Autor Arquivo: Guy Manuel

Internet Banda Larga a R$ 102/mês, 2 Gb/s. Você quer?

ImagemNão é pegadinha não! A So-Net, empresa provedora de internet associada à Sony no Japão oferece exatamente isso: Um contrato de dois anos, onde existe uma taxa inicial de cerca de US$ 535 (R$ 1.070) e uma mensalidade de 4.980 ienes (US$ 51 ou R$ 102) para uma velocidade de download de 2 Gb/s e de 1 Gb/s para upload.

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Ponto para o livro digital!

Dia desses, fui a uma grande livraria (duas, na verdade), para comprar um livro impresso para um aniversariante amigo meu. Eu tinha ideia do que queria, mas…

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Smartphones começam a baixar de preço. Precisam cair mais!

ImagemComeço a receber mensagens de marketing de várias operadoras e lojas com ofertas imperdíveis de smartphones, mais baratos, supostamente já em linha com a medida do governo que reduziu tributos incidentes sobre os aparelhos.

Aqui está uma amostra de uma das lojas, apenas como referência, até porque os preços acabam sendo muito parecidos.

Oba! Vamos nessa?? Calma, gente! Com muita calma…

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Brasil: Um computador por habitante em 2016. E daí?

Em 2016, o Brasil deverá ter um computador por habitante. Palavra da FGV, que costuma não falhar nos seus números.

E daí? Isso quer dizer que cada brasileiro ou brasileira poderá exibir um lustroso computador? Nem perto…

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Acabou a magia da Apple?

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Nesta quarta, 16/04, as ações da Apple caíram abaixo dos US$ 400, depois do pico acima de US$ 700 seis meses atrás, quando a empresa da maçã era a mais valorizada do mundo.

Não mais.

O mercado capta sinais de esgotamento do ciclo de inovação que a empresa liderava há uma década, e seus recentes lançamentos já encontram similares na praça com preço, funcionalidades e design no mínimo equivalentes.

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Vida Conectada: do U.S. Masters à Maratona de Boston

Com apenas dois dias de diferença, dois eventos esportivos de repercussão global tiveram alterações de rumo através da interação com espectadores conectados: O tradicional torneio de golfe U.S.Masters, em Augusta, Georgia (sábado, 13, no terceiro dia do torneio), e a Maratona de Boston (segunda, 15).

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A Mega Sena das Buscas Digitais. Só que ao contrário…

ImagemVocê faz buscas na internet, usando seu smartphone ou tablet, via Google, Bing, Yahoo ou outros mecanismos menos cotados? Então prepare-se: se você confia nos resultados e acha que pode esquecer dos vírus  dos trojans, enfim dos malwares que infestam computadores pessoais, pode começar a se preocupar.

A empresa alemã AV-TEST divulgou um estudo onde mostra o ranking desses mecanismos mais populares no quesito entrega de malware nas buscas nossas de cada dia. Esse estudo levou 18 meses para ser concluído e é bem completo e isento.

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Sonho ou Pesadelo?

Notícia boa 1: A desoneração de smartphones que custam até R$ 1.500 deve reduzir em até 30% seu preço ao consumidor. Como resultado prático, mais gente vai poder trocar seus celulares basicões e desfrutar das centenas de milhares de aplicativos, o acesso rápido à internet, o uso de redes sociais “on the go” e tantas outras facilidades que hoje apenas uma camada da população dispõe.

Notícia boa 2: As operadoras precisam ampliar suas redes e pontos de acesso (as antenas nas torres, especialmente para a rede 4G) e querem negociar com as autoridades nas várias esferas e organismos mais agilidade, para que o processo que hoje leva em média 18 meses possa ser substancialmente reduzido e inclusive atender aos grandes eventos previstos para o Brasil entre 2013 e 2016.

Notícia boa 3: Anatel adia até 2018 o fim da TV analógica e, por consequência, a pressão sobre milhões de brasileiros para antecipar a compra de caixas conversoras de sinal digital ou desses modernos televisores de LED, LCD ou plasma, embora isso signifique menos banda disponível na faixa de 700 MHz para a telefonia 4G, hoje ocupada pelos sinais da TV aberta.

Podem três notícias boas somadas virarem um pesadelo gigantesco? Isso vai depender do desenrolar dos cenários que estão sendo postos.

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O Índio e a Flecha, Versão 2013

Dias atrás eu saia de um compromisso em Campinas para o aeroporto de Viracopos, com alguma folga de tempo, mas no pico do rush da tarde e, ainda por cima, com chuva. O gentil motorista de São Paulo que me conduzia tinha à disposição dois aparelhos de GPS, um portátil e o outro, instalado de fábrica no carro.

Optou pelo primeiro para encontrar um atalho, visando evitar pontos de congestionamento das estradas. Mas o GPS nos levou a estradas secundárias e a primeira alternativa foi perguntar ao porteiro de um condomínio sobre o caminho do aeroporto: “Ih! vocês estão indo para o outro lado. Melhor voltar…”

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Facebook já era?

Recebi uma reflexão de um ouvinte da CBN sobre a queda do número de contas ativas no Facebook, e se isso poderia representar o começo do fim do maior fenômeno da internet no século 21.

Antes de exercitar minha capacidade de profeta, decidi pesquisar a audiência das redes, aqui no Brasil, em outros países e no mundo.

E antes de dar o veredito final sobre as fortunas de Mark Zuckerberg, se ele ficaria no perene clube de um Warren Buffett ou se embarcaria nas emoções de um Eike Batista, fixei  minha atenção nas redes que já fizeram seu voo balístico, ou, no linguajar mais prosaico, seu voo da galinha.

Minha fonte principal de pesquisa foi o Alexa, que mede o tráfego da internet.

Lá eu vi, por exemplo, que o orkut ocupa o 51º posto aqui entre nós (no domínio .br), ele que já foi líder de mercado no Brasil. Ele está próximo do Pinterest e do Badoo, além de dividir o pelotão com sites de pornografia. Não faz tanto tempo assim, medido na régua de São Gregório, que até música sertaneja virou top hit dizendo “vou deletar você do meu orkut”.

Vi também que o MySpace, fundamento essencial da campanha digital de Barack Obama em 2008, hoje é absolutamente irrelevante e pode ser acessado via Facebook.

Aí vemos também que outras redes perderam relevância, e é divertido ver o ranking no Alexa…

Mas vamos ao Facebook: enquanto escrevo, ele é, em tráfego, o nº 2 no mundo e nos Estados Unidos; 1º no Brasil, 3º na Índia, 8º na Rússia. Também sabemos que o Facebook perdeu mais de 10% de suas contas ativas globais e 25% das japonesas, e isso acende luzes no mínimo amarelas entre os executivos e investidores da empresa.

Parece que a barreira de 1 bilhão de contas até que deu para superar, mas ficar acima disso não é tarefa trivial.

As mudanças recentes no Facebook, seja na sua polêmica política de privacidade, seja no seu visual mais a navegação causam mais narizes torcidos do que sorrisos de satisfação. Com a palavra a maioria dos usuários que experimentaram o jeitão novo da linha do tempo (timeline)…

Enquanto isso, as redes especializadas ficam fortes em seus nichos de mercado, Linkedin à frente.

Correndo por fora, o endereço nº 1 do mundo, o Google, procura fazer crescer o seu Google+, que vai ficando com a cara do Facebook, que procura imitar o orkut. Mas o Google tem a vantagem de seu leque de produtos muito bem sucedidos, busca à frente,  trazendo junto o YouTube, o Goggle Maps, o Google Docs e a possibilidade de que seus usuários com alguma proposta possam ganhar uma graninha no AdWords.

Então, resumindo a ópera para o meu ouvinte da CBN, eu não acredito que o Facebook vá despencar para o esquecimento, como tantos outros de gerações digitais anteriores. Mas, certamente, a visão de transformá-lo em uma plataforma única de acesso e navegação de seus zilhões de usuários, que poderiam dispensar todo o resto -Google inclusive-, terá de ser urgentemente repensada.