>O Galvan Bird, ou “Cala a Boca, Galvão”
>O mote “Cala a Boca Galvão” ganhou notoriedade mundial ao ficar por vários dias no topo da lista dos Trending Topics do Twitter. A sacada brincalhona da salvação dos “Galvan Birds“, supostamente em extinção, ou do novo clip de Lady Gaga propagaram de forma viral na internet a mensagem dos que acham que Galvão Bueno fala demais, o já global “Cala a Boca, Galvão!”.
Twitter e as Eleições: Regras para não cair no vazio
Em postagem anterior, coloquei minhas dúvidas sobre se e como o Twitter seria eficaz na campanha de 2010, visto que, por enquanto, os potenciais candidatos apenas estão em fase de aquecimento. Então, vamos lá!
Se você é candidato, ou pretende ajudar algum candidato ou algum partido, dá para seguir os dez conselhos abaixo. Mas, sobretudo, nunca improvise.
- Coloque o Currículo do candidato em 140 caracteres, descontados os do link para o site onde estará mais detalhado. Mas essas cento e pouca letras precisam ser boladas com maestria, para não cair no lugar comum. Essa tuitada deve ser repetida até pegar, mas cuidado para não ser chato e cansativo
- Coloque um link especial para as realizações, especialmente se o candidato já ocupou cargo similar. Aqui a chamada também é importante
- Justifique suas alianças em tuitadas regulares, esperando receber apoios e críticas. Entenda que, se nada ocorrer, sua mensagem está vazia, mesmo com milhares de seguidores
- Coloque os tópicos de seus compromissos de campanha. Registre-os, se você acha relevante, mas o que for postado na internet fica registrado pelo Google, no mínimo, de forma precisa. Verifique a coerIencia com o que está no programa de seu partido ou coalizão
- Busque seguidores específicos que possam propagar cada tópico relevante de sua campanha e também gerar novos seguidores
- Crie perfís em redes sociais como Orkut e Facebook, ligados a seu perfil do Twitter para amplificar debate e colaborações. Mantenha-os sempre vivos e atualizados
- Procure achar uma forma de catalizar doações de campanha pela internet, dentro da lei. Mesmo que elas não sejam expressivas, isso ajuda a ter mais transparência e estimula a criação de uma cultura sadia de participação do eleitor nas doações de campanha
- O portal de sua campanha deve ser o repositório de todas as informações necessárias, e deve estar muito bem conectado com o Twitter. As tuitadas podem e devem ser, na maioria, geradas automaticamente pela atualização de conteúdo do portal.
- Não deixe de usar o Twitter, mas, mesmo que seja muito bem usado, não espere que ele seja a tábua de salvação. Provavelmente quem não usar estará no prejuizo, ou seja, usar é quase que uma obrigação. Assim, use-o bem, com apoio profissional
- Comece a trabalhar em sua estratégia do Twitter desde já, mesmo antes das convenções. Tem muito espaço para fazer coisas boas. O que está por aí é fraco…
Twitter e as Eleições: Regras para não cair no vazio
Em postagem anterior, coloquei minhas dúvidas sobre se e como o Twitter seria eficaz na campanha de 2010, visto que, por enquanto, os potenciais candidatos apenas estão em fase de aquecimento. Então, vamos lá!
Se você é candidato, ou pretende ajudar algum candidato ou algum partido, dá para seguir os dez conselhos abaixo. Mas, sobretudo, nunca improvise.
- Coloque o Currículo do candidato em 140 caracteres, descontados os do link para o site onde estará mais detalhado. Mas essas cento e pouca letras precisam ser boladas com maestria, para não cair no lugar comum. Essa tuitada deve ser repetida até pegar, mas cuidado para não ser chato e cansativo
- Coloque um link especial para as realizações, especialmente se o candidato já ocupou cargo similar. Aqui a chamada também é importante
- Justifique suas alianças em tuitadas regulares, esperando receber apoios e críticas. Entenda que, se nada ocorrer, sua mensagem está vazia, mesmo com milhares de seguidores
- Coloque os tópicos de seus compromissos de campanha. Registre-os, se você acha relevante, mas o que for postado na internet fica registrado pelo Google, no mínimo, de forma precisa. Verifique a coerIencia com o que está no programa de seu partido ou coalizão
- Busque seguidores específicos que possam propagar cada tópico relevante de sua campanha e também gerar novos seguidores
- Crie perfís em redes sociais como Orkut e Facebook, ligados a seu perfil do Twitter para amplificar debate e colaborações. Mantenha-os sempre vivos e atualizados
- Procure achar uma forma de catalizar doações de campanha pela internet, dentro da lei. Mesmo que elas não sejam expressivas, isso ajuda a ter mais transparência e estimula a criação de uma cultura sadia de participação do eleitor nas doações de campanha
- O portal de sua campanha deve ser o repositório de todas as informações necessárias, e deve estar muito bem conectado com o Twitter. As tuitadas podem e devem ser, na maioria, geradas automaticamente pela atualização de conteúdo do portal.
- Não deixe de usar o Twitter, mas, mesmo que seja muito bem usado, não espere que ele seja a tábua de salvação. Provavelmente quem não usar estará no prejuizo, ou seja, usar é quase que uma obrigação. Assim, use-o bem, com apoio profissional
- Comece a trabalhar em sua estratégia do Twitter desde já, mesmo antes das convenções. Tem muito espaço para fazer coisas boas. O que está por aí é fraco…
>Twitter e as Eleições: Regras para não cair no vazio
>Em postagem anterior, coloquei minhas dúvidas sobre se e como o Twitter seria eficaz na campanha de 2010, visto que, por enquanto, os potenciais candidatos apenas estão em fase de aquecimento. Então, vamos lá!
Se você é candidato, ou pretende ajudar algum candidato ou algum partido, dá para seguir os dez conselhos abaixo. Mas, sobretudo, nunca improvise.
- Coloque o Currículo do candidato em 140 caracteres, descontados os do link para o site onde estará mais detalhado. Mas essas cento e pouca letras precisam ser boladas com maestria, para não cair no lugar comum. Essa tuitada deve ser repetida até pegar, mas cuidado para não ser chato e cansativo
- Coloque um link especial para as realizações, especialmente se o candidato já ocupou cargo similar. Aqui a chamada também é importante
- Justifique suas alianças em tuitadas regulares, esperando receber apoios e críticas. Entenda que, se nada ocorrer, sua mensagem está vazia, mesmo com milhares de seguidores
- Coloque os tópicos de seus compromissos de campanha. Registre-os, se você acha relevante, mas o que for postado na internet fica registrado pelo Google, no mínimo, de forma precisa. Verifique a coerIencia com o que está no programa de seu partido ou coalizão
- Busque seguidores específicos que possam propagar cada tópico relevante de sua campanha e também gerar novos seguidores
- Crie perfís em redes sociais como Orkut e Facebook, ligados a seu perfil do Twitter para amplificar debate e colaborações. Mantenha-os sempre vivos e atualizados
- Procure achar uma forma de catalizar doações de campanha pela internet, dentro da lei. Mesmo que elas não sejam expressivas, isso ajuda a ter mais transparência e estimula a criação de uma cultura sadia de participação do eleitor nas doações de campanha
- O portal de sua campanha deve ser o repositório de todas as informações necessárias, e deve estar muito bem conectado com o Twitter. As tuitadas podem e devem ser, na maioria, geradas automaticamente pela atualização de conteúdo do portal.
- Não deixe de usar o Twitter, mas, mesmo que seja muito bem usado, não espere que ele seja a tábua de salvação. Provavelmente quem não usar estará no prejuizo, ou seja, usar é quase que uma obrigação. Assim, use-o bem, com apoio profissional
- Comece a trabalhar em sua estratégia do Twitter desde já, mesmo antes das convenções. Tem muito espaço para fazer coisas boas. O que está por aí é fraco…
Twitter: Fatos, Mitos e Comentários
Com cerca de 70 milhões de usuários, o microblog Twitter virou a mais recente febre entre os internautas. Os brasileiros, tradicionais marcadores de território na internet e nas redes sociais, respondem por quase 20% desse total, enquanto representam menos de 2% de todos os usuários globais da rede.
Então, o Twitter chegou para acabar com os blogs, os portais, as ferramentas de mensagens instantâneas e com os veículos tradicionais de comunicação? E como estamos usando o Twitter aqui em nossas plagas? O Twitter fará a diferença como ferramenta de comunicação nas eleições de outubro no Brasil?
Fatos:
- O brasileiro fica mais tempo na internet, e adora as redes sociais. Empresas, organizações sociais e indivíduos que descobriram isso estão se dando bem;
- O Twitter é apenas mais uma ferramenta de comunicação on-line, não o aplicativo matador que alguns imaginam um dia venha a existir para substituir todos os demais;
- O Twitter é pouco entendido pelos políticos locais, que acham que com modos convencionais (ao menos os das convenções da terrinha) podem replicar o fenômeno de comunicação e de campanha de Barack Obama em 2008;
- O Twitter mostra ser poderoso se usado com foco e parcimônia, para atingir objetivos eficazes;
- O Twitter sozinho, assim como a andorinha, não faz verão. Nem qualquer outra estação do ano
- Eis os números comparativos de seguidores (followers) de Obama e dos principais postulantes ao governo do Paraná mais o atual governador, provável candidato ao Senado (na hora da presente postagem):
- Barack Obama 3.311.928
- Beto Richa 7.932
- Alvaro Dias 7.675
- Roberto Requião 4.295
- Osmar Dias 1.866
Mitos:
- Quanto maior a quantidade de postagens no Twitter, maior a chance de sucesso
- Quanto maior o número de seguidores, mais popular é o perfil
- Obama é Obama, aqui a realidade é outra
Comentários:
Nos dias de hoje, é praticamente impossível imaginar uma estratégia bem sucedida de uma campanha, seja ela corporativa, institucional, política, eleitoral ou mesmo individual que não tenha o Twitter como uma variável ao menos considerada
Também fica óbvio que micro mensagens repetitivas, do tipo dizendo que vai formir ou almoçar, e as de agressão ou auto elogio tendem a restringir os seguidores aos que já percebem algum valor na figura do tuiteiro.
A grande vantagem do Twitter parece ser a capacidade de chegar, de forma direta e rápida, a uma audiência que vai receber as mensagens em tempo real, inclusive em seus celulares.
A mesma fecilidade de fazer chegar uma mensagem a milhares (ou milhões…) de seguidores faz com que o receptor, ao perceber conteúdo repetitivo, inverídico ou raivoso se afaste, bloqueando ou eliminando o tuiteiro inconveniente
O Twitter é uma ferramenta extremamente poderosa se usada em conjunto com as demais disponíveis, inclusive as tradicionais.
Por enquanto, estou muito cético com relação ao que verifico no perfil dos nossos políticos que vão correr o trecho em outubro, a cata de um cargo eletivo majoritário. Nada que não possa mudar, seja o que os ditos estejam propondo ou demonstrando em suas mensagens, seja minha opinião.
O case eleitoral de Barack Obama e o uso das redes sociais, especialmente o Twitter e o Facebook já virou até livro e teses acadêmicas importantes. Embora a nossa realidade seja diferente, assim como a legislação eleitoral, vale refletir. Para que os candidatos não se frustrem e não afastem os eleitores.
O que vai funcionar são as tuitadas com links para propostas de campanha, endereços de comitês, acesso a agendas de eventos e contatos de responsáveis por campanha. Vai funcionar também quem tiver coragem de abrir as contas à população, chamando pelo Twitter para o acesso aos números.
OK, mas a campanha não está nas ruas, ao menos oficialmente… Então talvez a melhor estratégia inicial fosse o silêncio, ao menos para poupar o tempo de quem tuita e de quem recebe. Mas nada impede que hajam propostas, conceitos lançados para discussão, independente de candidaturas.
Que tal começar?
>Twitter: Fatos, Mitos e Comentários
>Com cerca de 70 milhões de usuários, o microblog Twitter virou a mais recente febre entre os internautas. Os brasileiros, tradicionais marcadores de território na internet e nas redes sociais, respondem por quase 20% desse total, enquanto representam menos de 2% de todos os usuários globais da rede.
Então, o Twitter chegou para acabar com os blogs, os portais, as ferramentas de mensagens instantâneas e com os veículos tradicionais de comunicação? E como estamos usando o Twitter aqui em nossas plagas? O Twitter fará a diferença como ferramenta de comunicação nas eleições de outubro no Brasil?
Fatos:
- O brasileiro fica mais tempo na internet, e adora as redes sociais. Empresas, organizações sociais e indivíduos que descobriram isso estão se dando bem;
- O Twitter é apenas mais uma ferramenta de comunicação on-line, não o aplicativo matador que alguns imaginam um dia venha a existir para substituir todos os demais;
- O Twitter é pouco entendido pelos políticos locais, que acham que com modos convencionais (ao menos os das convenções da terrinha) podem replicar o fenômeno de comunicação e de campanha de Barack Obama em 2008;
- O Twitter mostra ser poderoso se usado com foco e parcimônia, para atingir objetivos eficazes;
- O Twitter sozinho, assim como a andorinha, não faz verão. Nem qualquer outra estação do ano
- Eis os números comparativos de seguidores (followers) de Obama e dos principais postulantes ao governo do Paraná mais o atual governador, provável candidato ao Senado (na hora da presente postagem):
- Barack Obama 3.311.928
- Beto Richa 7.932
- Alvaro Dias 7.675
- Roberto Requião 4.295
- Osmar Dias 1.866
Mitos:
- Quanto maior a quantidade de postagens no Twitter, maior a chance de sucesso
- Quanto maior o número de seguidores, mais popular é o perfil
- Obama é Obama, aqui a realidade é outra
Comentários:
Nos dias de hoje, é praticamente impossível imaginar uma estratégia bem sucedida de uma campanha, seja ela corporativa, institucional, política, eleitoral ou mesmo individual que não tenha o Twitter como uma variável ao menos considerada
Também fica óbvio que micro mensagens repetitivas, do tipo dizendo que vai formir ou almoçar, e as de agressão ou auto elogio tendem a restringir os seguidores aos que já percebem algum valor na figura do tuiteiro.
A grande vantagem do Twitter parece ser a capacidade de chegar, de forma direta e rápida, a uma audiência que vai receber as mensagens em tempo real, inclusive em seus celulares.
A mesma fecilidade de fazer chegar uma mensagem a milhares (ou milhões…) de seguidores faz com que o receptor, ao perceber conteúdo repetitivo, inverídico ou raivoso se afaste, bloqueando ou eliminando o tuiteiro inconveniente
O Twitter é uma ferramenta extremamente poderosa se usada em conjunto com as demais disponíveis, inclusive as tradicionais.
Por enquanto, estou muito cético com relação ao que verifico no perfil dos nossos políticos que vão correr o trecho em outubro, a cata de um cargo eletivo majoritário. Nada que não possa mudar, seja o que os ditos estejam propondo ou demonstrando em suas mensagens, seja minha opinião.
O case eleitoral de Barack Obama e o uso das redes sociais, especialmente o Twitter e o Facebook já virou até livro e teses acadêmicas importantes. Embora a nossa realidade seja diferente, assim como a legislação eleitoral, vale refletir. Para que os candidatos não se frustrem e não afastem os eleitores.
O que vai funcionar são as tuitadas com links para propostas de campanha, endereços de comitês, acesso a agendas de eventos e contatos de responsáveis por campanha. Vai funcionar também quem tiver coragem de abrir as contas à população, chamando pelo Twitter para o acesso aos números.
OK, mas a campanha não está nas ruas, ao menos oficialmente… Então talvez a melhor estratégia inicial fosse o silêncio, ao menos para poupar o tempo de quem tuita e de quem recebe. Mas nada impede que hajam propostas, conceitos lançados para discussão, independente de candidaturas.
Que tal começar?
Os Incríveis Números da Internet em 2009
O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
Os Incríveis Números da Internet em 2009
O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
>Os Incríveis Números da Internet em 2009
>O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
Redes Sociais no Trabalho: Proibir, Liberar ou Controlar?
Quantas empresas reclamam do uso descontrolado, da parte de funcionários -e mesmo de dirigentes- das redes sociais e das mensagens instantâneas? Se liberar geral, a produtividade cai, a atenção ao trabalho some; se proibir, gera insatisfação e, em alguns casos, também há perdas de produtividade, dependendo da atividade exercida.
Não é algo de resposta simples, única.
De um lado, o uso indiscriminado pode trazer sim, sérios problemas, não só de produtividade como também de segurança, ao abrir o ambiente de TI da empresa a acesso de sites nem sempre confiáveis, a downloads maliciosos e de atenção dos colaboradores com seu trabalho. Existem casos reportados de acidentes de trabalho oriundos da distração de colaboradores acessando redes sociais.
De outro lado, vedar o acesso pode tirar agilidade da empresa ou de um grupo de colaboradores que precisam de insumos ali contidos para melhor desempenho. Isso ocorre quando a empresa trabalha em múltiplos ambientes físicos que requerem contatos frequentes entre esses locais, sem excluir desse universo os fornecedores, parceiros e, cada vez mais no radar, os próprios clientes.
Estudos de mercado dizem que hoje, 7% dos celulares no mercado possuem recursos de acesso à internet, seja pela própria rede da operadora, seja direto na internet através de um ponto de acesso WiFi. Ora, isso já representa mais de 11 milhões de aparelhos, um universo nada desprezível, tanto em termos de público interno quanto externo. Vale dizer que, com toda a certeza, o “proibir geral” cria uma casta de privilegiados que podem acessar a internet independentemente das regras da empresa, e no horário de trabalho, enquanto a maioria silenciosa -e potencialmente revoltada- vai ficar frustrada.
Mais: em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, esse percentual deve subir para 40%, de uma base de 180 milhões de aparelhos, ou mais de 70 milhões de celulares. Aí, tentar vedar o acesso só pela rede corporativa vai ser tarefa muito próxima do impossível, dadas as portas alternativas disponíveis.
Com esse crescimento, as empresas precisam estar atentas também a novas oportunidades de comunicação com seu público alvo. Afinal, é pouico provável que alguma empresa não tenha, nesses 70 milhões de consumidores, uma parte de seu mercado potencial.
Outro problema: para cada barreira de bloqueio tecnológico, existem várias ferramentas livres na web que podem burlá-la, ou, no mínimo, tornar cada vez mais inglória a tarefa do administrador da rede corporativa.
Eu entendo que a solução está num meio termo, que passa por liberar acesso, de forma controlada, em períodos como o horário de almoço, ou no início e no final do expediente. Em casos de empresas que podem ter benefícios para seus produtos ou serviços com o uso de redes socias e ferramentas de mensageria instantânea, um pacto negociado com os colaboradores pode funcionar.
Partir do princípio de que a empresa está de um lado e os colaboradores de outro, nesse caso das redes sociais, é um esférico engano… Dá para conciliar os interesses, e transformar o problema em uma baita solução.
Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos a mesma coisa que proibir ou liberar acesso dos funcionários ao internet banking. Se proibir, o colaborador vai ter de sair em horário de expediente, ou sacrificar seu almoço, para ir ao banco.
É verdade que as redes sociais trazem muito tráfego para a rede interna, e isso pode prejudicar atividades produtivas.
Mas… hoje em dia muitas empresas já usam ferramentas como o Skype para comunicação interna e com o mercado. Limitar a comunicação pessoal é um problema, e os benefícios de seu uso superam largamente os custos, na grande maioria dos casos.
Como disse no começo desse post, não existe uma solução única. Mas o que não dá para fazer é proibir geral ou liberar geral. O modelo ideal para cada empresa existe, sim, e deve ser continuadamente buscado e evoluido.
Afnal, a tecnologia não para, e um modelo bom hoje pode ser um problema em seis meses.
Antena ligada, gente!