O Galvan Bird, ou "Cala a Boca, Galvão"

O mote “Cala a Boca Galvão” ganhou notoriedade mundial ao ficar por vários dias no topo da lista dos Trending Topics do Twitter. A sacada brincalhona da salvação dos “Galvan Birds“, supostamente em extinção, ou do novo clip de Lady Gaga propagaram de forma viral na internet a mensagem dos que acham que Galvão Bueno fala demais, o já global “Cala a Boca, Galvão!”.


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>Tecnologia Digital e o Significado das Palavras

>Para refletir sobre a evolução da tecnologia digital, vamos trabalhar com oito palavras que há poucos anos tinham significado principal radicalmente diferente do que temos em 2010.


Acompanhe comigo:

Arquivo: antigamente, ou uma pasta cheia de papel ou muitas pastas dentro de um armário de madeira ou metal. Muito infectado por cupins. Mais recentemente, informações estruturadas armazenadas em cartões perfurados, fitas magnéticas, disquetes de vários tamanhos e mesmo em CDs, DVDs e discos magnéticos, infectados por vírus eletrônicos. Hoje a maioria dos arquivos está guardada na nuvem (vide verbete), como suas mensagens do GMail, do Yahoo ou do MSN.

Enciclopédia: Em 1768 foi lançada a Enciclopædia Britannica, com inusitados três volumes. Duzentos anos depois, a Britannica tinha 25 volumes, isso no rebelde ano de 1968. Hoje, enciclopédia é a Wikipedia, que, na sua versão em inglês tem incríveis 3.319.499 artigos publicados (e crescendo a cada minuto), sem contar suas outras 31 edições em diferentes línguas, inclusive o Esperanto.


Correio: No meu tempo de jovem, Correio era algo para você inventar uma desculpa de não haver recebido uma carta, a “Culpa do Correio” era subjetivamente aceita como verdade ou faz-de-conta. Nos anos 80, começou o “Correio Eletrônico”, que já criou mais de 100 bilhões de contas, ou seja, quase 20 contas ativas para cada ser humano, alfabetizado ou não, conectado ou não. Mesmo o Correio Eletrônico sai da moda, dando lugar às mensagens instantâneas e ao bate-papo digital, ou “Chat”.


Computador: Em 1943, o presidente da IBM, ao anunciar o primeiro computador produzido pela empresa, declarou que o mundo não teria mercado para mais de cinco computadores. Hoje, contando computador de mesa, laptop, smartphone e outras bugigangas, mais de 200 milhões de domicílios contam com cinco ou mais desses dispositivos digitais. E um carro de 2010, razoavelmente moderno e equipado tem mais poder computacional que as naves do projeto Apollo, que levaram o homem à Lua, 41 anos atrás.

Telefone: Quando D. Pedro II viu pela primeira vez um telefone funcionando na Feira de Nova Iorque de 1876, disse “Meu Deus, isso fala!”, e trouxe a novidade para o Brasil. Pois o tal do telefone levou mais de 100 anos aqui para aprender a falar, passando antes pela fase de bem de capital cotado em dólar, que os mais afortunados alugavam aos mais necessitados a 3% ao mês e declaravam ao imposto de renda. Hoje temos mais celulares ativos do que brasileiros, e, passada a fase da voz, o tráfego de dados já supera o falatório.

Mala Direta: Quando o Correio deixou de servir de desculpa às pessoas, os marketeiros sacaram a idéia de mandar propaganda impressa direto aos domicílios. Hoje essa prática ainda é forte, mas, no mundo digital, virou o tal de “spam”, ou mensagem espalhada aos trilhões nas caixas de e-mail do planeta. Em breve, os marketeiros descobrirão o valor da imagem de uma empresa que não incomoda seu cliente, mas que, quando ele precisa, vai dar as informações que ele quer. Será a “onda verde” na qualidade da informação.

Rede: Nos bons tempos, um artefato de tecido ou corda, usado para ser pendurado entre dois pontos e servindo para o balanço reconfortante de seus usuários. Depois da internet, tudo é “rede”. Mas, dessa rede global, não há escapatória: Ou você está lá, ou provavelmente já morreu, sempre por fora do que está se passando no mundo.

Nuvem: No céu curitibano, é coisa que dificilmente deixa de aparecer, e aqui é quase sempre molhada. No mundo digital, significa um lugar indefinido, para você, onde estão armazenados seus dados e seus aplicativos, como, por exemplo, seus e-mails, fotos do Picasa, vídeos do YouTube. Estão na nuvem, mas quando você precisa, eles aparecem. Uma tendência para todos os aplicativos que hoje travam e dão problemas em sua casa ou escritório.

Numa próxima revisãode conceitos, dentro de alguns anos, essas definições de hoje poderão parecer defasadas, antiquadas. Não se assuste! Busque apenas se manter minimamente antenado, pois o impacto no seu dia-a-dia pessoal e profissional seguirá mudando rapidamente.

Ou seja, quando o assunto é tecnologia digital, a única coisa que não muda rapidamente é a própria mudança…

Tecnologia Digital e o Significado das Palavras

Para refletir sobre a evolução da tecnologia digital, vamos trabalhar com oito palavras que há poucos anos tinham significado principal radicalmente diferente do que temos em 2010.


Acompanhe comigo:

Arquivo: antigamente, ou uma pasta cheia de papel ou muitas pastas dentro de um armário de madeira ou metal. Muito infectado por cupins. Mais recentemente, informações estruturadas armazenadas em cartões perfurados, fitas magnéticas, disquetes de vários tamanhos e mesmo em CDs, DVDs e discos magnéticos, infectados por vírus eletrônicos. Hoje a maioria dos arquivos está guardada na nuvem (vide verbete), como suas mensagens do GMail, do Yahoo ou do MSN.

Enciclopédia: Em 1768 foi lançada a Enciclopædia Britannica, com inusitados três volumes. Duzentos anos depois, a Britannica tinha 25 volumes, isso no rebelde ano de 1968. Hoje, enciclopédia é a Wikipedia, que, na sua versão em inglês tem incríveis 3.319.499 artigos publicados (e crescendo a cada minuto), sem contar suas outras 31 edições em diferentes línguas, inclusive o Esperanto.


Correio: No meu tempo de jovem, Correio era algo para você inventar uma desculpa de não haver recebido uma carta, a “Culpa do Correio” era subjetivamente aceita como verdade ou faz-de-conta. Nos anos 80, começou o “Correio Eletrônico”, que já criou mais de 100 bilhões de contas, ou seja, quase 20 contas ativas para cada ser humano, alfabetizado ou não, conectado ou não. Mesmo o Correio Eletrônico sai da moda, dando lugar às mensagens instantâneas e ao bate-papo digital, ou “Chat”.


Computador: Em 1943, o presidente da IBM, ao anunciar o primeiro computador produzido pela empresa, declarou que o mundo não teria mercado para mais de cinco computadores. Hoje, contando computador de mesa, laptop, smartphone e outras bugigangas, mais de 200 milhões de domicílios contam com cinco ou mais desses dispositivos digitais. E um carro de 2010, razoavelmente moderno e equipado tem mais poder computacional que as naves do projeto Apollo, que levaram o homem à Lua, 41 anos atrás.

Telefone: Quando D. Pedro II viu pela primeira vez um telefone funcionando na Feira de Nova Iorque de 1876, disse “Meu Deus, isso fala!”, e trouxe a novidade para o Brasil. Pois o tal do telefone levou mais de 100 anos aqui para aprender a falar, passando antes pela fase de bem de capital cotado em dólar, que os mais afortunados alugavam aos mais necessitados a 3% ao mês e declaravam ao imposto de renda. Hoje temos mais celulares ativos do que brasileiros, e, passada a fase da voz, o tráfego de dados já supera o falatório.

Mala Direta: Quando o Correio deixou de servir de desculpa às pessoas, os marketeiros sacaram a idéia de mandar propaganda impressa direto aos domicílios. Hoje essa prática ainda é forte, mas, no mundo digital, virou o tal de “spam”, ou mensagem espalhada aos trilhões nas caixas de e-mail do planeta. Em breve, os marketeiros descobrirão o valor da imagem de uma empresa que não incomoda seu cliente, mas que, quando ele precisa, vai dar as informações que ele quer. Será a “onda verde” na qualidade da informação.

Rede: Nos bons tempos, um artefato de tecido ou corda, usado para ser pendurado entre dois pontos e servindo para o balanço reconfortante de seus usuários. Depois da internet, tudo é “rede”. Mas, dessa rede global, não há escapatória: Ou você está lá, ou provavelmente já morreu, sempre por fora do que está se passando no mundo.

Nuvem: No céu curitibano, é coisa que dificilmente deixa de aparecer, e aqui é quase sempre molhada. No mundo digital, significa um lugar indefinido, para você, onde estão armazenados seus dados e seus aplicativos, como, por exemplo, seus e-mails, fotos do Picasa, vídeos do YouTube. Estão na nuvem, mas quando você precisa, eles aparecem. Uma tendência para todos os aplicativos que hoje travam e dão problemas em sua casa ou escritório.

Numa próxima revisãode conceitos, dentro de alguns anos, essas definições de hoje poderão parecer defasadas, antiquadas. Não se assuste! Busque apenas se manter minimamente antenado, pois o impacto no seu dia-a-dia pessoal e profissional seguirá mudando rapidamente.

Ou seja, quando o assunto é tecnologia digital, a única coisa que não muda rapidamente é a própria mudança…

>Wii Fit: Sucesso absoluto na inovação de games

>No começo do ano, fiz uma postagem sobre o sucesso de vendas de Natal do Wii Fit, da Nintendo. Mas faltava falar um pouco mais sobre a inovadora plataforma, que conta com sensor de movimento, e isso faz a diferença.

Não conheço uma só pessoa que tenha experimentado o Wii Fit e não tenha gostado, mesmo os “gameófobos” e os cidadãos analógicos.

Quando o Fit está junto com o Wii Sports então, a coisa fica séria… Não dá para encostar o console, e o jeito é malhar, mesmo seja você um sedentário ou um rato de academia.

O que não dá para entender é a opção de relativa timidez da Nintendo no marketing desse fantástico produto. O que poderia ser uma arrancada feroz à liderança duradoura no segmento de consoles de jogos apenas serviu para reavivar a empresa japonesa, jururu que estava com o domínio alternado da Sony e da Microsoft, com o PlayStation e o XBox, respectivamente.

Mais que tudo, o Wii Fit abre uma enorme porta para um mundo novo, onde a poltrona decididamente cede seu espaço ao exercício físico, tão importante para uma geração majoritariamente de sedentários.

Mesmo com os preços abusivos do mercado nacional, o Wii Fit se paga em melhoria da qualidade de vida e economia nas mensalidades e no combustível para a academia.  E se você tem programado viagem ao exterior, ele cabe em sua cota de US$ 500.

Mexa-se!

Wii Fit: Sucesso absoluto na inovação de games

No começo do ano, fiz uma postagem sobre o sucesso de vendas de Natal do Wii Fit, da Nintendo. Mas faltava falar um pouco mais sobre a inovadora plataforma, que conta com sensor de movimento, e isso faz a diferença.

Não conheço uma só pessoa que tenha experimentado o Wii Fit e não tenha gostado, mesmo os “gameófobos” e os cidadãos analógicos.

Quando o Fit está junto com o Wii Sports então, a coisa fica séria… Não dá para encostar o console, e o jeito é malhar, mesmo seja você um sedentário ou um rato de academia.

O que não dá para entender é a opção de relativa timidez da Nintendo no marketing desse fantástico produto. O que poderia ser uma arrancada feroz à liderança duradoura no segmento de consoles de jogos apenas serviu para reavivar a empresa japonesa, jururu que estava com o domínio alternado da Sony e da Microsoft, com o PlayStation e o XBox, respectivamente.

Mais que tudo, o Wii Fit abre uma enorme porta para um mundo novo, onde a poltrona decididamente cede seu espaço ao exercício físico, tão importante para uma geração majoritariamente de sedentários.

Mesmo com os preços abusivos do mercado nacional, o Wii Fit se paga em melhoria da qualidade de vida e economia nas mensalidades e no combustível para a academia.  E se você tem programado viagem ao exterior, ele cabe em sua cota de US$ 500.

Mexa-se!

>Kindle, Barnes&Noble chegam no iPad. E de graça!

>Estava em mais uma das minhas fases finais de testes do iPad quando fui agradavelmente surpreendido pelo aplicativo do Kindle disponível na AppStore, e de graça!

Quem tem ou pensa comprar um iPad, mas fica meio em dúvida por conta dos preços menores e da quantidade de títulos muito maior da Amazon, mas estava em dúvida, então, parodiando o Seu Kreiçon do Casseta e Planeta, “seus pobremas si acabário-si“.

Tirando o por vezes incômodo brilho na tela do iPad, poder ter a convivência de duas das três maiores vendedoras de livros digitais, ou eBooks (a outra é a Barnes & Noble, que lançou o Nook para competir com o Kindle, da Amazon.

Mas… espere aí: será que não tem o acervo da B&N para o iPad?  BINGO! Está lá, de graça também.

Então, em tese você tem o acervo das três principais vendedoras de livros digitais em seu iPad.  Verdade que o leitor do acervo comprado na Amazon, que emula o Kindle, não tem os mesmos recursos do leitor nativo do iPad. O mesmo vale para o leitor da B&N, que, ainda por cima, no momento que escrevo, a versão disponibiulizada do software é feita para o iPhone, e, quando você usa o botão <X2>, que dobra a largura e altura da página e ocupa toda a tela do iPad, a definição das letras não é tão boa.

Fica claro que tanto a Amazon quanto a B&N apostam na estratégia de vender conteúdo (livros), e seus leitores de eBooks ficam no segundo plano. Reforça essa percepção o fato de que ambas disponibilizam gratuitamente o software de leitura de eBooks para as principais plataformas de smartphones e, por extensão, dos demais tablets que chegam ao mercado.

Conclusão para a noite: os leitores de livros digitais vieram para ficar, e serão quase todos na linha do iPad. Os concorrentes da Apple provavelmente terão sistemas operacionais da Microsoft (Windows) e do Google (Android).


Esperemos o acirramento da concorrência. Mas, de qualquer modo, mais uma vez a Apple dá o tom para um novo tipo de produto.


Boa leitura!

Kindle, Barnes&Noble chegam no iPad. E de graça!

Estava em mais uma das minhas fases finais de testes do iPad quando fui agradavelmente surpreendido pelo aplicativo do Kindle disponível na AppStore, e de graça!

Quem tem ou pensa comprar um iPad, mas fica meio em dúvida por conta dos preços menores e da quantidade de títulos muito maior da Amazon, mas estava em dúvida, então, parodiando o Seu Kreiçon do Casseta e Planeta, “seus pobremas si acabário-si“.

Tirando o por vezes incômodo brilho na tela do iPad, poder ter a convivência de duas das três maiores vendedoras de livros digitais, ou eBooks (a outra é a Barnes & Noble, que lançou o Nook para competir com o Kindle, da Amazon.

Mas… espere aí: será que não tem o acervo da B&N para o iPad?  BINGO! Está lá, de graça também.

Então, em tese você tem o acervo das três principais vendedoras de livros digitais em seu iPad.  Verdade que o leitor do acervo comprado na Amazon, que emula o Kindle, não tem os mesmos recursos do leitor nativo do iPad. O mesmo vale para o leitor da B&N, que, ainda por cima, no momento que escrevo, a versão disponibiulizada do software é feita para o iPhone, e, quando você usa o botão <X2>, que dobra a largura e altura da página e ocupa toda a tela do iPad, a definição das letras não é tão boa.

Fica claro que tanto a Amazon quanto a B&N apostam na estratégia de vender conteúdo (livros), e seus leitores de eBooks ficam no segundo plano. Reforça essa percepção o fato de que ambas disponibilizam gratuitamente o software de leitura de eBooks para as principais plataformas de smartphones e, por extensão, dos demais tablets que chegam ao mercado.

Conclusão para a noite: os leitores de livros digitais vieram para ficar, e serão quase todos na linha do iPad. Os concorrentes da Apple provavelmente terão sistemas operacionais da Microsoft (Windows) e do Google (Android).


Esperemos o acirramento da concorrência. Mas, de qualquer modo, mais uma vez a Apple dá o tom para um novo tipo de produto.


Boa leitura!

>A Perspectiva do Mundo Digital

>Quando o tema é Tecnologia da Informação, logo vem à média das cabeças os computadores, as redes, a internet e os aplicativos mais populares. No mundo empresarial, os ERP, CRM e BI da vida vão dominar qualquer pesquisa de conhecimento e popularidade.

Mas a TI, que já foi Informática, Processamento de Dados e até mesmo Cérebro Eletrônico, muda bastante, em especial com a internet cada vez mais rápida e mais barata (OK, no Brasil ainda não é bem assim…), mudam alguns paradigmas.

Vamos lá: temos nas pontas um numero cada vez maior de dispositivos móveis, como os laptops, os smartphones e, mais recentemente, os tablets, hoje bem representados pelo iPad da Apple.

Se olharmos a demanda de tráfego da internet por pessoas físicas, o conteúdo majoritário é uma mistura de áudio, vídeo e fotos. Dados, como eram encarados à época dos mainframes, são minoritários, tanto em quantidade de transações quanto em volume de tráfego na internet.

Temos hoje alguns trilhões –sim, trilhões, mesmo- de endereços web, aqueles que começam por www. alguma coisa.  E só o YouTube é responsável por algo como 20% de todos os bits que trafegam na internet.
Ou seja, nesse mundo digital do século 21, é fundamental prestar atenção para o conteúdo digital nos formatos mais utilizados –repetindo, áudio, vídeo e fotos– se queremos ter uma boa conexão pessoal ou corporativa com nosso público-alvo.
Não é tarefa trivial, se tiramos os 20% do YouTube e temos que competir, no “resto”, com trilhões de endereços www. Verdade parcial, pois podemos, dentre outras coisas, tirar proveito do próprio YouTube, mesmo com um www próprio.
Dê uma olhada no ranking dos sites mais populares do mundo em www.alexa.com. Não misture ranking de acesso com volume de tráfego na rede. Antes de ficar complexado, se você consegue ficar numa posição medida na faixa de “milhonésima”, seu site estará numa posição confortável, pois, abaixo disso, tem os que estão mil vezes abaixo, na faixa do “bilhonésimo” para, mil vezes abaixo disso, estar no “trilhonésimo”.
E você ainda pode dizer que, se seu público está no Brasil, dá para dividir isso por 50, pois 2% é a média da posição nossa no globo e, de novo, se sua meta é atingir uma cidade como Curitiba, então dá para dividir de novo por 50, que é a participação da cidade na população brasileira e aí estaremos na faixa dos “milésimos” colocados, o que é, rigorosamente, uma posição relativa em um classificado em um jornal de boa circulação, por exemplo.
Pouco?  Então comece a fazer uma comunicação digital mais forte, seja para aumentar sua geografia, seja para melhorar sua posição no ranking. Use múltiplas mídias, inclusive as tradicionais. Pare e abra um jornal ou uma revista de grande circulação e veja os anúncios: 90%, no mínimo, dão um recado curto, de impacto, mesmo em página dupla, e chamam você para algum “http://www.ositedele.com.br”, mostrado que as formas de comunicação são complementares.
Dos 140 caracteres do Twitter ao vídeo de alta definição no YouTube, o trabalho de ser conhecido e de conhecer esse mundo digital, nada pode ser descartado ou minimizado.




Isso não quer dizer que, do ponto de vista de uma empresa, os ERP, CRM e BI devem ficar em segundo plano. Ao contrário, eles são a base de uma plataforma de gestão que podem dar maior agilidade e confiabilidade às ações empresariais voltadas ao seu mercado.
Falando nisso, se você chegou até aqui e quer dar sua opinião, escreva seu comentário e polemize.
O fato é que sua comunicação pessoal ou corporativa passa cada vez mais pelos sons e imagens. É assim que os humanos se comunicam naturalmente, e é assim que a moderna tecnologia digital dá as oportunidades neste ano de 2010.
Aproveite-as!

A Perspectiva do Mundo Digital

Quando o tema é Tecnologia da Informação, logo vem à média das cabeças os computadores, as redes, a internet e os aplicativos mais populares. No mundo empresarial, os ERP, CRM e BI da vida vão dominar qualquer pesquisa de conhecimento e popularidade.

Mas a TI, que já foi Informática, Processamento de Dados e até mesmo Cérebro Eletrônico, muda bastante, em especial com a internet cada vez mais rápida e mais barata (OK, no Brasil ainda não é bem assim…), mudam alguns paradigmas.

Vamos lá: temos nas pontas um numero cada vez maior de dispositivos móveis, como os laptops, os smartphones e, mais recentemente, os tablets, hoje bem representados pelo iPad da Apple.

Se olharmos a demanda de tráfego da internet por pessoas físicas, o conteúdo majoritário é uma mistura de áudio, vídeo e fotos. Dados, como eram encarados à época dos mainframes, são minoritários, tanto em quantidade de transações quanto em volume de tráfego na internet.

Temos hoje alguns trilhões –sim, trilhões, mesmo- de endereços web, aqueles que começam por www. alguma coisa.  E só o YouTube é responsável por algo como 20% de todos os bits que trafegam na internet.
Ou seja, nesse mundo digital do século 21, é fundamental prestar atenção para o conteúdo digital nos formatos mais utilizados –repetindo, áudio, vídeo e fotos– se queremos ter uma boa conexão pessoal ou corporativa com nosso público-alvo.
Não é tarefa trivial, se tiramos os 20% do YouTube e temos que competir, no “resto”, com trilhões de endereços www. Verdade parcial, pois podemos, dentre outras coisas, tirar proveito do próprio YouTube, mesmo com um www próprio.
Dê uma olhada no ranking dos sites mais populares do mundo em www.alexa.com. Não misture ranking de acesso com volume de tráfego na rede. Antes de ficar complexado, se você consegue ficar numa posição medida na faixa de “milhonésima”, seu site estará numa posição confortável, pois, abaixo disso, tem os que estão mil vezes abaixo, na faixa do “bilhonésimo” para, mil vezes abaixo disso, estar no “trilhonésimo”.
E você ainda pode dizer que, se seu público está no Brasil, dá para dividir isso por 50, pois 2% é a média da posição nossa no globo e, de novo, se sua meta é atingir uma cidade como Curitiba, então dá para dividir de novo por 50, que é a participação da cidade na população brasileira e aí estaremos na faixa dos “milésimos” colocados, o que é, rigorosamente, uma posição relativa em um classificado em um jornal de boa circulação, por exemplo.
Pouco?  Então comece a fazer uma comunicação digital mais forte, seja para aumentar sua geografia, seja para melhorar sua posição no ranking. Use múltiplas mídias, inclusive as tradicionais. Pare e abra um jornal ou uma revista de grande circulação e veja os anúncios: 90%, no mínimo, dão um recado curto, de impacto, mesmo em página dupla, e chamam você para algum “http://www.ositedele.com.br”, mostrado que as formas de comunicação são complementares.
Dos 140 caracteres do Twitter ao vídeo de alta definição no YouTube, o trabalho de ser conhecido e de conhecer esse mundo digital, nada pode ser descartado ou minimizado.




Isso não quer dizer que, do ponto de vista de uma empresa, os ERP, CRM e BI devem ficar em segundo plano. Ao contrário, eles são a base de uma plataforma de gestão que podem dar maior agilidade e confiabilidade às ações empresariais voltadas ao seu mercado.
Falando nisso, se você chegou até aqui e quer dar sua opinião, escreva seu comentário e polemize.
O fato é que sua comunicação pessoal ou corporativa passa cada vez mais pelos sons e imagens. É assim que os humanos se comunicam naturalmente, e é assim que a moderna tecnologia digital dá as oportunidades neste ano de 2010.
Aproveite-as!

>iPad 3G: Boa Novidade no Mercado Digital – Parte 1

>Pois é. Acabei comprando um iPad 3G no dia do lançamento, na loja da Apple, em Aventura, FL. Entrei na fila, vi o show de marketing preparado com esmero e levei-o para o hotel. Brinquei um pouco com ele, durante o resto da viagem, mas sem muito empenho. Na volta, passei na alfândega e declarei a compra, pagando pouco mais de R$ 200 de impostos.

Mas foi assim: Fila para entrar na loja, fila para habilitar o iPad, fila para marcar um workshop para iniciantes. Tudo muito bem pensado para criar agito.  Olhem só a fila da habilitação, eu no canto direito, com uns seis à minha frente, só nessa bancada:

A campanha de lançamento do produto foi um show de bola! Recomendo ver as apresentações do iPad e os comerciais. Destaco esse: http://www.apple.com/ipad/gallery/#ad . E o sucesso parece estar garantido. O início das vendas teve uma curva de crescimento 4 vezes maior do que a do iPhone, outra grande sacada da Apple.

De volta ao Brasil, fiz um teste de stress no produto, e cheguei a conclusões interessantes, que partilho aqui com meus amigos leitores.

Para começar:  quem pensar num iPad como substituto do smartphone ou do laptop vai se frustrar. Ele não está em nenhuma dessas categorias. O iPad é muito bom para ver videos, fotos, livros, acessar a internet e muito prático para carregar. E a bateria dura bastante, entre cargas.  Uso pesado e intenso não chega a drená-la em  um dia.

Como ele não tem portas USB, Firewire ou HDMI, a forma de conexão principal com outros dispositivos é a internet ou então o iTunes. Quem tem outros produtos Apple vai ter muita facilidade de desfrutar o iPad.

Aos detalhes:

Ergonomia, aspecto e facilidade de uso: Pontos altos!  É tudo muito intuitivo.  Pude selar essa impressão ao dividir o iPad com meus netos pequenos. Zero de aprendizado, é pegar e sair usando. A tela sensível ao toque é espetacular. Pena que o reflexo seja elevado e com um pouquinho de uso, ela retenha a gordura dos dedos, mesmo com um tratamento repelente especial. Nitidez, contraste e brilho são os conhecidos dos produtos Apple.


3G: Embora o iPad seja vendido desbloqueado, ele tem um micro SimCard que não é usado pelas operadoras brasileiras, no momento desta postagem. Assim, aqueles pioneiros compradores do iPad 3G não vão poder utilizá-lo no Brasil para conexão via rede celular. Existem algumas gambiarras que prometem resolver o assunto, mas eu acredito que a operadora que sair na frente com a homologação de um Micro SimCard para o iPad vai pegar um nicho do mercado muito interessante.

Equilíbrio técnico: A Apple lançou um processador  específico para o iPad, o A4, que trabalha com voltagens baixas e é econômico no uso de energia. Daí a durabilidade da caga da bateria, mas a velocidade do processador não é lá essas coisas,  ainda mais em aplicativos mais pesados ou quando a memória flash está muito carregada. Aliás, o máximo  e memória Flash, sem possibilidades de expansão, é 64Gb, o que pode ser um limitador para quem está acostumado a guardar muita coisa em seus dispositivos digitais. Mas,  ed um modo geral, o iPad é muito equilibrado tecnicamente. Ele parce ter sido projetado para ser mmuito fácil de usar, com poucas opções de configuração (basicamente, WiFi ou WiFi+3G e três tamanhos de memória Flash: 16, 3 e 64 Gb.

O dilema da briga com a Adobe: a imensa maioria dos sites da internet que usam de animação usam a tecnologia Flash da Adobe (nada a ver com a memória Flash), e não houve acordo, ou interesse das partes em licenciar a tecnologia para rodar nos produtos Apple. Isso não é privilégio do iPad, mas não se surpreenda, ao acessar a internet, se alguns de seus sites favoritos não exibirem imagens que você está acostumado. A Apple aposta no declínio do Flash, e a Adobe insiste.  Nessa queda de braços, eu aposto no padrão HTML5, que torna o Flash irrelevante.  Mas, durante um bom tempo, os Mac, iPhone, iPod e iPad conviverão com essa limitação.

Teclado virtual: muito bom, com excelente sensibilidade, fácil de usar. Mas não é algo para uso intensivo. Colocando em termos relativos:  se um bom teclado de computador merece um 10 e um bom teclado de smartphone vale um 3, o teclado virtual do iPad poderia ganhar um 6.

Áudio: surpreendente a qualidade do áudio nativo do iPad. Nem parece ter micro altofalantes. E o microfone embutido capta sinais de áudio com extrema competência. Dá para ouvir músicas do iTunes sem fones de ouvido com relativo prazer. Mas, para ficar melhor, use um bom fone de ouvido ou ligue-o a um bom dispositivo  externo.

Vídeo: A tela de 9,7″ do iPad exibe imagens de execelente qualidade, e  sua resolução Full HD permite exibir filmes de alta definição.  Para quem tem banda larga e pode acessar videos HD, dá para conectar o iPad na TV grande e exibir filmes no padrão da TV digital.  Mas falta a webcam, para poder usar um Skype com vídeo, por exemplo. Acho que, com a versão 4 do sistema operacional, que virá no final deste ano, deve vir uma nova versão do iPad com câmera de vídeo embutida.

iBookStore e iBook: Comparativamente à Amazon (Kindle) e Barnes&&Noble, a Apple entra nesse mercado de livros digitais com cerca de 10% da quantidade de títulos dos concorrentes. E, na média, os títulos são mais caros. E, em qualquer opção, a maioria dos títulos está em inglês. Mas o iPad tem a vantagem das cores, coisa útil para livros infantis, jornais e revistas, por exemplo. Meio que compensa o excesso de reflexo da tela do iPad. E no iPad, o livro digital é mais uma de suas múltiplas funcionalidades, enquanto que o Kindle e o Nook são unifunção.

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Mais iPad 3G nas próximas postagens.