Autor Arquivo: Guy Manuel

>Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – III

>Hoje vou dar dicas de “Compra Zero”, ou de presentes de Natal que são extremamente úteis e servem tanto para quem tem tudo como para quem está com o orçamento, digamos… “limitado”.


São dez opções de presentes a custo zero, ou, no máximo, que usam um pouco do tempo de quem dá e pode ser muito apreciado por quem recebe.

Meu público-alvo dessas dicas de hoje é a turma que já tem muitos aparelhos digitais mas não usa nem uma fração de suas funcionalidades. Pior: algumas delas estavam na lista de itens que justificariam a compra mas, no dia-a-dia, acabaram esquecidas ou abandonadas.

Na ponta de quem dá o presente, é requerida uma certa familiaridade com produtos digitais, mas não necessariamente passa por um domínio pleno, com formação acadêmica profunda ou anos de experiência no ramo.

As dicas são auto-explicativas.  Você pode aprender sozinho ou se oferecer a ensinar a quem você destina um ou mais dos seguintes presentes digitais:

1- Skype, como utilizá-lo para melhorar a qualidade da comunicação pessoal e profissional;
2- OpenOffice, como complemento ou reposição do MS Office
3- GoogleDocs, a esperta versão “na nuvem” que compete com o MS Office e com o OpenOffice;
4- Ganhar dinheiro com o AdSense em seu site ou blog
5- Usar bem os programas delocalização disponíveis em smartphones, como o Google Maps
6- Conectar seu desktop, laptop ou smartphone na TV grande e usar para videoconferências com amigos pelo mundo, tudo de graça e que nem a turma dos telejornais faz.
7- Baixar livros gratuitos em seu smartphone ou computador, sem apelar para pirataria
8- Usar programas organizadores de fotos e vídeos que devem estar espalhados aos milhares por aí.
9- Consolidar suas fotos e vídeos favoritos em uma produção personalizada com jeitão profissional, usando um Moviemaker ou um iVideo, para depois publicá-los no YouTube
10- Selecionar as redes sociais que melhor se adequam ao perfil da pessoa, aprender suas melhores funcionalidades e ter um desfrute diferenciado delas.

Essa lista não é completa nem abrangente. É uma lista de “10 mais” apenas para começar. O fato é que a maioria dos cidadãos digitais do século 21 ainda gasta muito e usa mal seus dispositivos digitais, eu incluido…

Então, vamos fazer um esforço neste Natal e nos presentear e aos nossos parentes e amigos com um melhor uso desses fantásticos recursos que estão à nossa disposição?

Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – III

Hoje vou dar dicas de “Compra Zero”, ou de presentes de Natal que são extremamente úteis e servem tanto para quem tem tudo como para quem está com o orçamento, digamos… “limitado”.


São dez opções de presentes a custo zero, ou, no máximo, que usam um pouco do tempo de quem dá e pode ser muito apreciado por quem recebe.

Meu público-alvo dessas dicas de hoje é a turma que já tem muitos aparelhos digitais mas não usa nem uma fração de suas funcionalidades. Pior: algumas delas estavam na lista de itens que justificariam a compra mas, no dia-a-dia, acabaram esquecidas ou abandonadas.

Na ponta de quem dá o presente, é requerida uma certa familiaridade com produtos digitais, mas não necessariamente passa por um domínio pleno, com formação acadêmica profunda ou anos de experiência no ramo.

As dicas são auto-explicativas.  Você pode aprender sozinho ou se oferecer a ensinar a quem você destina um ou mais dos seguintes presentes digitais:

1- Skype, como utilizá-lo para melhorar a qualidade da comunicação pessoal e profissional;
2- OpenOffice, como complemento ou reposição do MS Office
3- GoogleDocs, a esperta versão “na nuvem” que compete com o MS Office e com o OpenOffice;
4- Ganhar dinheiro com o AdSense em seu site ou blog
5- Usar bem os programas delocalização disponíveis em smartphones, como o Google Maps
6- Conectar seu desktop, laptop ou smartphone na TV grande e usar para videoconferências com amigos pelo mundo, tudo de graça e que nem a turma dos telejornais faz.
7- Baixar livros gratuitos em seu smartphone ou computador, sem apelar para pirataria
8- Usar programas organizadores de fotos e vídeos que devem estar espalhados aos milhares por aí.
9- Consolidar suas fotos e vídeos favoritos em uma produção personalizada com jeitão profissional, usando um Moviemaker ou um iVideo, para depois publicá-los no YouTube
10- Selecionar as redes sociais que melhor se adequam ao perfil da pessoa, aprender suas melhores funcionalidades e ter um desfrute diferenciado delas.

Essa lista não é completa nem abrangente. É uma lista de “10 mais” apenas para começar. O fato é que a maioria dos cidadãos digitais do século 21 ainda gasta muito e usa mal seus dispositivos digitais, eu incluido…

Então, vamos fazer um esforço neste Natal e nos presentear e aos nossos parentes e amigos com um melhor uso desses fantásticos recursos que estão à nossa disposição?

>Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – II

>Seguindo a postagem anterior, com uma pitada de nostalgia apenas para ilustrar o ponto.  Eu sou do tempo que:

  1. O telefone servia para telefonar (quando dava linha);
  2. O computador fazia processamento de dados
  3. O arquivo estava em disco ou fita magnética
  4. A câmera fotográfica só tirava fotos
  5. O televisor pegava uns poucos canais de TV aberta
  6. O som estéreo ficava na sala principal da casa
  7. Torpedo era coisa mandada por submarino

 Às vésperas do Natal de 2009 e do Ano Novo de 2010, a coisa ficou  mais ou menos assim:

  1. O telefone serve mais para ouvir música, jogar joguinho, mandar torpedo
  2. O computador serve para falar ao vivo com outras pessoas, com imagem de vídeo
  3. O arquivo que eu mais preciso eu guardo na ‘nuvem’
  4. Filmes do dia-a-dia podem ser feitos com câmera fotográfica ou com o telefone
  5. O televisor mostra as fotos que tirei, acessa o YouTube e raramente passa o Fantástico
  6. O som de qualidade está em qualquer lugar, em múltiplos dispositivos, menos na sala
  7. O Submarino é loja virtual, ao menos até o Brasil construir os seus nucleares

Então, reforçada a dificuldade de posicionar um produto no mercado digital, ouvi de um dos criadores do telefone celular, Martin Cooper, que o melhor mesmo são os aparelhos mais simples. Esse cara que é nostálgico!

Para quem já tem vários aparelhos digitais, então o Natal pode ser um bom momento de consolidar esse investimento.  Pode ser uma boa hora de construir uma rede doméstica, não aquela de pendurar nas paredes ou nas árvores, mas uma rede de computadores que vai servir a muitos aparelhos digitais, inclusive a computadores!

Além dos aparelhos que vou conectar através de cabos da rede, se precisar ligar aparelhos através de um roteador sem fio, a dica é aproveitar a queda de preços do padrão 802.11n, que, além de mais rápidos, normalmente oferecem maior alcance e guardam compatibilidade com os padrões anteriores, o b e o g. Um roteador wireless n hoje custa um pouquinho mais que um equivalente g.

Não é uma boa dica para presente a quem tem tudo, e numa faixa de R$ 300?

Mas esse mundo digital está cada vez mais interessante, fácil de usar e difícil de explicar.  Ao menos à luz de premissas saudosistas…

 

Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – II

Seguindo a postagem anterior, com uma pitada de nostalgia apenas para ilustrar o ponto.  Eu sou do tempo que:

  1. O telefone servia para telefonar (quando dava linha);
  2. O computador fazia processamento de dados
  3. O arquivo estava em disco ou fita magnética
  4. A câmera fotográfica só tirava fotos
  5. O televisor pegava uns poucos canais de TV aberta
  6. O som estéreo ficava na sala principal da casa
  7. Torpedo era coisa mandada por submarino

 Às vésperas do Natal de 2009 e do Ano Novo de 2010, a coisa ficou  mais ou menos assim:

  1. O telefone serve mais para ouvir música, jogar joguinho, mandar torpedo
  2. O computador serve para falar ao vivo com outras pessoas, com imagem de vídeo
  3. O arquivo que eu mais preciso eu guardo na ‘nuvem’
  4. Filmes do dia-a-dia podem ser feitos com câmera fotográfica ou com o telefone
  5. O televisor mostra as fotos que tirei, acessa o YouTube e raramente passa o Fantástico
  6. O som de qualidade está em qualquer lugar, em múltiplos dispositivos, menos na sala
  7. O Submarino é loja virtual, ao menos até o Brasil construir os seus nucleares

Então, reforçada a dificuldade de posicionar um produto no mercado digital, ouvi de um dos criadores do telefone celular, Martin Cooper, que o melhor mesmo são os aparelhos mais simples. Esse cara que é nostálgico!

Para quem já tem vários aparelhos digitais, então o Natal pode ser um bom momento de consolidar esse investimento.  Pode ser uma boa hora de construir uma rede doméstica, não aquela de pendurar nas paredes ou nas árvores, mas uma rede de computadores que vai servir a muitos aparelhos digitais, inclusive a computadores!

Além dos aparelhos que vou conectar através de cabos da rede, se precisar ligar aparelhos através de um roteador sem fio, a dica é aproveitar a queda de preços do padrão 802.11n, que, além de mais rápidos, normalmente oferecem maior alcance e guardam compatibilidade com os padrões anteriores, o b e o g. Um roteador wireless n hoje custa um pouquinho mais que um equivalente g.

Não é uma boa dica para presente a quem tem tudo, e numa faixa de R$ 300?

Mas esse mundo digital está cada vez mais interessante, fácil de usar e difícil de explicar.  Ao menos à luz de premissas saudosistas…

 

>Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital?

>A cada ano que passa, a tecnologia avança, os preços se reduzem, as opções aumentam, a decisão então…


Revendo algumas recomendações que fiz para Natais anteriores, vejo que até que não errei muito. Minhas previsões foram muito baseadas no que chamaria da “Lei de Moore Expandida”.

Gordon Moore, um dos fundadores da Intel certa vez falou a um público seleto que a lógica dos processadores de computador era de a cada 18 meses sua capacidade dobrar e o preço cair pela metade. Moore “chutou” aquilo, mas a coisa pegou e os processadores veem seguindo essa lógica empírica (como ele mesmo reconheceu mais tarde).

Só que hoje todos os produtos digitais são microprocessados, do computador ao celular, do televisor à filmadora, passando por dispositivos de rede, de armazenamento, enfim, tudo!

Assim, a Lei de Moore começou a ter aplicabilidade a um leque enorme de produtos e de serviços digitais, ainda mais com a disseminação universal da internet.

O que está ficando confuso, hoje em dia, é definir o que é um segmento de mercado. Vamos ver o exemplo de um iPhone. Em tese, é um celular -telefone!- com algumas ou muitas funcionalidades adicionais, que acabou categorizado como um “smartphone“. Se isso é verdade, e não apenas um rótulo de marketing, adicionem-se todos os demais smartphones e chegamos a um mercado que hoje passa de 10% mas não chega a 20% das unidades de celulares comercializadas, dependendo do país ou da região. Assim, por exclusão, 80% -no mínimo- dos celulares vendidos no mundo não são smartphones; logo, são “dumbphones“, ou “telefones burros“.

No Brasil, 40% dos acessos à internet feitos por dispositivos móveis são originados de iPhone, que tem míseros 2% de market share. Ou seja, quem tem iPhone definitivamente usa relativamente pouco a função de telefonia por voz.

Vamos agora ao mundo do entretenimento doméstico, hoje centrado nos televisores digitais de alta definição, um home-theater e boas opções de conteúdo. É só olhar as ofertas que vamos ver algumas tendências:

  • Os televisores e os receivers estão recheados de portas HDMI, USB e acesso à internet;
  • 1 em cada 3 ofertas de player BluRay também acessam a internet e navegam direto no YouTube
  • Câmeras fotográficas e filmadoras de ponta trabalham com imagens 1080p, algumas também podem postar conteúdo na internet
  • Quem tem essas geringonças todas usa muito pouco de suas funcionalidades e tem um monte de cabos e fios que fazem verdadeiros ninhos de rato nos lares

Para minimizar o investimento e maximizar o desfrute, temos de pensar de nova perspectiva: integrar e conectar todas essas coisas, aí incluidos o GPS do carro e os dispositivos de monitoramento e segurança pessoais e domiciliares.

Devemos, enfim, pensar antes nas funcionalidades que pretendemos, e de que forma podemos otimizá-las, não só em termos de custo, como -e especialmente- de praticidade.

Dá para afirmar que, se temos um orçamento capaz de comprar e manter essa diversidade de dispositivos digitais, vale a pena planejar o futuro, antes de fazer as compras do presente.

Explico melhor: com toda essa modernidade, será que estamos melhor equipados? Por exemplo, quando precisamos recuperar uma sequência de fotos da década passada e não as achamos ou não temos como lê-las. O tal do “backup” raramente funciona a longo prazo, e quase tudo aquilo que nos gera a decisão de compra é esquecido após o início do uso dos digitais.

Ora, se uma TV tem acesso à internet, um celular pode fazer fotos maravilhosas,  um computador é um apoio importante a um escritor ou a um músico, e os livros digitais estão chegando, mas outros dispositivos também são bons, eu acho que um iPhone não é só um telefone, um player BluRay não é só um toca video HD, um computador de mesa pode ser uma central multimídia, ou o servidor de uma rede doméstica, e por aí vai.

A compatibilidade entre os equipamentos é algo a ser cuidado, e merece mais detalhamento. Mas, no Natal de 2009, pense naquilo que você pretende comprar e como você vai conectá-lo em seus outros equipamentos digitais.

Para começar, ele deve ter portas USB e/ou HDMI, estas últimas o novo padrão para transmitir imagens de alta definição e, na maioria dos casos, o som aberto e multicanal que acompanha.

Então, pense nisso:  Duas interfaces que facilitam a conexão entre dispositivos digitais, USB e HDMI. Há um ano atrás, poderiam ser opcionais em um televisor de alta definição ou em um Home Theater.  Em 2009, já são a regra. E, supondo que você poderá ter muitas conexões, quanto mais portas desse tipo você tiver nos aparelhos que ficam em casa, melhor.

Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital?

A cada ano que passa, a tecnologia avança, os preços se reduzem, as opções aumentam, a decisão então…


Revendo algumas recomendações que fiz para Natais anteriores, vejo que até que não errei muito. Minhas previsões foram muito baseadas no que chamaria da “Lei de Moore Expandida”.

Gordon Moore, um dos fundadores da Intel certa vez falou a um público seleto que a lógica dos processadores de computador era de a cada 18 meses sua capacidade dobrar e o preço cair pela metade. Moore “chutou” aquilo, mas a coisa pegou e os processadores veem seguindo essa lógica empírica (como ele mesmo reconheceu mais tarde).

Só que hoje todos os produtos digitais são microprocessados, do computador ao celular, do televisor à filmadora, passando por dispositivos de rede, de armazenamento, enfim, tudo!

Assim, a Lei de Moore começou a ter aplicabilidade a um leque enorme de produtos e de serviços digitais, ainda mais com a disseminação universal da internet.

O que está ficando confuso, hoje em dia, é definir o que é um segmento de mercado. Vamos ver o exemplo de um iPhone. Em tese, é um celular -telefone!- com algumas ou muitas funcionalidades adicionais, que acabou categorizado como um “smartphone“. Se isso é verdade, e não apenas um rótulo de marketing, adicionem-se todos os demais smartphones e chegamos a um mercado que hoje passa de 10% mas não chega a 20% das unidades de celulares comercializadas, dependendo do país ou da região. Assim, por exclusão, 80% -no mínimo- dos celulares vendidos no mundo não são smartphones; logo, são “dumbphones“, ou “telefones burros“.

No Brasil, 40% dos acessos à internet feitos por dispositivos móveis são originados de iPhone, que tem míseros 2% de market share. Ou seja, quem tem iPhone definitivamente usa relativamente pouco a função de telefonia por voz.

Vamos agora ao mundo do entretenimento doméstico, hoje centrado nos televisores digitais de alta definição, um home-theater e boas opções de conteúdo. É só olhar as ofertas que vamos ver algumas tendências:

  • Os televisores e os receivers estão recheados de portas HDMI, USB e acesso à internet;
  • 1 em cada 3 ofertas de player BluRay também acessam a internet e navegam direto no YouTube
  • Câmeras fotográficas e filmadoras de ponta trabalham com imagens 1080p, algumas também podem postar conteúdo na internet
  • Quem tem essas geringonças todas usa muito pouco de suas funcionalidades e tem um monte de cabos e fios que fazem verdadeiros ninhos de rato nos lares

Para minimizar o investimento e maximizar o desfrute, temos de pensar de nova perspectiva: integrar e conectar todas essas coisas, aí incluidos o GPS do carro e os dispositivos de monitoramento e segurança pessoais e domiciliares.

Devemos, enfim, pensar antes nas funcionalidades que pretendemos, e de que forma podemos otimizá-las, não só em termos de custo, como -e especialmente- de praticidade.

Dá para afirmar que, se temos um orçamento capaz de comprar e manter essa diversidade de dispositivos digitais, vale a pena planejar o futuro, antes de fazer as compras do presente.

Explico melhor: com toda essa modernidade, será que estamos melhor equipados? Por exemplo, quando precisamos recuperar uma sequência de fotos da década passada e não as achamos ou não temos como lê-las. O tal do “backup” raramente funciona a longo prazo, e quase tudo aquilo que nos gera a decisão de compra é esquecido após o início do uso dos digitais.

Ora, se uma TV tem acesso à internet, um celular pode fazer fotos maravilhosas,  um computador é um apoio importante a um escritor ou a um músico, e os livros digitais estão chegando, mas outros dispositivos também são bons, eu acho que um iPhone não é só um telefone, um player BluRay não é só um toca video HD, um computador de mesa pode ser uma central multimídia, ou o servidor de uma rede doméstica, e por aí vai.

A compatibilidade entre os equipamentos é algo a ser cuidado, e merece mais detalhamento. Mas, no Natal de 2009, pense naquilo que você pretende comprar e como você vai conectá-lo em seus outros equipamentos digitais.

Para começar, ele deve ter portas USB e/ou HDMI, estas últimas o novo padrão para transmitir imagens de alta definição e, na maioria dos casos, o som aberto e multicanal que acompanha.

Então, pense nisso:  Duas interfaces que facilitam a conexão entre dispositivos digitais, USB e HDMI. Há um ano atrás, poderiam ser opcionais em um televisor de alta definição ou em um Home Theater.  Em 2009, já são a regra. E, supondo que você poderá ter muitas conexões, quanto mais portas desse tipo você tiver nos aparelhos que ficam em casa, melhor.

>Senhas, senhas…

>Hoje o Wille me chamou para falar sobre senhas, as dezenas -no mínimo- que temos de guardar. De login nas redes, de bancos, de comércio eletrIonico, enfim, um monte! A maioria ainda precisa ser atualizada de vez em quando, e o formato de cada uma é diferente. Como fazer?

Bem, não há milagres. Assim como as chaves físicas, de metal, precisamos guardar essas chaves eletrônicas, chamadas senhas, e mudá-las de vez em quando. E adicionar outras ‘trancas‘, que nem fazemos em casa, no carro, no trabalho.

Uma forma de consolidar as senhas é criar um cofre (vault) eletrônico com uma senha complicada mas lembrável e armazená-la em local seguro. Pode ser em um arquivo que permita ser salvo com senha, por exemplo, mas ele não deve ser guardado no computador. O problema é que com um mínimo de conhecimento técnico é possível quebrar essa senha mestra…

Outra alternativa, mais segura, é usar um recurso disponível na maioria dos programas de proteção (anti-virus, anti-spam, anti-…) que possuam um gerenciador de senhas. Quebrar a criptografia desses programas já requer mais prática e habilidade, mas como o computador vai estar conectado na internet, as chances de achar um pirataço especialista é a mesma que você tenha sua máquina infectada por virus.

Na linha dos cofres eletrônicos, recomendo analisar as alternativas de programas de segurança de senhas que estão no site da revista INFO. Lá você tem um leque de opções, alguns gratuitos, que podem ajudar.

Mas nunca anote no mesmo local uma senha de acesso ao site de seu banco e a senha do cartão, ou do teclado eletrônico, por exemplo.

No futuro, os acessos por reconhecimento de impressões digitais ou de iris, por exemplo, tendem a se tornar mais frequentes, mas é improvável que fiquemos livres das senhas de números, letras e símbolos que tanto embaralham nossas cabeças.

O jeito é partir para a prevenção, e ter seus dados de senha seguros e em mais de um lugar. Salvo se você tiver poucas senhas para decorar ou tiver uma memória privilegiada. Aí fica mais fácil…

Senhas, senhas…

Hoje o Wille me chamou para falar sobre senhas, as dezenas -no mínimo- que temos de guardar. De login nas redes, de bancos, de comércio eletrIonico, enfim, um monte! A maioria ainda precisa ser atualizada de vez em quando, e o formato de cada uma é diferente. Como fazer?

Bem, não há milagres. Assim como as chaves físicas, de metal, precisamos guardar essas chaves eletrônicas, chamadas senhas, e mudá-las de vez em quando. E adicionar outras ‘trancas‘, que nem fazemos em casa, no carro, no trabalho.

Uma forma de consolidar as senhas é criar um cofre (vault) eletrônico com uma senha complicada mas lembrável e armazená-la em local seguro. Pode ser em um arquivo que permita ser salvo com senha, por exemplo, mas ele não deve ser guardado no computador. O problema é que com um mínimo de conhecimento técnico é possível quebrar essa senha mestra…

Outra alternativa, mais segura, é usar um recurso disponível na maioria dos programas de proteção (anti-virus, anti-spam, anti-…) que possuam um gerenciador de senhas. Quebrar a criptografia desses programas já requer mais prática e habilidade, mas como o computador vai estar conectado na internet, as chances de achar um pirataço especialista é a mesma que você tenha sua máquina infectada por virus.

Na linha dos cofres eletrônicos, recomendo analisar as alternativas de programas de segurança de senhas que estão no site da revista INFO. Lá você tem um leque de opções, alguns gratuitos, que podem ajudar.

Mas nunca anote no mesmo local uma senha de acesso ao site de seu banco e a senha do cartão, ou do teclado eletrônico, por exemplo.

No futuro, os acessos por reconhecimento de impressões digitais ou de iris, por exemplo, tendem a se tornar mais frequentes, mas é improvável que fiquemos livres das senhas de números, letras e símbolos que tanto embaralham nossas cabeças.

O jeito é partir para a prevenção, e ter seus dados de senha seguros e em mais de um lugar. Salvo se você tiver poucas senhas para decorar ou tiver uma memória privilegiada. Aí fica mais fácil…

>Smartphones: a Hora e a Vez do Android

>Ano passado, a essa época, a maioria dos que buscavam um smartphone tinha um desejo explícito ou oculto: ter um iPhone 3G. As principais operadoras ofereciam planos interessantes e o 3G era a primeira oferta oficial de celulares com a marca Apple. Sucesso total de vendas.

Já se falava muito do Android, o sistema operacional do Google para celulares que, segundo a empresa e a maioria dos analistas, poderia fazer a Apple, a Nokia e a RIM (Blackberry) tomarem verdadeiros suadouros, tantas inovações traria.

Isso de fato começa a ocorrer agora, no final de 2009, com a disponibilização da versão 2.0 do Android (nunca confie em um software versão 1.0, diziam antigamente) e o lançamento do badalado Motorola Droid, disponível apenas nas prateleiras norteamericanas, e assim msmo daqui a umas 2 semanas.

Mas o produto vem recebendo avaliações ultra favoráveis, especialmente pela integração perfeita com os serviços do Google, como os mapas e os serviços de localização GPS.

O tecladinho QWERTY físico é bem prático, mas requer olho de lince para enxergar e dedos finos ou apontados para não teclar errado.

A HTC, que se firma como uma importante player do mercado de telefonia móvel e vai de Android em vários produtos, e tem a versão 2.0 no forno.

Parece que a tendência do Android é pegar mesmo, até por conta do envolvimento de uma imensa comunidade de desenvolvedores parceiros do Google, o que assegura um leque enorme de aplicativos. Alguns deles -incusive do próprio Google- podem estar disponíveis em outras plataformas, incluindo aí as da Apple, da RIM, e, por que não, da Nokia e Microsoft.

Mas dá para dizer que os atores do ambiente de smartphones vai estar no mundo do software. Dificilmente haverá espaço, nos próximos anos, para algo diferente do Symbian, do OSX, do Android, do Linux e do RIM. E eu acho que a batalha final pode ficar entre o OSX e o Android, por conta dos aplicativos disponíveis.

Ano passado, fui de iPhone. Este ano, se fosse trocar, provavelmente esperaria as ofertas baseadas no Android.

O Droid, da Motorola, e seu sucedâneo GSM podem até ter o condão de ressucitar a divisão de celulares da empresa, que já foi lider de mercado com seus produtos inovadores e hoje amarga um ostracismo que pode estar com os dias contados.

Enfim, no mundo cada vez mais conectado e com toda a mobilidade, os smartphones ganham importância e sua opção deve estar focada, neste Natal, nos aplicativos disponíveis das diversas ofertas do mercado, ou seja, no software. E fique Vivo, Claro! Antes de fazer Tim Tim, dê um “Oi” para o vendedor, leia bastante, converse com os amigos, pois essa sua decisão de comprar um novo smartphone provavelmente vai ser mais do que uma mudança de telefone ou de operadora. Vai ser a mudança de plataforma de conectividade e mobilidade na internet. Isso requer um planejamento para o longo prazo.

Pense nisso!

Smartphones: a Hora e a Vez do Android

Ano passado, a essa época, a maioria dos que buscavam um smartphone tinha um desejo explícito ou oculto: ter um iPhone 3G. As principais operadoras ofereciam planos interessantes e o 3G era a primeira oferta oficial de celulares com a marca Apple. Sucesso total de vendas.

Já se falava muito do Android, o sistema operacional do Google para celulares que, segundo a empresa e a maioria dos analistas, poderia fazer a Apple, a Nokia e a RIM (Blackberry) tomarem verdadeiros suadouros, tantas inovações traria.

Isso de fato começa a ocorrer agora, no final de 2009, com a disponibilização da versão 2.0 do Android (nunca confie em um software versão 1.0, diziam antigamente) e o lançamento do badalado Motorola Droid, disponível apenas nas prateleiras norteamericanas, e assim msmo daqui a umas 2 semanas.

Mas o produto vem recebendo avaliações ultra favoráveis, especialmente pela integração perfeita com os serviços do Google, como os mapas e os serviços de localização GPS.

O tecladinho QWERTY físico é bem prático, mas requer olho de lince para enxergar e dedos finos ou apontados para não teclar errado.

A HTC, que se firma como uma importante player do mercado de telefonia móvel e vai de Android em vários produtos, e tem a versão 2.0 no forno.

Parece que a tendência do Android é pegar mesmo, até por conta do envolvimento de uma imensa comunidade de desenvolvedores parceiros do Google, o que assegura um leque enorme de aplicativos. Alguns deles -incusive do próprio Google- podem estar disponíveis em outras plataformas, incluindo aí as da Apple, da RIM, e, por que não, da Nokia e Microsoft.

Mas dá para dizer que os atores do ambiente de smartphones vai estar no mundo do software. Dificilmente haverá espaço, nos próximos anos, para algo diferente do Symbian, do OSX, do Android, do Linux e do RIM. E eu acho que a batalha final pode ficar entre o OSX e o Android, por conta dos aplicativos disponíveis.

Ano passado, fui de iPhone. Este ano, se fosse trocar, provavelmente esperaria as ofertas baseadas no Android.

O Droid, da Motorola, e seu sucedâneo GSM podem até ter o condão de ressucitar a divisão de celulares da empresa, que já foi lider de mercado com seus produtos inovadores e hoje amarga um ostracismo que pode estar com os dias contados.

Enfim, no mundo cada vez mais conectado e com toda a mobilidade, os smartphones ganham importância e sua opção deve estar focada, neste Natal, nos aplicativos disponíveis das diversas ofertas do mercado, ou seja, no software. E fique Vivo, Claro! Antes de fazer Tim Tim, dê um “Oi” para o vendedor, leia bastante, converse com os amigos, pois essa sua decisão de comprar um novo smartphone provavelmente vai ser mais do que uma mudança de telefone ou de operadora. Vai ser a mudança de plataforma de conectividade e mobilidade na internet. Isso requer um planejamento para o longo prazo.

Pense nisso!