Perigos do Comércio Eletrônico… ou não!
Postei essa reflexão há mais de 5 anos atrás.
Acho que ainda está atual…
Quem mora em cidade grande ou pequena, no centro ou no bairro, quem mora no campo sabe: a insegurança aumenta a cada dia, a questão deixou de ser se você vai ser assaltado, mas quando vai.
É só ler jornal, ouvir rádio, ver telejornais ou mesmo participar de uma roda de amigos que os temas violência, assalto, roubo, assassinato são predominantes.
Aí você sai à rua assim mesmo, com todo cuidado, e é assediado por camelôs, que vendem desde balas penduradas no retrovisor de seu carro nos sinaleiros a CDs e DVDs piratas,isso sem falar no pedágio a flanelinhas, alternativas aos estacionamentos pagos, onde você desembolsa um valor por metro quadrado muito maior do que um aluguel na Vieira Souto no Rio.
Mas você consegue chegar ao templo do consumo seguro, o shopping center, e lá olha as vitrines, se encanta com alguma coisa, saca seu cartão de crédito e……
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Embraer = Tecnologia de Ponta
Não dá para passar em branco: Falar de tecnologia de ponta, brasileira, a referência é a Embraer! E ontem, na sua planta de Gavião Peixoto, SP, a empresa fez a apresentação (roll-out) de seu mais novo avião, o KC-390, voltado para transporte militar de carga e de tropas que pode ser configurado também como avião-tanque, para reabastecer aeronaves menores em pleno voo.
Eu tive o privilégio de conhecer e estudar junto com os fundadores da Embraer, Ozires Silva à frente. No início da década de 1960, fabricar aviões parecia sonho de lunático, viagem na maionese.
Mas o sonho virou realidade, graças também a um outro sonhador, o brigadeiro Casimiro Montenegro, que ainda na década de 1940, após o término da Segunda Guerra Mundial, concebeu o ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica e o Centro Tecnológico de Aeronáutica, o CTA, depois rebatizado de Centro Tecnológico Aeroespacial, .
Voltemos à Embraer e à tecnologia: Como empresa líder do mercado de aviação regional no mundo, a Embraer é, na verdade, uma fábrica de projetos inovadoraes, com tecnologia no estado da arte. Da cabeça de seus engenheiros e pesquisadores e dos computadores de todo tipo saem projetos de aeronaves as mais diversas. Mais do que isso, processos inovadores usando novos materiais são rotina da empresa, visando estar sempre competitiva.
Um avião moderno é uma máquina totalmente projetada através de sofisticados computadores. A aviônica, ou eletrônica embarcada num avião é essencial para a segurança de voo. O KC-390 tem um cockpit que mais parece um ambiente futurista de videogame.
A Embraer é prova viva de como inovar e criar referências mundiais em tecnologia avançada. Mas não é um projeto de 4 anos, ou mesmo de uma década. É coisa de longo prazo, cuja rais está na educação de qualidade.
Google quer cuidar da sua saúde também
Em novembro de 2013 o Google lançou o Helpouts, uma plataforma que, ao contrário dos serviços como buscas, mapas e email, propõe fazer interações sobre fatos reais, com pessoas reais, em tempo real.
Funciona assim: você entra em https://helpouts.google.com/home?authuser=0 e, da primeira vez, faz login com sua conta no Google, cadastra um cartão de crédito como meio de pagamento, quando aplicável e concorda com os termos de uso de política de privacidade. Aí é navegar pelas diversas categorias e agendar algum Helpout. Alguns são gratuitos, outros pagos por sessão ou por tempo.
Você pode também baixar o App Helpouts no Google Play (Android) ou AppStore (iOS) para usar o serviço de seu smartphone ou tablet. Mas no App, você só verá os Helpots gratuitos…
Até então, você já podia interagir com especialistas sobre pequenos reparos domésticos, jardinagem, fitness e nutrição, arte e música, computadores e eletrônica, culinária, educação e carreiras, moda e beleza.
Agora o Google Hangouts vai permitir que você faça consultas médicas, desde que concorde com os termos específicos de uso, na seção Health. Ainda em testes e com médicos e pacientes em grupos reservados, esse serviço já vazou e agora gera burburinho sobre seu futuro.
Parece que o Google está tentando diminuir os falsos “diagnósticos” resultantes de buscas convencionais através do próprio Google, do Yahoo ou do Bing (agora renomeado MSN), evitando que as pessoas com alguns sintomas cheguem a conclusões erradas.
Uma imagem postada no Reddit mostra uma pesquisa no Google para dor no joelho, e uma opção para que o usuário faz um chat de video com um médico sobre os seus sintomas.
A empresa já confirmou a várias fontes que esse é um novo recurso do Google prestes a ser lançado. Um porta-voz disse ao Gizmodo: “Quando você estiver procurando por informações básicas de saúde … nosso objetivo é fornecer-lhe a informação mais útil disponível. Estamos tentando este novo recurso para ver se ele é útil para as pessoas. ”
Ainda de acordo com o blog Engadget, o recurso de vídeo chat será parte da plataforma do Google Helpouts.
Os fornecedores podem definir seus próprios preços, cobrar dos usuários ou por minuto ou por sessão, mas o Google prevê uma série de serviços a serem oferecidos gratuitamente. Os usuários podem optar por marcar um Helpout com uma empresa específica, ou se alguém estiver disponível, falar-lhes de imediato, através de vídeo.
Udi Manber, vice-presidente de engenharia do Google diz que “A maioria das informações mais úteis do mundo [ainda] reside na cabeça das pessoas.”
Por enquanto, para usufruir do Hangouts, tenha em mente que a maioria absoluta das ofertas ainda está em inglês. Os serviços de profissionais médicos, ainda pode levar um tempinho até chegar. Mas vai chegar.
Seria bom ir pensando nisso desde já, para avaliar benefícios e problemas, antes que algum buroteca comece a pensar em como impedir o avanço da tecnologia.
Seu emprego está ameaçado?
Quem diz é a Gartner, empresa líder de análises e projeções sobre o mundo da tecnologia: Até 2025, um terço dos empregos existentes hoje serão substituidos por softwares ou robôs.
E o seu emprego, estará em risco? Afinal, 2015 está só a uma década de distância. Um mundo de drones, satélites, máquinas conversando com máquinas, pode e vai substituir muitos postos de trabalho ocupados por humanos em tarefas passíveis de serem automatizadas. Claro que novas demandas surgirão, que não podem ser executadas a contento por humanos, e as existentes tenderão a ficar mais sofisticadas.
Peter Sondergaard, diretor de pesquisas do Gartner arrisca:“Um dia, veículos aéreos não tripulados serão nossos olhos e ouvidos”. E isso pode ocorrer dentro de um prazo menor, cinco anos. Essas engenhocas voadoras serão usadas de forma abrangente na agricultura, na segurança e na área de energia.
Na saúde, onde hoje praticamente todo diagnóstico médico já é apoiado por computadores, a automação e os aplicativos para monitoramento pessoal chegam para dar mais qualidade ao atendimento do paciente, potencialmente reduzindo custos através do aumento da produtividade dos profissionais especializados.
A linha de montagem na indústria moderna já exibe uma rarefação de pessoas. E nem é uma questão de salários elevados. Simplesmente muitos produtos lançados requerem precisão que o ser humano, por melhor capacitado que seja, não é capaz de chegar ao nível de qualidade e baixo custo. A nanotecnologia que o diga.
Nesse caso, como ficaria o Brasil, por exemplo, em 2025? Convivendo com uma taxa de desemprego de 30% da população adulta ou fechando as fronteiras e privilegiando a produção nacional?
Eu espero que nenhum desses cenários se materialize. Investir em educação de qualidade, na formação de profissionais em linha com o que vem de demanda por aí e, sobretudo, liberar as amarras que hoje inibem a inovação ajudaria a quebrar paradigmas e chegar ao futuro.
Falando nisso, temos, no próximo dia 26, o segundo turno das eleições para presidente. Tomara que esse tema da inovação venha à debate de modo sério, com compromissos assumidos. Não que toda a esperança deva ser depositada em quem ocupar a cadeira do Palácio do Planalto a partir de 1/1/2015. Mas que essa pessoa seja capaz de catalizar esse processo, isso é indispensável!
Fiscalizar as urnas?
A segurança das urnas eletrônicas e do processo de votação no Brasil gera as mais acaloradas discussões. São seguras ou mais propensas a fraude do que o processo convencional, de cédulas de papel? Vale a pena um sistema misto, de voto eletrônico e impressão simultânea em uma urna especial?
Polêmicas à parte, nestas eleições de 2014 alguém resolveu fazer algo, com doações via internet, em um processo de crowdfunding. O resultado foi o projeto Você Fiscal, que visa fazer uma tabulação paralela dos votos e depois cotejar com o resultado oficial.
Disponível apenas para quem tem smartphone Android, é só baixar o aplicativo e ficar no local de votação ou ir à sede da Zona Eleitoral onde o boletim de urna será impresso, antes da transmissão ao TRE/TSE e tirar uma foto desse BU. Ele será automaticamente transferido para a central de apuração do Você Fiscal que fará o cotejo desse BU com o resultado divulgado pelo TRE/TSE. antes disso, você se cadastra no site, adotando uma Zona Eleitoral
Se der diferença, problemas na transmissão! E os que acham que há ou pode haver fraude poderão questionar judicialmente o resultado.
Vai dar certo? Não sei. Mas, para quem tem dúvidas, não há desculpas para não tentar.
E vote consciente no dia 5/10!
Eleições 2014, internet e redes sociais: Alguma sinergia?
Na reta final da campanha do 1º turno das eleições 2014, já é possível fazer um balanço sobre o uso da internet e das redes sociais pelos candidatos, Brasil afora.
Se você que nos lê e ouve foi influenciado por alguém ou acha que influenciou alguém pela via digital, considere-se uma pessoa privilegiada.
Balanços feitos pela observação, pelo faro e pela comparação com campanhas passadas mostra que, no frigir dos ovos, a imensa maioria dos candidatos e seus comitês usaram as redes sociais como um complemento, um detalhe a mais. Foi generalizado, também, o uso de perfis falsos para denegrir adversários, republicar vídeos super manjados e aproveitar a facilidade de edição para publicar notícias falsas.
Não dá para deixar de notar os ataques aos sites oficiais de campanhas, muitos dos quais ficaram indisponíveis ou passaram a exibir conteúdo ofensivo aos candidatos.
Ação de hackers amadores? Não! Trabalho de profissionais, com recursos e conhecimento técnico. Rastreando a origem desses ataques, chega-se facilmente a computadores de empresas de telecom, organismos governamentais e estatais no Brasil, sem contar IPs do exterior, mas sabidamente ligados a subterrâneos da internet nossa de cada dia.
Saldo para nós, eleitores? Péssimo! Poderia ser melhor? Talvez…
Comparando o que ocorre nas democracias mais consolidadas, mundo afora, temos em comum as baixarias, boatos e notícias falsas. Mas, em contrapartida, temas sérios são populares, e de iniciativa de eleitores ou de grupos organizados nem sempre ligados a partidos, mas a causas.
Nesses países, a pressão do eleitor é bem mais eficaz e bem mais forte.
Mas, se a tecnologia é a mesma, somos um povo diferente, menos desenvolvido, menos crítico? Provavelmente não. Somos talvez reféns de um modelo de organização partidária ineficaz, que gera, por exemplo, a tal da Propaganda Eleitoral Gratuita, que de gratuita não tem nada, pois é paga com a renúncia fiscal às emissoras, por terem de veicular sem custo esses programas que, ou são caríssimos e não correspondem à realidade ou são amadores com recados curtos que, para que possam pegar, devem ser ridículos. Vide Tiririca!
Tentar mudar esse quadro não é tarefa para a tecnologia, nem ela pode ser ferramenta de mudança. A coisa passa pelo Congresso que vamos eleger no dia 5 de outubro, mas aposto que, não importa quem sejam os eleitos, tudo que for objeto de iniciativas para provocar reformas políticas cairão nos pequenos remendos, que pouco mudam. Ou em tentativas de mudar radicalmente, no sentido ruim da palavra, para criar uma democracia tutelada, o que pode ser pior.
iOS 8: Ainda não baixou? Espere! (Saiu a versão 8.0.1)
Apresentado no último dia 9 de setembro, com o burburinho que antecede os lançamentos da Apple, o sistema operacional iOS 8 veio como a maior atualização desde o lançamento do iPhone original, em 2007.
Já disponível gratuitamente para modelos de iPhone desde o 4S e do iPad desde o 3, e instalado de fábrica nos novíssimos iPhone 6 e 6 Plus, virá também nos iPad que serão lançados em outubro.
Como sempre, a disponibilização da novidade gerou milhões de downloads na AppStore, muitos movidos pela simples novidade; outros, para analisar o que chega, para poder contar suas experiências.
Foi o meu caso. Baixei o 8 em meus iPhone 5S e iPad Air.
Que devo dizer aos meus amigos que ainda não o fizeram? Aguarde!
A versão 8.0 está com muito mais bugs do que novidades. Dentre elas, um consumo bem maior de bateria (algo como 35% a mais), vários Apps não funcionam e outros travam. Isso mesmo, travam, coisa rara em produtos da Apple.
No caso do iPhone, trava exatamente o App para ligações telefônicas. Parece que a tela sensível ao toque não está funcionando, e, por vezes, é necessário reiniciar o smartphone. Algo impensável para quem precisa usar seu celular.
No iPad, os problemas são parecidos, mas, como não há a função telefonia, não incomoda tanto. Mas, por vezes, é necessário usar uma alternativa, que pode ser outro tablet ou o laptop.
Foi mal, hein?
Para quem ainda não foi para o iOS 8, a opção é esperar mesmo.
Para quem já está no iOS 8, existem vários tutoriais disponíveis sobre como voltar para o 7. O mais óbvio é, se você tem o backup de seu celular num iCloud ou numa Time Capsule, restaurar a versão e os dados mais recentes antes da atualização para o 8. As outras disponíveis ou sugeridas podem até ser mais rápidas, mas requerem algum grau de conhecimento técnico que está fora do alcance de 99,98% dos usuários, ou seja: não as use!
Outra solução para quem já foi para o 8 é esperar. A Apple vai lançar muito em breve uma atualização do sistema operacional.
O certo mesmo, para quem está totalmente na arquitetura Apple, inclusive com o Mac, é esperar pela atualização do OSX, na versão Yosemite, que vai integrar melhor com o iOS 8.
Lançamento precipitado? Talvez. Mas a pressão exercida pela concorrência e a aproximação da temporada de vendas natalinas fez com que os cofres da Apple falassem mais alto do que a razão. O tempo dirá se essa pixotada será compensada pela magia da marca
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Mas entre a publicação da postagem original e esta atualização, a lança a versão 8.0.1 do iOS. Por enquanto, disponível só para os iPad. A conferir se sanou os principais bugs…
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A versão 8.0.1 saiu pior que a 8.0… Além de travar o telefone, aboliu o login por impressão digital. Espera-se a 8.0.2 até o final de semana.
Tropeços assim minam a credibilidade da marca.
Alibaba: Os chineses chegaram!
Em 7 de maio passado, postei uma nota sobre a intenção da Alibaba, a gigante chinesa de e-commerce e redes sociais de fazer o maior IPO da história em bolsa de valores.
Pois foi o que ocorreu na semana passada. Lançada a US$ 68 por ação, fechou na sexta, 19, a próximo de US$ 94, criando muitas expectativas e dividiu opiniões de analistas: para uns, Alibaba ainda está barata, para outros, está sinalizando para o início de uma bolha especulativa que pode estourar a qualquer momento e causar tremores no mercado, como já ocorreu anteriormente.
Na segunda, 22, enquanto escrevo esta postagem, a ação de código BABA caia 4,55%, par US$ 89.62. Viés de queda, o que não quer dizer muita coisa. Ou quer dizer muita coisa.
Primeiro, que em situação similar, o Facebook fez seu IPO em clima de euforia, para caiu bastante e frustrou investidores, para depois recuperar e hoje é uma das empresas com maior valor de mercado.
Pode acontecer o mesmo com a Alibaba, com a diferença básica de ser uma empresa chinesa da era da internet que vem disputar, com garbo, a bolsa de valores ícone do capitalismo, a NYSE de Nova York.
Quer acompanhar as ações da Alibaba na NYSE? Isso é coisa para investidores, e aqui temos um blog de tecnologia. Mas vamos olhar a coisa sob a ótica do sgrandes movimentos tectônicos da história da humanidade: a internet é, indiscutivelmente, um tsunami que veio para mudar um monte de premissas que regiam nossas vidas. Ainda fortemente dominada pelos americanos, já há tempos os asiáticos mostravam suas garras na parte de hardware, com televisores, computadores, tablets e smartphones, sem falar dos equipamentos de infraeestrutura.
Agora os chineses entram pesado no mercado de e-commerce, com esse IPO que levantou US$ 24 bi e colocou o valor da Alibaba no patamar de US$ 250 bi. Ou seja, o tal de mercado acreditou que essa proposta de um chinês visionário merecia um espaço na primeira divisão da tecnologia global.
Surpresa? Nem tanto… Com um mercado vertiginosamente crescente lá pelas bandas orientais do Pacífico e do Índico, um lastro formidável de profissionais graduados e pós graduados nas melhores universidades do mundo e uma tradição mercantil de milênios, parece ter chegado a hora de estarmos atentos ao que acontece por lá.
Hoje, Alibaba tem valor de mercado maior do que a veterana e saudável Amazon.
Não é milagre, nem onda passageira. A China vem entrando no jogo tecnológico sem que muita gente se dê conta, mas esse marco da Alibaba é coisa séria. Muitos outros virão.
Faixa exclusiva para pedestres desconectados… Funciona?
Primeiro, tentaram em Washington, capital americana. Agora, a cidade de Chongqing, no sudoeste da China, tenta melhorar o fluxo de pedestres nas calçadas criando faixas exclusivas para humanos que estejam desconectados de seus celulares, mesmo que temporariamente.
Isso mesmo, e a matéria da Forbes, e a foto acima mostram o inusitado da cena! Funciona? Nem tanto, mas a origem é interessante. Pedestres falando ou trocando mensagens e andando ao mesmo tempo causam congestionamentos em calçadas movimentadas. A idéia era privilegiar os apressados que não queriam ficar pedindo passagem e, ao mesmo tempo, educar os conectados a não atrapalhar.
Mas aconteceu coisa parecida quando ocorre um acidente de trânsito numa pista. Mesmo que pequeno, sem vítimas, as pistas livres passam a ter trânsito lento, todo mundo querendo ver o que houve.
Da mesma forma, quando abre o sinaleiro, muitos motoristas demoram para arrancar seus carros, por estarem ocupados ao celular.
No caso de Chongquing, a iniciativa foi mais para chamar a atenção para o problema da ocupação de espaços para locomoção de pedestres (como o da foto). Mas tem gente que para para olhar a paisagem, como no caso dessa ponte, ou até para bater papo.
Mas, na grande cidade, excesso de gente nas calçadas é um problema. Basta andar na 5ª avenida em Nova York ou na Avenida Paulista em São Paulo, em horários de pico para sentir a dimensão. Quando chove, então, trombada de guarda-chuvas mal seguros, quando o dono fala ao celular mal preso entre o ombro e a orelha já causaram quebras dos aparelhos que caem ao chão. Sem falar nas brigas.
Pensando bem, não seria má idéia, desde que fosse aplicável. Problema para os urbanistas resolverem. Numa dessas, lembrando os antigos fumódromos, poderiam ser criados celularódromos, onde quem quisesse falar ou trocar mensagens pararia numa área específica fora do caminho normal de pedestres e teriam, por exemplo, uma internet mais rápida… Não, não rola!
E você, já sofreu nas calçadas de sua cidade com os pedestres digitais?
IFA 2014: Saldo final mostra TVs de tela curva e wearables em seu futuro
Esta Quarta, 10/9, fecha a IFA 2014, uma das maiores feiras globais de eletrônicos, sediada em Berlim. Por coincidência, os pilotos da Lufthansa, a flag carrier nacional, estão em greve parcial exatamente nessa data, o que pode sinalizar problemas para quem quiser voltar para casa usando transporte aéreo.
Mas, voltando à IFA 2014: Nada de revolução, muita evolução, consolidando rumos que há muito vêm norteando o mundo digital: de um lado, as TVs de tela grande, passando para o formato UHD, ou 4K, começam a ficar com telas curvas, para melhorar a boa visualização a um número maior de pessoas; de outro, dispositivos vestíveis, ou wearables, surgem cada vez em maior variedade, embora, por enquanto, predominem os relógios, pulseiras e óculos. Camisetas, tênis, bonés, meias, cuecas e calcinhas até reforçam presença, mas nada que sinalize um mercado mainstream. Ao menos para essa edição da IFA.
Confira o que marcou a IFA 2014 nessa matéria do Mashable.
Smartwatches? Eles evoluiram, mas ficaram com barbas de molho, após o lançamento do Apple Watch, na terça, 9. Smartphones? Nada de muito novo também, e um suspiro de alívio ao ver que o iPhone 6, lançado junto com o Apple Watch, ainda corre atrás dos principais modelos premium com Android.