Windows segundo Darwin
Infographic: The Darwinian Evolution of Windows by Tech King
A Tecnologia a serviço do Consumidor
ESTE BLOG AVISA: Essa postagem representa um caso de ataque digital sofrido pelo autor. É real e pode acontecer com cada um de vocês. Mas mostra como a tecnologia adequada e seu uso correto pode proteger o patrimônio do cidadão, aqui vestido de Consumidor. Ao relato:
O blogueiro aqui dirige pelo trânsito complicado de Curitiba, no meio da tarde, quando toca o celular. Atento às leis de trânsito, peço um segundo ao interlocutor e acho um cantinho para estacionar. Aí veio o pepino.
A pessoa que me chamava, muito gentil, disse ser da TAM, da área de prevenção de fraudes e me perguntou se eu havia comprado uma passagem aérea internacional na madrugada anterior, no valor de quase R$ 6.000, com cartão de crédito. Depois de checar a validade do interlocutor, disse-lhe que não e ele me explicou que essa compra fugia do meu padrão normal e que era procedimento de sua área investigar.
Aí ele me explica que iria bloquear o bilhete, ainda não usado, e acionar as polícias competentes, inclusive Interpol, e que eu não me preocupasse, mas que deveria acionar a operadora do cartão.
Ato contínuo, ligo para a operadora e meu cartão Mastercard é bloqueado e cancelado, com outro processo de investigação de fraude iniciado.
O interessante nesse episódio é que a compra inusitada não levantou suspeitas na operadora do cartão, mas sim na ponta da venda do serviço. De todo modo, os sofisticados algoritmos de prevenção de fraude funcionaram bem, sem me causar prejuízos.
Agora aguardo o desfecho das investigações, esperando que o fraudador seja devidamente punido.
Mas o preocupante é ver que, mesmo com a evolução da tecnologia, os bandidos sempre saltam um degrau mais acima. Meu agora ex-cartão tinha chip, o que dificulta o uso por terceiros, mas em compras pela internet não é necessária senha do cartão, mas normalmente os portais de compra pedem dados pessoais, como CPF e nome completo do portador.
Sei lá… Mas, como passei ileso nessa, só tenho a agradecer à prontidão e à eficiência da estrutura de gestão de fraude de uma companhia aérea, mesmo quando a operadora de cartão não acusa nada de anormal.
Menos mal. Fica a sensação de proteção de uma estrutura eficaz e do uso inteligente da tecnologia a serviço do consumidor.
Tecnologia Digital e o Significado das Palavras
Para refletir sobre a evolução da tecnologia digital, vamos trabalhar com oito palavras que há poucos anos tinham significado principal radicalmente diferente do que temos em 2010.
Acompanhe comigo:
Arquivo: antigamente, ou uma pasta cheia de papel ou muitas pastas dentro de um armário de madeira ou metal. Muito infectado por cupins. Mais recentemente, informações estruturadas armazenadas em cartões perfurados, fitas magnéticas, disquetes de vários tamanhos e mesmo em CDs, DVDs e discos magnéticos, infectados por vírus eletrônicos. Hoje a maioria dos arquivos está guardada na nuvem (vide verbete), como suas mensagens do GMail, do Yahoo ou do MSN.
Enciclopédia: Em 1768 foi lançada a Enciclopædia Britannica, com inusitados três volumes. Duzentos anos depois, a Britannica tinha 25 volumes, isso no rebelde ano de 1968. Hoje, enciclopédia é a Wikipedia, que, na sua versão em inglês tem incríveis 3.319.499 artigos publicados (e crescendo a cada minuto), sem contar suas outras 31 edições em diferentes línguas, inclusive o Esperanto.
Correio: No meu tempo de jovem, Correio era algo para você inventar uma desculpa de não haver recebido uma carta, a “Culpa do Correio” era subjetivamente aceita como verdade ou faz-de-conta. Nos anos 80, começou o “Correio Eletrônico”, que já criou mais de 100 bilhões de contas, ou seja, quase 20 contas ativas para cada ser humano, alfabetizado ou não, conectado ou não. Mesmo o Correio Eletrônico sai da moda, dando lugar às mensagens instantâneas e ao bate-papo digital, ou “Chat”.
Computador: Em 1943, o presidente da IBM, ao anunciar o primeiro computador produzido pela empresa, declarou que o mundo não teria mercado para mais de cinco computadores. Hoje, contando computador de mesa, laptop, smartphone e outras bugigangas, mais de 200 milhões de domicílios contam com cinco ou mais desses dispositivos digitais. E um carro de 2010, razoavelmente moderno e equipado tem mais poder computacional que as naves do projeto Apollo, que levaram o homem à Lua, 41 anos atrás.
Telefone: Quando D. Pedro II viu pela primeira vez um telefone funcionando na Feira de Nova Iorque de 1876, disse “Meu Deus, isso fala!”, e trouxe a novidade para o Brasil. Pois o tal do telefone levou mais de 100 anos aqui para aprender a falar, passando antes pela fase de bem de capital cotado em dólar, que os mais afortunados alugavam aos mais necessitados a 3% ao mês e declaravam ao imposto de renda. Hoje temos mais celulares ativos do que brasileiros, e, passada a fase da voz, o tráfego de dados já supera o falatório.
Mala Direta: Quando o Correio deixou de servir de desculpa às pessoas, os marketeiros sacaram a idéia de mandar propaganda impressa direto aos domicílios. Hoje essa prática ainda é forte, mas, no mundo digital, virou o tal de “spam”, ou mensagem espalhada aos trilhões nas caixas de e-mail do planeta. Em breve, os marketeiros descobrirão o valor da imagem de uma empresa que não incomoda seu cliente, mas que, quando ele precisa, vai dar as informações que ele quer. Será a “onda verde” na qualidade da informação.
Rede: Nos bons tempos, um artefato de tecido ou corda, usado para ser pendurado entre dois pontos e servindo para o balanço reconfortante de seus usuários. Depois da internet, tudo é “rede”. Mas, dessa rede global, não há escapatória: Ou você está lá, ou provavelmente já morreu, sempre por fora do que está se passando no mundo.
Nuvem: No céu curitibano, é coisa que dificilmente deixa de aparecer, e aqui é quase sempre molhada. No mundo digital, significa um lugar indefinido, para você, onde estão armazenados seus dados e seus aplicativos, como, por exemplo, seus e-mails, fotos do Picasa, vídeos do YouTube. Estão na nuvem, mas quando você precisa, eles aparecem. Uma tendência para todos os aplicativos que hoje travam e dão problemas em sua casa ou escritório.
Numa próxima revisãode conceitos, dentro de alguns anos, essas definições de hoje poderão parecer defasadas, antiquadas. Não se assuste! Busque apenas se manter minimamente antenado, pois o impacto no seu dia-a-dia pessoal e profissional seguirá mudando rapidamente.
Ou seja, quando o assunto é tecnologia digital, a única coisa que não muda rapidamente é a própria mudança…
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Vale a pena navegar aqui para ajudar a entender o fenômmeno da internet
Brasileiro, um Povo Pagão
Descobri que o brasileiro é profundamente pagão. E muito, muito pagão. Está na hora de buscar mudar de postura, ou seremos eternamente céticos, ou melhor, crentes que devemos seguir… pagando mais do que devemos!
Explico: não vou entrar em digressões sobre religiosidade do brasileiro, nem sobre as crenças de cada um. Isso é coisa de foro íntimo, e cada um sabe qual sua melhor escolha.
Usei o termo “pagão” para caracterizar que o brasileiro paga, em média, muito mais do que os nossos vizinhos e muito mais que os nossos distantes. Aqui comento tecnologia, então tratemos de produtos e serviços de tecnologia.
Comecemos pelos computadores: com benefícios fiscais da lei da informática e mais os brindes de ocasião para incentivar sua popularização, a tal da carga tributária não é tão grande assim para justificar que paguemos por produtos equivalentes entre 3 e 5 vezes mais do que nossos irmãos de outros países. Como promover inclusão digital dessa maneira? E o estranho é que a Apple vende seus produtos aqui a preços parecidos com os da concorrência, mesmo sem benefícios fiscais e pagando os impostos de importação…
Acesso a internet e ligações de celulares chegam a custar até 20 vezes mais do que em países mais ricos que o nosso, como Coréia do Sul e Estados Unidos. Sem falar que aqui banda larga é coisa que sai de 256kb, enquanto que lá fora um número de partida é 10Mb, ou 40 vezes mais. Ou seja, lá os ricos pagam menos para terem mais.
Televisores, videogames, câmeras fotográficas usam a estrutura de bondades fiscais de Manaus com sua famosa Zona Franca. Mesmo assim, pagamos 3 a 8 vezes mais por produtos equivalentes.
Pode ser que os defensores do modelo brasileiro respondam com muitas críticas, e até dizendo que “não é bem assim, os números estão errados”. De fato, não fiz pesquisa profunda, peguei valores médios, e, nessa bagunça toda posso ter cometido injustiças com um ou outro fabricante. Só que, se for medir com precisão, as diferenças no limite superior podem ser até maiores.
Não estou aqui a defender um modelo de abertura total de mercado, para que tenhamos preços parecidos com os do Paraguai, pois aí acabaremos tendo uma economia disfuncional como a dos irmãos vizinhos. Apenas coloco minha minha ira para reflexão geral.
Algo está errado, e estamos pagando uma conta que não é nossa. É preciso chegar a um acordo entre os fabricantes e fornecedores para que seja criada uma relação mais justa conosco, consumidores.
Não é chegada a hora de discutir esse modelo?
Para comprovar o que digo, faça a sua pesquisa partcular. Acesse o site de uma das grandes lojas brasileiras que vendem pela internet e a Amazon, por exemplo. Busque produtos equivalentes e compare. Você vai se sentir um otário.
Afinal, o que devo comprar neste Natal Digital? – III
Hoje vou dar dicas de “Compra Zero”, ou de presentes de Natal que são extremamente úteis e servem tanto para quem tem tudo como para quem está com o orçamento, digamos… “limitado”.
São dez opções de presentes a custo zero, ou, no máximo, que usam um pouco do tempo de quem dá e pode ser muito apreciado por quem recebe.
Meu público-alvo dessas dicas de hoje é a turma que já tem muitos aparelhos digitais mas não usa nem uma fração de suas funcionalidades. Pior: algumas delas estavam na lista de itens que justificariam a compra mas, no dia-a-dia, acabaram esquecidas ou abandonadas.
Na ponta de quem dá o presente, é requerida uma certa familiaridade com produtos digitais, mas não necessariamente passa por um domínio pleno, com formação acadêmica profunda ou anos de experiência no ramo.
As dicas são auto-explicativas. Você pode aprender sozinho ou se oferecer a ensinar a quem você destina um ou mais dos seguintes presentes digitais:
1- Skype, como utilizá-lo para melhorar a qualidade da comunicação pessoal e profissional;
2- OpenOffice, como complemento ou reposição do MS Office
3- GoogleDocs, a esperta versão “na nuvem” que compete com o MS Office e com o OpenOffice;
4- Ganhar dinheiro com o AdSense em seu site ou blog
5- Usar bem os programas delocalização disponíveis em smartphones, como o Google Maps
6- Conectar seu desktop, laptop ou smartphone na TV grande e usar para videoconferências com amigos pelo mundo, tudo de graça e que nem a turma dos telejornais faz.
7- Baixar livros gratuitos em seu smartphone ou computador, sem apelar para pirataria
8- Usar programas organizadores de fotos e vídeos que devem estar espalhados aos milhares por aí.
9- Consolidar suas fotos e vídeos favoritos em uma produção personalizada com jeitão profissional, usando um Moviemaker ou um iVideo, para depois publicá-los no YouTube
10- Selecionar as redes sociais que melhor se adequam ao perfil da pessoa, aprender suas melhores funcionalidades e ter um desfrute diferenciado delas.
Essa lista não é completa nem abrangente. É uma lista de “10 mais” apenas para começar. O fato é que a maioria dos cidadãos digitais do século 21 ainda gasta muito e usa mal seus dispositivos digitais, eu incluido…
Então, vamos fazer um esforço neste Natal e nos presentear e aos nossos parentes e amigos com um melhor uso desses fantásticos recursos que estão à nossa disposição?
Outubro 22
Aqui estou, no dia do lançamento do Windows 7 só com curiosidade profissional e pessoal, mas sem depender, desde o MSDos, de um sistema operacional da Microsoft…
Mas torço que dê certo e que o 7 martele o Vista rapidinho!
referente a: CW Connect – A primeira rede social para profissionais de TI e Telecom (ver no Google Sidewiki)
Usability
Sidewiki may be an interesting help. I have to get used to it to state my opinion.
I just hope my browser does not get too crowded.
referente a: Google Sidewiki (ver no Google Sidewiki)
LinkdIn: 50 milhões de usuários, focada e crescendo
Mais uma rede social atinge um número expressivo de usuários. Agora é o LinkedIn que atingiu hoje 50 milhões de usuários.
A maior rede social de relacionamento profissional atinge um número expressivo de usuários, sete anos depois de fundada. Embora não tenha crescido tanto quanto o Facebook, por exemplo (300 milhões em 5 anos), o LinkedIn representa como poucas a tendência de especialização.
No caso, o relacionamento entre profissionais no mercado de trabalho.
Já é prática comum dos departamentos de RH das empresas e dos head hunters garimparem informações sobre profissionais no LinkedIn, especialmente para carreiras e postos de trabalho que requeiram perfís mais sofisticados.
Um marco a registrar, 50 milhões!
Perigos do Comércio Eletrônico… ou não!
Quem mora em cidade grande ou pequena, no centro ou no bairro, quem mora no campo sabe: a insegurança aumenta a cada dia, a questão deixou de ser se você vai ser assaltado, mas quando vai.
É só ler jornal, ouvir rádio, ver telejornais ou mesmo participar de uma roda de amigos que os temas violência, assalto, roubo, assassinato são predominantes.
Aí você sai à rua assim mesmo, com todo cuidado, e é assediado por camelôs, que vendem desde balas penduradas no retrovisor de seu carro nos sinaleiros a CDs e DVDs piratas,isso sem falar no pedágio a flanelinhas, alternativas aos estacionamentos pagos, onde você desembolsa um valor por metro quadrado muito maior do que um aluguel na Vieira Souto no Rio.
Mas você consegue chegar ao templo do consumo seguro, o shopping center, e lá olha as vitrines, se encanta com alguma coisa, saca seu cartão de crédito e… pronto, sai de lá feliz da vida, não sem antes ter de pagar o estacionamento e depois encarar o congestionamento do trânsito, isso se seu carro não tiver sido riscado por algum pivete quando estacionado, ou seu retrovisor não ficar pendurado pelo fio depois de uma cotovelada de um motoqueiro esgueirado entre duas filas de carros.
E o comércio eletrônico?
Muita gente ainda evita comprar pela internet, mesmo em sites renomados e através de conexões seguras…
Mas, assim como você tem de tomar cuidados no seu cotidiano fora de casa, ao “sair” para uma comprinha na internet, se você está seguindo um script de cautela, com seu computador devidamente protegido contra virus, spam, spywares e outras arapucas, será que hoje a compra pela internet, comparada com a compra física, já não é mais segura?
Eu ainda não vi um estudo comparativo sério, mas minha percepção diz que comprar pela internet já é bem mais seguro do que a compra no comércio físico.
E você, ainda tem medo do comércio eletrônico?
