Da série Liberdade X Controle 3: Não existe busca grátis na internet
Você já notou o tipo de anúncios e links patrocinados que você recebe quando faz uma busca no Google, abre o seu Gmail ou acessa notícias num portal nacional como o G1, o Terra ou o UOL? Não é por acaso que você recebe ofertas ou informações que têm a ver com sua região, com o argumento de sua busca ou até mesmo com o assunto que você trata em suas mensagens.
Idem para as telinhas do Apps gratuitos que, em troca do custo zero você recebe anúncios e links patrocinados.
Se você ainda por cima concorda em receber notificações dos aplicativos, pronto! Os marqueteiros vão saber quase tudo a seu respeito.
Cada vez mais os fornecedores de produtos e serviços voltados à pessoa física estão interessados em sua opinião, seus hábitos e seu perfil de consumo, que passa a ser cada vez mais importante do que os dados agregados de seu grupo.
O que antes só poderia era obtido por dados estatísticos (e estáticos), o mundo conectado oferece informações dinâmicas, inéditas e individualizadas aos fornecedores sobre nossos hábitos e decisões.
E você acha que isso é coisa nova? Faz mais de vinte anos que Don Peppers e Martha Rogers começaram a pregar o conceito do one to one marketing, onde, no limite, cada pessoa daria seu recado customizado para cada pessoa de seu interesse pessoal ou profissional. Hoje eles administram um grupo empresarial extremamente bem sucedido, o 1to1Media que trabalha com empresas e profissionais voltados à melhoria do foco sobre seu público-alvo.
Se não chegamos aos contatos de um para um, como na teoria de Peppers e Rogers, o caminho está traçado e é sem volta.
E, se é sem volta, não há muito o que fazer a não ser surfar na onda de oportunidades. Mas é sempre bom ter em mente que cada vez mais você é um livro aberto. É possível impor alguns limites, e esses limites só podem ser estabelecidos por você.
Da série Liberdade X Controle 2: Restrições a redes sociais na empresa
A maioria das empresas não possui nenhuma política em relação ao uso de redes sociais no ambiente de trabalho e talvez nem se preocupe com o tema.
Nos extremos estão, de um lado, empresas que criam fortes restrições acompanhadas de punições aos colaboradores que fiquem acessando o Facebook ou Twitter em horário de trabalho; de outro estão aquelas que liberam geral, por entender que essa conectividade em rede, de fato, melhora a produtividade e o ambiente de trabalho.
Existem milhares de argumentos pró e contra, as condições variam por país, por ramo de atividade, por empresa, por departamento e por tipo de função do colaborador. Matriz complicada de resolver.
Mas nem por isso deve ser ignorada, uma vez que cada vez mais as pessoas estão conectadas à internet através de seus dispositivos móveis. A pergunta a responder é: “o quê precisamos proteger?“.
Da série Liberdade X Controle 1: Google condenado a pagar R$ 2,2 mi por conteúdo ofensivo
O Google foi condenado pelo pleno do TRE-SP a pagar R$ 2,2 milhões por não haver retirado do ar um blog que conteria de ofensas a candidata a prefeitura de Ribeirão Preto, SP, nas eleições de 2012.
Sem entrar a fundo nos detalhes, que estão no link acima, existem pontos que precisam ser muito bem discutidos para que cheguemos a uma solução abrangente e equilibrada quanto ao nível de controle que poderá ou deverá ser exercido sobre a internet.
No caso, a lei eleitoral pune propaganda fora de época e também difamação. E a candidata sentiu-se difamada e o juiz mandou tirar o conteúdo do ar. O Google não fez nada, alegando que apenas fornece a plataforma para publicação, no caso, o Blogspot. A decisão foi para o pleno do TRE-SP que referendou decisão anterior e “crau” no Google em R$ 2,2 milhões.
e-Commerce agora é para valer!
As vendas do comércio eletrônico no Brasil seguem crescendo a taxas compostas de dois dígitos anuais. De R$ 500 milhões em 2001 a R$ 22,5 bilhões em 2012, esse canal de vendas aparenta perder o fôlego, se analisarmos as estatísticas. Só aparenta…
Dançando na nuvem
“Dançando nas nuvens” é uma música melosa, daquelas que tocam no avião em voo internacional, com a intenção de acalmar passageiros medrosos ou ansiosos, normalmente acompanhada de um vídeo com lindas paisagens, flores desabrochando, cavalos imaculadamente brancos andando em slow motion por pradarias infinitas.
No mundo da tecnologia de 2013, já é possível dançar na nuvem. De um jeito ou de outro. A escolha é sua.
Sem que nos demos conta, os serviços de nuvem (cloud services) tornam-se cada vez mais disponíveis, acessíveis para quem tem um bom plano de banda larga e tem várias vantagens sobre os programas equivalentes que usamos nos computadores.
Hoje eu falo de um tipo: armazenamento de arquivos na nuvem. Você vai acabar optando por um ou mais dos seguintes aplicativos: o independente Dropbox, o todo poderoso Google Drive, o iCloud da Apple e o recém chegado SkyDrive, da Microsoft.
10 Anos da iTunes Store: Bons motivos para celebrar
Aplicativos Móveis: Mercado em expansão
No primeiro trimestre do ano, as lojas de aplicativos móveis faturaram algo como US$ 2.2 bilhões. Desse total, quase três quartos vieram da App Store, da Apple, mas a Google Play, que vende apps na plataforma Andoid cresce rapidamente seu faturamento e, neste segundo trimestre arrisca chegar à metade da sua rival maior.
Internet Banda Larga a R$ 102/mês, 2 Gb/s. Você quer?
Não é pegadinha não! A So-Net, empresa provedora de internet associada à Sony no Japão oferece exatamente isso: Um contrato de dois anos, onde existe uma taxa inicial de cerca de US$ 535 (R$ 1.070) e uma mensalidade de 4.980 ienes (US$ 51 ou R$ 102) para uma velocidade de download de 2 Gb/s e de 1 Gb/s para upload.
Ponto para o livro digital!
Dia desses, fui a uma grande livraria (duas, na verdade), para comprar um livro impresso para um aniversariante amigo meu. Eu tinha ideia do que queria, mas…


