>Confissões de uma Criatura Digital por Opção

>Sou um profissional e empresário do setor de tecnologia da informação por opção pessoal e também por formação acadêmica no tempo que computadores eram coisa esquisita, rara e cara. Pioneiro, dirão uns, dinossauro, dirão outros. Cada vez mais entusiasta com o setor, digo eu. Pergunto se faz sentido isso, e em conversa com meus botões (soft-buttons de meus dispositivos com tela touch-screen, para estar contemporâneo nesse ano de 2011, pois!) eu por vezes penso que nao deveria ser tão fanático por tecnologia digital, em especial com a que dispomos hoje, que, por sinal, estará obsoleta em pouco tempo…

Pois bem, por dever de ofício, até um par de anos atrás, eu me dedicava em horas vagas a pesquisar os rumos de tecnologia, suas tendências e novas adoções, até para propor internamente na empresa que dirigi até assumir apenas o Conselho de Administração.

Foi então que tive mais tempo para fuçar, descobrir, cotejar e… ficar mais animado com as perspectivas.

Foi por aí que passei a vestir a camisa da Apple, por pura sedução, de um lado, e por um quinto-sentido-e-meio que me dizia ser essa empresa a principal puxadora de novas, práticas e belas tendências nos anos seguintes.

Não estava errado, e passei a ser usuário de produtos Apple, desde o iPod, passando pelo iPhone, pelo MacBook e, mais recentemente, pelo iPad.

Como não estava na linha de frente das operações da empresa, fui aos poucos me desligando também do mundo Windows, que esteve presente em minha vida pessoal e profissional desde os primórdios da criação da Microsoft.

Quando a Apple resolveu, com o Snow Leopard, um problema de compatibilidade prática de seu nativos Mail, iCal e Contacts com as funções básicas do Outlook e do servidor Exchange, pude finalmente liberar uma partição de meu MacBook que tinha uma máquina virtual VMWare com o Windows lá instalado. Mudei do Office para PC para o Office for Mac, também da Microsoft mas com a elegância dos produtos que rodam no Mac.

E pensei: agora estou livre, como usuário, do mundo Windows!

Mas… nem tanto! Sobrava em casa um PC parrudo com boa capacidade de memória em disco que usava esporadicamente para editar algumas fotos em um programa que havia comprado e pra ser meu arquivo mestre de fotos, vídeos, músicas e mesmo de meus escritos, apresentações, planilhas…

Em seguida, mudei o roteador de casa para um Time Capsule, também da Apple, que, além de uma velocidade nunca antes nessa casa experimentada, trazia uma bela capacidade de armazenamento em seu HD.

Pronto, pensei eu. agora sim, estou livre dos virus, dos travamentos, dos paus de programas que tanto infernizaram minha vida, ano após ano.

Mas restava aquele PC que vivia dando problema, inclusive quando um dia o Windows deixava de ser reconhecido como oficial, assim como minha assinatura da Symantec de anti-tudo. Um pouco de trabalho árduo depois e tudo estava resolvido, o PC até que andou direitinho por um par de meses como que a me pedir desculpas, e eu achando que, quando chegasse a hora, eu o sucatearia e mudaria para um belo iMac.

Mas havia algo lá no fundo de minha cabeça que dizia não ser essa mudança geral adequada. Não só pelo investimento, mas pela perda de contato, como usuário, com aquela plataforma mais popular do mundo, a famosa Wintel, que ainda era dominante no mercado.

E eu, como profissional e analista de mercado, não deveria perder esse contato.

Mas, afinal, o que realmenet me incomodava com a Microsoft? Algumas reflexões com meu travesseiro e conversa com colegas e amigos trouxe-me a freudiana resposta: Meu problema era o tal de Windows Vista, provavelmente o equivalente ao Edsel da Ford, não o filho do cara, mas o famigerado e fracassado carro…

Esse meu PC estava com um Windows Vista Home Premium, que era obviamente o mordomo culpado de minha implicância com a Microsoft.

Então resolvi dar ao PC e à Microsoft o benefício da dúvida e comprei uma licença do Windows 7, e usá-lo no meu quase veterano PC. O resultado foi que voltei a sorrir com aquelas janelas coloridas do Windows. Longe de ser perfeito, o 7 é infinitamente melhor que o Vista! E eu sabia disso, ao avaliá-lo quando de seu lançamento e até ao fazer comentários favoráveis em minhas apresentações e consultorias.

Eu sabia mas não praticava!


Mas agora que voltei ao mundo real e eliminei injustos preconceitos com a Microsoft, vou deixar aqui um modesto conselho a Bill e Melinda Gates: consigam que o total das receitas de licença do Windows Vista seja destinado pela Microsoft aos projetos da fundação que vocês dirigem, com os cumprimentos de seus sofridos usuários.


O mundo ficaria bem melhor com essa justa transferência de renda em projetos aos mais necessitados!

Confissões de uma Criatura Digital por Opção

Sou um profissional e empresário do setor de tecnologia da informação por opção pessoal e também por formação acadêmica no tempo que computadores eram coisa esquisita, rara e cara. Pioneiro, dirão uns, dinossauro, dirão outros. Cada vez mais entusiasta com o setor, digo eu. Pergunto se faz sentido isso, e em conversa com meus botões (soft-buttons de meus dispositivos com tela touch-screen, para estar contemporâneo nesse ano de 2011, pois!) eu por vezes penso que nao deveria ser tão fanático por tecnologia digital, em especial com a que dispomos hoje, que, por sinal, estará obsoleta em pouco tempo…

Pois bem, por dever de ofício, até um par de anos atrás, eu me dedicava em horas vagas a pesquisar os rumos de tecnologia, suas tendências e novas adoções, até para propor internamente na empresa que dirigi até assumir apenas o Conselho de Administração.

Foi então que tive mais tempo para fuçar, descobrir, cotejar e… ficar mais animado com as perspectivas.

Foi por aí que passei a vestir a camisa da Apple, por pura sedução, de um lado, e por um quinto-sentido-e-meio que me dizia ser essa empresa a principal puxadora de novas, práticas e belas tendências nos anos seguintes.

Não estava errado, e passei a ser usuário de produtos Apple, desde o iPod, passando pelo iPhone, pelo MacBook e, mais recentemente, pelo iPad.

Como não estava na linha de frente das operações da empresa, fui aos poucos me desligando também do mundo Windows, que esteve presente em minha vida pessoal e profissional desde os primórdios da criação da Microsoft.

Quando a Apple resolveu, com o Snow Leopard, um problema de compatibilidade prática de seu nativos Mail, iCal e Contacts com as funções básicas do Outlook e do servidor Exchange, pude finalmente liberar uma partição de meu MacBook que tinha uma máquina virtual VMWare com o Windows lá instalado. Mudei do Office para PC para o Office for Mac, também da Microsoft mas com a elegância dos produtos que rodam no Mac.

E pensei: agora estou livre, como usuário, do mundo Windows!

Mas… nem tanto! Sobrava em casa um PC parrudo com boa capacidade de memória em disco que usava esporadicamente para editar algumas fotos em um programa que havia comprado e pra ser meu arquivo mestre de fotos, vídeos, músicas e mesmo de meus escritos, apresentações, planilhas…

Em seguida, mudei o roteador de casa para um Time Capsule, também da Apple, que, além de uma velocidade nunca antes nessa casa experimentada, trazia uma bela capacidade de armazenamento em seu HD.

Pronto, pensei eu. agora sim, estou livre dos virus, dos travamentos, dos paus de programas que tanto infernizaram minha vida, ano após ano.

Mas restava aquele PC que vivia dando problema, inclusive quando um dia o Windows deixava de ser reconhecido como oficial, assim como minha assinatura da Symantec de anti-tudo. Um pouco de trabalho árduo depois e tudo estava resolvido, o PC até que andou direitinho por um par de meses como que a me pedir desculpas, e eu achando que, quando chegasse a hora, eu o sucatearia e mudaria para um belo iMac.

Mas havia algo lá no fundo de minha cabeça que dizia não ser essa mudança geral adequada. Não só pelo investimento, mas pela perda de contato, como usuário, com aquela plataforma mais popular do mundo, a famosa Wintel, que ainda era dominante no mercado.

E eu, como profissional e analista de mercado, não deveria perder esse contato.

Mas, afinal, o que realmenet me incomodava com a Microsoft? Algumas reflexões com meu travesseiro e conversa com colegas e amigos trouxe-me a freudiana resposta: Meu problema era o tal de Windows Vista, provavelmente o equivalente ao Edsel da Ford, não o filho do cara, mas o famigerado e fracassado carro…

Esse meu PC estava com um Windows Vista Home Premium, que era obviamente o mordomo culpado de minha implicância com a Microsoft.

Então resolvi dar ao PC e à Microsoft o benefício da dúvida e comprei uma licença do Windows 7, e usá-lo no meu quase veterano PC. O resultado foi que voltei a sorrir com aquelas janelas coloridas do Windows. Longe de ser perfeito, o 7 é infinitamente melhor que o Vista! E eu sabia disso, ao avaliá-lo quando de seu lançamento e até ao fazer comentários favoráveis em minhas apresentações e consultorias.

Eu sabia mas não praticava!


Mas agora que voltei ao mundo real e eliminei injustos preconceitos com a Microsoft, vou deixar aqui um modesto conselho a Bill e Melinda Gates: consigam que o total das receitas de licença do Windows Vista seja destinado pela Microsoft aos projetos da fundação que vocês dirigem, com os cumprimentos de seus sofridos usuários.


O mundo ficaria bem melhor com essa justa transferência de renda em projetos aos mais necessitados!

>Seus presentes de Natal podem ter incompatibilidade de gênios!

>Se você foi bonzinho(a) durante o ano e Papai Noel atendeu sua lista de presentes, é provável que você tenha ganho um iPod, um iPhone ou um iPad, de um lado e, de outro, um belo par de óculos de sol de qualidade, levinho, charmoso, com lentes protegidas de irradiação UVA e UVB e… polarizados!

Pois é… as telas desses produtos da Apple são polarizadas. Assim, se você está visualizando algo que requeira a mudaã de orientação da tela, aproveitando o acelerômetro dessas engenhocas, prepare–se para ter que tirar os óculos de sol ou virar a cabeça junto com a tela, pois em uma posição combinada tela/lentes a polarização de ambas faz com que a imagem “desapareça”…

Assim, se você tem ou vai ter esses eletrônicos de desejo dessa virada de década e tem planos de comprar aqueles óculos de sol, cuide para que suas lentes não sejam polarizadas, mas sempre com a proteção aos raios infravermelhos, para eliminar esse problema causado pela polarização da tela e das lentes.

Seus presentes de Natal podem ter incompatibilidade de gênios!

Se você foi bonzinho(a) durante o ano e Papai Noel atendeu sua lista de presentes, é provável que você tenha ganho um iPod, um iPhone ou um iPad, de um lado e, de outro, um belo par de óculos de sol de qualidade, levinho, charmoso, com lentes protegidas de irradiação UVA e UVB e… polarizados!

Pois é… as telas desses produtos da Apple são polarizadas. Assim, se você está visualizando algo que requeira a mudaã de orientação da tela, aproveitando o acelerômetro dessas engenhocas, prepare–se para ter que tirar os óculos de sol ou virar a cabeça junto com a tela, pois em uma posição combinada tela/lentes a polarização de ambas faz com que a imagem “desapareça”…

Assim, se você tem ou vai ter esses eletrônicos de desejo dessa virada de década e tem planos de comprar aqueles óculos de sol, cuide para que suas lentes não sejam polarizadas, mas sempre com a proteção aos raios infravermelhos, para eliminar esse problema causado pela polarização da tela e das lentes.

>Privacidade nas redes sociais

>Fim de ano é bom para refletir, avaliar erros e acertos, fazer planos para o futuro… Então, fugindo um pouco do que é publicado nesse blog, que geralmente tem uma linha entusiasmada das novidades tecnológicas, deixo aqui um alerta sobre sua privacidade nas redes sociais em geral, no Facebook em particular.

A maioria de nós nem se dá ao trabalho de ler a política de privacidade das redes sociais. Muito menos em acompanhar as mudanças que ocorrem, muitas das quais raramente são adequadamente anunciadas.

Pior do que isso são as políticas dos parceiros dessas redes, como a dos aplicativos do Facebook, normalmente jogos ou ferramentas de apoio que, em tese, tornam sua navegação e visibiidade nessas redes mais fácil.

Pois é… O Facebook, por exemplo, já testa o limite de 700.000.000 de contas ativas, e já patinou mais de uma vez ao modificar sua política de privacidade sem deixar claro a seus membros das aberturas criadas na divulgação de seus dados pessoais, hábitos de navegação e até de informações de segurança, como senhas de acesso.

Muitas vezes, violações ou, diríamos de modo mais eufemístico, interpretacões mais liberais das políticas de privacidade do Facebook fazem com que você libere não só seus dados pessoais, mas também sua lista de amigos, até dos amigos dos amigos. Em um universo de 700.000.000 de pessoas, dispor de informações privilegiadas em tempo real é um maná para quem quer ascender na venda de produtos e serviços pela internet, lícitos ou não, consentidos ou não.

É aí que reside o problema: seus dados podem estar sendo utilizados indevidamente e você nem sabe. Mesmo que isso não represente um perigo imediato, você está em desvantagem, pois eles sabem sobre você e você não sabe sobre eles. E isso, em um mundo conectado, não é bom.

Por enquanto, eu procuro ser muito seletivo na escolha desses aplicativos e jogos das redes sociais, e recomendo o mesmo a meus amigos, reais ou virtuais. Entendo que enquanto essas práticas não estiverem claras e, sobretudo amparadas em uma legislação adequada, o risco é muito maior do que os possíveis benefícios.

Partindo da premissa de que é difícil ficar de fora das principais redes sociais, em um mundo onde mais de 2.000.000.000 de pessoas estão online, um pouco de cautela não faz mal a ninguém.

Assim, peço publicamente desculpas a amigos e conhecidos que me chamam para aplicativos como Farmville, Hearts e tantos outros do Facebook. Eu também não os chamo nem mando dados de minhas listas de contato para ampliar minha rede virtual.

Minha bisavó me dizia há muito tempo que prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. E eu adicionaria que Farmville, Hearts e tantos outros podem fazer mal a muita gente. E fico, por enquanto, prudentemente na defensiva. Minha e de meus amigos.

Privacidade nas redes sociais

Fim de ano é bom para refletir, avaliar erros e acertos, fazer planos para o futuro… Então, fugindo um pouco do que é publicado nesse blog, que geralmente tem uma linha entusiasmada das novidades tecnológicas, deixo aqui um alerta sobre sua privacidade nas redes sociais em geral, no Facebook em particular.

A maioria de nós nem se dá ao trabalho de ler a política de privacidade das redes sociais. Muito menos em acompanhar as mudanças que ocorrem, muitas das quais raramente são adequadamente anunciadas.

Pior do que isso são as políticas dos parceiros dessas redes, como a dos aplicativos do Facebook, normalmente jogos ou ferramentas de apoio que, em tese, tornam sua navegação e visibiidade nessas redes mais fácil.

Pois é… O Facebook, por exemplo, já testa o limite de 700.000.000 de contas ativas, e já patinou mais de uma vez ao modificar sua política de privacidade sem deixar claro a seus membros das aberturas criadas na divulgação de seus dados pessoais, hábitos de navegação e até de informações de segurança, como senhas de acesso.

Muitas vezes, violações ou, diríamos de modo mais eufemístico, interpretacões mais liberais das políticas de privacidade do Facebook fazem com que você libere não só seus dados pessoais, mas também sua lista de amigos, até dos amigos dos amigos. Em um universo de 700.000.000 de pessoas, dispor de informações privilegiadas em tempo real é um maná para quem quer ascender na venda de produtos e serviços pela internet, lícitos ou não, consentidos ou não.

É aí que reside o problema: seus dados podem estar sendo utilizados indevidamente e você nem sabe. Mesmo que isso não represente um perigo imediato, você está em desvantagem, pois eles sabem sobre você e você não sabe sobre eles. E isso, em um mundo conectado, não é bom.

Por enquanto, eu procuro ser muito seletivo na escolha desses aplicativos e jogos das redes sociais, e recomendo o mesmo a meus amigos, reais ou virtuais. Entendo que enquanto essas práticas não estiverem claras e, sobretudo amparadas em uma legislação adequada, o risco é muito maior do que os possíveis benefícios.

Partindo da premissa de que é difícil ficar de fora das principais redes sociais, em um mundo onde mais de 2.000.000.000 de pessoas estão online, um pouco de cautela não faz mal a ninguém.

Assim, peço publicamente desculpas a amigos e conhecidos que me chamam para aplicativos como Farmville, Hearts e tantos outros do Facebook. Eu também não os chamo nem mando dados de minhas listas de contato para ampliar minha rede virtual.

Minha bisavó me dizia há muito tempo que prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. E eu adicionaria que Farmville, Hearts e tantos outros podem fazer mal a muita gente. E fico, por enquanto, prudentemente na defensiva. Minha e de meus amigos.

>Uma reflexão de Natal

>Neste Natal de 2010, um pensamento especial para a todos os que precisam de alento, afeto, atenção e amor. Que as pessoas do outro grupo -no qual me incluo-, através de suas ações devidamente contaminadas pelo genuino Espítito de Natal possam ajudar a tornar a vida de todos um pouco melhor, mais alegre, com muito mais amor.

E agora e para 2011, compartilho o olhar de meus netos 2.0, nascidos em um ambiente de interatividade total e das telas touch-screen… Eu recomendo que, para fazermos de 2011 um ano melhor, é mais importante procurar entendê-los, e não só fazê-los entender o nosso complicado mundinho.

Talvez esse tenha sido o erro maior das gerações anteriores, de buscar fazer os novos fazerem como nós fazíamos, pensar como nós pensávamos. Esses aí e todos os nascidos nessa era da web 2.0 estarão naturalmente conectados de uma forma que mesmo os mais antenados de hoje serão seres off-line, menos em tempo de conexão e mais em atitudes.

Não será nada fácil fazê-los mudar segundo aquilo que achamos correto, se eles terão acesso a todo o conhecimento humano desde o tempo das fraldas e a eles será dada uma capacidade de discernir e decidir baseado em múltiplas variáveis, algumas delas fora de nosso alcance para controlar e buscar influir.

Isso é bom? Isso é ruim? Sei lá, mas afirmo que é o futuro. E começarmos a aprender em 2011 pode ser uma decisão sábia!

Aqui estão Diego (3), Beatriz (5) e Guy Neto (2). Eles devem ter idéias que eu, seguramente, não poderia sequer imaginar. Vou procurar acompanhar.

E que 2011 seja um ano campeão!

Uma reflexão de Natal

Neste Natal de 2010, um pensamento especial para a todos os que precisam de alento, afeto, atenção e amor. Que as pessoas do outro grupo -no qual me incluo-, através de suas ações devidamente contaminadas pelo genuino Espítito de Natal possam ajudar a tornar a vida de todos um pouco melhor, mais alegre, com muito mais amor.

E agora e para 2011, compartilho o olhar de meus netos 2.0, nascidos em um ambiente de interatividade total e das telas touch-screen… Eu recomendo que, para fazermos de 2011 um ano melhor, é mais importante procurar entendê-los, e não só fazê-los entender o nosso complicado mundinho.

Talvez esse tenha sido o erro maior das gerações anteriores, de buscar fazer os novos fazerem como nós fazíamos, pensar como nós pensávamos. Esses aí e todos os nascidos nessa era da web 2.0 estarão naturalmente conectados de uma forma que mesmo os mais antenados de hoje serão seres off-line, menos em tempo de conexão e mais em atitudes.

Não será nada fácil fazê-los mudar segundo aquilo que achamos correto, se eles terão acesso a todo o conhecimento humano desde o tempo das fraldas e a eles será dada uma capacidade de discernir e decidir baseado em múltiplas variáveis, algumas delas fora de nosso alcance para controlar e buscar influir.

Isso é bom? Isso é ruim? Sei lá, mas afirmo que é o futuro. E começarmos a aprender em 2011 pode ser uma decisão sábia!

Aqui estão Diego (3), Beatriz (5) e Guy Neto (2). Eles devem ter idéias que eu, seguramente, não poderia sequer imaginar. Vou procurar acompanhar.

E que 2011 seja um ano campeão!

Uma reflexão de Natal

Neste Natal de 2010, um pensamento especial para a todos os que precisam de alento, afeto, atenção e amor. Que as pessoas do outro grupo -no qual me incluo-, através de suas ações devidamente contaminadas pelo genuino Espítito de Natal possam ajudar a tornar a vida de todos um pouco melhor, mais alegre, com muito mais amor.

E agora e para 2011, compartilho o olhar de meus netos 2.0, nascidos em um ambiente de interatividade total e das telas touch-screen… Eu recomendo que, para fazermos de 2011 um ano melhor, é mais importante procurar entendê-los, e não só fazê-los entender o nosso complicado mundinho.

Talvez esse tenha sido o erro maior das gerações anteriores, de buscar fazer os novos fazerem como nós fazíamos, pensar como nós pensávamos. Esses aí e todos os nascidos nessa era da web 2.0 estarão naturalmente conectados de uma forma que mesmo os mais antenados de hoje serão seres off-line, menos em tempo de conexão e mais em atitudes.

Não será nada fácil fazê-los mudar segundo aquilo que achamos correto, se eles terão acesso a todo o conhecimento humano desde o tempo das fraldas e a eles será dada uma capacidade de discernir e decidir baseado em múltiplas variáveis, algumas delas fora de nosso alcance para controlar e buscar influir.

Isso é bom? Isso é ruim? Sei lá, mas afirmo que é o futuro. E começarmos a aprender em 2011 pode ser uma decisão sábia!

Aqui estão Diego (3), Beatriz (5) e Guy Neto (2). Eles devem ter idéias que eu, seguramente, não poderia sequer imaginar. Vou procurar acompanhar.

E que 2011 seja um ano campeão!

>Apple: Casos de fracasso explicam seu sucesso

>2010 encerra com a Apple sendo a empresa de tecnologia de maior valor de mercado. Nos últimos anos ela emplacou um sucesso atrás de sucesso, criando novos referenciais em diversos segmentos. Já falaremos deles, todos conhecidos da maioria dos nossos leitores. Mas primeiro, quero lembrar de seus fracassos.

O Lisa, lançado em 1983 como o primeiro computador pessoal com interface gráfica, custava inacreditáveis US$ 10.000, grana que dava para comprar um Cadillac completinho e ainda sobrava um bom troco… Falhou por ser muito caro, fraquinho e com poucos aplicativos. Nem suas versões posteriores mais potentes e menos custosas conseguiram emplacar. Para quem conhece os carros americanos, o Lisa foi o Edsel da Ford.

Em 1996, a Apple lança o Pippin, por US$ 600, para ser um aparelho de videogame em rede. Mas, com menos de 20 títulos e performance fraca, vendeu pouco mais de 40.000 unidades para uma produção total de mais de 100.000. Um encalhe enorme, muita grana de pesquisa e desenvolvimento jogada fora. Alguém aí já teve um Pippin? Para a Apple, um verdadeiro pepino

Hoje em dia, o MacBook é objeto de desejo de quase todo mundo que usa um laptop. Mas nem sempre foi assim. Mesmo com o sucesso do conceito do Macintosh, lançado como computador de mesa em 1984, O Macintosh Portable, lançado em 1989 por US$ 6.500 não emplacou, mais ou menos pelos mesmos motivos da falha do Lisa.

Essa máquina foi o símbolo dos momentos tortusoso pelos quais passou a Apple e que levou Steve Jobs a ser demitido.

O G4 Cube já é da fase nova, após o retorno triunfal de Steve Jobs. Lançado em 2000, com a assinatura do guru de design da Apple, Jonathan Ive (o mesmo do iPhone, do MacBook, do iPod e tantos outros), era um cubo com 20 cm de lado, custava US$ 1.600 (preço razoável para a época) mas falhou por não ser nada mais que um Mac em formato de cubo, sem grandes possibilidades de encaixar ezpansões e periféricos, prioridades básicas do início do século.

Dá para registrar no mínimo mais uns 10 produtos da Apple que não deram certo, independente de quem estava à frente das decisões da companhia.

Os sucessos da Apple, de outro lado, começam com o Apple II (sim, houve o Apple I, alguém viu?), o primeiro computador pessoal que podia justificar esse nome, o Macintosh, que virou cult entre estudantes e designers, e, mais recentemente, o iPod, o iTunes, o MacBook em suas várias versões, o iMac e o iPad.

O Apple II, o Macintosh de 1984 definiram novos padrões de mercado, inventando novas necessidades para os usuários antes de resolver seus problemas. Mas a concorrência estava mais alerta, e apareceram, respectivamente, o MS-DOS e o Windows da Microsoft para colocar esses dois produtos inovadores em nichos bem específicos.

Já os novos produtos deste milênio mudaram a face da indústria, e passaram a uma posição de dominância de mercado, embora não tenham sido inovadores nos conceitos. Já existiam players digitais e lojas de vendas de música e antes do combo iPod+iTunes; o Macbook entrou para valer em um mercado de notebooks muito concorrido e com produtos muito bem aceitos, como a linha Vaio da Sony; o iMac criou novas estéticas para o desktop, mas não grandes novidades de uso; o iPhone foi, em essência, a inserção de circuitos de telefone celular em um iPod Touch; o iPad fez furor como o produto de mais rápida adoção no mercado na esteira do sucesso do iPod e do iPhone, mas o conceito de tablet já existia há mais de 15 anos. A Apple apenas criou um produto charmoso e usável. 

Esse modelo de sucesso, além da inegável competencia do time da Apple, deve permanecer viável por um bom tempo. A analogia que faço com casos de sucesso do passado, como o da Microsoft, é que a Apple agora inova em cima de conceitos já lançados e ainda em busca de uma boa posição no mercado.

De certa forma, a empresa da maçã adota em 2010 a mesma receita já testada pelos concorrentes do final do século XX que tanta dor de cabeça lhe causaram.