Redes Sociais e as manifestações públicas
Não há como negar: as redes sociais são armas poderosíssimas de mobilização popular. Já tocamos nesse tema em outras situações, sobre outros países, como os da chamada Primavera Árabe. Mas agora a ferveção ocorre aqui mesmo, no Brasil que, por tradição e por expectativa gerada, deveria estar prestando atenção à Copa das Confederações.
Nada do que vem acontecendo no país tem por gênese a internet, ou uma mudança de atitude dos internautas, que deixaram, de súbito, os temas mais frívolos para tentar resolver problemas fundamentais que os afligem. Mas é inegável que uma parcela significativa da população vem usando os recursos da internet e das redes sociais para organizar protestos em centenas de cidades brasileiras, deixando atônitos os mais experientes analistas e protagonistas da cena política do país.
Do ponto de vista de propagação de idéias, imagens em fotos e videos, temos conteúdos para todos os gostos, tanto em qualidade como em quantidade. Em determinados pontos do Rio de Janeiro e de São Paulo, o tráfego nas redes celulares superou, em muito, o ocorrido nos jogos do Brasil nos entornos dos estádios, ou seja, o verdadeiro teste de carga das redes ocorreu nas ruas.
Tive a chance de presenciar a mobilização de cidadãos comuns, na maioria jovens, decidindo participar de manifestações em Florianópolis, mesmo estando a quase 100 km. de distância. Trocando mensagens via celular e dando e recebendo dicas de carona, de linhas de ônibus, horários, pontos de encontro… E o interessante, do ponto de vista do uso da ferramenta, é que esse tipo de comunicação, por fugir dos padrões ditos normais de tráfego, também chegaram a ultrapassar limites de planos contratados, ao ponto de surgirem boas informações sobre alternativas mais em conta, com outras operadoras. Muita gente, ao protestar, aproveitou também para refazer seus contratos de telefonia celular.
Pontos de WiFi públicos ou restritos registraram picos de demanda, fora também dos padrões normais.
É cedo ainda para dizer se as redes sociais serão vetores relevantes de transformação no Brasil. Mas não é absurdo afirmar que, sem elas, as movimentações seriam bem menores. Boa matéria prima para análise de sociólogos sobre o momento brasileiro atual.
Tecnologia poderia ajudar a melhorar o trânsito. Mas a lei ignora a internet!
Curitiba tem um trânsito muito ruim. Assim como em qualquer grande cidade brasileira. Pode incluir aí também as cidades de médio porte. Muita gente andando de carro, vias insuficientes, média de ocupantes por carro um pouco maior do que 1. Muita gente se deslocando sem necessidade, para fazer um trabalho que dispensaria a ida ao escritório. Você está nesse grupo?
Em agosto de 2009 fiz escrevi sobre o absurdo da nossa legislação trabalhista, que dificulta o home-office. Na ocasião, o trânsito nas cidades grandes chegou a ser reduzido em até 30% por conta do temor causado pela Gripe A, mas o país não parou, lembram?
Pois é… De lá para cá, a epidemia da gripe não se materializou, o número de carros em circulação cresceu bem mais do que as pistas de rolamento, e os congestionamentos seguem recordes.
Lá em 2009, falava da oportunidade de rever os entraves da CLT para facilitar o home-office, em especial para postos de trabalho que requerem trabalho conectado. Conectado por conectado, podemos estar em casa, no café, na praia, pouco importa.
Mas hoje, numa cidade como Curitiba, é comum quem gasta duas horas por dia para ir e vir.
Antes que algum luminar resolva incluir na lei o pagamento dessas horas, quem sabe agora, surja a iniciativa de propor modificações à CLT que permita, de modo negociado, que as pessoas possam usufruir dessas horas, melhorando a qualidade de vida e o meio ambiente.
Raciocínio aritmético: se 10% dos habitantes de Curitiba deixam de perder esse tempo, são 200.000 pessoas, e quase isso de carros, em horário de pico. Ganham-se 400.000 horas/dia com menos carros, menos combustível, menos poluição, menos stress, mais tempo para lazer.
200.000 carros, média de 30 km/dia, 6 km/litro na cidade, R$2,60/litro = 1 milhão de litros/dia a menos, R$ 2,60 milhões a menos.
Dividindo 1 milhão de litros / 158 ( litros por barril de petróleo) = 6.329 barris/dia = 1.528.278 barris ano de 250 dias úteis. Só em Curitiba!
No Brasil, esse número é muito maior! Será que a presidente da Petrobras falava sério quando disse que ficava feliz ao ver congestionamentos gigantes, pois isso aumentava o faturamento da empresa?
Quanta gente vai e volta sem precisar ir nem vir? Minorar esse gargalo usando a internet para que menos gente se desloque inutilmente é aumento de qualidade de vida e aumento de produtividade do país. Pense nisso!
Internet Banda Larga a R$ 102/mês, 2 Gb/s. Você quer?
Não é pegadinha não! A So-Net, empresa provedora de internet associada à Sony no Japão oferece exatamente isso: Um contrato de dois anos, onde existe uma taxa inicial de cerca de US$ 535 (R$ 1.070) e uma mensalidade de 4.980 ienes (US$ 51 ou R$ 102) para uma velocidade de download de 2 Gb/s e de 1 Gb/s para upload.
Brasil: Um computador por habitante em 2016. E daí?
Em 2016, o Brasil deverá ter um computador por habitante. Palavra da FGV, que costuma não falhar nos seus números.
E daí? Isso quer dizer que cada brasileiro ou brasileira poderá exibir um lustroso computador? Nem perto…
O iPhone 5 chegou! O iPhone 5 chegou…
Então, a ansiedade dos que buscam a última palavra de produtos e serviços da Apple está prestes a acabar aqui no Brasil. Daqui a menos de três horas desta postagem, o iPhone 5 estará disponível aos consumidores brasileiros, dispostos a pagar pela novidade e pelo status que a marca da maçã confere.
Mais comprido, com tela de 4″, mais fino, processador mais rápido, novo sistema operacional, capacidade de tirar fotos panorâmicas… um charme!
Comparando com a concorrência, a Apple consegue chegar perto. É evolução, não revolução.
No dia que o Brasil estréia oficialmente a rede 4G de celulares, com acesso à internet em altíssima velocidade, parece fazer sentido ter um smartphone que possa operar com essa tecnologia. O iPhone 5 tem o 4G como um diferencial em relação ao modelo anterior. Casamento à vista?
Não, ao contrário! A frequência de operação do iPhone 5 no modo 4G não é compatível com o padrão brasileiro. Ou seja, vai ter de acessar a internet ou via WiFi ou seguir com nossa lentíssima rede 3G.
Então, na minha opinião, ainda não vale a pena!
Pagamentos via dispositivos móveis: vai dar certo?
A IDC (International Data Corporation) prevê que em 2017 -daqui a 5 anos, portanto- as transações de compras e pagamentos via dispositivos móveis baterá na marca de US$ 1 trilhão. Desse total, 66% virão do chamado m-Commerce, ou as transações realizadas 100% pelo smartphone, tablet ou laptop. A tecnologia NFC (Near Field Communication) fica com 10% em segundo lugar; 7% sobram para transações feitas na modalidade P2P, ou Peer-to-Peer, aqui entendidas as transações comandadas e concluídas entre dispositivos móveis e, finalmente, apenas 2% para compras feitas através da leitura de etiquetas de códigos de barra.
Se a previsão da IDC estiver próxima da realidade, vemos que haverá uma transformação radical do que entendemos por comércio eletrônico. E mesmo uma mudança da arma de dinheiro nas mãos do comprador, hoje predominantemente um cartão de crédito ou débito, migrando direto para os dispositivos móveis.
Claro que as grandes operadoras, como Visa e Mastercard ainda estarão presentes, mas as teles estarão forçando um tráfego cada vez maior e mais valioso através de suas redes, que por sua vez tenderão a cobrir boa parte do planeta e dos seres humanos.
Uma baita mudança no jogo do poder!
Essa tendência pode gerar mais conforto para o dono do aparelho, mas, ao mesmo tempo, cria preocupações adicionais quanto à segurança dos dados perante os hackers e ao aumento da cadeia de intermediação, que envolverá o vendedor, a operadora do cartão, a tele, o vendedor de aplicativos para esses serviços e, claro, os hackers e crackers.
Mas o mundo caminha para lá, não há volta.
É, volta não há, mas e a ida? Aqui no Brasil, ao menos, com nossas redinhas fajutas e congestionadas, além de caras, como fazer crescer esse recurso que a mobilidade pode proporcionar?
É preciso ações urgentes de todas as partes envolvidas. Talvez precise uma ação da comunidade de usuários, hoje quase igual à população, para obrigar que governo, agências reguladoras, operadoras, fornecedores e legisladores trabalhem no sentido de desobstruir os acessos e remover esse obstáculo que hoje adiciona demais ao chamado Custo Brasil.
Pneu Furado
Estamos prontos para a Copa? Vou mostrar que não…
Escrevo esta postagem a bordo de um moderno jato da Embraer 175, recheado de conforto e tecnologia, em voo tranquilo de Cuiabá a Curitiba, com escala prevista em Londrina.
Escala?
Nada disso. Um avião com pneu furado bloqueia a pista de Londrina e os aviões com esse destino ficam circundado o aeroporto aguardando as instruções da torre: descer ou alternar para Maringá.
Meia hora depois de voltear sobre Londrina, a noticia da cabine de comando: nada de Maringá, o aeroporto tem o pátio lotado e não recebe mais ninguém!
Bom para mim, péssimo para quem ficaria em Londrina ou teria conexão para Cascavel…
Mas eu ouvi outro dia um burocrata da infraestrutura aérea brasileira dizer que nossos aeroportos estão praticamente prontos para receber a Copa, com um mínimo de modificações.
Será mesmo? Se um simples pneu furado gera esse transtorno, imaginemos o cenário de 2014, com trafego aéreo no mínimo dobrando o número de passageiros-quilômetro…
Acho que já vou pensando em não viajar durante a Copa, ou, ainda, sumir do Brasil bem antes e voltar bem depois, com o Brasil hexa ou não.
Programa de Índio
Há uma expressão antiga e politicamente incorreta para uma atividade pouco agradável ou intelectualmente baixa, dependendo do ponto de vista: Programa de Índio!
Pois bem, aqui vou tratar de três tipos de índios e buscar apontar aonde está o verdadeiro programa de índio.
O Índio 1 é o aborígene clássico, aquele latifundiário com direitos estabelecidos em nossa Constituição, mas que já foi intensamente explorado pelos colonizadores brancos que por aqui aportaram a partir de 1500. Mesmo criticadas por não-índios pelos privilégios concedidos, vemos que, nas Américas normalmente existem normas legais para proteger as poucas remanescentes tribos indígenas. O Brasil foi só um dos últimos países a estabelecer um estatuto legal para esses povos.
O Índio 2 é o cidadão brasileiro comum que tem ou esse prenome (vide o candidato a vice na chapa de José Serra nas últimas eleições, o Índio da Costa, que andou desferindo bordunadas verbais nos adversários) ou algum prenome ou mesmo sobrenome que remetem à cultura indígena, o que pode indicar homenagem aos ou descendências dos primeiros habitantes humanos de nossa terra.
Chegando ao terreno da tecnologia, o tema central desse blog, vemos que existe um Índio 3 que é bem difundido mas poucos sabem que existe. Falamos do Índio metal branco de símbolo In, prateado, macio, de número atômico 49 e massa atômica 114,76 que é muito usado na eletrônica moderna em telas sensíveis ao toque, ou touch-screen, como queiram nossos leitores.
Essas modernas maravilhas que facilitam nossa interação com dispositivos digitais com um simples toque de dedos possuem um componente baseado no óxido de índio-estanho, ou OIE na sigla brasileira. É o índio que tem propriedades de transparência e condutividade mais adequadas ao uso em massa de telas touch-screen.
Mas esse índio é raro no mundo, subproduto de mineração de outro metal e de difícil ou por vezes desinteressante extração. Mais ainda, a maioria das minas que possuem minério com concentrações razoáveis estão na Super China, a provável maior potência econômica do século 21. Ela tem tecnologia, capacidade produtiva, vontade focada e disciplina de ser a primeira em tudo e, especialmente, determinação de investir pesado em educação, pesquisa e desenvolvimento, ou P&D para os íntimos….
Para mim, aqui surge o verdadeiro programa de índio do Brasil de 2011: sua pouca relevância em programas de P&D aplicada e, antes disso, o nosso já medido e reconhecido gap na área educacional.
Já ouvi em debates que isso não é relevante, que temos tempo de recuperação, e coisas do gênero.
Mas é inegável que, embora alguns pesquisdores nossos aqui no Brasil começam a se interessar pelo Índio 3, lá fora os cientistas do ramo já desenvolvem alternativas ao OIE, não só para evitar a dependência de um metal escasso e com reservas no fim, mas também para atender aos requisitos da próxima geração de telas de todos os tamanhos que cada vez mais fazem parte de nosso dia-a-dia.
Quando tivermos dominado o ciclo do índio aqui, se é que conseguiremos, faltará o In, ou o metal índio, e novos materiais já terão tomado seu lugar sem a nossa participação.
Enquanto o tema P&D seguir sendo tratado com entendimentos diversos por governo, academia e empresas, e ainda por cima com pouco dinheiro em jogo, tenderemos a ser cada vez mais colonizados tecnologica e economicamente.
Assim como os índios originais, aqueles que o foram a partir do século XVI pelos portugueses, pelos espanhóis, pelos franceses, pelos ingleses, pelos holandeses, pelos…
Aí o jeito vai ser sair pelado por aí e trocar os minerais, a água e as florestas que sobrarem pelas novas quinquilharias que surgirem, como versões modernas dos espelhinhos, das pistolas e das aguardentes que eles (os neo-colonizadores) possam nos oferecer.
Dica de Presente de Natal Fashion e Útil: iPad
Nesta sexta-feira 3, o iPad é lançado oficialmente no Brasil. Estima-se que existam entre 50.000 e 100.000 unidades já disponíveis a moradores do Brasil, importadas diretamente, seja na bagagem de viajantes internacionais, seja pela mão de importadores independentes. E as impressões, de um modo geral, são altamente favoráveis.
Se você vai comprar nas lojas virtuais brasileiras, sem uma operadora e um plano 3G, prepare-se para desembolsar entre R$ 1.600 e R$ 2.900, dependendo da memória, da configuração híbrida (com 3G) ou não e dos adicionais, como capa protetora, filme anti-gordura para tela e garantia estendida, entre outros.
Se você tem alguém no exterior que pode trazer um, ou ainda vai para os Estados Unidos antes do Natal, compre um lá e declare na chegada, pagando uma taxa de R$ 200 e picos de impostos federais. Isso te economiza uma boa grana, pois lá os preços variam entre 500 e 900 dólares. Faça as contas…
Mas se você pretende emplacar um iPad como substituto de seu laptop, esqueça… Vão faltar muitas funcionalidades, mesmo que você só queira transferir os acessos a internet que normalmente você faz usando o computador. Sempre vai ter um site onde existam videos em Flash (nada feito, a Apple e a Adobe se detestam!) ou mesmo incompatibilidades técnicas, como em muitos sites de bancos.
Faltam também aplicativos compatíveis com o Office da Microsoft. O que existe é meia boca, logo, se você precisa do Office, babáu!
E tem a limitação de memória e capacidade de arquivamento. o iPad mais parrudo vai a 64Gb, e duvido que seu laptop seja tão fraquinho assim.
O iPad também não substitui o telefone, e quem diz que ele nada mais é do que um iPhonão está redondamente equivocado. Dá para falar ao telefone sim, mas não é nada prático, mesmo usando um Skype, não dá para fazer videoconferência, pois ele não vem com câmera.
Mas, se ele tem tantas limitações, ainda assim vale a pena? Eu acho que sim, e considero meu iPad como o dispositivo digital mais completo que tenho. Vejam só algumas coisas que posso fazer com ele:
Coisas óbvias:
- Safari – Acesso a internet
- Leitura de livros digitais
- iBooks – livros digitais baixados da iBookstore da Apple
- Kindle (sim, a Amazon disponibiliza o aplicativo que permite ler no iPad todo seu acervo de livros digitais
- Skype para chat e ligações de voz
- YouTube
- Acesso a redes sociais
Coisas práticas:
- Flipboard que consolida em forma de revista minhas redes sociais e mais coisas interessantes
- Google Maps e aplicativos de localização, como
- AroundMe, para saber o que tenho de estabelecimentos em geral por perto
- Veja Comer & Beber 2011, que me dá ótimas dicas de restaurantes e bares, me ajuda na reserva e me mostra como chegar lá
- Free WiFi, que me localiza hotspots gratuitos perto de onde estou, para economizar o uso da rede 3G
- iRadar, que me mostra os radares, pardais e semáforos das principais cidades e estradas ( e avisa quando chega perto)
- Weather Channel Max+ (previsão do tempo)
- TweetRadar, que localiza tuiteiros ativos perto de onde estou
- NYT – edição online do NewYork Times
- Veja – edição online da Veja
- Estadão 2.0 – edição online do Estado de São Paulo
- Contatos*
- Agenda*
- Calendário*
Brinquedos e jogos:
- Talking Harry*
- Talking Robot*
- Talking Tom*
- Talking Larry*
- Match Animals*
- PocketFrogs*
Uso específico:
- Rádios Web
- CBN
- Public Radio
- Life – acervo de fotografias de uma das melhores revistas mundiais
- PãoDeAçucar – preços correntes do maior rede de supermercados do Brasil. Para compra e referência de preços
- Brasileirão/Placar UOL para acompanhar meu time
- HP 12C para aqueles cálculos que todo executivo de finanças adora
- Receitas Nestlé
- All Recipes, que mostra receitas simples e sofisticadas avaliadas por quem fez e por quem comeu ou bebeu
- Taxímetro, que calcula o preço de corridas de taxi nas principais cidades
- Flight Track, que me mostra o painel de chegadas e partidas dos principais aeroportos do Brasil e do mundo
- Kayak, que me busca as melhores tarifas aéreas, de hotéis e de locação de carros em quase qualquer lugar do mundo
- RightSize, que faz as conversões de medidas de roupas e calçados de vários padrões do mundo
- EyeChart Pro, que não substitui o oftalmologista mas mostra que está na hora de agendar uma visita se você não consegue ler as letrinhas
- Juros – calcula prestações, custos financeiros, retornos de investimentos baseados em taxas de juros fixos ou variáveis
- Ruler – uma régua de duas dimensões que permite medir, com boa precisão, objetos que sejam menores que a tela do iPad
- dbMeter – para medir nível de ruido de ambientes
- Carpenter – inclui em um aplicativo um transferidor, uma régua, dois níveis e um prumo
Isso é só uma parte do que tenho instalado no meu iPad (152) e uma fração ínfima do total disponível (mais de 300.000 aplicativos).
Ou seja, tomando por base o que tenho, vejo que poucos aplicativos estão disponíveis para outras plataformas, e as que estão, eu posso usar em qualquer uma delas.
Comparando o iPad com o tradicional canivete suiço, ele tem bem mais funcionalidades, e muitas delas são extremamente práticas.
E aí, decidiu? Lembre-se que em breve as operadoras de celular vão estar oferecendo o iPad mais em conta, mas atrelado a planos de tráfego de dados na rede 3G delas. Por enquanto, os planos ofertados estão muito caros, e você não deve estar com a rede 3G habilitada de modo permanente, pois a facada assusta. Melhor usar WiFi onde houver e usar a rede celular quando em movimento ou quando não houver WiFi.
Internet a US$ 13/mês para 15Mb. Na Bulgária…
No entanto, com a ajuda de algumas normas legislativas e ao desenvolvimento de linhas ópticas, as coisas mudaram…”
Eu pago em Curitiba R$ 91,84 por 6Mb, ou USD 54 ao câmbio de hoje. Ou USD 9 por Mb de velocidade nominal. Meu amigo búlgaro paga USD 0,87 por Mb.


