Autor Arquivo: Guy Manuel

Congestão Democrática na Internet

Pois é, este 4 de outubro foi mais uma data cívica, de colocarmos em dia nossas preferências, como eleitores e cidadãos, em cada município do Brasil, elegendo todos os vereadores e a maioria dos prefeitos, salvo poucos que ainda irão ao segundo turno.

Desta vez, as urnas eletrônicas deram poucos problemas, estatisticamente desprezíveis, consolidando, de vez, a forma digital de votação. Nem as costumeiras vozes do atraso que levantavam a lebre de possíveis fraudes estavam a trombetear a cabeça dos eleitores. Ponto para o TSE!

Mas, na hora de totalizar os votos, alguns servidores da Justiça Eleitoral engasgaram, ou então os telões de divulgação de resultados travaram, gerando impaciência entre candidatos, cabos eleitorais e cidadãos interessados nos números.

Anda mais, os portais de divulgação pela internet e os principais blogs de política tiveram um movimento inusitado de acessos, e alguns deles até ficaram temporariamente fora do ar.

Duas leituras, diferentes pelo ângulo, mas ambas relevantes:

1- É preciso que os sites de divulgação e os blogs estejam preparados para esses picos de acesso.. Já se foi o tempo que os resultado saiam a conta-gotas, levando dias, semanas até. O brasileiro acostumou-se a ter os resultados e as análises quase que instantaneamente.
2- O eleitor cidadão vai pedir cada vez mais, e, já para 2010, essas falhas serão impensáveis, e é bom que a Justiça Eleitoral planeje adequadamente o uso da intenet para o aperfeiçoamento do processo democrático, em vez de usar restrições que de nada adiantam para inibir a vontade de saber das coisas.

É a tecnologia parceira da democracia!

>O preço relativo dos líquidos

>Se você tivesse que escolher um presente à amada, dentre os 5 listados abaixo, qual deles você escolheria? Pesquisei os preços, por mililitro em uma única fonte, o site de comércio eletrônico Submarino*. Dos produtos listados abaixo, qual seria -na opinião do leitor- o mais caro, por mililitro?

Cartucho de tinta preta HP 21
Versace Woman Eau de Parfum Feminino
Nanquim Técnico Faber-Castell
Vinho Tinto Francês Kressmann Château Belgrave Haut Médoc
Whisky Johnny Walker Black Label

Não por acaso, eles estão classificados em ordem decrescente de valor, por ml. A tinta do cartucho custa mais de 10 vezes a do nanquim, como pode ser visto abaixo.

As bebidas são as mais baratas por ml, mas aqui não queremos fazer apologia doálcool, ainda mais em tempos de lei seca. Vamos aos números, que estavam no site em 17/08/2008, convertidos em R$ por mililitro:

Cartucho de tinta preta HP custa R$ 6,65
Versace Woman Eau de Parfum custa R$ 4,07
Nanquim Técnico Faber-Castell custa R$ 0,65
Vinho Francês Kressmann Château Belgrave Haut Médoc custa R$ 0,49
Whisky Johnny Walker Black Label custa R$ 0,18

Mas é muita grana por litro de tinta com cartucho: quase R$ 7.000 o litro! Com o uso mais moderado do perfume, talvez o efeito seja mais profundo e duradouro… Ou se o autor for um bom calígrafo, escrever uma mensagem de amor com a boa e velha tinta nanquim, é mais personalizado e mais barato, muito mais ainda…

No caso do vinho, o critério foi escolher o mais caro, ou o mais caro que consegui achar, para dar uma de ‘nouveu riche’, daqueles que queimam notas de R$100 para acender charuto, não me venham os enólogos criticar minha escolha. É referência apenas..

Com esse preço por ml de tinta de impressora, a gasolina entre R$ 2,20 e R$ 2,60 não é tão extorsivo assim. Pense nisso…

*preços obtidos em pesquisa no dia 25/08/2008 no site http://www.submarino.com.br. São apenas para efeitos comparativos, e não refletem nenhuma crítica específica às práticas comerciais desse portal eletrônico de compras pela internet. Apenas busquei preços em uma fonte única, para comparar preços de líquidos…

O preço relativo dos líquidos

Se você tivesse que escolher um presente à amada, dentre os 5 listados abaixo, qual deles você escolheria? Pesquisei os preços, por mililitro em uma única fonte, o site de comércio eletrônico Submarino*. Dos produtos listados abaixo, qual seria -na opinião do leitor- o mais caro, por mililitro?

Cartucho de tinta preta HP 21
Versace Woman Eau de Parfum Feminino
Nanquim Técnico Faber-Castell
Vinho Tinto Francês Kressmann Château Belgrave Haut Médoc
Whisky Johnny Walker Black Label

Não por acaso, eles estão classificados em ordem decrescente de valor, por ml. A tinta do cartucho custa mais de 10 vezes a do nanquim, como pode ser visto abaixo.

As bebidas são as mais baratas por ml, mas aqui não queremos fazer apologia doálcool, ainda mais em tempos de lei seca. Vamos aos números, que estavam no site em 17/08/2008, convertidos em R$ por mililitro:

Cartucho de tinta preta HP custa R$ 6,65
Versace Woman Eau de Parfum custa R$ 4,07
Nanquim Técnico Faber-Castell custa R$ 0,65
Vinho Francês Kressmann Château Belgrave Haut Médoc custa R$ 0,49
Whisky Johnny Walker Black Label custa R$ 0,18

Mas é muita grana por litro de tinta com cartucho: quase R$ 7.000 o litro! Com o uso mais moderado do perfume, talvez o efeito seja mais profundo e duradouro… Ou se o autor for um bom calígrafo, escrever uma mensagem de amor com a boa e velha tinta nanquim, é mais personalizado e mais barato, muito mais ainda…

No caso do vinho, o critério foi escolher o mais caro, ou o mais caro que consegui achar, para dar uma de ‘nouveu riche’, daqueles que queimam notas de R$100 para acender charuto, não me venham os enólogos criticar minha escolha. É referência apenas..

Com esse preço por ml de tinta de impressora, a gasolina entre R$ 2,20 e R$ 2,60 não é tão extorsivo assim. Pense nisso…

*preços obtidos em pesquisa no dia 25/08/2008 no site http://www.submarino.com.br. São apenas para efeitos comparativos, e não refletem nenhuma crítica específica às práticas comerciais desse portal eletrônico de compras pela internet. Apenas busquei preços em uma fonte única, para comparar preços de líquidos…

>O Apagão da Internet em São Paulo

>Subitamente nos damos conta, e de forma dolorosa, que vivemos efetivamente em um mundo conectado e que não ainda não estávamos nos dando conta disso.

O apagão da internet em São Paulo, nesses dias 2 e 3 de julho, criaram sérios problemas a indivíduos, corporações e administrações públicas. E aí, quando será o próximo?

Foi um estrago geral… Os postos do Poupa Tempo, um serviço do governo de São Paulo que vem tendo sucesso ímpar, por garantir centenas de serviços básicos ao cidadão em vários pontos do estado estavam às moscas, com os atendentes sem ter o que fazer e a população irada. Alguns desses postos chegam a atender 20.000 pessoas em um dia normal!

As empresas ficaram desconectadas. Nós, da SIGMA Dataserv Informática tivemos nossa fábrica de software em Ourinhos totalmente parada por falta de conexão. Bancos não prestaram os serviços normais, empresas de comércio eletrônico sairam do ar, as ditas empresas de “tijolo e cimento” tiveram problemas de compras, vendas, faturamento, gestão de pessoas, e por aí foi… Os serviços de governo foram sustados, com efeitos mais graves do que uma greve com piquete e tudo.

O quê houve? O “backbone” da Telefonica saiu do ar. De repente, a espinha dorsal da internet e de comunicação de dados no mais importante Estado da federação ficou mudo, vazio, inoperante. E, pior do que tudo, com evasivas dos dirigentes da empresa e sem qualquer ação imediata da Anatel, a agência reguladora.

O episódio serviu ao menos para mostrar que os planos de contingência, sejam eles da Telefonica, sejam dos usuários, precisam ser revistos, pois a tendência é de conectividade crescente, com maior dependência de uma infraestrutura confiável para o mundo online.

Mostrou ainda que não podemos fazer apostas sérias em estratégias de negócios à prova de apagões de internet simultâneos a greve dos Correios, este mais físico, mas com poderes quase monopolistas, cujos efeitos são sentidos muito mais pelos usuários -que pagam a conta- do que pelos administradores daquela empresa.

Apagões são assim mesmo, ocorrem de forma abrupta, inesperada, tal e qual um infarto do miocárdio fulminante, que chega sem avisar. Sem avisar? O apagão de energia de alguns anos atrás criou caos, mas os avisos estavam claros para os especialistas.

No caso de São Paulo, a falta de respostas convincentes da operadora e da Anatel mostram que os sintomas já existiam, mas não apareciam claramente a todo o corpo, no caso a sociedade.

O total dessa conta talvez jamais venha a ser conhecido. Mas, certamente, grandes empresas e organizações de defesa do consumidor moverão ações milionárias contra a Telefonica e os agentes reguladores. Debates intermináveis ocorrerão no Congresso e na Assembléia Legislativa.

Independentemente de quem vai pagar essa conta, é hora de cobrar das autoridades a busca de uma solução mais ampla que resguarde, ao menos no médio prazo, os interesses dos usuários e, em última análise, a competitividade da nação.

O Apagão da Internet em São Paulo

Subitamente nos damos conta, e de forma dolorosa, que vivemos efetivamente em um mundo conectado e que não ainda não estávamos nos dando conta disso.

O apagão da internet em São Paulo, nesses dias 2 e 3 de julho, criaram sérios problemas a indivíduos, corporações e administrações públicas. E aí, quando será o próximo?

Foi um estrago geral… Os postos do Poupa Tempo, um serviço do governo de São Paulo que vem tendo sucesso ímpar, por garantir centenas de serviços básicos ao cidadão em vários pontos do estado estavam às moscas, com os atendentes sem ter o que fazer e a população irada. Alguns desses postos chegam a atender 20.000 pessoas em um dia normal!

As empresas ficaram desconectadas. Nós, da SIGMA Dataserv Informática tivemos nossa fábrica de software em Ourinhos totalmente parada por falta de conexão. Bancos não prestaram os serviços normais, empresas de comércio eletrônico sairam do ar, as ditas empresas de “tijolo e cimento” tiveram problemas de compras, vendas, faturamento, gestão de pessoas, e por aí foi… Os serviços de governo foram sustados, com efeitos mais graves do que uma greve com piquete e tudo.

O quê houve? O “backbone” da Telefonica saiu do ar. De repente, a espinha dorsal da internet e de comunicação de dados no mais importante Estado da federação ficou mudo, vazio, inoperante. E, pior do que tudo, com evasivas dos dirigentes da empresa e sem qualquer ação imediata da Anatel, a agência reguladora.

O episódio serviu ao menos para mostrar que os planos de contingência, sejam eles da Telefonica, sejam dos usuários, precisam ser revistos, pois a tendência é de conectividade crescente, com maior dependência de uma infraestrutura confiável para o mundo online.

Mostrou ainda que não podemos fazer apostas sérias em estratégias de negócios à prova de apagões de internet simultâneos a greve dos Correios, este mais físico, mas com poderes quase monopolistas, cujos efeitos são sentidos muito mais pelos usuários -que pagam a conta- do que pelos administradores daquela empresa.

Apagões são assim mesmo, ocorrem de forma abrupta, inesperada, tal e qual um infarto do miocárdio fulminante, que chega sem avisar. Sem avisar? O apagão de energia de alguns anos atrás criou caos, mas os avisos estavam claros para os especialistas.

No caso de São Paulo, a falta de respostas convincentes da operadora e da Anatel mostram que os sintomas já existiam, mas não apareciam claramente a todo o corpo, no caso a sociedade.

O total dessa conta talvez jamais venha a ser conhecido. Mas, certamente, grandes empresas e organizações de defesa do consumidor moverão ações milionárias contra a Telefonica e os agentes reguladores. Debates intermináveis ocorrerão no Congresso e na Assembléia Legislativa.

Independentemente de quem vai pagar essa conta, é hora de cobrar das autoridades a busca de uma solução mais ampla que resguarde, ao menos no médio prazo, os interesses dos usuários e, em última análise, a competitividade da nação.

>Vem aí o iPhone 3G: vai balançar o mercado de celulares

>Agora é oficial: A Apple anuncia em seu site o lançamento de seu iPhone 3G no próximo dia 11 de julho. A apresentação foi feita por Steve Jobs no forum de desenvolvedores da Apple, no Moscone Center de San Francisco, no último dia 11 de junho.

Embora mundial, ele não terá efeitos imediatos no Brasil, onde os iPhones chegam por importação direta e sem garantia de fábrica. Então, o que muda?

O fato é que a Apple entrou há 16 meses no mercado de celulares com um modelo apenas –o iPhone– e com uma operadora, a AT&T, nos Estados Unidos. Recentemente começou a vendê-los em alguns países da Europa e da Ásia. Nesses países, a 3a geração de celulares já é realidade, com conexões de altíssima velocidade e preços de uso muito baixo.

E o iPhone atual é de tecnologia da geração 2.5 (GSM), que roda com limitações de velocidade na comunicação de dados, pela rede EDGE, coisa como uma rede discada em termos de velocidade. O iPhone é hoje voltado ao mercado do consumidor final, sem foco no usuário corporativo, por não ter velocidade de comunicação de dados nem os aplicativos mais importantes que as empresas utilizam, como conectividade com correio eletrônico corporativo e aplicações como o Office, da Microsoft, dentre outras.

Mesmo assim, o iPhone virou uma febre, um verdadeiro “cult”, e mesmo executivos de todos os naipes andam por lá (e por aqui) com seu iPhone como segundo ou terceiro aparelho, quando não como o principal.

Com todas essas limitações, a Apple chegou a 22% do mercado de smartphones, esses celulares com multifunções, chegando perto dos líderes BlackBerry (RIM) e Nokia. Isso com um modelo apenas, em 16 meses, com mercado limitado por decisão própria do fabricante.

Agora a bomba: o iPhone 3G vai chegar mais leve, mais fino, com o dobro da capacidade, pronto para as redes 3G de alta velocidade e vai custar a metade do preço do iPhone atual. Ou seja, a configuração inicial custará US$ 199 nos Estados Unidos, junto com o plano da operadora. E virá com GPS, aplicativos de mapas, acesso WiFi à internet e muito mais.

Isso vai dar uma destroncada na estratégia dos demais fabricantes de celulares e das operadoras, que terão que rever seus planos urgentemente. O mercado de celulares não será o mesmo após 11/07/2008, tomem nota!

E o Brasil? Bem, aqui a Claro e a Vivo já anunciaram que trarão o iPhone. Isso vai obrigar as demais operadoras a repensar suas estratégias. Os fabricantes idem, já que eles têm incentivos fiscais generosos para produzir seus aparelhos no Brasil e a Apple não tem planos para fazê-los aqui, assim como não fabrica seus computadores Macintosh e o famoso iPod.

Embora muitos fabricantes tenham anunciado produtos com características que podem concorrer com o iPhone, parece que, desta vez, a Apple entrou com a clara intenção de liderar o mercado de comunicação móvel. Qualquer que seja o desfecho desta briga, quem vai ganhar é o usuário, você, eu, mesmo com aparelhos e planos de concorrentes. E, talvez, a Apple…

Vem aí o iPhone 3G: vai balançar o mercado de celulares

Agora é oficial: A Apple anuncia em seu site o lançamento de seu iPhone 3G no próximo dia 11 de julho. A apresentação foi feita por Steve Jobs no forum de desenvolvedores da Apple, no Moscone Center de San Francisco, no último dia 11 de junho.

Embora mundial, ele não terá efeitos imediatos no Brasil, onde os iPhones chegam por importação direta e sem garantia de fábrica. Então, o que muda?

O fato é que a Apple entrou há 16 meses no mercado de celulares com um modelo apenas –o iPhone– e com uma operadora, a AT&T, nos Estados Unidos. Recentemente começou a vendê-los em alguns países da Europa e da Ásia. Nesses países, a 3a geração de celulares já é realidade, com conexões de altíssima velocidade e preços de uso muito baixo.

E o iPhone atual é de tecnologia da geração 2.5 (GSM), que roda com limitações de velocidade na comunicação de dados, pela rede EDGE, coisa como uma rede discada em termos de velocidade. O iPhone é hoje voltado ao mercado do consumidor final, sem foco no usuário corporativo, por não ter velocidade de comunicação de dados nem os aplicativos mais importantes que as empresas utilizam, como conectividade com correio eletrônico corporativo e aplicações como o Office, da Microsoft, dentre outras.

Mesmo assim, o iPhone virou uma febre, um verdadeiro “cult”, e mesmo executivos de todos os naipes andam por lá (e por aqui) com seu iPhone como segundo ou terceiro aparelho, quando não como o principal.

Com todas essas limitações, a Apple chegou a 22% do mercado de smartphones, esses celulares com multifunções, chegando perto dos líderes BlackBerry (RIM) e Nokia. Isso com um modelo apenas, em 16 meses, com mercado limitado por decisão própria do fabricante.

Agora a bomba: o iPhone 3G vai chegar mais leve, mais fino, com o dobro da capacidade, pronto para as redes 3G de alta velocidade e vai custar a metade do preço do iPhone atual. Ou seja, a configuração inicial custará US$ 199 nos Estados Unidos, junto com o plano da operadora. E virá com GPS, aplicativos de mapas, acesso WiFi à internet e muito mais.

Isso vai dar uma destroncada na estratégia dos demais fabricantes de celulares e das operadoras, que terão que rever seus planos urgentemente. O mercado de celulares não será o mesmo após 11/07/2008, tomem nota!

E o Brasil? Bem, aqui a Claro e a Vivo já anunciaram que trarão o iPhone. Isso vai obrigar as demais operadoras a repensar suas estratégias. Os fabricantes idem, já que eles têm incentivos fiscais generosos para produzir seus aparelhos no Brasil e a Apple não tem planos para fazê-los aqui, assim como não fabrica seus computadores Macintosh e o famoso iPod.

Embora muitos fabricantes tenham anunciado produtos com características que podem concorrer com o iPhone, parece que, desta vez, a Apple entrou com a clara intenção de liderar o mercado de comunicação móvel. Qualquer que seja o desfecho desta briga, quem vai ganhar é o usuário, você, eu, mesmo com aparelhos e planos de concorrentes. E, talvez, a Apple…

>YouTorrent e a Soulution Orchestra

>A queda de vendas de CDs e DVDs de música chegou para ficar. Além das vendas por sites de música, a legislação local e internacional não consegue redefinir DIREITOS AUTORAIS sob a realidade da internet.

Mesmo com as gravadoras promovendo ações milionárias contra os sites de troca de músicas, usando a tecnologia P2P (peer-to-peer), cada dia surge uma novidade.

A mais recente é o You Torrent que é um site bem simples que dá ao internauta links para outros sites -legais ou não- para que músicas dos mais diversos tipos sejam baixadas.

O YouTorrent é novo (foi bolado no Natal de 2007) e barato. O maior investimento foi feito para comprar o endereço wwwyoutorrent.com, na posse de terceiros, por US$ 20.000. Seu fundador, que mora na Inglaterra, tem 22 anos e se identifica em uma entrevista simplesmente como Jon, gasta US$ 500 por mês para manutenção, e seu motivador para criá-lo foram os ‘preços absurdos cobrados por CDs e DVDs que nem sempre tem o que queremos’.

O interessante do YouTorrent é sua organização por ‘seeds’ (sementes), que vêm a ser o número de computadores que oferecem uma determinada música.

Jon pega carona na tecnologia de ‘streaming’ mais bem sucedida no mundo, que vem do BitTorrent, e acredita que, depurados os piratas mais ostensivos, ele comece a atrair a atenção de anunciantes, e virar, segundo suas palavras, o ‘Google da mídia compartilhada‘.

Ilusão ou não, o fato é que, em fevereiro deste ano, o YouTorrent atraiu 2,7 milhões de visitantes únicos, tornando-se mais visitado do que o já ‘veterano’ Joost.

A poderosa RIAA, a associação das empresas gravadoras, não comenta sobre o YouTorrent, mas indica que seus princípios são ‘claramente ilegais’, indicando que deve tomar ações contra o tal do Jon.

Mas é de se pensar, mais uma vez, sobre o modelo de distribuição de mídia física para músicas, controlada, sabemos todos, pelas gravadoras e distribuidoras, que ficam com a parte mais suculenta das receitas.

Dias atrás, fui ver a Soulution Orchestra, uma baita banda curitibana com reconhecimento para bem além de nossas fronteiras. Sem muita divulgação, casa cheia, com ‘overload’ de gente pelos corredores e, ao final, os CDs estavam à venda e muita gente comprando. Mas eles anunciaram a disponibilização, no site, do vídeo do show, para quem quiser baixar.

Independentemente do Jon e de seu YouTorrent, fica a pergunta: quem tem razão, as gravadoras ou a Soulution Orchestra?

Eu fico com a nossa banda curitibana.

YouTorrent e a Soulution Orchestra

A queda de vendas de CDs e DVDs de música chegou para ficar. Além das vendas por sites de música, a legislação local e internacional não consegue redefinir DIREITOS AUTORAIS sob a realidade da internet.

Mesmo com as gravadoras promovendo ações milionárias contra os sites de troca de músicas, usando a tecnologia P2P (peer-to-peer), cada dia surge uma novidade.

A mais recente é o You Torrent que é um site bem simples que dá ao internauta links para outros sites -legais ou não- para que músicas dos mais diversos tipos sejam baixadas.

O YouTorrent é novo (foi bolado no Natal de 2007) e barato. O maior investimento foi feito para comprar o endereço wwwyoutorrent.com, na posse de terceiros, por US$ 20.000. Seu fundador, que mora na Inglaterra, tem 22 anos e se identifica em uma entrevista simplesmente como Jon, gasta US$ 500 por mês para manutenção, e seu motivador para criá-lo foram os ‘preços absurdos cobrados por CDs e DVDs que nem sempre tem o que queremos’.

O interessante do YouTorrent é sua organização por ‘seeds’ (sementes), que vêm a ser o número de computadores que oferecem uma determinada música.

Jon pega carona na tecnologia de ‘streaming’ mais bem sucedida no mundo, que vem do BitTorrent, e acredita que, depurados os piratas mais ostensivos, ele comece a atrair a atenção de anunciantes, e virar, segundo suas palavras, o ‘Google da mídia compartilhada‘.

Ilusão ou não, o fato é que, em fevereiro deste ano, o YouTorrent atraiu 2,7 milhões de visitantes únicos, tornando-se mais visitado do que o já ‘veterano’ Joost.

A poderosa RIAA, a associação das empresas gravadoras, não comenta sobre o YouTorrent, mas indica que seus princípios são ‘claramente ilegais’, indicando que deve tomar ações contra o tal do Jon.

Mas é de se pensar, mais uma vez, sobre o modelo de distribuição de mídia física para músicas, controlada, sabemos todos, pelas gravadoras e distribuidoras, que ficam com a parte mais suculenta das receitas.

Dias atrás, fui ver a Soulution Orchestra, uma baita banda curitibana com reconhecimento para bem além de nossas fronteiras. Sem muita divulgação, casa cheia, com ‘overload’ de gente pelos corredores e, ao final, os CDs estavam à venda e muita gente comprando. Mas eles anunciaram a disponibilização, no site, do vídeo do show, para quem quiser baixar.

Independentemente do Jon e de seu YouTorrent, fica a pergunta: quem tem razão, as gravadoras ou a Soulution Orchestra?

Eu fico com a nossa banda curitibana.

>Acesso WiFi Grátis em Curitiba

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Os curitibanos agora contam com acesso à internet, gratuito e sem fio (sistema Wi-Fi), em três dos principais pontos da cidade: Mercado Municipal, praça Rui Barbosa e parque Barigüi, que receberam o sistema instalado pela Prefeitura.

Essa é uma notícia auspiciosa para os internautas que estão cada vez requerendo mais mobilidade. Nesses locais foram instalados “hot-spots” com conexão de banda larga acessível por usuários de notebooks, celulares com acesso direto à internet e outros dispositivos digitais.

A iniciativa soma-se às centenas de outros hot-spots disponíveis em hotéis, cafés, restaurantes, shoppings e no aeroporto Afonso Pena, que, embora teoricamente gratuitos, requerem a assinatura a algum serviço de internet ou então uma senha específica, muitas vezes atrelada a algum tipo de compra.

Já é possível ver usuários plugados nesses locais, e a tendência é que os celulares com conectividade direta à internet, evitando a rede tarifada das operadoras, sejam mais usados do que os notebooks.

Testes iniciais mostram uma rede veloz, com qualidade, talvez ainda pouco disputada, por ser coisa nova. É bom ter em mente, contudo, que o acesso através de uma rede aberta permite uma ação mais agressiva de hackers e ciber-bandidos, o que nos faz recomendar o uso de firewalls, anti-viris e todas as medidas de segurança, para que dados preciosos não sejam roubados.

O acesso sem fio tende a ficar cada vez mais popular em cidades como Curitiba, e novos serviços como o WiMax (esse pago, mas que cobre toda a cidade) e, no futuro, os baseados no padrão LTE (Long Term Evolution) ajudarão a acelerar o processo.

Em casa, para quem tem um notebook ou um celular e acesso a banda larga, um roteador sem fio de boa qualidade custa a partir de R$ 100,00 e a instalação é acessível mesmo a leigos que queiram seguir alguns simples passos que vêm descritos no manual do usuário e no software do equipamento.

Sem fio! Saudemos a iniciativa da Prefeitura de Curitiba, esperando que, num futuro próximo, possamos ter mais pontos de acesso público e gratuito.