Autor Arquivo: Guy Manuel

Tribunal de Justiça PR responsabiliza site P2P

O site iPlay foi responsabilizado pelo Tribunal de Justiça do Paraná por conta do uso de seu portal e do software K-Lite Nitro que facilitava a troca de músicas pela internet pelo processo P2P (Peer-to-Peer).

Adianta? Ouça o que disse à CBN, e acompanhe no próprio site os desdobramentos da decisão.

>Voto Impresso: Volta ao Século XX

>Está nas mãos do presidente Lula a versão final da chamada “mini-reforma eleitoral”, que de “reforma” não tem nada e só é “mini” porque não aborda os temas principais e, no que muda, na essência, remete ao passado e à falta de transparência.

Desabafo feito, vou comentar as duas vertentes, digamos assim, “tecnológicas” dessa mudança: as regras para a internet e o voto impresso.

As regras para o uso da internet, não terão eficácia e só gerarão polêmicas e demandas judiciais. Poucos candidatos se darão conta do potencial democrático da rede e das vantagens de bem utilizá-la para sensibilizar os eleitores, que depois poderão cobrar dos eleitos.

Mas o que passa desapercebido é a enésima tentativa de criar a impressão do voto confirmado na urna por amostragem de 2%, a parir de 2014, um verdadeiro absurdo.
Essa discussão só interessa a três tipos de pessoas: aos desinformados que fazem alarido por qualquer motivo, aos vendedores de impressoras, tinta e papel e aos derrotados, que, por não terem o voto impresso, podem achar desculpa, ou melhor, culpar a urna eletrônica e questionar a própria democracia.

Os programas das urnas são extremamente seguros. E eles são disponibilizados aos partidos políticos que podem auditá-los antes, para ver da possibilidade de furos ou fraudes. Essa versão debulhada a muitas mãos é então carregada nas 400 e tantas mil urnas que vão a todos os recantos do Brasil e lá se vota.

Fechada a eleição, qualquer dúvida pode ser dirimida simplesmente cotejando o programa da urna com o programa original, auditado e aprovado por todos os interessados.

Se não houve divergência, é claro que não houve erro.

E o voto impresso tem três defeitos insanáveis: (a) o custo é muito maior, (b) a possibilidade de quebra de um dispositivo eletromecânico é enorme e (c) escancara as portas para o voto de cabresto, uma vez que o eleitor pouco instruído pode ser induzido a fotografar seu finalizado e confirmado voto com o celular para comprovar um compromisso com cabos eleitorais a serviço de candidaturas espúrias.

Assim, espero que presidente Lula, que tem até o início do mês para sancionarr a tal lei, vete, no mínimo, essa parte da exigência do voto impresso, pois é um desserviço à democracia e ao bolso de nós, contribuintes.

Voto Impresso: Volta ao Século XX

Está nas mãos do presidente Lula a versão final da chamada “mini-reforma eleitoral”, que de “reforma” não tem nada e só é “mini” porque não aborda os temas principais e, no que muda, na essência, remete ao passado e à falta de transparência.

Desabafo feito, vou comentar as duas vertentes, digamos assim, “tecnológicas” dessa mudança: as regras para a internet e o voto impresso.

As regras para o uso da internet, não terão eficácia e só gerarão polêmicas e demandas judiciais. Poucos candidatos se darão conta do potencial democrático da rede e das vantagens de bem utilizá-la para sensibilizar os eleitores, que depois poderão cobrar dos eleitos.

Mas o que passa desapercebido é a enésima tentativa de criar a impressão do voto confirmado na urna por amostragem de 2%, a parir de 2014, um verdadeiro absurdo.
Essa discussão só interessa a três tipos de pessoas: aos desinformados que fazem alarido por qualquer motivo, aos vendedores de impressoras, tinta e papel e aos derrotados, que, por não terem o voto impresso, podem achar desculpa, ou melhor, culpar a urna eletrônica e questionar a própria democracia.

Os programas das urnas são extremamente seguros. E eles são disponibilizados aos partidos políticos que podem auditá-los antes, para ver da possibilidade de furos ou fraudes. Essa versão debulhada a muitas mãos é então carregada nas 400 e tantas mil urnas que vão a todos os recantos do Brasil e lá se vota.

Fechada a eleição, qualquer dúvida pode ser dirimida simplesmente cotejando o programa da urna com o programa original, auditado e aprovado por todos os interessados.

Se não houve divergência, é claro que não houve erro.

E o voto impresso tem três defeitos insanáveis: (a) o custo é muito maior, (b) a possibilidade de quebra de um dispositivo eletromecânico é enorme e (c) escancara as portas para o voto de cabresto, uma vez que o eleitor pouco instruído pode ser induzido a fotografar seu finalizado e confirmado voto com o celular para comprovar um compromisso com cabos eleitorais a serviço de candidaturas espúrias.

Assim, espero que presidente Lula, que tem até o início do mês para sancionarr a tal lei, vete, no mínimo, essa parte da exigência do voto impresso, pois é um desserviço à democracia e ao bolso de nós, contribuintes.

>Radiação de Celulares – o Ranking

>Muito se fala sobre os possíveis danos ao ouvido humano e mesmo a outros órgãos por conta da radiação emitida por telefones celulares, sem que nada definitivamente conclusivo.

Pois bem, a organização Environment Working Group publicou um ranking de radiação emitida por todos os celulares do mercado.

Interessante saber que nível de radiação o seu aparelho está gerando no seu ouvido. Eu, que uso o iPhone, fiquei pensando num zumbidinho que me incomoda de vez em quando, pois meu smartphone, além de todo seu charme e funcionalidade, parece que ele é bem… radiante!

E o seu celular, como está?

Radiação de Celulares – o Ranking

Muito se fala sobre os possíveis danos ao ouvido humano e mesmo a outros órgãos por conta da radiação emitida por telefones celulares, sem que nada definitivamente conclusivo.

Pois bem, a organização Environment Working Group publicou um ranking de radiação emitida por todos os celulares do mercado.

Interessante saber que nível de radiação o seu aparelho está gerando no seu ouvido. Eu, que uso o iPhone, fiquei pensando num zumbidinho que me incomoda de vez em quando, pois meu smartphone, além de todo seu charme e funcionalidade, parece que ele é bem… radiante!

E o seu celular, como está?

>Facebook Quebra a Barreira de 300 Milhões

>Está na mídia de hoje: Facebook chega a 300 milhões de contas. É conta que não acaba mais, mais de 10% dos internautas do planeta.

O Facebook olha o Twitter e aproxima funcionalidades, como que a perceber a melhor forma de crescer e valorizar o passe, seja para receitas de anúncio ou para uma futura fusão bilionária.

Mesmo com tantos ataques de hackers, o crescimento de 50 milhões de novas contas em dois meses é extraordinário, mesmo para os padrões da Web 2.0.

Facebook Quebra a Barreira de 300 Milhões

Está na mídia de hoje: Facebook chega a 300 milhões de contas. É conta que não acaba mais, mais de 10% dos internautas do planeta.

O Facebook olha o Twitter e aproxima funcionalidades, como que a perceber a melhor forma de crescer e valorizar o passe, seja para receitas de anúncio ou para uma futura fusão bilionária.

Mesmo com tantos ataques de hackers, o crescimento de 50 milhões de novas contas em dois meses é extraordinário, mesmo para os padrões da Web 2.0.

>A Geração Digital 2.0 está aí: como conviver com as diferenças?

>A nova geração nascida após 1995 já dá o ar de sua graça no mercado de consumo e, logo, logo, estará disputando o mercado de trabalho. Vamos convencionar chamá-la, para efeito de raciocínio, de “Geração Digital 2.0“, por terem nascido após a disponibilização da internet em escala global. É que a diferença de percepção desses jovens em relação a todos os seres humanos anteriores, que, por contraposição, seriam os das “Gerações Analógicas” é tão grande que gerou dificuldades de ajustar produtos e serviços a essa turma e, ao mesmo tempo, fazer os “analógicos” -ainda hoje a maioria- migrarem para a nova realidade.

Como criar produtos e serviços que sejam igualmente aceitos, em um extremo, por quem já viveu a era dos telefones de disco, dos discos de vinil, da enciclopédia Barsa, dos televisores de antena interna com BomBril e sem controle remoto e, no outro, por quem, desde sempre, o celular é um acessório pessoal e obrigatório, a música vem e vai pela internet, o verbete está na Wikipedia, o clipe da TV está mais no YouTube do que em qualquer outro lugar?

Aqui, dois problemas: (a) a turma do marketing vem andando devagar demais tanto para fazer a turma antiga perceber essa nova realidade quanto criar linguagem própria para os seres digitais e (b) talvez porque embora o market share desses dois grupos esteja rapidamente se invertendo, pode ser que ainda exista muita grana e conforto no modo antigo de comunicar.

Poucos se deram conta que a intuitividade das novas interfaces como a tela sensível ao toque e as onipresentes webcams nos dispositivos indicam claramente a perda da relevância do teclado e do mouse, ícones da revolução digital, digamos… 1.0. Os bem mais jovens, nascidos a partir de 2005 vão achar essa forma tão popular de “teclar” algo no mínimo incômodo, talvez como se hoje fôssemos obrigados a usar uma velha Remington para escrever e postar textos.

Então fica realmente muito difícil produzir estímulos adequados a todo o tipo de indivíduo, até porque hoje existem muitos canais e mídias diferentes e diferenciados.

Mas a principal reflexão que quero deixar aqui hoje é dirigido a quem convive com crianças bem pequenas a quem é dada a oportunidade de interagir, sem explicação prévia, com uma interface com tela sensível ao toque. Dá para ver que eles, de forma natural, aceitam essa forma de interação e seguem adiante. Não é preciso explicar nada, salvo, talvez, quando eles começarem a se expressar pelo verbo, que “naquele tempo” não existiam iPods, celulares, internet e coisas do gênero.

Assim como há uma década atrás era difícil mostrar à criança por que um disco de vinil não era um “CDzão preto“, talvez daqui a alguns anos seja impossível explicar aos jovens da geração digital 2.0 o que é um CD.

A Geração Digital 2.0 está aí: como conviver com as diferenças?

A nova geração nascida após 1995 já dá o ar de sua graça no mercado de consumo e, logo, logo, estará disputando o mercado de trabalho. Vamos convencionar chamá-la, para efeito de raciocínio, de “Geração Digital 2.0“, por terem nascido após a disponibilização da internet em escala global. É que a diferença de percepção desses jovens em relação a todos os seres humanos anteriores, que, por contraposição, seriam os das “Gerações Analógicas” é tão grande que gerou dificuldades de ajustar produtos e serviços a essa turma e, ao mesmo tempo, fazer os “analógicos” -ainda hoje a maioria- migrarem para a nova realidade.

Como criar produtos e serviços que sejam igualmente aceitos, em um extremo, por quem já viveu a era dos telefones de disco, dos discos de vinil, da enciclopédia Barsa, dos televisores de antena interna com BomBril e sem controle remoto e, no outro, por quem, desde sempre, o celular é um acessório pessoal e obrigatório, a música vem e vai pela internet, o verbete está na Wikipedia, o clipe da TV está mais no YouTube do que em qualquer outro lugar?

Aqui, dois problemas: (a) a turma do marketing vem andando devagar demais tanto para fazer a turma antiga perceber essa nova realidade quanto criar linguagem própria para os seres digitais e (b) talvez porque embora o market share desses dois grupos esteja rapidamente se invertendo, pode ser que ainda exista muita grana e conforto no modo antigo de comunicar.

Poucos se deram conta que a intuitividade das novas interfaces como a tela sensível ao toque e as onipresentes webcams nos dispositivos indicam claramente a perda da relevância do teclado e do mouse, ícones da revolução digital, digamos… 1.0. Os bem mais jovens, nascidos a partir de 2005 vão achar essa forma tão popular de “teclar” algo no mínimo incômodo, talvez como se hoje fôssemos obrigados a usar uma velha Remington para escrever e postar textos.

Então fica realmente muito difícil produzir estímulos adequados a todo o tipo de indivíduo, até porque hoje existem muitos canais e mídias diferentes e diferenciados.

Mas a principal reflexão que quero deixar aqui hoje é dirigido a quem convive com crianças bem pequenas a quem é dada a oportunidade de interagir, sem explicação prévia, com uma interface com tela sensível ao toque. Dá para ver que eles, de forma natural, aceitam essa forma de interação e seguem adiante. Não é preciso explicar nada, salvo, talvez, quando eles começarem a se expressar pelo verbo, que “naquele tempo” não existiam iPods, celulares, internet e coisas do gênero.

Assim como há uma década atrás era difícil mostrar à criança por que um disco de vinil não era um “CDzão preto“, talvez daqui a alguns anos seja impossível explicar aos jovens da geração digital 2.0 o que é um CD.

>O GMail saiu do ar hoje. E o Cloud Computing, virou uma fria?

>Hoje, no meio da tarde, o GMail, do Google, ficou fora do ar por muitos loooongos minutos. Aí foi uma chiadeira global, gerando congestionamento em outros sites, notadamente no Twitter. E a pergunta mais comum foi: será que dá para confiar em um serviço pela internet, na tão badalada filosofia de Cloud Computing?

A resposta é sim, e, queiramos ou não, os aplicativos no conceito de nuvem vieram para ficar, e, independente de nossas preces, eles eventualmente vão ficar fora do ar, ou com capacidade limitada, capengas mesmo.

O melhor comparativo que me ocorre é com a energia elétrica entregue em nossos lares, escritórios ou fábricas, que só notamos que existe quando ela falha. E o uso de geradores de emergência ou mesmo a geração própria só são considerados em caso de usos muito críticos, como em hospitais, data centers, torres de controle aéreo, só para citar os mais óbvios, ou então em lugares onde a distribuição de energia é inexistente ou pouco confiável.

O que dá para levantar a lebre é para a efetiva entrega de dados essenciais de uma pessoa ou uma organização a um serviço que vive “nas nuvens” e ninguém sabe como acionar em caso de pane ou indisponibilidade. Aí aparecem os contratos de garantia de nível de serviço, os SLA (Service Level Agreement, em inglês).

Esse tipo de contrato, cada vez mais comum, vai assegurar um nível mínimo de qualidade e de disponibilidade, por um preço combinado. Mas o problema é que ninguém vai oferecer um serviço com 100% de qualidade e 100% de disponibilidade assegurados, pois isso é impossível. E, quanto mais próximo da perfeição, mais caro os serviços vão ficando.

Assim, um SLA com disponibilidade assegurada de 99,5%, por exemplo, vai ter um preço de R$ 100, por exemplo, mas se essa disponibilidade não for suficiente e o mínimo for de 99,8%, é provável que o custo seja multiplicado por um fator de 10 ou mais.

Lembrando que, para a maioria esmagadora dos usuários do GMail o preço pago é ter de conviver com os links patrocinado na coluna da direita, até que um probleminha aqui e outro ali de vez em quando não é nada de mais. Até porque, na maioria dos casos, a conta GMail não é a única do usuário, existem serviços alternativos como o Twitter, o Skype e até mesmo o bom e velho telefone, seja fixo ou celular.

Uma dica que vale a pena, se você tem receio da integridade dos dados de sua caixa de correio do GMail: crie um back-up local deles e use a modalidade off-line do GMail quando ele estiver fora do ar.

Então, a falha do GMail nesta terça até que está dentro dos limites do aceitável, e devemos esperar outras falhas lá na frente. Sem que, por conta desses problemas, devamos desistir do GMail ou esquecer qualquer oferta de serviços de TI usando o conceito de Cloud Computing.