>Dicas de Natal: Vale a pena comprar TV 3D?

>Recebi um e-mail de um leitor assíduo do blog que transcrevo:


“Guy, estou pensando em comprar uma TV LED 42″ 3D que vem com um player BluRay também 3D. Olhando os preços dos dois isoladamente e comparando com um TV LED equivalente, vejo que a diferença de preço não é alta. O que você acha?”

Eu não gostei muito do que já vi de TVs 3D, muito menos aqueles em telas pequenas, talvez porque minha volta ao mundo de entretenimento digital em três dimensões se deu vendo Avatar em uma tela iMax do tamanho de um prédio.

Assim, minha opinião está contaminada pela limitação do tamanho das telas de TV. Eu cheguei a ver um pedaço do Avatar em um televisor de 70″ e depois o mesmo numa tela de 50″, e acho que a tela menor perdeu bastante em relação à tela maior.

Eu também pude comparar as duas exibições em BluRay com o som através de um baita sistema Bang & Olufsen com mais de 1.000 watts e apareceu um descompasso entre o áudio e o vídeo. Parecia que os bichos voadores e os tiros daquelas armas da turma do mal estavam comprimidos na imagem, não cabia tanto som em tão pouca imagem. Aí eu pedi para desligar o som do home theater e deixar na TV, e foi a vez do som ficar em desvantagem para a imagem.

Outra coisa que acho incômodo são os óculos 3D, especialmente para quem precisa de óculos de grau para enxergar melhor e tem de sobrepor as lentes 3D. Uma pessoa que estava comigo passou a maior parte do tempo ajustando as duas parelhas de lentes…

Isso vale também para o cinema 3D, mas serve como gancho para o próximo argumento, que é uma provável disponibilização ao mercado brasileiro em 2 anos, no máximo, de televisores com imagens 3D que não vão requerer óculos. Ou seja, é possível que a tecnologia 3D atual fique obsoleta em pouco tempo.

A falta de conteúdo gravado em BluRay ou gerado pelas emissoras de TV poderia ser outro ponto contra, mas normalmente os players BluRay 3D fazem um tipo de upscaling de imagens 2D para uma simulação de 3D que talvez seja a mais grata surpresa!

Depois de escrever tudo isso, devolvo-lhe a bola: se você achar que a diferença de preço compensa, use um ditado antigo que meus avós estavam acostumados: Mais vale um gosto do que dois vinténs, ou seja, a decisão é puramente emocional.

Só não espere, como no anúncio de um desses televisores, que seu gatinho ponha os óculos e saia correndo atrás dos peixes que parecem sair da tela. O efeito 3D não é compatível com o sistema de visão de gatos.

Dicas de Natal: Vale a pena comprar TV 3D?

Recebi um e-mail de um leitor assíduo do blog que transcrevo:


“Guy, estou pensando em comprar uma TV LED 42″ 3D que vem com um player BluRay também 3D. Olhando os preços dos dois isoladamente e comparando com um TV LED equivalente, vejo que a diferença de preço não é alta. O que você acha?”

Eu não gostei muito do que já vi de TVs 3D, muito menos aqueles em telas pequenas, talvez porque minha volta ao mundo de entretenimento digital em três dimensões se deu vendo Avatar em uma tela iMax do tamanho de um prédio.

Assim, minha opinião está contaminada pela limitação do tamanho das telas de TV. Eu cheguei a ver um pedaço do Avatar em um televisor de 70″ e depois o mesmo numa tela de 50″, e acho que a tela menor perdeu bastante em relação à tela maior.

Eu também pude comparar as duas exibições em BluRay com o som através de um baita sistema Bang & Olufsen com mais de 1.000 watts e apareceu um descompasso entre o áudio e o vídeo. Parecia que os bichos voadores e os tiros daquelas armas da turma do mal estavam comprimidos na imagem, não cabia tanto som em tão pouca imagem. Aí eu pedi para desligar o som do home theater e deixar na TV, e foi a vez do som ficar em desvantagem para a imagem.

Outra coisa que acho incômodo são os óculos 3D, especialmente para quem precisa de óculos de grau para enxergar melhor e tem de sobrepor as lentes 3D. Uma pessoa que estava comigo passou a maior parte do tempo ajustando as duas parelhas de lentes…

Isso vale também para o cinema 3D, mas serve como gancho para o próximo argumento, que é uma provável disponibilização ao mercado brasileiro em 2 anos, no máximo, de televisores com imagens 3D que não vão requerer óculos. Ou seja, é possível que a tecnologia 3D atual fique obsoleta em pouco tempo.

A falta de conteúdo gravado em BluRay ou gerado pelas emissoras de TV poderia ser outro ponto contra, mas normalmente os players BluRay 3D fazem um tipo de upscaling de imagens 2D para uma simulação de 3D que talvez seja a mais grata surpresa!

Depois de escrever tudo isso, devolvo-lhe a bola: se você achar que a diferença de preço compensa, use um ditado antigo que meus avós estavam acostumados: Mais vale um gosto do que dois vinténs, ou seja, a decisão é puramente emocional.

Só não espere, como no anúncio de um desses televisores, que seu gatinho ponha os óculos e saia correndo atrás dos peixes que parecem sair da tela. O efeito 3D não é compatível com o sistema de visão de gatos.

>Dicas de Natal: TVs para NÃO comprar

>Se você pretende comprar mais um televisor ou repor um que já esteja baleado, aqui vão duas dicas de não-compra, ou aquilo que você deve evitar.

1- NÃO COMPRE televisores de tubo, aqueles antigos, de formato 3×4. Além de consumirem muita energia,  eles só recebem sinais analógicos, que vão deixar de ser gerados em algum momento entre a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. Você vai precisar comprar um conversor digital, que hoje custa, no mínimo, R$ 269,00 e pode chegar a R$ 600, dependendo do fabricante e das características. Ele é necessário para exibir programas da TV digital.  Lembrando que a vida útil de um aparelho desses é de no mínimo 10 anos, você já está comprando um lixo eletrônico. ESQUEÇA!

2- NÃO COMPRE televisores de plasma ou LCD que não tenham o conversor digital embutido. Embora eles sejam normalmente de boa qualidade, incluir a caixinha digital como um acessório, além de custar mais, são mais fios e conexões elétricas para complicar e juntar pó. Esses televisores estão sendo ofertados em liquidações, como pechinchas, mas, além de não terem o conversor, normalmente eles oferecem a resolução máxima de 720p, que é abaixo do padrão 1080p. Em telas iguais ou menores que 32″, essa resolução menor até que não aparece tanto e uma excessão pode ser aberta desde que a oferta do aparelho + conversor seja menor do que a de um equivalente mas com o conversor integrado.

Aliás, falando em TV Digital, as emissoras ficam devendo mais conteúdo aberto em alta definição, lembrando que na imensa maioria das cidades brasileiras esse sinal ainda não chega, obrigando a contratação de pacotes por assinatura, que estão custando caro demais.

Além disso, a promessa da interatividade na TV digital, por enquanto, está apenas nisso, na promessa. É verdade que existem emissões experimentais em algumas cidades, mas em escala muito limitada. Aparecem agora alguns comerciais chapa-branca apregoando as virtudes da interatividade, mas programas interativos, neca!

Uma palavrinha sobre os conversores: quando do lançamento da TV Digital, o Ministério das Comunicações assegurou que essas caixinhas deveriam custar por volta de R$ 100. Além de termos hoje um preço médio várias vezes superior, elas estão com um nível de oferta baixíssimo, e a diferença de preço entre televisores com e sem o conversor embutido é, por vezes, muito pequena, meio que forçando o consumidor a substituir um aparelho que ainda poderia ser útil por um bom tempo. Falo sobre as primeiras gerações de televisores de plasma e LCD que eram de 720p (ou HDTV ready), ou mesmo Full HD (1080p), mas sem o conversor. Quem embarcou nessa, deve ter pago uma fortuna lá atrás comparado com as opções deste Natal, e induzí-los a trocar não faz sentido.

Parece que houve ou uma precipitação no anúncio das maravilhas e dos custos da TV digital pelo governo, fabricantes e emissoras, ou uma gostosa acomodação dos dois últimos com as bênçãos do primeiro, para aproveitar uma economia aquecida e dar uma faturadinha extra.

Voltando às dicas de não comprar: se mesmo assim você pensa que é uma boa opção ter ou um TV de tubo ou um TV fininho, ambos sem conversor, espere a virada do ano, pois os preços desses aparelhos devem cair ainda mais, por serem ponta de estoque.

Se você não comprou até agora, dá para esperar mais um pouco…

Dicas de Natal: TVs para NÃO comprar

Se você pretende comprar mais um televisor ou repor um que já esteja baleado, aqui vão duas dicas de não-compra, ou aquilo que você deve evitar.

1- NÃO COMPRE televisores de tubo, aqueles antigos, de formato 3×4. Além de consumirem muita energia,  eles só recebem sinais analógicos, que vão deixar de ser gerados em algum momento entre a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. Você vai precisar comprar um conversor digital, que hoje custa, no mínimo, R$ 269,00 e pode chegar a R$ 600, dependendo do fabricante e das características. Ele é necessário para exibir programas da TV digital.  Lembrando que a vida útil de um aparelho desses é de no mínimo 10 anos, você já está comprando um lixo eletrônico. ESQUEÇA!

2- NÃO COMPRE televisores de plasma ou LCD que não tenham o conversor digital embutido. Embora eles sejam normalmente de boa qualidade, incluir a caixinha digital como um acessório, além de custar mais, são mais fios e conexões elétricas para complicar e juntar pó. Esses televisores estão sendo ofertados em liquidações, como pechinchas, mas, além de não terem o conversor, normalmente eles oferecem a resolução máxima de 720p, que é abaixo do padrão 1080p. Em telas iguais ou menores que 32″, essa resolução menor até que não aparece tanto e uma exceção pode ser aberta desde que a oferta do aparelho + conversor seja menor do que a de um equivalente mas com o conversor integrado.

Aliás, falando em TV Digital, as emissoras ficam devendo mais conteúdo aberto em alta definição, lembrando que na imensa maioria das cidades brasileiras esse sinal ainda não chega, obrigando a contratação de pacotes por assinatura, que estão custando caro demais.

Além disso, a promessa da interatividade na TV digital, por enquanto, está apenas nisso, na promessa. É verdade que existem emissões experimentais em algumas cidades, mas em escala muito limitada. Aparecem agora alguns comerciais chapa-branca apregoando as virtudes da interatividade, mas programas interativos, neca!

Uma palavrinha sobre os conversores: quando do lançamento da TV Digital, o Ministério das Comunicações assegurou que essas caixinhas deveriam custar por volta de R$ 100. Além de termos hoje um preço médio várias vezes superior, elas estão com um nível de oferta baixíssimo, e a diferença de preço entre televisores com e sem o conversor embutido é, por vezes, muito pequena, meio que forçando o consumidor a substituir um aparelho que ainda poderia ser útil por um bom tempo. Falo sobre as primeiras gerações de televisores de plasma e LCD que eram de 720p (ou HDTV ready), ou mesmo Full HD (1080p), mas sem o conversor. Quem embarcou nessa, deve ter pago uma fortuna lá atrás comparado com as opções deste Natal, e induzí-los a trocar não faz sentido.

Parece que houve ou uma precipitação no anúncio das maravilhas e dos custos da TV digital pelo governo, fabricantes e emissoras, ou uma gostosa acomodação dos dois últimos com as bênçãos do primeiro, para aproveitar uma economia aquecida e dar uma faturadinha extra.

Voltando às dicas de não comprar: se mesmo assim você pensa que é uma boa opção ter ou um TV de tubo ou um TV fininho, ambos sem conversor, espere a virada do ano, pois os preços desses aparelhos devem cair ainda mais, por serem ponta de estoque.

Se você não comprou até agora, dá para esperar mais um pouco…

>Dica de Presente de Natal Fashion e Útil: iPad

>Nesta sexta-feira 3, o iPad é lançado oficialmente no Brasil. Estima-se que existam entre 50.000 e 100.000 unidades já disponíveis a moradores do Brasil, importadas diretamente, seja na bagagem de viajantes internacionais, seja pela mão de importadores independentes. E as impressões, de um modo geral,  são altamente favoráveis.

Se você vai comprar nas lojas virtuais brasileiras, sem uma operadora e um plano 3G, prepare-se para desembolsar entre R$ 1.600 e R$ 2.900, dependendo da memória, da configuração híbrida (com 3G) ou não e dos adicionais, como capa protetora, filme anti-gordura para tela e garantia estendida, entre outros.

Se você tem alguém no exterior que pode trazer um, ou ainda vai para os Estados Unidos antes do Natal, compre um lá e declare na chegada, pagando uma taxa de R$ 200 e picos de impostos federais. Isso te economiza uma boa grana, pois lá os preços variam entre 500 e 900 dólares. Faça as contas…

Mas se você pretende emplacar um iPad como substituto de seu laptop, esqueça… Vão faltar muitas funcionalidades, mesmo que você só queira transferir os acessos a internet que normalmente você faz usando o computador. Sempre vai ter um site onde existam videos em Flash (nada feito, a Apple  e a Adobe se detestam!) ou mesmo incompatibilidades técnicas, como em muitos sites de bancos.

Faltam também aplicativos compatíveis com o Office da Microsoft. O que existe é meia boca, logo, se você precisa do Office, babáu!

E tem a limitação de memória e capacidade de arquivamento. o iPad mais parrudo vai a 64Gb, e duvido que seu laptop seja tão fraquinho assim.

O iPad também não substitui o telefone, e quem diz que ele nada mais é do que um iPhonão está redondamente equivocado. Dá para falar ao telefone sim, mas não é nada prático, mesmo usando um Skype, não dá para fazer videoconferência, pois ele não vem com câmera.

Mas, se ele tem tantas limitações, ainda assim vale a pena?  Eu acho que sim, e considero meu iPad como o dispositivo digital mais completo que tenho. Vejam só algumas coisas que posso fazer com ele:

Coisas óbvias:

  • Safari – Acesso a internet
  • Leitura de livros digitais
    • iBooks – livros digitais baixados da iBookstore da Apple
    • Kindle (sim, a Amazon disponibiliza o aplicativo que permite ler no iPad todo seu acervo de livros digitais
  • Skype para chat e ligações de voz 
  • YouTube
  • Acesso a redes sociais
    • Twitter
    • Facebook
    • LinkedIn

Coisas práticas:

  • Flipboard que consolida em forma de revista minhas redes sociais e mais coisas interessantes
  •  Google Maps e aplicativos de localização, como
    • AroundMe, para saber o que tenho de estabelecimentos em geral por perto
    • Veja Comer & Beber 2011, que me dá ótimas dicas de restaurantes e bares, me ajuda na reserva e me mostra como chegar lá
    • Free WiFi, que me localiza hotspots gratuitos perto de onde estou, para economizar o uso da rede 3G
    • iRadar, que me mostra os radares, pardais e semáforos das principais cidades e estradas ( e avisa quando chega perto)
  • Weather Channel Max+ (previsão do tempo)
  • TweetRadar, que localiza tuiteiros ativos perto de onde estou
  • NYT – edição online do NewYork Times
  • Veja – edição online da Veja
  • Estadão 2.0 – edição online do Estado de São Paulo
  • Contatos*
  • Agenda*
  • Calendário*
* Sincronizados com o telefone e o laptop

Brinquedos e jogos:

  • Talking Harry*
  • Talking Robot*
  • Talking Tom*
  • Talking Larry*
  • Match Animals*
  • PocketFrogs*
* para os netos, mas o vovô gosta também

Uso específico:

  • Rádios Web
    • CBN
    • Public Radio
  • Life – acervo de fotografias de uma das melhores revistas mundiais
  • PãoDeAçucar – preços correntes do maior rede de supermercados do Brasil. Para compra e referência de preços
  • Brasileirão/Placar UOL para acompanhar meu time
  • HP 12C para aqueles cálculos que todo executivo de finanças adora
  • Receitas Nestlé
  • All Recipes, que mostra receitas simples e sofisticadas avaliadas por quem fez e por quem comeu ou bebeu 
  • Taxímetro, que calcula o preço de corridas de taxi nas principais cidades
  • Flight Track, que me mostra o painel de chegadas e partidas dos principais aeroportos do Brasil e do mundo
  • Kayak, que me busca as melhores tarifas aéreas, de hotéis e de locação de carros em quase qualquer lugar do mundo
  • RightSize, que faz as conversões de medidas de roupas e calçados de vários padrões do mundo
  • EyeChart Pro, que não substitui o oftalmologista mas mostra que está na hora de agendar uma visita se você não consegue ler as letrinhas
  • Juros – calcula prestações, custos financeiros, retornos de investimentos baseados em taxas de juros fixos ou variáveis
  • Ruler – uma régua de duas dimensões que permite medir, com boa precisão, objetos que sejam menores que a tela do iPad
  • dbMeter – para medir nível de ruido de ambientes
  • Carpenter – inclui em um aplicativo um transferidor, uma régua, dois níveis e um prumo

Isso é só uma parte do que tenho instalado no meu iPad (152) e uma fração ínfima do total disponível (mais de 300.000 aplicativos).

Ou seja, tomando por base o que tenho, vejo que poucos aplicativos estão disponíveis para outras plataformas, e as que estão, eu posso usar em qualquer uma delas.

Comparando o iPad com o tradicional canivete suiço, ele tem bem mais funcionalidades, e muitas delas são extremamente práticas.

E aí, decidiu? Lembre-se que em breve as operadoras de celular vão estar oferecendo o iPad mais em conta, mas atrelado a planos de tráfego de dados na rede 3G delas. Por enquanto, os planos ofertados estão muito caros, e você não deve estar com a rede 3G habilitada de modo permanente, pois a facada assusta. Melhor usar WiFi onde houver e usar a rede celular quando em movimento ou quando não houver WiFi.

Dica de Presente de Natal Fashion e Útil: iPad

Nesta sexta-feira 3, o iPad é lançado oficialmente no Brasil. Estima-se que existam entre 50.000 e 100.000 unidades já disponíveis a moradores do Brasil, importadas diretamente, seja na bagagem de viajantes internacionais, seja pela mão de importadores independentes. E as impressões, de um modo geral,  são altamente favoráveis.

Se você vai comprar nas lojas virtuais brasileiras, sem uma operadora e um plano 3G, prepare-se para desembolsar entre R$ 1.600 e R$ 2.900, dependendo da memória, da configuração híbrida (com 3G) ou não e dos adicionais, como capa protetora, filme anti-gordura para tela e garantia estendida, entre outros.

Se você tem alguém no exterior que pode trazer um, ou ainda vai para os Estados Unidos antes do Natal, compre um lá e declare na chegada, pagando uma taxa de R$ 200 e picos de impostos federais. Isso te economiza uma boa grana, pois lá os preços variam entre 500 e 900 dólares. Faça as contas…

Mas se você pretende emplacar um iPad como substituto de seu laptop, esqueça… Vão faltar muitas funcionalidades, mesmo que você só queira transferir os acessos a internet que normalmente você faz usando o computador. Sempre vai ter um site onde existam videos em Flash (nada feito, a Apple  e a Adobe se detestam!) ou mesmo incompatibilidades técnicas, como em muitos sites de bancos.

Faltam também aplicativos compatíveis com o Office da Microsoft. O que existe é meia boca, logo, se você precisa do Office, babáu!

E tem a limitação de memória e capacidade de arquivamento. o iPad mais parrudo vai a 64Gb, e duvido que seu laptop seja tão fraquinho assim.

O iPad também não substitui o telefone, e quem diz que ele nada mais é do que um iPhonão está redondamente equivocado. Dá para falar ao telefone sim, mas não é nada prático, mesmo usando um Skype, não dá para fazer videoconferência, pois ele não vem com câmera.

Mas, se ele tem tantas limitações, ainda assim vale a pena?  Eu acho que sim, e considero meu iPad como o dispositivo digital mais completo que tenho. Vejam só algumas coisas que posso fazer com ele:

Coisas óbvias:

  • Safari – Acesso a internet
  • Leitura de livros digitais
    • iBooks – livros digitais baixados da iBookstore da Apple
    • Kindle (sim, a Amazon disponibiliza o aplicativo que permite ler no iPad todo seu acervo de livros digitais
  • Skype para chat e ligações de voz 
  • YouTube
  • Acesso a redes sociais
    • Twitter
    • Facebook
    • LinkedIn

Coisas práticas:

  • Flipboard que consolida em forma de revista minhas redes sociais e mais coisas interessantes
  •  Google Maps e aplicativos de localização, como
    • AroundMe, para saber o que tenho de estabelecimentos em geral por perto
    • Veja Comer & Beber 2011, que me dá ótimas dicas de restaurantes e bares, me ajuda na reserva e me mostra como chegar lá
    • Free WiFi, que me localiza hotspots gratuitos perto de onde estou, para economizar o uso da rede 3G
    • iRadar, que me mostra os radares, pardais e semáforos das principais cidades e estradas ( e avisa quando chega perto)
  • Weather Channel Max+ (previsão do tempo)
  • TweetRadar, que localiza tuiteiros ativos perto de onde estou
  • NYT – edição online do NewYork Times
  • Veja – edição online da Veja
  • Estadão 2.0 – edição online do Estado de São Paulo
  • Contatos*
  • Agenda*
  • Calendário*
* Sincronizados com o telefone e o laptop

Brinquedos e jogos:

  • Talking Harry*
  • Talking Robot*
  • Talking Tom*
  • Talking Larry*
  • Match Animals*
  • PocketFrogs*
* para os netos, mas o vovô gosta também

Uso específico:

  • Rádios Web
    • CBN
    • Public Radio
  • Life – acervo de fotografias de uma das melhores revistas mundiais
  • PãoDeAçucar – preços correntes do maior rede de supermercados do Brasil. Para compra e referência de preços
  • Brasileirão/Placar UOL para acompanhar meu time
  • HP 12C para aqueles cálculos que todo executivo de finanças adora
  • Receitas Nestlé
  • All Recipes, que mostra receitas simples e sofisticadas avaliadas por quem fez e por quem comeu ou bebeu 
  • Taxímetro, que calcula o preço de corridas de taxi nas principais cidades
  • Flight Track, que me mostra o painel de chegadas e partidas dos principais aeroportos do Brasil e do mundo
  • Kayak, que me busca as melhores tarifas aéreas, de hotéis e de locação de carros em quase qualquer lugar do mundo
  • RightSize, que faz as conversões de medidas de roupas e calçados de vários padrões do mundo
  • EyeChart Pro, que não substitui o oftalmologista mas mostra que está na hora de agendar uma visita se você não consegue ler as letrinhas
  • Juros – calcula prestações, custos financeiros, retornos de investimentos baseados em taxas de juros fixos ou variáveis
  • Ruler – uma régua de duas dimensões que permite medir, com boa precisão, objetos que sejam menores que a tela do iPad
  • dbMeter – para medir nível de ruido de ambientes
  • Carpenter – inclui em um aplicativo um transferidor, uma régua, dois níveis e um prumo

Isso é só uma parte do que tenho instalado no meu iPad (152) e uma fração ínfima do total disponível (mais de 300.000 aplicativos).

Ou seja, tomando por base o que tenho, vejo que poucos aplicativos estão disponíveis para outras plataformas, e as que estão, eu posso usar em qualquer uma delas.

Comparando o iPad com o tradicional canivete suiço, ele tem bem mais funcionalidades, e muitas delas são extremamente práticas.

E aí, decidiu? Lembre-se que em breve as operadoras de celular vão estar oferecendo o iPad mais em conta, mas atrelado a planos de tráfego de dados na rede 3G delas. Por enquanto, os planos ofertados estão muito caros, e você não deve estar com a rede 3G habilitada de modo permanente, pois a facada assusta. Melhor usar WiFi onde houver e usar a rede celular quando em movimento ou quando não houver WiFi.

>Dica de presente de Natal barato e para quem tem de tudo

>Talvez você esteja em dúvida sobre que presente comprar para aquela pessoa exigente e que já tem tudo, e não seria adequado comprar uma camisa, uma gravata, uma bolsa, ou mesmo um sofisticado gadget digital. Ele ou ela já tem de tudo!


Um “cinto“, ou, grafando corretamente, um “sinto muito” também não dá… 

Identificada essa pessoa, existe uma probabilidade grande que ela esteja apegada a um smartphone, que pode ser um iPhone ou algum modelo equipado com Android, o sistema operacional do Google.

Nesse caso, você pode presentear essa pessoa difícil com um ou mais aplicativos, que podem ser adquiridos nas lojas online respectivas, que variam em valor desde zero até US$ 49,99, que é quanto vale um aplicativo “GPS” da TonTon na AppStore para o iPhone, e que substitui o aparelhinho da mesma marca que vale uns R$ 500 e tem os mapas das principais cidades e estradas do Brasil.

Aqui cabem joguinhos, gratuitos ou não, online ou offline, simples ou sofisticados, programas focados, como o FlightTrack Pro (US$ 9,99), que reproduz os painéis de cerca de 500 aeroportos no mundo, incluindo nossos mais importantes pontos de queixas, reclamações e frustrações, como Guarulhos, Congonhas, Afonso Pena, JK, Galeão, Santos Dumont, Salgado Filho… Lá é possível verificar o status de voos que chegam e saem de um modo bem mais interativo, atualizado e usável do que o site da Infraero, por exemplo.

Os programas gratuitos de acesso a redes sociais –Facebook, LinkedIn, Twitter, dentre outros- são bons se esse seu alvo de presentes delas faz uso via dispositivos móveis mas ainda de forma primitiva, como usando os ainda pouco práticos browsers dos smartphones.

Eu gosto muito do Veja Comer & Beber 2011, na sua versão paga (US$ 4,99), que indica restaurantes, bares e assemelhados das principais cidades brasileiras, está sempre atualizado e apresenta uma boa descrição da maioria dos estabelecimentos, além de permitir com um toque chamar o estabelecimento escolhido para fazer a reserva e, com mais um toque, gerar o mapa com as direções a serem tomadas de onde você está até aonde você quer ir.

O interessante é que o rol de opções é enorme, na casa de centenas de milhares. Assim, você pode presentear essa exigente pessoa com algo realmente único e com um valor alto, preço baixo ou zero, que se traduz em uma relação benefício/custo que pode ir ao infinito.

Então, vamos às compras para esse amigo especial?

Dica de presente de Natal barato e para quem tem de tudo

Talvez você esteja em dúvida sobre que presente comprar para aquela pessoa exigente e que já tem tudo, e não seria adequado comprar uma camisa, uma gravata, uma bolsa, ou mesmo um sofisticado gadget digital. Ele ou ela já tem de tudo!


Um “cinto“, ou, grafando corretamente, um “sinto muito” também não dá… 

Identificada essa pessoa, existe uma probabilidade grande que ela esteja apegada a um smartphone, que pode ser um iPhone ou algum modelo equipado com Android, o sistema operacional do Google.

Nesse caso, você pode presentear essa pessoa difícil com um ou mais aplicativos, que podem ser adquiridos nas lojas online respectivas, que variam em valor desde zero até US$ 49,99, que é quanto vale um aplicativo “GPS” da TonTon na AppStore para o iPhone, e que substitui o aparelhinho da mesma marca que vale uns R$ 500 e tem os mapas das principais cidades e estradas do Brasil.

Aqui cabem joguinhos, gratuitos ou não, online ou offline, simples ou sofisticados, programas focados, como o FlightTrack Pro (US$ 9,99), que reproduz os painéis de cerca de 500 aeroportos no mundo, incluindo nossos mais importantes pontos de queixas, reclamações e frustrações, como Guarulhos, Congonhas, Afonso Pena, JK, Galeão, Santos Dumont, Salgado Filho… Lá é possível verificar o status de voos que chegam e saem de um modo bem mais interativo, atualizado e usável do que o site da Infraero, por exemplo.

Os programas gratuitos de acesso a redes sociais –Facebook, LinkedIn, Twitter, dentre outros- são bons se esse seu alvo de presentes delas faz uso via dispositivos móveis mas ainda de forma primitiva, como usando os ainda pouco práticos browsers dos smartphones.

Eu gosto muito do Veja Comer & Beber 2011, na sua versão paga (US$ 4,99), que indica restaurantes, bares e assemelhados das principais cidades brasileiras, está sempre atualizado e apresenta uma boa descrição da maioria dos estabelecimentos, além de permitir com um toque chamar o estabelecimento escolhido para fazer a reserva e, com mais um toque, gerar o mapa com as direções a serem tomadas de onde você está até aonde você quer ir.

O interessante é que o rol de opções é enorme, na casa de centenas de milhares. Assim, você pode presentear essa exigente pessoa com algo realmente único e com um valor alto, preço baixo ou zero, que se traduz em uma relação benefício/custo que pode ir ao infinito.

Então, vamos às compras para esse amigo especial?

>Compras de Natal: Respire fundo e pense bem antes de sacar o cartão de crédito!

>Os apelos de compras de Natal são enormes. Além da multiplicidade de produtos charmosos, encantadores, com apelos cada vez mais criativos, o clima criado faz que o coração fique mais mole e o bolso, mais flexível.


Onde encaixar um pouco de racionalidade?

Uma delas é pensar nas funcionalidades dos produtos ofertados, e se isso vem acompanhado de algum benefício extra, se houver preço adicional por elas.

Por exemplo, ter um televisor novinho com acesso à internet pode parecer um bonus incrível, mas é melhor antes testar essa funcionalidade e ver que nem sempre o acesso é bom, quando se trata de digitar endereços da web usando um controle remoto tradicional.

Aquela filmadora maravilhosa, que gera filmes HD, alta definição, pode ser mais uma engenhoca que ocupa espaço no armário para algo que, passada a febre inicial da novidade, será raramente usada, visto que você já tem uma câmera fotográfica fenomenal que também grava filmes HD. Ter as duas, pode? Poder, pode, mas converse com seu bolso…

E um computador novo, só porque já vem com Windows 7? Talvez, se seu modelo atual não estiver obsoleto, valha a pena comprar um disco rígido externo, ou trocar o monitor, ou ainda expandir a memória que, se a configuração suportando, dê para instalar o Windows 7, com o preço da licença e dos upgrades sempre menor que o preço de um novo.

Se o apelo é de comprar mais um player de música, lembre-se que os produtos disponíveis no mercado de Smartphones -talvez o próprio que você usa- possuem essa funcionalidade e pode dispensar um novo iPod, por exemplo.

Aliás, acho mesmo que os smartphones deveriam mudar de nome para os verdadeiros canivetes suiços do século XXI, de tantas funcionalidades que possuem. Eu, por exemplo, já identifiquei mais de 100 no meu, e um dia eu vou fazer uma postagem específica sobre o assunto.

Em outras palavras, veja se o que você está tentado a comprar não é puro modismo, ou algo que você já tem ou ainda algo que você não precisa. O mesmo raciocínio vale para o presenteado. Aí, antes de decidir, respire fundo e tome uma decisão.

Numa dessas, você libera uma graninha relevante para ou comprar outro presente realmente diferente ou investir em uma poupança, ou naquela viagem dos sonhos.


Pense nisso antes de ir às compras!

Compras de Natal: Respire fundo e pense bem antes de sacar o cartão de crédito!

Os apelos de compras de Natal são enormes. Além da multiplicidade de produtos charmosos, encantadores, com apelos cada vez mais criativos, o clima criado faz que o coração fique mais mole e o bolso, mais flexível.


Onde encaixar um pouco de racionalidade?

Uma delas é pensar nas funcionalidades dos produtos ofertados, e se isso vem acompanhado de algum benefício extra, se houver preço adicional por elas.

Por exemplo, ter um televisor novinho com acesso à internet pode parecer um bonus incrível, mas é melhor antes testar essa funcionalidade e ver que nem sempre o acesso é bom, quando se trata de digitar endereços da web usando um controle remoto tradicional.

Aquela filmadora maravilhosa, que gera filmes HD, alta definição, pode ser mais uma engenhoca que ocupa espaço no armário para algo que, passada a febre inicial da novidade, será raramente usada, visto que você já tem uma câmera fotográfica fenomenal que também grava filmes HD. Ter as duas, pode? Poder, pode, mas converse com seu bolso…

E um computador novo, só porque já vem com Windows 7? Talvez, se seu modelo atual não estiver obsoleto, valha a pena comprar um disco rígido externo, ou trocar o monitor, ou ainda expandir a memória que, se a configuração suportando, dê para instalar o Windows 7, com o preço da licença e dos upgrades sempre menor que o preço de um novo.

Se o apelo é de comprar mais um player de música, lembre-se que os produtos disponíveis no mercado de Smartphones -talvez o próprio que você usa- possuem essa funcionalidade e pode dispensar um novo iPod, por exemplo.

Aliás, acho mesmo que os smartphones deveriam mudar de nome para os verdadeiros canivetes suiços do século XXI, de tantas funcionalidades que possuem. Eu, por exemplo, já identifiquei mais de 100 no meu, e um dia eu vou fazer uma postagem específica sobre o assunto.

Em outras palavras, veja se o que você está tentado a comprar não é puro modismo, ou algo que você já tem ou ainda algo que você não precisa. O mesmo raciocínio vale para o presenteado. Aí, antes de decidir, respire fundo e tome uma decisão.

Numa dessas, você libera uma graninha relevante para ou comprar outro presente realmente diferente ou investir em uma poupança, ou naquela viagem dos sonhos.


Pense nisso antes de ir às compras!