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Assim como almoço, não existe internet grátis

Recentemente, um vereador de Curitiba apresentou um projeto de lei que obrigaria as concessionárias de serviços de ônibus a oferecer acesso gratuito à internet nos terminais e nos veículos. Nobre idéia, mas dificilmente vai pegar.

E não é só por conta dos custos, que alguém precisaria bancar. Afinal, pode até haver interesse de operadoras, ou de um grande anunciante em patrocinar um serviço desses. Mas o buraco é mais embaixo…

É que o Brasil detém o nada honroso posto de vice-campeão mundial de cibercrimes, e isso tem a ver com a criatividade ainda primitiva de nossos hackers do mal e com o elevado percentual de usuários entrantes no mundo da mobilidade digital, com seus novos smartphones e tablets. É muito fácil hackear essa turma, em transações de pequeno valor. Isso, multiplicado por milhões de usuários, já faz com que 95% dos crimes cibernéticos contra instituições financeiras sejam feitos por serviços online. Ou seja, os usuários estão marcando bobeira.

Mais do que o problema do cibercrime, temos também o Código de Defesa do Consumidor, que cria um potencial passivo aos provedores de serviço, às concessionárias e ao poder público, por uma possível indisponibilidade ou lentidão do serviço. Isso sem falar na vandalização das caixinhas com os roteadores.

Seria interessante, no entanto, trazer à baila a discussão da disponibilidade de serviços de internet não apenas nos ônibus ou estações de embarque/desembarque. A verdadeira internet pública, que tanta gente fala e pouco se pratica. A tal da Cidade Inteligente precisa contar, dentre tantas soluções digitais, com o acesso pleno à internet para dispositivos em posse do cidadão.

É muito estranho que, em pleno 2015, o assunto não seja levado a sério no Brasil…

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Que será que andei fazendo no Google?

Para quem é veterano na internet – e, a essas alturas, é bastante gente- a palavra Google começou em 1998 com o nome pouco provável de uma empresa, e hoje é substantivo, adjetivo, verbo e até interjeição!

É raro o dia que passa onde não usarmos algum serviço do Google, na maioria, gratuitos. E pouca gente acha que a proposta do Google é invasiva, ou ao menos raramente se dá conta disso.

Desde as origens do Google nas buscas pela internet até a diversificada oferta de serviços, por vezes é bom dar uma checada no seu histórico. Não aquele que você pode limpar a qualquer momento no seu browser, mas o que o Google guarda sobre você.

Quer ver? Então faça o seu login no Google, a qualquer de seus serviços. Por exemplo, o Gmail, ou o Google+. Aí, vá ao endereço https://history.google.com/history/lookup. Estará tudo lá, em gráficos consolidados, e também de modo analítico, de cada serviço que você já utilizou em qualquer dispositivo digital que tenha usado. Cada um. A cada segundo!

Você verá:

 

Nuvens, nuvens, nuvens…

No mundo de 2013, as nuvens digitais ocupam mais espaço do que as do céu.

A briga pela conquista de clientes fica bem interessante, boa para nós. Vamos ver como estamos hoje, numa leitura rápida:

  • Se você usar o serviço independente mais popular, o DropBox, por definição você tem 5GB de armazenamento grátis. Se habilitar um dispositivo Android, ganha mais 48GB
  • No SkyDrive, da Microsoft, você ganha 7GB ao aderir. Se você é assinante do Office 365, por exemplo, adicione 25GB
  • No Google Drive, são 5GB, e muitos mais, se você usa outros serviços da empresa.
  • Fora os provedores de internet, enfim, você tem muitas opções para armazenar e compartilhar na nuvem.
  • Para quem quer ou precisa mais, e mora aqui no Brasil, vale a pena usar o Mega (www.mega.co.nz), um serviço hospedado na Nova Zelândia que oferece, para começar, 50GB grátis! Embora com algumas limitações de sincronização com outros dispositivos, ele é perfeito para armazenamento remoto e, se você quiser, compartilhar seus arquivos seletivamente com pessoas de seus círculos de relacionamento.
  • Ainda não disponíveis no Brasil, por enquanto, oferecem espaço ilimitado de armazenamento o Just Cloud de graça; o MyPCbackup por US$ 3,95 e o ZipCloud por US$ 4,95 por mês. E Ilimitado é ilimitado mesmo!

O que nos mostra uma tendência: cada vez mais, teremos melhores opções de guardar aquilo que nos interessa, e acessar o que necessitamos vai estar na nuvem digital. Acesso fácil, barato e seguro. E seu HD externo vai rapidamente virar peça de museu…

Quem ainda não está na nuvem, deve começar já, no mínimo com o Dropbox e com o Mega, aqui entre nós. Os aplicativos migrarão rapidamente para a nuvem até termos o que precisamos, independente de onde estamos e de que dispositivos usamos. É a sofisticação tecnológica tornando a nossa vida cada vez mais fácil.

O tempo passa…

Lendo a postagem e revendo o programa gravado com meu amigo jornalista José Wille, vejo que o tempo passa rápido! Mas, enfim, esse é um testemunho meu sobre a informática no Paraná



O Pioneiro da Informática no Paraná

Escrito por José Wille | 10 Dezembro 2010

 Eduardo Guy de Manuel foi o primeiro paranaense a trabalhar com computadores no começo dos anos 1960. Ele era aluno do ITA, Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Com este conhecimento, criou a Sigma Dataserv, que apurava eleições e selecionava os aprovados dos vestibulares. Veja a entrevista no programa Paraná Business, clicando aqui.

Dica de presente de Natal barato e para quem tem de tudo

Talvez você esteja em dúvida sobre que presente comprar para aquela pessoa exigente e que já tem tudo, e não seria adequado comprar uma camisa, uma gravata, uma bolsa, ou mesmo um sofisticado gadget digital. Ele ou ela já tem de tudo!


Um “cinto“, ou, grafando corretamente, um “sinto muito” também não dá… 

Identificada essa pessoa, existe uma probabilidade grande que ela esteja apegada a um smartphone, que pode ser um iPhone ou algum modelo equipado com Android, o sistema operacional do Google.

Nesse caso, você pode presentear essa pessoa difícil com um ou mais aplicativos, que podem ser adquiridos nas lojas online respectivas, que variam em valor desde zero até US$ 49,99, que é quanto vale um aplicativo “GPS” da TonTon na AppStore para o iPhone, e que substitui o aparelhinho da mesma marca que vale uns R$ 500 e tem os mapas das principais cidades e estradas do Brasil.

Aqui cabem joguinhos, gratuitos ou não, online ou offline, simples ou sofisticados, programas focados, como o FlightTrack Pro (US$ 9,99), que reproduz os painéis de cerca de 500 aeroportos no mundo, incluindo nossos mais importantes pontos de queixas, reclamações e frustrações, como Guarulhos, Congonhas, Afonso Pena, JK, Galeão, Santos Dumont, Salgado Filho… Lá é possível verificar o status de voos que chegam e saem de um modo bem mais interativo, atualizado e usável do que o site da Infraero, por exemplo.

Os programas gratuitos de acesso a redes sociais –Facebook, LinkedIn, Twitter, dentre outros- são bons se esse seu alvo de presentes delas faz uso via dispositivos móveis mas ainda de forma primitiva, como usando os ainda pouco práticos browsers dos smartphones.

Eu gosto muito do Veja Comer & Beber 2011, na sua versão paga (US$ 4,99), que indica restaurantes, bares e assemelhados das principais cidades brasileiras, está sempre atualizado e apresenta uma boa descrição da maioria dos estabelecimentos, além de permitir com um toque chamar o estabelecimento escolhido para fazer a reserva e, com mais um toque, gerar o mapa com as direções a serem tomadas de onde você está até aonde você quer ir.

O interessante é que o rol de opções é enorme, na casa de centenas de milhares. Assim, você pode presentear essa exigente pessoa com algo realmente único e com um valor alto, preço baixo ou zero, que se traduz em uma relação benefício/custo que pode ir ao infinito.

Então, vamos às compras para esse amigo especial?

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