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Chegou o iPad, o Tablet da Apple

Conforme o blogueiro antecipou em postagem de 11/01, a Apple apresenta por seu marketeiro-mor, Steve Jobs, o iPad, o tão esperado e aguardado tablet.

Compatível com o Mac, e já apelidado de iPhone Gigante, o iPad vai rodar os aplicativos do iPhone, do Mac e ainda oferecer notícias, livros…

Mais comentários adiante… Agora acompanho ao vivo o lançamento.  Veja a primeira foto:

Lançamentos de Janeiro apontam para o ocaso do teclado e do mouse

Todo início de ano acontecem dois eventos do mundo digital que anunciam o que chega de novo no mercado: O CES- Consumer Electronics Show, de Las Vegas, e o Apple World, logo em seguida, na California. Este ano, duas tendências surgem fortes: a tela sensível ao toque em computadores portáteis, chamados tablets, e os softwares de reconhecimento de voz.  Ambos fora do âmbito experimental e entrando de vez na produção em massa e diversificada, pela variedade de produtos.

Embora essas tecnologias já tenham alguma visibilidade há mais de uma década, elas não apresentavam maturidade e custos adequados para entrarem para valer no mercado.  Não mais. Começou a era da aposentadoria -ou pelo menos da perda de importância- do mouse e do teclado, ícones da revolução digital criada pelo computador pessoal.

Em agosto de 2007, postamos matéria no blog falando do Microsoft Surface, um promissor mas ainda caro produto com tela sensível ao toque, que estava servindo como cardápio digital em vários restaurantes americanos, de forma inovadora.  Mais ou menos ao mesmo tempo, as grandes redes internacionais de TV, puxadas pela CNN, mostravam telões sensíveis ao toque onde o apresentador navegava entre várias janelas de modo a tornar mais dinâmicos os telejornais, por exemplo, especialmente aqueles que exigiam cobertura ao vivo.

Essa tecnologia chegou primeiro aos players de música e aos telefones celulares, puxados pelos iPod e iPhone, com tímida passagem pelas telas intermediárias.

Pois bem, tudo isso chegou agora para valer aos computadores portáteis. Pelo menos três tablets foram apresentados no CES, com o peso do presidente da Microsoft, Steve Ballmer, a preços não muito superiores aos notebooks já existentes no mercado.  Espera-se agora o anúncio de produto equivalente no MacWorld, em fevereiro.  Um MacBook tablet vem sendo furiosamente especulado há meses pelo mercado e, se não acontecer , pode tirar um pouco do pique da empresa de Steve Jobs.

Os softwares de reconhecimento de voz também, depois de 20 anos de idas e vindas, parecem que chegaram para valer (veja avaliação comparativa), lastreados principalmente na crescente maturidade de aplicativos em celulares e GPS automotivos.

Quem é familiarizado com computadores, deve lembrar que o veterano e confiável Windows Xp já era capaz de gerenciar telas touch screen, e que alguns modelos meio esquisitos de notebooks chegaram ao mercado com essa funcionalidade, mas não pegaram, por uma conjunção de fatores.

Se houver o lançamento do tablet da Apple agora, as apostas são que o mercado vai ser inundado por computadores portáteis sem teclado físico, ficando a entrada de dados com os dedos no teclado da tela do tablet, coisa hoje já prática e razoavelmente confortável. Do jeito que eles estão concebidos, a navegação entre janelas é muito mais natural, fazendo a incursão diária à internet mais agradável e divertida.  Sem falar na minimização da tendinite…

Então, como o lançamento de produtos digitais no mercado brasileiro não é tão defasada como há alguns anos, vale esperar mais umas semaninhas pelo que vem por aí em termos de computadores portáteis, para você não ficar com um dinossauro tecnológico nas mãos.

Smartphones: a Hora e a Vez do Android

Ano passado, a essa época, a maioria dos que buscavam um smartphone tinha um desejo explícito ou oculto: ter um iPhone 3G. As principais operadoras ofereciam planos interessantes e o 3G era a primeira oferta oficial de celulares com a marca Apple. Sucesso total de vendas.

Já se falava muito do Android, o sistema operacional do Google para celulares que, segundo a empresa e a maioria dos analistas, poderia fazer a Apple, a Nokia e a RIM (Blackberry) tomarem verdadeiros suadouros, tantas inovações traria.

Isso de fato começa a ocorrer agora, no final de 2009, com a disponibilização da versão 2.0 do Android (nunca confie em um software versão 1.0, diziam antigamente) e o lançamento do badalado Motorola Droid, disponível apenas nas prateleiras norteamericanas, e assim msmo daqui a umas 2 semanas.

Mas o produto vem recebendo avaliações ultra favoráveis, especialmente pela integração perfeita com os serviços do Google, como os mapas e os serviços de localização GPS.

O tecladinho QWERTY físico é bem prático, mas requer olho de lince para enxergar e dedos finos ou apontados para não teclar errado.

A HTC, que se firma como uma importante player do mercado de telefonia móvel e vai de Android em vários produtos, e tem a versão 2.0 no forno.

Parece que a tendência do Android é pegar mesmo, até por conta do envolvimento de uma imensa comunidade de desenvolvedores parceiros do Google, o que assegura um leque enorme de aplicativos. Alguns deles -incusive do próprio Google- podem estar disponíveis em outras plataformas, incluindo aí as da Apple, da RIM, e, por que não, da Nokia e Microsoft.

Mas dá para dizer que os atores do ambiente de smartphones vai estar no mundo do software. Dificilmente haverá espaço, nos próximos anos, para algo diferente do Symbian, do OSX, do Android, do Linux e do RIM. E eu acho que a batalha final pode ficar entre o OSX e o Android, por conta dos aplicativos disponíveis.

Ano passado, fui de iPhone. Este ano, se fosse trocar, provavelmente esperaria as ofertas baseadas no Android.

O Droid, da Motorola, e seu sucedâneo GSM podem até ter o condão de ressucitar a divisão de celulares da empresa, que já foi lider de mercado com seus produtos inovadores e hoje amarga um ostracismo que pode estar com os dias contados.

Enfim, no mundo cada vez mais conectado e com toda a mobilidade, os smartphones ganham importância e sua opção deve estar focada, neste Natal, nos aplicativos disponíveis das diversas ofertas do mercado, ou seja, no software. E fique Vivo, Claro! Antes de fazer Tim Tim, dê um “Oi” para o vendedor, leia bastante, converse com os amigos, pois essa sua decisão de comprar um novo smartphone provavelmente vai ser mais do que uma mudança de telefone ou de operadora. Vai ser a mudança de plataforma de conectividade e mobilidade na internet. Isso requer um planejamento para o longo prazo.

Pense nisso!

Kindle: A Hora e a Vez do Livro Eletrônico

A Amazon anuncia a venda de sua nova engenhoca, o Kindle, no Brasil e em mais 100 países. O mercado já recebeu com ceticismo várias ofertas de livro eletrônico, mas nenhuma pegou. Será que uma engenhoca portátil, com tela pequena, de 6,5″, monocromática, vai cair no gosto dos apreciadores de livros no Brasil?

Eu acho que sim. A hora e a vez do livro eletrônico chegou para ficar, com certeza não com essa versão do Kindle, mas esse é talvez o equivalente ao que foi o Apple II para os computadores pessoais, o viabilizador de um conceito.

O preço é salgado, cerca de R$ 1.100, e nem é o modelo mais sofisticado disponível para os consumidores americanos da Amazon, que tem tela de 10″, mais parecida com a página de um livro comum, mas vem com uma boa ergonomia, peso adequado, capacidade de armazenamento de até 1.500 livros, com o download de cada unidade em menos de 1 minuto através de uma rede celular 3G e, especialmente, ótima legibilidade até em ambientes com pouca ou muita luz.

É verdade que a maioria dos títulos ainda está em inglês, mas eles são cerca de 30% mais baratos do que os preços de livraria. E, pelo nível de agito entre as editoras nacionais, espero que a partir da Feira do Livro de Frankfurt, que está começando, város acordos de comercialização sejam fechados com a Amazon, disponibilizando a curto prazo centenas de títulos consagrados em português.

Além da praticidade e da legibilidade do Kindle, se você é um rato de livraria, como eu, o investimento deve se pagar em pouco tempo, menor até do que o necessário para esperar a hora de trocar seu Kiindle por um modelo colorido, previsto para 2011, ou outro qualquer lançaddo pelos grandes fabricantes de hardware.

Com fenômenos globais como o Google Books, em português, inglês e dezenas de outras linguas, você já tem acesso a milhões de títulos na web, mas sem o conforto da leitura em uma tela de alta definição.

No campo local, a existência de sites como o Estante Virtual, um charmoso sebo eletrônico que pegou entre nós, e a venda crescente de livros de papel pela internet e nas excelentes livrarias que surgiram no Brasil nos últimos anos, pode parecer um contrasenso apostar em mais um dispositivo digital se nunca foi tão fácil ter bons livros de papel a preços quase razoáveis.

Mas eu entendo que o eBook, personificado entre nós com o lançamento do Kindle, não está aqui para concorrer diretamente com o mercado tradicional de livros, e sim para complementá-lo, como mais uma opção de leitura, para quem quer ter acesso imediato a um título, precisa de mobilidade, não tem mais onde guardar seus livros já lidos ou, simplesmente pelo charme da novidade.

Afinal, os apelos ecológicos de conservação da natureza podem conscientizar milhões de leitores a trocar o livro de papel pelo eBook. E a venda desses dispositivos, com bom conteudo associado, definitivamente vai decolar.

Bateria do iPhone: Meia Boca

Antes de mais nada, declaro ser um fã de carteirinha da Apple e do Steve Jobs. Já fui até rotulado de “Comentarista Sectário”, por só falar bem dos produtos e da tecnologia da Apple.

Pode ser, mas é fato que a Apple torna seus produtos e serviços únicos no mundo, por ter um apelo de beleza, praticidade, funcionalidade e, sobretudo, charme, muito charme.

Na safra recente dos Mac, iPod e iPhones, é uma boa surpresa atrás da outra – ou quase – mas o iPhone 3G, o mais vendido de todos os smartphones nos ultimos 12 meses, tem um ponto fraco: a duração da bateria.

Em uso normal, ela precisa ser recarregada diariamente, lembrando os nada saudosos tempos do celular analógico. Não por acaso, os acessórios que mais fazem sucesso, depois das capas de silicone são os carregadores de bateria para carro e as “piggyback batteries” uma delas no formato de uma capa, um pouco mais grossa e pesada, mas que dá mais algumas dezenas de minutos de autonomia.

Já ouvi o argumento que, afinal, o iPhone não é apenas um celular ou mesmo um smartphone. Na verdade, é uma nova e completa plataforma digital, um verdadeiro canivete suiço da era da internet. Tudo isso é verdade, mas nos concorrentes que emulam o iPhone, a bateria é mais durável.

Já li que o sistema operacional 3.0 do iPhone deveria ser mais econômico no consumo de energia (versão da Apple), mas os usuários, de modo geral, seguem se queixando, do mesmo jeito.

No meu caso, vou trocar a bateria do meu antes mesmo de um ano de uso. E o “saco” é ter de levar na autorizada para fazer essa operação simples em qualquer outro aparelho, pois, no caso do iPhone, leigos não podem abrí-lo nem mesmo para instalar uma simples bateria.

Provavelmente terei uma surpresa quanto ao preço… Mas será menos ruim do que a que ouvi de um vendedor em uma loja da Apple, que me recomendou usar o iPhone mais como telefone e a desabilitar as funções 3G e WiFi, que a bateria duraria mais.

Pode ser, mas assim eu não preciso do iPhone. E a Apple não pode se dar ao luxo de ter vendedores que pedem para você não usar o aparelho para aquelas funções que fazem do iPhone um produto diferenciado nesse tão competitivo mercado.

Da Inutilidade das "Exclusividades" no Mundo Digital

Deu no G1: Hacker de 19 anos desbloqueia o novo iPhone 3G S da Apple
Jovem anuncia quebra duas semanas após lançamento do smartphone.
George Hotz já havia sido primeiro a quebrar código do iPhone em 2007

Ou seja, com toda a tecnologia do mundo, a Apple não conseguiu deixar fechado o novíssimo iPhone 3GS, apenas duas semanas depois de seu lançamento nos Estados Unidos. Repete-se a cena do iPhone original e do 3G. Só que esse do 3GS levou menos tempo. E o menino agora tem 19 anos, em vez dos 17 anos dos tempos do iPhone original.

O aparato para burlar essas restrições visando –no caso– privilegiar acordos comerciais com uma ou várias operadoras é modesto: um computador com acesso à internet, uma bancadinha com alguns aparelhos eletrônicos para ler e gravar chips e um pouco de disposição.

Vale, no caso, mais os 15 minutos de fama do jovem Hotz e sua satisfação de ter quebrado a segurança da poderosa Apple do que eventuais retornos financeiros. Afinal, o iPhone desbloqueado não vai ter vantagens nem subsídios com outras operadoras. logo não é um ‘deal‘ interessante para o usuário. Este vai se motivar para mostrar que pode também independer de amarras.

Mas o modelo proprietário da Apple segue vitorioso. Por exemplo, aqui nas nossas bandas, é proibido comprar músicas e vídeos no iTunes, salvo se você tiver uma conta e um endereço postal nos países que são escolhidos pela empresa como ‘sérios‘.

Mas o moço já deve ter seu futuro assegurado, se quiser. Provavelmente ele está sendo assediado pela própria Apple ou por concorrentes para trabalhar em troca de um polpudo salário e, quem sabe, até o caro custeio de uma universidade de primeira linha.

É assim que a tecnologia digital também avança. Através de hackers como George Hotz.

Tem mensagem para Steve Jobs: "Te cuida, iPhone!"

Deu no Computerword da internet:

iPhone Killer? Nokia lança telefone com tela sensível ao toque
Primeiro toutch screen da Nokia virá com um ano de downloads grátis da loja online Nokia Music Store que chega ao Brasil em 2009.

Vale a pena ler a matéria. O novo produto da Nokia chega às lojas em lançamento simultâneo no mundo todo, para bater de frente com a Apple e com o iPhone.

As características são parecidas, mas as especificações do 5800 XpressMusic parecem mais completas, e promete acesso ao Nokia Music Store, por enquanto um tímido concorrente da Apple Store e do iTunes.

Mas a Nokia não poderia ficar passiva ao ataque avassalador da Apple no seu território de celulares, onde ela reina há vários anos. E ela começa atacando exatamente os pontos fortes do iPhone e pretende ir além, ofertando músicas grátis por um ano e aprimorando alguns pontos fracos do iPhone, como câmera e flash.

Minha primeira reação foi: “Viva a concorrência!” A Apple, afinal, está muito orgulhosa de seu sucesso com o iPhone, indiscutivelmente uma nova referência em dispositivos móveis.

Aparentemente, Steve Jobs de novo deixa passar a oportunidade de consolidar um padrão de mercado, ao manter todo o projeto fechado, sob mais de 200 patentes, limitando parcerias e esnobando mercados importantes como o nosso, fazendo com que aqui o iPhone chegue manco, pois não temos todas as ofertas que os americanos, por exemplo, já desfrutam, como o acesso ao download de músicas e de vídeos.

Essa história de sucesso do iPhone, pela primeira vez me faz relembrar o sucesso do Macintosh, lá atrás, na década de 80, quando o tal do Bill Gates e a tal da Microsoft eram figuras secundárias no mundo da tecnologia. Aí veio o Windows e a história saiu diferente do script da Apple, para o bem e para o mal…

Vamos ver agora, com a Nokia se mexendo nesse mercado, que pode ser algo parecido com o elefante na loja de cristais…

Eu particularmente, torço pela concorrência acirrada. E que vença o melhor! No mínimo, vamos poder ter a opção da escolha.

Será que a luta pela supremacia da preferência dos consumidores de smartphones vai ser disputada entre a Nokia, a Apple e a RIM, com seu onipresente Blackberry no mundo corporativo?

Alguém para apostas??

Vem aí o iPhone 3G: vai balançar o mercado de celulares

Agora é oficial: A Apple anuncia em seu site o lançamento de seu iPhone 3G no próximo dia 11 de julho. A apresentação foi feita por Steve Jobs no forum de desenvolvedores da Apple, no Moscone Center de San Francisco, no último dia 11 de junho.

Embora mundial, ele não terá efeitos imediatos no Brasil, onde os iPhones chegam por importação direta e sem garantia de fábrica. Então, o que muda?

O fato é que a Apple entrou há 16 meses no mercado de celulares com um modelo apenas –o iPhone– e com uma operadora, a AT&T, nos Estados Unidos. Recentemente começou a vendê-los em alguns países da Europa e da Ásia. Nesses países, a 3a geração de celulares já é realidade, com conexões de altíssima velocidade e preços de uso muito baixo.

E o iPhone atual é de tecnologia da geração 2.5 (GSM), que roda com limitações de velocidade na comunicação de dados, pela rede EDGE, coisa como uma rede discada em termos de velocidade. O iPhone é hoje voltado ao mercado do consumidor final, sem foco no usuário corporativo, por não ter velocidade de comunicação de dados nem os aplicativos mais importantes que as empresas utilizam, como conectividade com correio eletrônico corporativo e aplicações como o Office, da Microsoft, dentre outras.

Mesmo assim, o iPhone virou uma febre, um verdadeiro “cult”, e mesmo executivos de todos os naipes andam por lá (e por aqui) com seu iPhone como segundo ou terceiro aparelho, quando não como o principal.

Com todas essas limitações, a Apple chegou a 22% do mercado de smartphones, esses celulares com multifunções, chegando perto dos líderes BlackBerry (RIM) e Nokia. Isso com um modelo apenas, em 16 meses, com mercado limitado por decisão própria do fabricante.

Agora a bomba: o iPhone 3G vai chegar mais leve, mais fino, com o dobro da capacidade, pronto para as redes 3G de alta velocidade e vai custar a metade do preço do iPhone atual. Ou seja, a configuração inicial custará US$ 199 nos Estados Unidos, junto com o plano da operadora. E virá com GPS, aplicativos de mapas, acesso WiFi à internet e muito mais.

Isso vai dar uma destroncada na estratégia dos demais fabricantes de celulares e das operadoras, que terão que rever seus planos urgentemente. O mercado de celulares não será o mesmo após 11/07/2008, tomem nota!

E o Brasil? Bem, aqui a Claro e a Vivo já anunciaram que trarão o iPhone. Isso vai obrigar as demais operadoras a repensar suas estratégias. Os fabricantes idem, já que eles têm incentivos fiscais generosos para produzir seus aparelhos no Brasil e a Apple não tem planos para fazê-los aqui, assim como não fabrica seus computadores Macintosh e o famoso iPod.

Embora muitos fabricantes tenham anunciado produtos com características que podem concorrer com o iPhone, parece que, desta vez, a Apple entrou com a clara intenção de liderar o mercado de comunicação móvel. Qualquer que seja o desfecho desta briga, quem vai ganhar é o usuário, você, eu, mesmo com aparelhos e planos de concorrentes. E, talvez, a Apple…