>Brasil com 175.999.998 telefones celulares…
>Deu na imprensa: Brasil atinge a marca de 176.000.000 de celulares. Retifico: são, no máximo, 175.999.998. E explico…
Sabendo que muita gente tem mais de um celular e muitos também mais de um chip por celular, informo que conheço um jovem de 18 anos que tem uma namorada e um celular pré-pago. Pois bem, ele descobriu um plano de uma operadora que oferece ligações a um celular da mesma operadora pelo valor do primeiro minuto. Pronto! Seus problemas de vontade grande e mesada curta estavam com os dias contados, pois assim pode ficar horas pendurado ao celular com sua amada, por pouquíssimos reais.
Mas aí ele descobriu que o limite para esse plano era de 20 horas por mês, e isso era pouco. Então, ele comprou mais um chip com um planinho desses, e seu limite foi para 40 horas por mês. Pouco ainda…
A solução na data em que faço essa postagem foi de comprar um terceiro chip, e aumentar seu limite para 60 horas/mês, ainda que tenha de pagar três “pouquinhos” de reais por mês.
Então, da conta de 176 milhões, devemos tirar, no mínimo, as duas linhas dos chips que não estão no celular desse jovem, em um dado momento…
=====
Contada a história –verídica, sem revelar o nome do personagem-, vamos analisar os… 176 milhões de celulares do Brasil, agora sem a desculpa da licença poética de um caso de amor.
O fato real é que esse modelo existente no Brasil leva ao crescimento desordenado e artificial das linhas pré-pagas, que sabidamente não engordam o “bottom-line” das operadoras. Assim, quem paga a conta são os clientes de planos pós-pagos e de tráfego de dados, aí indistintamente incluidas pessoas físicas, empresas e entidades governamentais.
Resultados? Nossa 3G “Banda Larga ” é lentinha, lentinha, e pagamos, em média, 24 vezes mais por serviços de telefonia do que um norteamericano médio.
Brasil com 175.999.998 telefones celulares…
Deu na imprensa: Brasil atinge a marca de 176.000.000 de celulares. Retifico: são, no máximo, 175.999.998. E explico…
Sabendo que muita gente tem mais de um celular e muitos também mais de um chip por celular, informo que conheço um jovem de 18 anos que tem uma namorada e um celular pré-pago. Pois bem, ele descobriu um plano de uma operadora que oferece ligações a um celular da mesma operadora pelo valor do primeiro minuto. Pronto! Seus problemas de vontade grande e mesada curta estavam com os dias contados, pois assim pode ficar horas pendurado ao celular com sua amada, por pouquíssimos reais.
Mas aí ele descobriu que o limite para esse plano era de 20 horas por mês, e isso era pouco. Então, ele comprou mais um chip com um planinho desses, e seu limite foi para 40 horas por mês. Pouco ainda…
A solução na data em que faço essa postagem foi de comprar um terceiro chip, e aumentar seu limite para 60 horas/mês, ainda que tenha de pagar três “pouquinhos” de reais por mês.
Então, da conta de 176 milhões, devemos tirar, no mínimo, as duas linhas dos chips que não estão no celular desse jovem, em um dado momento…
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Contada a história –verídica, sem revelar o nome do personagem-, vamos analisar os… 176 milhões de celulares do Brasil, agora sem a desculpa da licença poética de um caso de amor.
O fato real é que esse modelo existente no Brasil leva ao crescimento desordenado e artificial das linhas pré-pagas, que sabidamente não engordam o “bottom-line” das operadoras. Assim, quem paga a conta são os clientes de planos pós-pagos e de tráfego de dados, aí indistintamente incluidas pessoas físicas, empresas e entidades governamentais.
Resultados? Nossa 3G “Banda Larga ” é lentinha, lentinha, e pagamos, em média, 24 vezes mais por serviços de telefonia do que um norteamericano médio.
>Descompasso Mental
>Estranho o mundo da tecnologia digital… Os avanços ocorridos crescem exponencialmente, ao passo que os preços –quase sempre– despencam, fazendo com que cada vez mais pessoas tenham acesso às maravilhas do progresso tecnológico.
No Brasil, já existem mais celulares do que habitantes, conexões à internet por banda larga já superam os 40 milhões, sem contar a turma que usa a rede 3G, o iPod e concorrentes redefiniram a forma como ouvimos música e o YouTube exibe 1 bilhão de vídeos ao dia.
Para as casas, a venda de televisores LCD, LED ou plasma já domina o mercado, e há dificuldades em explicar às novas gerações o que é um rolo de filme de uma câmera fotográfica analógica.
Provavelmente, uma criança média com 10 anos de idade nos dias de hoje (nascida no novo milênio) já tirou mais fotos do que seus pais até o final do século XX, e com certeza mais do que a soma de todas as fotos tiradas pela turma de faculdade dos avós até o nascimento de seus filhos.
SMS, MMS, Google, Orkut, Twitter, Gigabyte, Wikipedia, Smartphone e tantas outras palavras e siglas que não existiam há poucos anos agora são comuns.
Eu costumo dizer que é difícil explicar aos mais jovens que antigamente, o telefone era caro, raro, tinha disco, raramente falava e ficava pendurado na parede, que já houve um tempo sem internet e que o grande bolachão de vinil não é um “DVDzão”. Mais fácil contar que não existe Papai Noel.
Até aqui, nada de muito novo, em termos de constatações. Mas o que vejo é que os cidadãos digitais desse século XXI aderem muito rapidamente a essas novidades enquanto pessoas físicas. Já no mundo corporativo a coisa é muito mais lenta.
Como a velocidade dessas mudanças cresce cada vez mais, o descompasso entre o mundo pessoal e corporativo, como regra, segue aumentando.
Claro está que existem excessões e muitas empresas buscam atualizações de seus produtos e processos usando intensivamente a tecnologia digital. Mas elas são minoria.
Provocação feita, como está você nesse cenário? Tome como referência você apenas como indivíduo e se atribua um 10, no quesito de uso de tecnologias digitais. Exclua a atividade profissional.
Agora dê uma nota para sua atividade digital no trabalho. E outra para a média de sua empresa.
Surpreso? Pois é, se você é como a maioria dos mortais, você é mais digital em casa do que no trabalho. Por óbvio, você poderia ser muito mais produtivo…
Como consequência, podemos dizer que aqui existem muitas oportunidades a explorar!
Pense nisso!
Descompasso Mental
Estranho o mundo da tecnologia digital… Os avanços ocorridos crescem exponencialmente, ao passo que os preços –quase sempre– despencam, fazendo com que cada vez mais pessoas tenham acesso às maravilhas do progresso tecnológico.
No Brasil, já existem mais celulares do que habitantes, conexões à internet por banda larga já superam os 40 milhões, sem contar a turma que usa a rede 3G, o iPod e concorrentes redefiniram a forma como ouvimos música e o YouTube exibe 1 bilhão de vídeos ao dia.
Para as casas, a venda de televisores LCD, LED ou plasma já domina o mercado, e há dificuldades em explicar às novas gerações o que é um rolo de filme de uma câmera fotográfica analógica.
Provavelmente, uma criança média com 10 anos de idade nos dias de hoje (nascida no novo milênio) já tirou mais fotos do que seus pais até o final do século XX, e com certeza mais do que a soma de todas as fotos tiradas pela turma de faculdade dos avós até o nascimento de seus filhos.
SMS, MMS, Google, Orkut, Twitter, Gigabyte, Wikipedia, Smartphone e tantas outras palavras e siglas que não existiam há poucos anos agora são comuns.
Eu costumo dizer que é difícil explicar aos mais jovens que antigamente, o telefone era caro, raro, tinha disco, raramente falava e ficava pendurado na parede, que já houve um tempo sem internet e que o grande bolachão de vinil não é um “DVDzão”. Mais fácil contar que não existe Papai Noel.
Até aqui, nada de muito novo, em termos de constatações. Mas o que vejo é que os cidadãos digitais desse século XXI aderem muito rapidamente a essas novidades enquanto pessoas físicas. Já no mundo corporativo a coisa é muito mais lenta.
Como a velocidade dessas mudanças cresce cada vez mais, o descompasso entre o mundo pessoal e corporativo, como regra, segue aumentando.
Claro está que existem excessões e muitas empresas buscam atualizações de seus produtos e processos usando intensivamente a tecnologia digital. Mas elas são minoria.
Provocação feita, como está você nesse cenário? Tome como referência você apenas como indivíduo e se atribua um 10, no quesito de uso de tecnologias digitais. Exclua a atividade profissional.
Agora dê uma nota para sua atividade digital no trabalho. E outra para a média de sua empresa.
Surpreso? Pois é, se você é como a maioria dos mortais, você é mais digital em casa do que no trabalho. Por óbvio, você poderia ser muito mais produtivo…
Como consequência, podemos dizer que aqui existem muitas oportunidades a explorar!
Pense nisso!
>Banda Larga Popular em São Paulo
>A Net anunciou hoje a disponibilização da chamada Banda Larga Popular no Estado de São Paulo, a R$ 29,80 por mês, com velocidade de 200kb. Ao mesmo tempo uma boa e uma má notícia.
O lado bom do anúncio foi o esforço institucional do governo de SP, ao considerar a internet como um insumo básico e isentar o serviço de ICMS. Pode haver um repique da concorrência e mesmo a cópia desse modelo em outris estados. Deve contribuir para a inclusao digital.
O lado ruim é que 200kb só é banda larga no Brasil. Na maioria das nações, especialmente aquelas cujo grupo pretendemos participar, banda larga só recebe esse nome quando a velocidade é superior a 1Mb.
Em todo caso, uma iniciativa louvável. E a primeira reação do mercado foi positiva, subindo o valor das ações da Net.
Tomara que a moda pegue e outras esferas de tributação façam a mesma coisa, tornando a banda verdadeiramente larga uma realidade para a maioria de nossa população, dada a popularização dos computadores e a importância da internet nessa virada de década.
Por essa velocidade, valeria a pena considerar estender a isenção de imposto à rede 3G de celulares, e estimular as operadoras a concorrer com a Net.
Banda Larga Popular em São Paulo
A Net anunciou hoje a disponibilização da chamada Banda Larga Popular no Estado de São Paulo, a R$ 29,80 por mês, com velocidade de 200kb. Ao mesmo tempo uma boa e uma má notícia.
O lado bom do anúncio foi o esforço institucional do governo de SP, ao considerar a internet como um insumo básico e isentar o serviço de ICMS. Pode haver um repique da concorrência e mesmo a cópia desse modelo em outris estados. Deve contribuir para a inclusao digital.
O lado ruim é que 200kb só é banda larga no Brasil. Na maioria das nações, especialmente aquelas cujo grupo pretendemos participar, banda larga só recebe esse nome quando a velocidade é superior a 1Mb.
Em todo caso, uma iniciativa louvável. E a primeira reação do mercado foi positiva, subindo o valor das ações da Net.
Tomara que a moda pegue e outras esferas de tributação façam a mesma coisa, tornando a banda verdadeiramente larga uma realidade para a maioria de nossa população, dada a popularização dos computadores e a importância da internet nessa virada de década.
Por essa velocidade, valeria a pena considerar estender a isenção de imposto à rede 3G de celulares, e estimular as operadoras a concorrer com a Net.
>Redes Sociais no Trabalho: Proibir, Liberar ou Controlar?
>Quantas empresas reclamam do uso descontrolado, da parte de funcionários -e mesmo de dirigentes- das redes sociais e das mensagens instantâneas? Se liberar geral, a produtividade cai, a atenção ao trabalho some; se proibir, gera insatisfação e, em alguns casos, também há perdas de produtividade, dependendo da atividade exercida.
Não é algo de resposta simples, única.
De um lado, o uso indiscriminado pode trazer sim, sérios problemas, não só de produtividade como também de segurança, ao abrir o ambiente de TI da empresa a acesso de sites nem sempre confiáveis, a downloads maliciosos e de atenção dos colaboradores com seu trabalho. Existem casos reportados de acidentes de trabalho oriundos da distração de colaboradores acessando redes sociais.
De outro lado, vedar o acesso pode tirar agilidade da empresa ou de um grupo de colaboradores que precisam de insumos ali contidos para melhor desempenho. Isso ocorre quando a empresa trabalha em múltiplos ambientes físicos que requerem contatos frequentes entre esses locais, sem excluir desse universo os fornecedores, parceiros e, cada vez mais no radar, os próprios clientes.
Estudos de mercado dizem que hoje, 7% dos celulares no mercado possuem recursos de acesso à internet, seja pela própria rede da operadora, seja direto na internet através de um ponto de acesso WiFi. Ora, isso já representa mais de 11 milhões de aparelhos, um universo nada desprezível, tanto em termos de público interno quanto externo. Vale dizer que, com toda a certeza, o “proibir geral” cria uma casta de privilegiados que podem acessar a internet independentemente das regras da empresa, e no horário de trabalho, enquanto a maioria silenciosa -e potencialmente revoltada- vai ficar frustrada.
Mais: em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, esse percentual deve subir para 40%, de uma base de 180 milhões de aparelhos, ou mais de 70 milhões de celulares. Aí, tentar vedar o acesso só pela rede corporativa vai ser tarefa muito próxima do impossível, dadas as portas alternativas disponíveis.
Com esse crescimento, as empresas precisam estar atentas também a novas oportunidades de comunicação com seu público alvo. Afinal, é pouico provável que alguma empresa não tenha, nesses 70 milhões de consumidores, uma parte de seu mercado potencial.
Outro problema: para cada barreira de bloqueio tecnológico, existem várias ferramentas livres na web que podem burlá-la, ou, no mínimo, tornar cada vez mais inglória a tarefa do administrador da rede corporativa.
Eu entendo que a solução está num meio termo, que passa por liberar acesso, de forma controlada, em períodos como o horário de almoço, ou no início e no final do expediente. Em casos de empresas que podem ter benefícios para seus produtos ou serviços com o uso de redes socias e ferramentas de mensageria instantânea, um pacto negociado com os colaboradores pode funcionar.
Partir do princípio de que a empresa está de um lado e os colaboradores de outro, nesse caso das redes sociais, é um esférico engano… Dá para conciliar os interesses, e transformar o problema em uma baita solução.
Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos a mesma coisa que proibir ou liberar acesso dos funcionários ao internet banking. Se proibir, o colaborador vai ter de sair em horário de expediente, ou sacrificar seu almoço, para ir ao banco.
É verdade que as redes sociais trazem muito tráfego para a rede interna, e isso pode prejudicar atividades produtivas.
Mas… hoje em dia muitas empresas já usam ferramentas como o Skype para comunicação interna e com o mercado. Limitar a comunicação pessoal é um problema, e os benefícios de seu uso superam largamente os custos, na grande maioria dos casos.
Como disse no começo desse post, não existe uma solução única. Mas o que não dá para fazer é proibir geral ou liberar geral. O modelo ideal para cada empresa existe, sim, e deve ser continuadamente buscado e evoluido.
Afnal, a tecnologia não para, e um modelo bom hoje pode ser um problema em seis meses.
Antena ligada, gente!
Redes Sociais no Trabalho: Proibir, Liberar ou Controlar?
Quantas empresas reclamam do uso descontrolado, da parte de funcionários -e mesmo de dirigentes- das redes sociais e das mensagens instantâneas? Se liberar geral, a produtividade cai, a atenção ao trabalho some; se proibir, gera insatisfação e, em alguns casos, também há perdas de produtividade, dependendo da atividade exercida.
Não é algo de resposta simples, única.
De um lado, o uso indiscriminado pode trazer sim, sérios problemas, não só de produtividade como também de segurança, ao abrir o ambiente de TI da empresa a acesso de sites nem sempre confiáveis, a downloads maliciosos e de atenção dos colaboradores com seu trabalho. Existem casos reportados de acidentes de trabalho oriundos da distração de colaboradores acessando redes sociais.
De outro lado, vedar o acesso pode tirar agilidade da empresa ou de um grupo de colaboradores que precisam de insumos ali contidos para melhor desempenho. Isso ocorre quando a empresa trabalha em múltiplos ambientes físicos que requerem contatos frequentes entre esses locais, sem excluir desse universo os fornecedores, parceiros e, cada vez mais no radar, os próprios clientes.
Estudos de mercado dizem que hoje, 7% dos celulares no mercado possuem recursos de acesso à internet, seja pela própria rede da operadora, seja direto na internet através de um ponto de acesso WiFi. Ora, isso já representa mais de 11 milhões de aparelhos, um universo nada desprezível, tanto em termos de público interno quanto externo. Vale dizer que, com toda a certeza, o “proibir geral” cria uma casta de privilegiados que podem acessar a internet independentemente das regras da empresa, e no horário de trabalho, enquanto a maioria silenciosa -e potencialmente revoltada- vai ficar frustrada.
Mais: em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, esse percentual deve subir para 40%, de uma base de 180 milhões de aparelhos, ou mais de 70 milhões de celulares. Aí, tentar vedar o acesso só pela rede corporativa vai ser tarefa muito próxima do impossível, dadas as portas alternativas disponíveis.
Com esse crescimento, as empresas precisam estar atentas também a novas oportunidades de comunicação com seu público alvo. Afinal, é pouico provável que alguma empresa não tenha, nesses 70 milhões de consumidores, uma parte de seu mercado potencial.
Outro problema: para cada barreira de bloqueio tecnológico, existem várias ferramentas livres na web que podem burlá-la, ou, no mínimo, tornar cada vez mais inglória a tarefa do administrador da rede corporativa.
Eu entendo que a solução está num meio termo, que passa por liberar acesso, de forma controlada, em períodos como o horário de almoço, ou no início e no final do expediente. Em casos de empresas que podem ter benefícios para seus produtos ou serviços com o uso de redes socias e ferramentas de mensageria instantânea, um pacto negociado com os colaboradores pode funcionar.
Partir do princípio de que a empresa está de um lado e os colaboradores de outro, nesse caso das redes sociais, é um esférico engano… Dá para conciliar os interesses, e transformar o problema em uma baita solução.
Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos a mesma coisa que proibir ou liberar acesso dos funcionários ao internet banking. Se proibir, o colaborador vai ter de sair em horário de expediente, ou sacrificar seu almoço, para ir ao banco.
É verdade que as redes sociais trazem muito tráfego para a rede interna, e isso pode prejudicar atividades produtivas.
Mas… hoje em dia muitas empresas já usam ferramentas como o Skype para comunicação interna e com o mercado. Limitar a comunicação pessoal é um problema, e os benefícios de seu uso superam largamente os custos, na grande maioria dos casos.
Como disse no começo desse post, não existe uma solução única. Mas o que não dá para fazer é proibir geral ou liberar geral. O modelo ideal para cada empresa existe, sim, e deve ser continuadamente buscado e evoluido.
Afnal, a tecnologia não para, e um modelo bom hoje pode ser um problema em seis meses.
Antena ligada, gente!
>Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – II
>Seguindo a postagem anterior, com uma pitada de nostalgia apenas para ilustrar o ponto. Eu sou do tempo que:
- O telefone servia para telefonar (quando dava linha);
- O computador fazia processamento de dados
- O arquivo estava em disco ou fita magnética
- A câmera fotográfica só tirava fotos
- O televisor pegava uns poucos canais de TV aberta
- O som estéreo ficava na sala principal da casa
- Torpedo era coisa mandada por submarino
Às vésperas do Natal de 2009 e do Ano Novo de 2010, a coisa ficou mais ou menos assim:
- O telefone serve mais para ouvir música, jogar joguinho, mandar torpedo
- O computador serve para falar ao vivo com outras pessoas, com imagem de vídeo
- O arquivo que eu mais preciso eu guardo na ‘nuvem’
- Filmes do dia-a-dia podem ser feitos com câmera fotográfica ou com o telefone
- O televisor mostra as fotos que tirei, acessa o YouTube e raramente passa o Fantástico
- O som de qualidade está em qualquer lugar, em múltiplos dispositivos, menos na sala
- O Submarino é loja virtual, ao menos até o Brasil construir os seus nucleares
Então, reforçada a dificuldade de posicionar um produto no mercado digital, ouvi de um dos criadores do telefone celular, Martin Cooper, que o melhor mesmo são os aparelhos mais simples. Esse cara que é nostálgico!
Para quem já tem vários aparelhos digitais, então o Natal pode ser um bom momento de consolidar esse investimento. Pode ser uma boa hora de construir uma rede doméstica, não aquela de pendurar nas paredes ou nas árvores, mas uma rede de computadores que vai servir a muitos aparelhos digitais, inclusive a computadores!
Além dos aparelhos que vou conectar através de cabos da rede, se precisar ligar aparelhos através de um roteador sem fio, a dica é aproveitar a queda de preços do padrão 802.11n, que, além de mais rápidos, normalmente oferecem maior alcance e guardam compatibilidade com os padrões anteriores, o b e o g. Um roteador wireless n hoje custa um pouquinho mais que um equivalente g.
Não é uma boa dica para presente a quem tem tudo, e numa faixa de R$ 300?
Mas esse mundo digital está cada vez mais interessante, fácil de usar e difícil de explicar. Ao menos à luz de premissas saudosistas…
Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – II
Seguindo a postagem anterior, com uma pitada de nostalgia apenas para ilustrar o ponto. Eu sou do tempo que:
- O telefone servia para telefonar (quando dava linha);
- O computador fazia processamento de dados
- O arquivo estava em disco ou fita magnética
- A câmera fotográfica só tirava fotos
- O televisor pegava uns poucos canais de TV aberta
- O som estéreo ficava na sala principal da casa
- Torpedo era coisa mandada por submarino
Às vésperas do Natal de 2009 e do Ano Novo de 2010, a coisa ficou mais ou menos assim:
- O telefone serve mais para ouvir música, jogar joguinho, mandar torpedo
- O computador serve para falar ao vivo com outras pessoas, com imagem de vídeo
- O arquivo que eu mais preciso eu guardo na ‘nuvem’
- Filmes do dia-a-dia podem ser feitos com câmera fotográfica ou com o telefone
- O televisor mostra as fotos que tirei, acessa o YouTube e raramente passa o Fantástico
- O som de qualidade está em qualquer lugar, em múltiplos dispositivos, menos na sala
- O Submarino é loja virtual, ao menos até o Brasil construir os seus nucleares
Então, reforçada a dificuldade de posicionar um produto no mercado digital, ouvi de um dos criadores do telefone celular, Martin Cooper, que o melhor mesmo são os aparelhos mais simples. Esse cara que é nostálgico!
Para quem já tem vários aparelhos digitais, então o Natal pode ser um bom momento de consolidar esse investimento. Pode ser uma boa hora de construir uma rede doméstica, não aquela de pendurar nas paredes ou nas árvores, mas uma rede de computadores que vai servir a muitos aparelhos digitais, inclusive a computadores!
Além dos aparelhos que vou conectar através de cabos da rede, se precisar ligar aparelhos através de um roteador sem fio, a dica é aproveitar a queda de preços do padrão 802.11n, que, além de mais rápidos, normalmente oferecem maior alcance e guardam compatibilidade com os padrões anteriores, o b e o g. Um roteador wireless n hoje custa um pouquinho mais que um equivalente g.
Não é uma boa dica para presente a quem tem tudo, e numa faixa de R$ 300?
Mas esse mundo digital está cada vez mais interessante, fácil de usar e difícil de explicar. Ao menos à luz de premissas saudosistas…