Analógico e Digital, juntos para nosso deleite
Tem gente que diz que o analógico é o antigo, o digital, o novo. E aí, ou você é analógico, ou é digital. No máximo, você pode estar ora analógico, ora digital. Pois eu acabo de sair de uma experiência fantástica de uma mistura que mostra como usar a tecnologia para apresentar música clássica.
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo -OSESP- completa 60 anos em 2014 e já começou a celebrar, com uma programação bastante versátil e contando com regentes e solistas locais e internacionais. E sempre tem alguém a explicar, de forma didática, a obra que está sendo apresentada, cada movimento, o compositor, o solista… Tratando de relembrar os iniciados e encantar os iniciantes na música clássica.
Esse concerto de ontem, com a regência da incrível e premiada nova-iorquina Marin Alsop e com os solos ao piano do nosso internacional patrício Nelson Freire foi simplesmente encantador! No programa, Chopin e Mahler.
Uma orquestra sinfônica é a essência da disciplina, do empenho, da colaboração e da necessidade de superação, a cada apresentação.
Uma orquestra sinfônica é também a essência do analógico, unplugged. Pois a OSESP tem esse programa Concerto Digital, que ou você assiste ao vivo, ou pela internet. Lá na Sala São Paulo, ou em qualquer lugar do mundo. E dá para assistir na telona da sua TV, em alta definição, com um som de primeiríssima qualidade. Basta uma TV ou um home theater com acesso à internet ou então conectar seu laptop ou tablet à tela grande com um cabo HDMI, ou, mais fácil ainda, através de uma Apple TV.
A qualidade da transmissão impressiona. Talvez valesse a pena aumentar o número de câmeras que capturam as imagens para tornar o todo mais dinâmico. E, para dar certo, é essencial uma boa conexão de banda larga, no mínimo 5 Mb reais, para evitar soluços do streaming.
“Ora“, dirão alguns, “vídeo HD pela internet tem no YouTube e em milhares de outros portais; ao vivo, idem“
Eu até concordo… Mas que esse Concerto Digital foi de primeiríssimo nível, foi. E usou muito bem a tecnologia para disseminar boa música. Merece aplausos. Até num comentário sobre tecnologia.
Pensando em comprar um novo iPad? Espere!
Começam a vazar informações sobre o lançamento do iPad 5 e do iPad Mini 2, provavelmente ainda em outubro. Essas fofocas que antecedem cada lançamento da Apple estão cada vez mais precisas, antecipando novas funcionalidades ou mesmo uma mudança em estratégia de preços.
As fontes vêm de fornecedores, de transportadoras de fornecedores, de linguas-solta no bar, que, mesmo sujeitas a contratos de confidencialidade que impõem sanções milionárias, seguem abastecendo os analistas.
Os aparelhos de pré-série, equivocadamente esquecidos em mesas de bar ou pias de banheiros públicos até que sairam de moda, mas fotos e vídeos com os próximos lançamentos da Apple são cada vez mais comuns, cada vez mais realidade antecipada. Há fortes indícios que tudo isso ocorre de forma deliberada, dentro de uma estratégia de marketing viral que economiza tempo, dinheiro e gera expectativa que, por sua vez, gera vendas.
Então aos novos iPad: o grande, com tela de 9,7″, deve vir com o sensor biométrico, e terá uma moldura mais fina, nas proporções do atual Mini. O novo Mini poderá incorporar a tela Retina, mas tudo indica que a produção de displays esteja atrasada, e isso pode adiar o lançamento do pequeno iPad, ou fornecê-lo a conta-gotas, como ocorre hoje com o iPhone 5s.
As câmeras devem ter sensor com mais pixels, e incorporar funções como o slow-motion, que vem fazendo sucesso no iPhone 5s.
Pode surgir uma bateria, ainda de íon de lítio com tecnologia mais avançada, o que permitiria que ela fosse mais fina, emagrecendo o manequim do iPad5 ou, mantendo a linha do irmão mais velho, aumentando o tempo de uso entre recargas.
Mas funções como a ampliação do ângulo de boa visualização da tela, com o efeito paralax e a transparência dos ícones, entre outras, seguem drenando bateria apenas com finalidades estéticas, não funcionais.
Se o iOS 7 vier arredondado, sem alguns dos bugs que incomodam no iPhone novo, pode ser uma boa pedida para fechar o ano.
Mas, se as câmeras forem efetivamente melhores, de uma coisa eu vou achar ruim: mais e mais pessoas irão usar iPads para filmar eventos, desde festinhas na pré-escola até grandes shows ao vivo, quando milhares ficarão de tablet àcima da cabeça capturando partes do acontecimento. E atrapalhando nossa visão.
Compras online para o Natal 2013
A essas alturas, Papai Noel, preocupado em atender os pedidos das crianças de todas as idades, já deve ter mandado suas renas para o check-up anual, antes da extenuante viagem em dezembro. O trenó, com design 2014 já incorpora conectividade 4G para poder dar acesso rápido e seguro a todo mundo.
E aqui no Brasil, o que temos de novo nas vendas online?
Tirando os produtos que podemos comprar, desde que a conta bancária e o cartão de crédito aguentem, o que há de novo para este ano?
As lojas virtuais, sejam elas associadas às grandes cadeias de lojas físicas ou as gigantes da internet são basicamente as mesmas. Os cuidados para as compras online, também. Evitar lojas desconhecidas ou com reputação marcada por muitas queixas ao Procon ou com muitas críticas nas redes sociais. Cuidar ao informar senhas e números de cartão. Não usar computadores públicos, como os de lan-houses, para fazer compras pela internet.
O que pode fazer a diferença, nos dias que correm, é usar seu smartphone como poderosa arma tecnológica de proteção ao seu bolso, pesquisando, comparando, pechinchando. Especialmente se você puder evitar a muvuca dos shoppings nos dias que antecedem o Natal, dá para entrar, olhar, perguntar e, depois de obtida a melhor oferta, pesquisar na internet e ver se há coisa melhor. Aí, nova pechincha; não deu certo, vá em frente para onde a oferta está melhor.
Use intensamente as redes sociais para obter dicas de seus amigos; crie massa crítica com os grupos com quem você se comunica quase todos os dias no Facebook, para obter o máximo de insumos que mostrem a você os caminhos das melhores compras.
Quanto maior o valor de sua compra, maiores as chances de você obter melhores preços ou condições de pagamento. Mesmo para produtos que são tabelados pelos fornecedores, sempre é possível um parcelamento sem juros no cartão ou a agregação de brindes interessantes.
Se você pretende comprar direto do exterior, sem viajar nem ter alguém que traga, lembre-se dos custos de fretes e impostos, muitas vezes salgados.
Vale a pena começar a pensar desde já no assunto.
Urgente: Um formato padrão para vídeos digitais!
Os saltos tecnológicos que mudam cenários, se dão em dois estágios: o primeiro, quando a inovação se mostra viável e começa a aparecer; o segundo, não menos importante, quando há a disseminação dessa tecnologia em escala suficiente para derrubar preços e torná-la acessível à maioria dos consumidores.
Ilustrando com dois exemplos: a disseminação de um documento eletrônico à imagem de sua impressão, hoje em dia, é sinônimo da extensão .pdf, desenvolvido pela Adobe e incorporado pela indústria, malgradas as tentativas da sua criadora de mantê-lo proprietário, sob o manto do programa Acrobat. Aplicativos leitores e editores de .pdf existem e abundam, muitos deles gratuitos.
Na outra ponta, o formato Flash de exibição de vídeos até que se ensaiou para repetir o feito do Acrobat, mas a Apple definiu que ele não seria admitido sob o sistema operacional iOS, que rodam nos iPhone e iPad. Muitos acreditavam que a Adobe venceria a batalha, e que a Apple iria incorporar o que era um formato dominante, até por permitir a exibição de videos de qualidade razoável, consumindo pouca banda, coisa indispensável no início da internet banda larga.
Faltou combinar com a indústria, que apostou no protocolo HTML 5, que permite que mais e mais vídeos possam trafegar e ser exibidos pela internet sem exigir licenças da Adobe.
Mas, no caso dos vídeos, a multiplicidade de formatos ainda não é confortável. Basta você ter arquivos com várias extensões, como .mov, .avi. , mp4, .wmv, .mpg e tantos outros ainda muito fortes e tentar editá-los sob um único formato. É complicado, requer múltiplos programas de edição, e acaba não ficando num formato que permita a exibição universal em qualquer dispositivo.
No caso de fotos, embora muitos formatos coexistam por aí, é inegável a dominância do .jpg sobre os outros, O mesmo ocorre com o formato .mp3 para áudio.
Com as câmeras de todo tipo que filmam com qualidade e a banda cada vez mais larga chega a vez do império dos vídeos sobre áudios e imagens estáticas, para registro de atividades humanas.
A guerra pelo padrão de vídeo segue acirrada. O sensato seria que a indústria se desse uma trégua e negociasse um standard, mesmo que não compulsório.
Como aconteceu com a USB e a HDMI para conexões entre dispositivos digitais. Seria ótimo para todos.
A internet vai chegando à maioria dos lares brasileiros
Uma excelente notícia: Em 2012, 42% dos brasileiros acessaram regularmente a internet a partir de desktops e notebooks, um crescimento de 6,8% sobre 2011. Ou 83 milhões de pessoas. Mantido esse ritmo, em mais 3 anos ultrapassamos os 50% e os 100 milhões.
Quem diz isso é o IBGE, através da PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada sexta-feira (27). São 40,3% de domicílios com ao menos um computador e conectados à internet. Como o percentual de domicílios com computador foi de 46,4%, estamos quase no ponto em que ter computador em casa significa estar conectado.
A PNAD não computou o uso da internet por tablets e smartphones, o que indica que esses percentuais, na prática, são bem maiores.
Estão na frente o Distrito Federal com 68,7% e São Paulo com 59,5%, que mostram o caminho para os demais, ficando o Maranhão, com 12,5% na lanterna, sem sequer visualizar o antepenúltimo Piauí, com 18,7%. Mas é bom ver que esses Estados menos conectados apresentam, na média, taxas de crescimento maiores, ou seja, o gap tende a diminuir.
Com quase 70% de lares na internet, nossa capital federal exibe taxas de inclusão digital dignas de país desenvolvido, e São Paulo, com uma população de quase 44 milhões, lidera em números absolutos.
Chegamos a esses patamar com uma infraestrutura de telecomunicações saturada, com as operadoras liderando as queixas no PROCON e, ainda por cima, pagando tarifas bem mais caras do que em países com renda per capita e IDH semelhantes ao nosso. Impostos altos, dirão alguns; falta de concorrência, dirão outros.
A realidade pode ser uma mistura dessas duas causas principais com uma série de outras menores, mas deveríamos aproveitar esses números não só para celebrar como para buscar atalhos que permitam a rápida melhora das ofertas de serviços digitais a um número cada vez maior de cidadãos. Afinal, o gap entre Brasília e o Maranhão também pode ser explicado pela diferença de renda, o que, na prática, dificulta, a médio prazo, a chegada da internet a esses cidadãos ainda desconectados.
A internet deixou faz tempo de ser um luxo e uma curiosidade. É um insumo básico a todos nós, e, como tal, deve ser tratada.
Smartphones e Tablets: As Babás do Século 21
Steve Jobs e a visão do iPad em 1983
Avaliar uma pessoa que morre no auge da fama é algo que pode conduzir a distorções. O bom é poder ter uma perspectiva do tempo, para entender como ele, ou ela, chegou lá.Nesse evento, que tinha o mote ‘The Future Is Not What It Used to Be‘, ou ‘O Futuro não é mais o que já foi‘, falou Steve Jobs, então com 28 anos, e lá, ele apresenta uma instigante visão do futuro, antevendo inclusive o iPad, que ele lançaria em 2010.
Aqui vai o link da gravação de Jobs, interessante para ouvir e refletir.
Durante seu discurso, Jobs também deu sua explicação do que é um computador em três partes, uma visão corrente no início dos anos 80:
O computador é apenas uma máquina simples, mas é um novo tipo de máquina. As engrenagens, os pistões foram substituídos por elétrons. Quantos de vocês já viu um elétron? O problema com os computadores, é que você não pode colocar as mãos sobre as coisas que se movem ao seu redor. Você não pode vê-las, então isso intimida, porque, em um espaço muito pequeno, há milhões de elétrons correndo em volta e não podemos realmente ter uma influência sobre o que acontece.
O computador é uma máquina muito adaptável e podemos mover os elétrons de forma diferente para diferentes lugares. Portanto, se você estava aqui ontem à noite e você ouviu falar sobre como o cérebro humano é muito adaptável – o computador é muito adaptável.
A segunda coisa sobre um computador é que ele é muito novo. Foi inventado há 36 anos, em 1947. O primeiro curso do mundo em ciência da computação oferecido por uma universidade, foi na Universidade da Califórnia em Berkeley – que era um mestrado – em 1968. O que significa que a pessoa mais velha que tem uma licenciatura em ciência da computação tem 39 anos. E os profissionais da Apple têm menos de 30. Portanto, é um campo que está dominado por pessoas bastante jovens.
Terceira coisa sobre computadores: eles são realmente burros. Eles são extremamente simples, mas eles são muito rápidos.
Ele errou sobre o preço dos computadores, mas acertou em cheio sobre suas características. Mas a previsão do computador ficar do tamanho de um livro mostra quem seria Steve Jobs…
Organizando as suas nuvens
Você consegue manter suas gavetas, prateleiras, armários e estantes minimamente organizadas? Se você é como a imensa maioria, a resposta deve ser um não redondo…
E suas gavetas e prateleiras digitais? Com tantos dispositivos, o laptop, o desktop do escritório, um tablet, um ou mais smartphones, organizar esses arquivos é cada vez mais complicado.
Aí você recorre aos serviços de armazenamento na nuvem. Afinal, eles são bons, grátis, ou, na pior das hipóteses, baratinhos. E haja espaço! Um Tera no Flickr, outro no Mega, as dezenas de gigas dos iCloud, dos SkyDrive, do Picasa, do Google Drive e por aí vamos. Alguns deles, talvez você nem se lembre que tem. E quando precisa de um arquivo, onde é que ele está mesmo?
Confuso? Perdido? Pois então, se você quer organizá-los através de um Mac ou de um iPad, seus problemas acabaram!
O App Cloud Commander é um painel de controle onde você não só pode visualizar os arquivos de cada uma dessas contas na nuvem, mas também pode copiar ou mover de uma para outra.
É específico para as plataformas da Apple, e a versão Mac custa US$ 4,99 e a do iOS, US$ 1,99.
O Cloud Commander funciona no iPhone também, mas ele só deve ser usado quando você não tiver o Mac ou o iPad à mão, por conta do tamanho da tela.
Embora existam alternativas, o Cloud Commander tem uma interface limpa, e é muito fácil de usar. É cadastrar suas contas da nuvem no aplicativo e sair usando.
Esse é um bom exemplo de um App útil, que não perde tempo com animações, e funciona com 10 diferentes serviços.
Só que não adianta nada o investimento, se não houver um mínimo de organização. É difícil resistir a ofertas de gigas e teras gratuitos. Passados alguns meses, vem a pergunta: “onde é que está aquela foto mesmo?“
iOS 7 – Nem tudo é perfeito
É só elogiar, que vem o troco… Depois da disponibilização do iOS 7 para download na semana passada, a maioria das avaliações iniciais, inclusive a minha, foram positivas. E o número de downloads para atualização para quem tinha iPhone ou iPad compatíveis com a nova versão ocorreram em volumes nunca dantes observados, mesmo para a Apple.
Mas são muitos milhões de usuários, a maioria ansiosa para curtir as novidades. Muitos também buscam detectar possíveis bugs, de simples curiosos, passando pelos nerds, chegando aos farejadores da concorrência.
O reporter Andy Greenberg, da Forbes revelou o bug após receber um video mostrando um iPhone com iOS 7 e com a tela principal bloqueada que permitia fazer chamadas externas, que não as de emergência, a partir do teclado de desbloqueio, sem digitar a senha. A partir daí, milhares de portadores replicaram a experiência. E era isso mesmo, um baita de um bug.
Quem comprou o novo iPhone 5S não teve esse problema, ao receber uma versão do iOS 7 específica, por conta do desbloqueio através das impressões digitais.
Não que isso seja algo inusitado. Software sempre tem bug, queiramos ou não. E com o iOS 7 não seria diferente.
Mas, pela importância da função que falhou, isso não deveria acontecer, pois pode causar prejuizos enormes a quem tem o iPhone.
Fico pensando na legião de brasileiros com iPhone 4S ou 5, em viagem aos Estados Unidos, que, por impulso, atualizaram seus dispositivos, e, por descuido ou desconhecimento, foram ao banheiro do bar deixando o celular sobre a mesa. Sem ter o aparelho furtado, uma ligaçãozinha local com as taxas de roaming que pagamos lá fora, dá para azedar a viagem de qualquer um…
Já há relatos de donos de iPhone 4S e 5 que baixaram o iOS 7 logo nas primeiras horas. Você conhece alguém?
Mas cabe um registro: apesar desse problema, o ambiente iOS segue sendo sendo excepcionalmente seguro. Os especialistas em segurança digital sabem disso. E, numa atualização de versão, esse defeito deixará de existir.
BlackBerry encolhe mais um pouco
Se alguém estava pensando em trocar seu BlackBerry por um novo, ou, menos provável, sair de um smartphone com iOS, Android ou WindowsPhone para um aparelho desse fabricante canadense, melhor rever os planos.
Neste final de semana, a BlackBerry (ex Research in Motion) anunciou perdas de quase 1 bilhão de dólares no segundo trimestre fiscal e a demissão de 4.500 colaboradores, ou 35% de sua força de trabalho.
Aqui no Brasil, faz tempo que não vejo uma pessoa física com uma conta no BlackBerry, e as pessoas jurídicas progressivamente migram para as plataformas com mais reconhecimento no mercado.
Como a BlackBerry havia anunciado que estaria buscando um comprador para a empresa, essa notícia até que não causou grande impacto. Ao contrario, após o Wall Street Journal ter especulado sobre as demissões, as ações da empresa mostraram uma ligeira recuperação, para em seguida voltarem a cair.
Não foi pouca coisa: com 5,9 milhões de aparelhos, o prejuízo médio, por aparelho faturado, ficou em torno de US$ 160.
Para quem usa BlackBerry, não é motivo para pânico. Ainda. Tudo indica que é só uma questão de pouco tempo até que um investidor institucional resolva injetar grana na empresa, ou então um concorrrente de peso resolva absorvê-la, de olho menos na tecnologia e mais no tipo de cliente que a BlackBerry conquistou, o das empresas e governos que buscam serviços de comunicação digital com alto nivel de segurança e disponibilidade.
Claro que, numa operação de salvamento, sempre alguém vai estar de olho também nas patentes que a empresa gerou, muitas das quais ainda não utilizadas, e que poderiam ser usadas em larga escala por um grande player do mercado.
E o mercado de smartphones segue em consolidação, ao menos no que diz respeito a sistemas operacionais. iOS, Android e Windows Phone. Ponto.