todos os outros meios tradicionais
  • Acesso aos principais portais da internet por dispositivos móveis já é a maior fatia da pizza de consumo de tráfego

Ou seja, além de criar novas demandas, os Smartphones mudam hábitos. Tomemos o exemplo de sair com amigos para jantar fora. Hoje é mais fácil fazer tudo, menos ir e comer, com o Smartphone como protagonista principal.

Começa pela comunicação por chat ou e-mail e até mesmo por uma videoconferência sobre a oportunidade de confraternizar. Passa pela seleção do local, através de um guia digital de restaurantes, que vai ter avaliação dos especialistas e também de clientes, para então, fechado o local, é clicar no link do restaurante e ligar para fazer a reserva (ou fazê-la diretamente no site) e depois usar os aplicativos de mapas e trânsito para chegar lá guiado pelo GPS e pelas dicas de trânsito que evitam pontos problemáticos.

Para os mais apressadinhos, um detetor de radares ou pardais ávidos por multar qualquer desvio de conduta com certeza ajuda, e mais ainda, se quiser sofisticar a coisa, dá para usar aplicativos de comunicação de assalto ou sequestro, sem falar nos que podem transformar o Smartphone em uma poderosa central de comando dos acessórios do carro e/ou do controle de acesso a residência.

Conheço gente que chega ao extremo de conectar o aparelhinho com centrais de conforto e entretenimento doméstico, de modo a ligar o ar-condicionado meia hora antes da chegada ao lar, e enviar um comando de gravação de um programa na TV que não havia sido previsto e muito mais.

Eu me dei ao trabalho de checar meu consumo de minutos de voz no ano anterior a minha adesão a um Smartphone e agora, nos ûltimos 12 meses. A queda foi de 58%, para mais ou menos as mesmas condições ambientais de demanda. Já meu tráfego de dados aumentou 10 vezes, ou 1.000% no mesmo período, isso só contando a rede da operadora.

Serei eu um usuário típico?

Smartphones fazem de tudo, até telefonar

Quem tem, sabe. Quem não tem, quer ter um. Os smartphones ganham cada vez maior participação no mercado de celulares e, com isso, mudam hábitos, novas necessidades são atendidas e, eventualmente, eles são usados até para aquela tradicional comunicação por voz. 

Epa! Nem sempre a ligação de voz é feita pela rede da operadora, às vezes é direto em uma conexão WiFi e não custa nada, e pode ter até video. Smartphone, Smartpeople ou um novo ambiente criado a partir de uma engenhoca que fica a cada dia mais sofisticada?

Por partes:

  • Hoje o market share de Smartphones já passa de 30% no mundo, aqui no Brasil ainda abaixo de 20% das novas vendas, mas crescendo.
  • O tráfego de dados nas redes celulares 3G já é maior do que o tráfego de voz tradicional
  • Correio eletrônico já é mais acessado em dispositivos móveis (aí incluidos notebooks e netbooks) do que em computadores de mesa
  • Já existem mais de 1.000.000 de aplicativos disponíveis para Smartphones, aí consideradas as plataforams mais populares, como iPhone, Blackberry, as múltiplas versões do Android e o Symbian, da Nokia.
  • O uso de Smartphones em aplicativos de localização já supera o de aparelhos específicos de GPS para automóveis e pessoais
  • A venda de músicas e jogos para uso em Smartphones já supera todos os outros meios tradicionais
  • Acesso aos principais portais da internet por dispositivos móveis já é a maior fatia da pizza de consumo de tráfego

Ou seja, além de criar novas demandas, os Smartphones mudam hábitos. Tomemos o exemplo de sair com amigos para jantar fora. Hoje é mais fácil fazer tudo, menos ir e comer, com o Smartphone como protagonista principal.

Começa pela comunicação por chat ou e-mail e até mesmo por uma videoconferência sobre a oportunidade de confraternizar. Passa pela seleção do local, através de um guia digital de restaurantes, que vai ter avaliação dos especialistas e também de clientes, para então, fechado o local, é clicar no link do restaurante e ligar para fazer a reserva (ou fazê-la diretamente no site) e depois usar os aplicativos de mapas e trânsito para chegar lá guiado pelo GPS e pelas dicas de trânsito que evitam pontos problemáticos.

Para os mais apressadinhos, um detetor de radares ou pardais ávidos por multar qualquer desvio de conduta com certeza ajuda, e mais ainda, se quiser sofisticar a coisa, dá para usar aplicativos de comunicação de assalto ou sequestro, sem falar nos que podem transformar o Smartphone em uma poderosa central de comando dos acessórios do carro e/ou do controle de acesso a residência.

Conheço gente que chega ao extremo de conectar o aparelhinho com centrais de conforto e entretenimento doméstico, de modo a ligar o ar-condicionado meia hora antes da chegada ao lar, e enviar um comando de gravação de um programa na TV que não havia sido previsto e muito mais.

Eu me dei ao trabalho de checar meu consumo de minutos de voz no ano anterior a minha adesão a um Smartphone e agora, nos ûltimos 12 meses. A queda foi de 58%, para mais ou menos as mesmas condições ambientais de demanda. Já meu tráfego de dados aumentou 10 vezes, ou 1.000% no mesmo período, isso só contando a rede da operadora.

Serei eu um usuário típico?

>Lançamentos de Janeiro apontam para o ocaso do teclado e do mouse

>Todo início de ano acontecem dois eventos do mundo digital que anunciam o que chega de novo no mercado: O CES- Consumer Electronics Show, de Las Vegas, e o Apple World, logo em seguida, na California. Este ano, duas tendências surgem fortes: a tela sensível ao toque em computadores portáteis, chamados tablets, e os softwares de reconhecimento de voz.  Ambos fora do âmbito experimental e entrando de vez na produção em massa e diversificada, pela variedade de produtos.

Embora essas tecnologias já tenham alguma visibilidade há mais de uma década, elas não apresentavam maturidade e custos adequados para entrarem para valer no mercado.  Não mais. Começou a era da aposentadoria -ou pelo menos da perda de importância- do mouse e do teclado, ícones da revolução digital criada pelo computador pessoal.

Em agosto de 2007, postamos matéria no blog falando do Microsoft Surface, um promissor mas ainda caro produto com tela sensível ao toque, que estava servindo como cardápio digital em vários restaurantes americanos, de forma inovadora.  Mais ou menos ao mesmo tempo, as grandes redes internacionais de TV, puxadas pela CNN, mostravam telões sensíveis ao toque onde o apresentador navegava entre várias janelas de modo a tornar mais dinâmicos os telejornais, por exemplo, especialmente aqueles que exigiam cobertura ao vivo.

Essa tecnologia chegou primeiro aos players de música e aos telefones celulares, puxados pelos iPod e iPhone, com tímida passagem pelas telas intermediárias.

Pois bem, tudo isso chegou agora para valer aos computadores portáteis. Pelo menos três tablets foram apresentados no CES, com o peso do presidente da Microsoft, Steve Ballmer, a preços não muito superiores aos notebooks já existentes no mercado.  Espera-se agora o anúncio de produto equivalente no MacWorld, em fevereiro.  Um MacBook tablet vem sendo furiosamente especulado há meses pelo mercado e, se não acontecer , pode tirar um pouco do pique da empresa de Steve Jobs.

Os softwares de reconhecimento de voz também, depois de 20 anos de idas e vindas, parecem que chegaram para valer (veja avaliação comparativa), lastreados principalmente na crescente maturidade de aplicativos em celulares e GPS automotivos.

Quem é familiarizado com computadores, deve lembrar que o veterano e confiável Windows Xp já era capaz de gerenciar telas touch screen, e que alguns modelos meio esquisitos de notebooks chegaram ao mercado com essa funcionalidade, mas não pegaram, por uma conjunção de fatores.

Se houver o lançamento do tablet da Apple agora, as apostas são que o mercado vai ser inundado por computadores portáteis sem teclado físico, ficando a entrada de dados com os dedos no teclado da tela do tablet, coisa hoje já prática e razoavelmente confortável. Do jeito que eles estão concebidos, a navegação entre janelas é muito mais natural, fazendo a incursão diária à internet mais agradável e divertida.  Sem falar na minimização da tendinite…

Então, como o lançamento de produtos digitais no mercado brasileiro não é tão defasada como há alguns anos, vale esperar mais umas semaninhas pelo que vem por aí em termos de computadores portáteis, para você não ficar com um dinossauro tecnológico nas mãos.

Lançamentos de Janeiro apontam para o ocaso do teclado e do mouse

Todo início de ano acontecem dois eventos do mundo digital que anunciam o que chega de novo no mercado: O CES- Consumer Electronics Show, de Las Vegas, e o Apple World, logo em seguida, na California. Este ano, duas tendências surgem fortes: a tela sensível ao toque em computadores portáteis, chamados tablets, e os softwares de reconhecimento de voz.  Ambos fora do âmbito experimental e entrando de vez na produção em massa e diversificada, pela variedade de produtos.

Embora essas tecnologias já tenham alguma visibilidade há mais de uma década, elas não apresentavam maturidade e custos adequados para entrarem para valer no mercado.  Não mais. Começou a era da aposentadoria -ou pelo menos da perda de importância- do mouse e do teclado, ícones da revolução digital criada pelo computador pessoal.

Em agosto de 2007, postamos matéria no blog falando do Microsoft Surface, um promissor mas ainda caro produto com tela sensível ao toque, que estava servindo como cardápio digital em vários restaurantes americanos, de forma inovadora.  Mais ou menos ao mesmo tempo, as grandes redes internacionais de TV, puxadas pela CNN, mostravam telões sensíveis ao toque onde o apresentador navegava entre várias janelas de modo a tornar mais dinâmicos os telejornais, por exemplo, especialmente aqueles que exigiam cobertura ao vivo.

Essa tecnologia chegou primeiro aos players de música e aos telefones celulares, puxados pelos iPod e iPhone, com tímida passagem pelas telas intermediárias.

Pois bem, tudo isso chegou agora para valer aos computadores portáteis. Pelo menos três tablets foram apresentados no CES, com o peso do presidente da Microsoft, Steve Ballmer, a preços não muito superiores aos notebooks já existentes no mercado.  Espera-se agora o anúncio de produto equivalente no MacWorld, em fevereiro.  Um MacBook tablet vem sendo furiosamente especulado há meses pelo mercado e, se não acontecer , pode tirar um pouco do pique da empresa de Steve Jobs.

Os softwares de reconhecimento de voz também, depois de 20 anos de idas e vindas, parecem que chegaram para valer (veja avaliação comparativa), lastreados principalmente na crescente maturidade de aplicativos em celulares e GPS automotivos.

Quem é familiarizado com computadores, deve lembrar que o veterano e confiável Windows Xp já era capaz de gerenciar telas touch screen, e que alguns modelos meio esquisitos de notebooks chegaram ao mercado com essa funcionalidade, mas não pegaram, por uma conjunção de fatores.

Se houver o lançamento do tablet da Apple agora, as apostas são que o mercado vai ser inundado por computadores portáteis sem teclado físico, ficando a entrada de dados com os dedos no teclado da tela do tablet, coisa hoje já prática e razoavelmente confortável. Do jeito que eles estão concebidos, a navegação entre janelas é muito mais natural, fazendo a incursão diária à internet mais agradável e divertida.  Sem falar na minimização da tendinite…

Então, como o lançamento de produtos digitais no mercado brasileiro não é tão defasada como há alguns anos, vale esperar mais umas semaninhas pelo que vem por aí em termos de computadores portáteis, para você não ficar com um dinossauro tecnológico nas mãos.

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