World Cup 2014: The Magic Moment
I love soccer. And it’s been a while now! Back in 1950, I was a child, lived in Rio, but did not go to Maracanã to watch the finals between Brazil and Uruguay. At that time, there was no live TV. I heard on the radio the end of the game, when Brazil lost 2×1, the “Maracanazo”, and then the deafening silence of the streets following the unexpected outcome.
And now, here I am, as the 2014 World Cup nears, here in Brazil, now living in Curitiba, my hometown. Not to be left out, I managed to get tickets to watch Iran X Nigeria, which should be a “great” ball game! One of the two or both will advance, and become “finalists”, as the World Cup final for these teams should still occur in the first stage …
But, again, this is a blog on technology, and I will comment on what will be, in my view, the most important part of this tournament. Before the opening match Brazil vs Croatia, we will watch an unusual kick-off. It will bear almost zero sports content and an immeasurable amount of human achievement and demonstration of how science can improve the quality of life.
The WalkAgain project selected a few very special people – paraplegics- and the global team led by Brazilian neuroscientist Miguel Nicolelis, will choose one of the 8 candidates to wear an exoskeleton coupled to its body. Then this person will rise from a wheelchair, walk a few steps and kick the soccer ball in the presence of 70,000 fans in the stadium and over 1 billion, on TV and the internet.
If all goes well, there will be a clear demonstration how powerful scientific knowledge can be. This application, and the potential it creates, enabling people deprived of their ability to walk, may become commonplace, in a foreseeable future.
This demonstration can send the world a message about the talents involved in the Walk Again project, initiated in the United States by Dr. Nicolelis at the Duke University, where he teaches and does research.
The scientific world knows who Dr. Nicolelis is. The world of ordinary people, like us, know little or nothing. If you poll Brazilians on who is this Nicolelis, probably the most common answer will be a “do not know“, perhaps followed by “a player from Greece?“.
How will it work?
A Brazilian youth on wheelchair will come into the Itaquerão Arena in Sao Paulo, this June 12, equipped with this exoskeleton controlled solely by his or her brain. This person will rise from the chair, take a few steps without any assistance and will kick the ball off. Detail: this person has no ability to move the legs, but he or she will be walking!
This device is constructed with lightweight metal and powered by a hydraulic system and a lot of digital electronics, a prototype of something that may one day make wheelchairs obsolete.
Miguel Nicolelis leads a team working in several universities in several countries to build a “machine” for paraplegic persons.
“All the innovations we are bringing to this exoskeleton have the goal of turning it into something that can be used by patients suffering from a variety of illnesses and injuries that cause paralysis,” Nicolelis told the British newspaper “The Guardian”.
A group of eight paraplegic Brazilians aged 20 to 40, are in the final stages of training to wear the exoskeleton. Three of them will participate in the opening ceremony, and one or will walk on the field and get the ball rolling.
The mechanisms will be linked to a kind of cap on the head, with connecting electrodes that pick up the user’s brain waves. These signals are interpreted by digital processors connected to the exoskeleton and transform them into physical movements. Think and walk, the legs will obey!
For a universe of millions of paraplegics in the world, this perspective of being able to walk autonomously looks promising.
Nicolelis was interviewed by Brazilian Globo TV “Fantástico” TV show, where he showed the project’s laboratory in São Paulo.
What really matters is that this World Cup opening, initiated by a walking paraplegic, will call the attention of people who have decision power on education, to the need to prioritize increasingly applied research and teaching of Exact Sciences and create passion for science. If it works, all the immense cost of the 2014 World Cup will be worth it. Regardless of the outcome of the final, with or without the cup for Brazil.
Eu gosto de futebol. Faz tempo! Em 1950, era criança, morava no Rio, mas não fui ao Maracanã ver Brasil x Uruguai. Naquele tempo, não havia TV. Ouvi pelo rádio a final do Maracanazo, e depois o silêncio ensurdecedor das ruas com a perda da Copa para os vizinhos uruguaios.
Chego à Copa de 2014, de novo aqui no Brasil, morando em Curitiba, minha cidade natal. Para não ficar de fora, o máximo que consegui foi o ingresso para ver Irã X Nigéria, que deve ser um jogão de bola! Um dos dois, ou os dois serão finalistas antecipados, ou melhor, o final da Copa para esses times deve ocorrer ainda na primeira fase…
Mas, de novo, aqui é um blog de tecnologia e vou comentar sobre o que será, na minha perspectiva, o ponto marcante da Copa. Antes do jogo inaugural Brasil x Croácia, veremos o chute simbólico inicial. Terá…
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A Copa está aí! E a tecnologia?
O frenesi de acabamento de tudo que se relaciona à Copa do Mundo indica que, mesmo com protestos e com muito de obras que vão ficar para depois, ela deve acontecer, deixando mais marcas boas do que más.
No terreno tecnológico, a parte de comunicação de massa (rádio, TV, internet), já está tudo pronto. O que não estiver, vai ser varrido para baixo do tapete.
Não espere poder dar um show particular com seu smartphone 4G lustroso de novo, especialmente se você estiver assistindo a jogos nas Arenas da Baixada (Curitiba) e Itaquerão (São Paulo). As redes estão precárias, e não só em zonas secundárias, como estacionamentos e corredores de acesso. Espere uma congestão de tráfego de dados, e você pode se sentir como se estivesse a bordo de uma Ferrari no meio de um congestionamento de final de tarde em uma cidade grande brasileira. Dos doze estádios, só seis terão redes wi-fi internas para descongestionar as redes celulares.
Assim, se você já tem um smartphone com um plano 4G, OK. Se não tem, deixe para depois da Copa. Até setembro, outubro, as coisas podem melhorar.
Todas as redes sociais e os portais principais de esportes e notícias, do Brasil e do mundo, farão coberturas intensas da Copa. Aproveite para estar melhor informado e também interagir em tempo real, e não só durante os jogos, em casa ou no estádio. Você vai poder saber e informar sobre condições de trânsito, reservar restaurantes, capturar e receber imagens…
Afinal, durante o mês da Copa do Mundo 2014, teremos uma quantidade brutal de dados, especialmente imagens, sendo geradas a partir do Brasil. Medidas em quantidade de arquivos ou de petabytes gerados, os resultados serão maiores do que a soma de tudo que se originou por aqui de janeiro a abril.
E as TVs gigantes, hein? Dei uma sapeada nas lojas físicas e virtuais e tive algumas surpresas. Por exemplo, você pode comprar uma TV de 55″, Full HD, 3D, WiFi, recheada, enfim, com um bom desconto e ainda leva uma de 32″.
O que mais me chamou a atenção foram as TVs 4K, UltraHD. Uma delas, de 65″ vale menos de R$ 10.000, e cheia de funcionalidades. Embora não haja conteúdo 4K nas transmissões de TV aberta ou por assinatura, você pode acessar, via internet, portais como Netflix e YouTube que já oferecem conteúdo UltraHD. Mas, para isso, precisa de uma boa conexão à internet, acima de 15Mb real.
Como alguns dispositivos, como smartphones, câmeras fotográficas e filmadoras mais modernas já gravam vídeos UltraHD, dá para curtir suas produções familiares em altíssima definição. Se você tiver conteúdo 4K gravado em um pendrive ou um HD externo, dá para assistí-los também.
E as emissões de TV em Full HD? Com a funcionalidade de upscaling, esses televisores simulam a imagem UltraHD a partir da recepção Full HD que teremos na Copa. Fica bem melhor do que uma imagem apenas Full HD, mas não é 4K.
Como as vendas de televisores andaram de lado, abaixo das previsões dos fabricantes, os preços ficaram melhores.
Ainda assim é uma grana preta colocar R$ 10.000 num televisor, mesmo de 65″. Mas, se você pensava em trocar, agora pode ser uma boa hora. Esse mesmo aparelho já foi vendido aqui no Brasil por R$55 mil e, dois meses atrás, era oferecido na faixa de R$ 20.000.
Pode cair mais o preço? Poder, pode, e até deve, mas não muito, e também você aproveita a Copa no seu Home Theater incrementado.
WWDC 2014: Rumos novos para Apple?
No final do keynote do WWDC, nesta segunda, 2, ficou óbvia a estratégia de curto prazo da Apple:
1- Brigar com o mundo Android;2- Fechar ainda mais a plataforma, com a nova linguagem de programação, o Swift, no fundo, um dialeto da família do C. Com o Swift, a Apple diminui o impacto das ferramentas de desenvolvimento de Apps multiplataforma, que permitem a criação simultânea nas plataformas iOS, Android e Windows Phone;
3- Cacarejar antes de pôr o ovo: embora o WWDC seja um evento para desenvolvedores, tudo não houve nada disponível para o consumidor, exceto a versão beta do iOS8, mesmo assim só na América do Norte;
4- O foco na área de fitness e saúde ficou óbvia com o Health (antes previsto como Healthbook). Mas são poucos os dispositivos e apps de terceiros já integrados. Esperem uma torrente de novidades nos próximos meses;
5- O iWatch nem foi sugerido e nem precisava (afinal, o WWDC é um evento de software), mas já está em pré-produção, assim como o iPhone 6 (talvez rebatizado de iPhone Air), com tela maior do que o 5s, para correr atrás dos Android de tela de 5″ ou mais;
6 – O OSX 10.10 veio para aproximar-se do iOS e também para consolidar a plataforma Apple com o Mac, com funcionalidades e facilidades que só estarão (se estarão) disponíveis, no futuro, para o Windows;
7- A tentativa de fechar mais o ambiente é para dar um fôlego ao serviço iCloud, que, embora muito bom, ainda corre atrás dos serviços concorrentes do Google e da Microsoft;
8- A Apple aposta na evolução da base de dispositivos iOS (iPod, iPhone, iPad), com quase 1 bilhão de unidades já vendidas e um aumento expressivo de novos clientes, na ordem de 15% nos últimos 12 meses;
9- Evolução, não revolução, conforme já antecipado aqui no blog. Mas, a quantidade de anúncios evolutivos na WWDC surpreendeu até os mais Applemaníacos;
10- Ao dar sobrevida aos dispositivos lançados a partir de 2011 (iPhone 5S e iPad 2), com a possibilidade de migração para o iOS8, sem custo, mostra um afago para com clientes que não querem ou não podem ficar mudando todo ano de smartphone ou tablet.
Começa nesta segunda, 2 de junho, o WWDC 2014, a conferência anual da Apple com os desenvolvedores de aplicativos e dispositivos ocmpatíveis com o OSX do Mac e o iOS dos dispositivos móveis. O que deve rolar de novo? o iOS 8, o OS X 10.10, e novos hardware (talvez, mas não para entrega imediata).
A Apple, do CEO Tim Cook, parece estar virando uma empresa mais convencional, menos inovadora do que nos tempos de Steve Jobs. Assim, eventos como o WWDC 2014 podem até trazer surpresas, mas vou arriscar uma aposta em uma linha mais conservadora, mas nem porisso menos importante.
Anotem:
Nessa segunda-feira 2 de junho, a partir das 14hs de Brasília, Apple vai fazer impoirtantes anúnciossobre o futuro das duas plataformas mais importantes: iOS e OS X. Devemos conhecer o iOS 8, com forte apelo para aplicativos na área da saúde e um redesenho do OSX…
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WWDC 2014: Rumos novos para Apple?
Começa nesta segunda, 2 de junho, o WWDC 2014, a conferência anual da Apple com os desenvolvedores de aplicativos e dispositivos ocmpatíveis com o OSX do Mac e o iOS dos dispositivos móveis. O que deve rolar de novo? o iOS 8, o OS X 10.10, e novos hardware (talvez, mas não para entrega imediata).
A Apple, do CEO Tim Cook, parece estar virando uma empresa mais convencional, menos inovadora do que nos tempos de Steve Jobs. Assim, eventos como o WWDC 2014 podem até trazer surpresas, mas vou arriscar uma aposta em uma linha mais conservadora, mas nem porisso menos importante.
Anotem:
Nessa segunda-feira 2 de junho, a partir das 14hs de Brasília, Apple vai fazer impoirtantes anúnciossobre o futuro das duas plataformas mais importantes: iOS e OS X. Devemos conhecer o iOS 8, com forte apelo para aplicativos na área da saúde e um redesenho do OSX do Mac. Novidades de hardware? Pode ser, mas não para entrega imediata.
O iOS 8, internamente conhecido por Okemo, promete melhorar o design, a usabilidade e a performance dos iPhones, iPads e iPods (até quando, o iPod?).
O Maps deve surgir com melhorias, mas muitas delas ainda não muito úteis para o mercado brasileiro, por exemplo. O Google Maps contiuará dando as cartas como App de localização.
Grandes expectativas quanto ao App Healthbook, que deve trazer uma série de facilidades para controlarmos dados de nossa saúde pessoal. Mas o Healthbook estará, com certeza, sinalizando para o iWatch ou algo que o valha, assim como uma possível abertura para o desenvolvimento de produtos de terceiros, os wearables homologados pela Apple, como jaquetas, meias, camisetas, bonés, tênis e muitos outros, que terão sensores capazes de medir e enviar dados importantes para o seu dono e, se for o caso, para os médicos, clínicas, laboratórios, academias e hospitais que atendem a esse dono.
Mas a Apple, que aposta alto nos novos recursos do iOS 8, pode não disponibilizá-los de uma só vez nessa semana do WWDC. Fontes internas da Apple vazaram que muitas dessas funcionalidades pode não ser anunciadas a partir da segunda, 2, ou, caso sejam, com disponibilidade futura, talvez casadas com a chegada ao mercado desses novos produtos, como o iWatch.
O Healthbook é um App que reune dados de saúde e fitness de diversos aplicativos e acessórios de hardware. Ele pretende ser a sua caderneta pessoal de saúde. Já há produtos anunciados e outros em fase beta, capazes de gerar dados de rastreamento de freqüência cardíaca, pressão arterial, nutrição, açúcar no sangue, qualidade do sono, freqüência respiratória, saturação de oxigênio, peso e atividade.
O botão de Atividades do HealthBook deve permitir o acompanhamento das metas definidas pelo médico, nutricionista ou personal trainer, ou por você mesmo, quanto a calorias queimadas, distâncias percorridas na esteira ou na pista. O botão do peso pode acompanhar a evolução do peso, o IMC e o percentual de gordura corporal.
Haverá a opção de obtenção desses e outros dados diretamente dos wearables e dispositivos externos, como balanças, esteiras, medidores de pressão, que transmitem wireless seus dados para seu dispositivo com iOS, ou, na falta deles, por entrada dos dados manual, coisa que muita gente diz que vai fazer mas esquece.
Mas a tendência é clara: Cada dia mais e mais dispositivos estarão aptos a se conectar com seu dispositivo iOS (ou Android, ou Windows Phone) para monitorar sua saúde e seu bem-estar.
O Healthbook virá também com a função de cartão de Emergência, um arquivo pessoalcom seu nome, foto, data de nascimento, tipo sanguíneo, se é doador de órgãos, informações para um contato em caso de emergência, e uma lista de medicamentos usados e de restrições medicamentosas e alimentares. Isso é útil em caso de acidente, para um atendimento de emergência, ou, caso você não chegue lá, para salvar a vida de outros, caso você seja um doador potencial.
O Maps da Apple, famoso por seu lançamento tumultuado, cheio de falhas que até custou o emprego de pessoas importantes e gerou um pedido formal de desculpas de Tim Cook, deve chegar bastante reformulado. Não bastou a disponibilidade de mapas em 3D nem a correção de seus bugs. Com o iOS 8, a Apple pretende recuperar o tempo perdido com esse App de mapeamento.
O Maps deve trazer uma cartografia mais precisa, além de vir recheado com informações sobre pontos de ônibus, estações de trem e aeroportos. Mas, por enquanto, esqueça o Brasil.
Espera-se também uma melhoria substantiva na capacidade multitarefa para o iPad, ou seja, o tablet poderá rodar mais de um aplicativo ao mesmo tempo, com exibição e operação simultânea na tela do tablet. Mas essa funcionalidade parece não estar pronta para disponibilização, por atrasos internos, embora seja só uma questão de tempo até ela chegar.
Os planos da Apple para integrar dispositivos iOS com hardware inteligente em residências é conhecido desde matéria recente do Financial Times, e essa tendência vem desde os tempos de Steve Jobs. Agora que muitos dispositivos domésticos possuem interfaces digitais, a hora de ter seu iPhone como um controle remoto universal para a casa pode ter finalmente chegado.
Ou seja, seu iPhone será cada vez menos usado para fazer chamadas telefônicas…
O Siri, que ainda não fala português, vai ganhando espaço em outras línguas e paragens. A gora parece que o Shazam, App para identificação de músicas estará conversando com o Siri, algo bastante importante quando o negócio de música gravada em áudio ou vídeo parece ir definitivamente para o caminho do streaming.
Devemos ver também mudanças no Centro de Notificações, no Game Center e nas Mensagens.
já o OS X deverá ter a versão 10.10. codinome interno Syrah, que deve focar na melhoria da interface com o usuário, depois de uma boa reforma com o lançamento do Mavericks, em 2013.
Mas é inegável que o look-and-feel, ou o jeitão, em português, do OSX estará convergindo para o do iOS, para uma eventual fusão, mais à frente
A Apple diz que vai manter o iOS e o OS X independentes, e que a convergência não mexe na essência dos dois sistemas operacionais, mas tudo leva a crer que haja uma unificação no futuro, até porque a concorrência se move nessa linha, vide o Android do Google e o Windows da Microsoft. .
E novos hardwares? Se vier algo de novo, para entrega a curto prazo, deve ser o iWatch, talvez uma nova versão da Apple TV.
O resto, deve ficar para o final do verão no hemisfério norte, com entregas previstas para o trenó do Papai Noel.
O que vamos verificar, com quase toda certeza, é que a Apple irá mostrar evoluções, não uma revolução. Tim Cook é mais da área financeira, dos resultados para os acionistas. Não por acaso, na última pesquisa sobre o valor das marcas das principais empresas do mundo, o Google ultrapassou a Apple, e hoje é a número 1.
Que será que andei fazendo no Google?
Para quem é veterano na internet – e, a essas alturas, é bastante gente- a palavra Google começou em 1998 com o nome pouco provável de uma empresa, e hoje é substantivo, adjetivo, verbo e até interjeição!
É raro o dia que passa onde não usarmos algum serviço do Google, na maioria, gratuitos. E pouca gente acha que a proposta do Google é invasiva, ou ao menos raramente se dá conta disso.
Desde as origens do Google nas buscas pela internet até a diversificada oferta de serviços, por vezes é bom dar uma checada no seu histórico. Não aquele que você pode limpar a qualquer momento no seu browser, mas o que o Google guarda sobre você.
Quer ver? Então faça o seu login no Google, a qualquer de seus serviços. Por exemplo, o Gmail, ou o Google+. Aí, vá ao endereço https://history.google.com/history/lookup. Estará tudo lá, em gráficos consolidados, e também de modo analítico, de cada serviço que você já utilizou em qualquer dispositivo digital que tenha usado. Cada um. A cada segundo!
Você verá:
Você quer ser técnico da Seleção Brasileira?
Nesta terça, 20, tive o prazer de abrir e participar do CEO Forum da Amcham – Câmara Americana de Comércio de Curitiba. Foi bastante cool ouvir os CEOs de duas empresas centenárias, a IBM e a 3M, falando de inovação e perspectivas futuras.
E sobre minhas impressões, comento em outra postagem.
Hoje vou propor aos meus amigos -ouvintes e leitores- um desafio: virar técnico ou técnica da seleção brasileira de futebol. Ou, no mínimo, palpitar em tempo real em canal direto com Felipão, sobre quem depositamos as esperanças do hexa.
A IBM Brasil criou um canal de comunicação social com a comissão técnica da seleção, o Ei Treinadores!, disponível a qualquer um que tenha uma conta no Twitter.
Partindo do princípio que os brasileiros são os mais dedicados usuários das redes sociais, a IBM usou seu Centro de Pesquisas no Brasil com o um hub mundial para desenvolver essa solução, que se baseia -em tempo real- nas opiniões dos tuiteiros sobre determinados temas. Os jogos do Brasil, por exemplo.
O que diz a Dra. Maíra Gatti, pesquisadora de Ciências da Computação no Laboratório IBM:
“O brasileiro é um dos povos mais atuantes nas redes sociais. Em 2012, o Brasil era o país com maior participação no Twitter segundo Pesquisa “State of Mobile Web” realizada pelo Browser Opera com dados de 190 países. No número geral de usuários de internet, 23% dos que usavam a ferramenta eram brasileiros.”
Essa solução já foi testada em 2013, durante a Copa das Confederações, e, tudo indica que algum dos auxiliares do Felipão ficava recebendo os dados consolidados e passando algo ao chefe. Agora em junho, a cena vai se repetir.
Só que com mais gente participando. Quer dar sua opinião sobre a partida como se estivesse com os jogadores? Usando a Análise de Sentimento Social da IBM, você se transforma em um treinador auxiliar.
Se você tem uma conta no Twitter, siga @ibmbrasil e divirta-se, durante os jogos. Quer ter uma idéia bem humorada? Veja ovídeo ou procure por Ei Treinador no YouTube.
E o futebol moderno vai cada vez mais sendo apoiado por dados. Muitos estatísticos povoam as comissões técnicas dos principais clubes do Brasil e do mundo. Aposenta-se a velha prancheta dos professores e agora as mudanças táticas ocorrem com base no que está ocorrendo e o que pode e deve ser corrigido.
Talvez o futebol acabe perdendo a arte, a graça… Mas, por via das dúvidas, estarei lá, tuitando nos jogos do Brasil, tentando, junto com os demais 193.999.998 técnicos, ajudar Luiz Felipe Scolari a deixar a taça aqui no Brasil por uns tempos.
Vamos nessa?
Arena da Baixada, 14/5/2014: E aí?
A Copa do Mundo vai se aproximando, e os testes Brasil afora apontam para magníficas Arenas, mas ainda sujeitas a ajustes, mesmo aquelas já testadas na Copa das Confederações, em 2013.
Nesta quarta, 14 de maio, foi a vez da Arena da Baixada, em Curitiba, do Atlético Paranaense. Como atleticano e como fuçador de tecnologia, fui lá conferir, junto com familiares.
Aqui um resumo das minhas impressões:
O estádio ficou lindo! a chegada foi meio complicada, ainda mais com o horário do jogo coincidindo com pico do rush da tarde, somado à chuva e às restrições de tráfego. As calçadas do acesso estão ainda por terminar, e tomara que fiquem boas para os jogões da Copa, como Irã x Nigéria, que pretendo assistir para ver ao vivo um pouco do futebol global…
Depois de passar pela revista, entrar no estádio é um primor. Múltiplas catracas eletrônicas, muita gente de apoio, corredores largos e o acesso às arquibancadas muito fácil e rápido. Fiquei no andar de cima, onde as cadeiras são razoáveis, mas o espaço para circular sem incomodar os vizinhos é coisa para equilibrista.
A visibilidade do campo é magnífica, de onde quer que se esteja. Iluminação muito boa, acústica perfeita, o caldeirão volta a funcionar, com uma torcida entusiasmada.
Fotos, vídeos, músicas, começa o jogo. O Furacão com aquela juventude toda começa a colocar pressão no rival Corinthians, até que o craque Marcelo faz 1 x 0! Festa!!
Depois disso, só mesmo discutindo tecnologia. Não porque o mistão visitante ganhou de 2 x 1, mas porque… ahã, afinal, aqui temos um blog de tecnologia.
O que chamou a atenção de muita gente foi o mini-drone com câmera de TV voando sobre o campo, a alturas variáveis, desde rente ao campo até acima da cobertura. Fiquei com inveja do operador do drone. Um dia, ainda vou brincar com um. Mas, para mim, fica óbvio que os drones chegaram para ficar, nas transmissões de grandes eventos, esportivos, musicais, políticos.
Há pouco mais de 2 meses, um drone construído por um curitibano sobrevoou a Arena, ainda com muito por fazer, e filmou o interior da obra, até então resguardada da curiosidade da imprensa e dos fãs de futebol, por decisão interna da diretoria do Atlético. Iniciativa individual, que bombou no YouTube.
O que deixou a desejar –conforme antecipado– foi a rede celular no entorno e dentro da Arena. Lá fora, na fila para entrar e falar com outras pessoas exigia muitas tentativas e pouco sucesso, independente da localização, da operadora e da tecnologia disponível no aparelho: Edge, 3G, 4G, WiFi. Estava pior do que o transito e as calçadas. E nada indica que vá melhorar, em dia de jogo da Copa com o dobro de público.
E, por último, mais um gap tecnológico para nós: a Sony anuncia uma potencial parceria com uma operadora de TV por assinatura para transmissão dos jogos usando a tecnologia Ultra HD, ou 4K, que tem 4 vezes mais nitidez do que a atual Full HD (o dobro de pixels na horizontal X o dobro de pixels na vertical).
Se isso ocorrer, poucos serão os que poderão ver imagens melhores e mais nítidas, porque são poucos e caros os televisores no padrão 4k no Brasil. Quem não tem e eventualmente se arriscar a pagar para ter, vai necessitar de um conversor, da mesma forma que foi necessário um para adaptar os televisores analógicos para receber imagens digitais.
A FIFA terá vídeos 4k da Copa no Brasil. Alguns países receberão imagens também em 4k. É parte do Padrão FIFA.
Voltando ao futebol, o Atlético Paranaense perdeu por 2 x 1. Resta o consolo de termos o primeiro gol anotado por um atleticano, o jovem e talentoso Marcelo Cirino. Como tudo na vida é um processo, agora o Furacão tem um belo estádio, Padrão FIFA. Falta construir um time competitivo. O jeito é esperar…
TV4k vai ter para o Brasil?
Google Pesquisa por Voz: bastante operacional e em português do Brasil
Já há algum tempo, a página inicial do Google, usando o navegador Chrome, exibe um ícone de microfine no lado direito da barra de pesquisas. Pouca gente havia testado, mas agora o Google anuncia a disponibilização da pesquisa por voz, em português do Brasil.
Funciona assim: você baixa o navegador Chrome no seu desktop, notebook, tablet ou smartphone (os com OS Android já possuem o Chrome como navegador padrão).
Aí, é só abrir o navegador, clicar no ícone do microfone e conversar com o seu aparelho. O Google entende o nosso português falado aqui, com poucos erros. Quando não entende, exibe na tela as opções para você então clicar e começar a navegar.
Mas, na maioria das vezes, ele entende. Por exemplo, você está dirigindo, e, para não furar as leis de trânsito, fala para seu smartphone: “rota para Aeroporto Afonso Pena” e ele abre o Google Maps. Aí é iniciar a navegação e o Google te indica o caminho mais rápido, inclusive com as condições atuais de tráfego.
Mas, antes de sair, se você vai para Salvador, por exemplo, peça ao Google: “previsão do tempo em Salvador”, e ele exibe os dados para os próximos 10 dias.
E assim vai… A interação é bem natural, melhor que o Siri, da Apple, que, além de ser limitada em sua capacidade de entender e executar comandos por voz em linguagem natural, ainda não fala português.
Quer aprender a usar os comandos por voz no Chrome? Diga a ele: me ensine a usar comandos por voz no Chrome ou algo parecido, e a tela exibirá um link para o tutorial no YouTube. O que eu vi foi gravado pela menina Isadora há um ano, que não se deu muito bem, mas mostra a flexibilidade da nova ferramenta. Mas, brincadeiras e dificuldades à parte, essa funcionalidade do Google está bastante boa! Dá para recomendar, pois a interface por voz melhorou bastante, desde então, agora na versão 36.
Você se conecta à internet com a velocidade contratada?
Volta e meia, recebo reclamações sobre a conexão à internet. Gostaria de ter sua opinião. São apenas dois cliques, um na sua opção, outro para votar. Mais simples do que usar a urna eletrônica. Mas aqui, não se trata de escolher nenhum candidato. Apenas ver como anda -ou não anda- seu acesso à internet.
Responda a essa pesquisa. Você não será identificado, quero apenas os valores agregados.
Abraço
Quer verificar? Acesse http://www.speedtest.net e cheque a quantas anda sua conexão.
Eu estava meio de tromba por conta de minha conexão. Aí fiz essa enquete e, antes de postar, resolvi, pote desencargo de consciência, fazer o teste. E, nunca antes na história dessa conexão, obtive um resultado tão bom. Murphy explica…
Alibaba
Alibaba entrou nesta terça-feira com a papelada para uma oferta pública de ações, nos Estados Unidos, de US$ 1 bilhão. Mas é possível que esse acabe sendo o maior IPO de tecnologia de todos os tempos, ou, no mínimo, próximo aos US$ 19 ou 23 bi do Facebook. Os mais otimistas falam em mais de US$ 100 bi como valor de mercado do Alibaba.
Mas afinal, o que é Alibaba ? Se você não sabe ou associa aquele personagem do bem que comandava 40 ladrões e que guardava suas pilhagens numa caverna, para depois distribuir parte das riquezas aos pobres, saiba que você não é o único no mundo.
O Ali Babá das lendas árabes, acima de tudo, era um comerciante. Sua séde era bem tecnológica, até pelos padrões atuais, pois só abria com uma senha de voz: Abre-te Sésamo!
O Alibaba de hoje também é bom comerciante, e daqueles globais, chinês que é, com a tradição mercantil de milênios, mundo afora. Começa pelo valor estimado de US$ 1 bi: é só para economizar as taxas de lançamento na Bolsa americana, que são calculados como um percentual do valor estimado. Na verdade, o Alibaba espera trazer para sua caverna (desculpe, sua tesouraria) entre US$15 bi e US$20 bi.
Esse Alibaba chinês do IPO é uma empresa fundada em 1999, já no radar de alguns anaiistas do setor de tecnologia e investidores no exterior é grande. É pouco conhecido fora da China e de alguns países asiáticos, embora tenha negócios mundo afora, Brasil inclusive.
Alibaba chinês é um gigante do comércio eletrônico.
Vamos entender o Alibaba?
O Grupo Alibaba é a maior empresa de comércio eletrônico na China e, dependendo do ponto de vista, a maior do mundo. É formada por dois grandes sites de compras: o Taobao , lançado em 2003 para competir com eBay na China, e o Shopping Taobao (Tmall), um shopping on-line.
O Alibaba não concorre diretamente com a Amazon. Ele não compra nem vende um único lápis, nem tem problemas de logística, nem centros de atendimento. É apenas uma plataforma digital para que consumidores e fornecedores façam negócios, de e para qualquer parte do mundo. São milhões de fornecedores dos mais diversos tipos, de agulhas a automóveis e aviões, de serviços de software a encanadores.
O Alibaba cobra um custo pelos cadastros dos vendedores e suas ofertas, mais uma comissão de vendas. Com seus lucros, ele investe em um operador chinês de lojas de departamentos, e nas empresas de Apps de mensagens Tango e Weibo, este a versão chinesa do Twitter que recentemente foi à Bolsa. Negocia para comprar a Alipay, um serviço de pagamento digital concorrente do PayPal .
O Alibaba teria faturado mais de US $ 3 bilhões no quarto trimestre de 2013, representando 66 % a mais em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Seus lucros brutos no mesmo período alcançaram estonteantes US $ 2,4 bilhões.
Segundo fontes do Wall Street Journal, o volume de vendas combinado do Taobao e do Tmall alcançaram US $ 240 bilhões em 2013.
O Alibaba foi fundado em 1999 por Jack Ma, que ficou interessado em criar empresas de Internet depois de ficar on-line pela primeira vez , em 1995, durante uma viagem a Seattle.
O segredo para o sucesso da caverna digital do Alibaba pode ter sido o mercado em forte crescimento na China, com a incorporação de centenas de milhões de consumidores conectados, com o pioneirismo dos conceitos de Jack Ma. A hora certa, a oportunidade certa, o lugar certo. Combinação imbatível!
O comércio eletrônico na China deve ultrapassar os Estados Unidos dentro de alguns anos, em linha com o crescimento do seu PIB, que deve ultrapassar o americano ainda em 2014, pelo critério de Purchase Power Parity.
O Alibaba considerou inicialmente o lançamento de ações na Bolsa de Valores de Hong Kong, mas pensou grande, para poder ter os benefícios da estar listado em Bolsa nos EUA, pelas regras de governança e transparência exigidos, que dariam à marca credibilidade global, ou quase isso.
Num momento em que o tsunami de investimentos em empresas de tecnologia dá sinais de arrefecer entre os investidores globais, o IPO pode chegar num cenário morno, em parte devido aos valores altos de algumas avaliações de preços. O mercado pode mudar, no caso de um IPO robusto do Alibaba.
Um efeito colateral para o mercado seria uma bela turbinada no venerando Yahoo, detentor de uma participação de 24% no capital do Alibaba, e pode embolsar até US$ 10 bilhões com o IPO. E essa grana toda daria ao Yahoo e à sua charmosa CEO Marissa Mayer importantes recursos necessários para fazer suas próprias aquisições de empresas, dando vida nova a essa que já foi a campeã das buscas até ser superada pelo Google.
