>As informações postadas por jovens em sites de relacionamento
>A matéria do jornalista Eric Nagourey, publicada no The New York Times, e resumida no site do José Wille, mostra as consequências por vezes danosas da exibição de informações pessoais, por jovens (e outros nem tanto) em sites de relacionamento.
O que muitos internautas não se dão conta é que essas informações podem ser usadas pelos departamantos de RH das empresas, por “Head-Hunters”, mas também por agentes mal intencionados, que o estudo que deu origem à matéria se refere como “predadores online“.
Enganam-se os que imaginam poder desfrutar de um anonimato na web, ainda mais em tempo de Google, que tudo sabe e tudo guarda. Assim, informações que possam ser julgadas como danosas à imagem de uma pessoa, mesmo que removidas, podem ser recuperadas numa simples busca no Google, ou outro serviço de busca disponível. Essas empresas guardam em seus servidores o ‘retrato’ das páginas na internet feitos de tempos em tempos (chamado “cache”).
Além do mais, os predadores online estão cada vez mais ativos, buscando informações que lhes permitam algum tipo de ação maliciosa que pode ir da chantagem pura e simples à replicação desses dados -às vezes com distorções- a terceiros, com incalculáveis prejuízos a quem os divulgou em primeiro lugar.
Minha recomendação é simples: os dados que você divulga, nos sites de relacionamento, a seu respeito, de sua família, das pessoas com quem você tem relacionamento mais próximo só devem ser aqueles que você divulgaria em uma conversa normal, em ambiente público, e que você efetivamente queira divulgar. E que não seja ao sabor de uma emoção de momento, do qual você pode se arrepender.
E nem sempre evitar a divulgação de suas infoemações pessoais pode ser a melhor solução. Se você ficar “calado” no mundo digital, pode ser que alguém fale por você aquilo que você não quer ver divulgado.
Então, tenha certeza sobre as informações a seu respeito que você posta nas comunidades de relacionamentos, nos blogs, na internet, de uma maneira geral. Antes de publicá-las, ou atualizá-las, pense como terceiros reagiriam, como alguém mal intencionado, ou um caçador de talentos, ou mesmo uma pessoa próxima de você que, mais tarde, pode não estar.
Na dúvida, seja conservador(a). Seu futuro agradece.
As informações postadas por jovens em sites de relacionamento
A matéria do jornalista Eric Nagourey, publicada no The New York Times, e resumida no site do José Wille, mostra as consequências por vezes danosas da exibição de informações pessoais, por jovens (e outros nem tanto) em sites de relacionamento.
O que muitos internautas não se dão conta é que essas informações podem ser usadas pelos departamantos de RH das empresas, por “Head-Hunters”, mas também por agentes mal intencionados, que o estudo que deu origem à matéria se refere como “predadores online“.
Enganam-se os que imaginam poder desfrutar de um anonimato na web, ainda mais em tempo de Google, que tudo sabe e tudo guarda. Assim, informações que possam ser julgadas como danosas à imagem de uma pessoa, mesmo que removidas, podem ser recuperadas numa simples busca no Google, ou outro serviço de busca disponível. Essas empresas guardam em seus servidores o ‘retrato’ das páginas na internet feitos de tempos em tempos (chamado “cache”).
Além do mais, os predadores online estão cada vez mais ativos, buscando informações que lhes permitam algum tipo de ação maliciosa que pode ir da chantagem pura e simples à replicação desses dados -às vezes com distorções- a terceiros, com incalculáveis prejuízos a quem os divulgou em primeiro lugar.
Minha recomendação é simples: os dados que você divulga, nos sites de relacionamento, a seu respeito, de sua família, das pessoas com quem você tem relacionamento mais próximo só devem ser aqueles que você divulgaria em uma conversa normal, em ambiente público, e que você efetivamente queira divulgar. E que não seja ao sabor de uma emoção de momento, do qual você pode se arrepender.
E nem sempre evitar a divulgação de suas infoemações pessoais pode ser a melhor solução. Se você ficar “calado” no mundo digital, pode ser que alguém fale por você aquilo que você não quer ver divulgado.
Então, tenha certeza sobre as informações a seu respeito que você posta nas comunidades de relacionamentos, nos blogs, na internet, de uma maneira geral. Antes de publicá-las, ou atualizá-las, pense como terceiros reagiriam, como alguém mal intencionado, ou um caçador de talentos, ou mesmo uma pessoa próxima de você que, mais tarde, pode não estar.
Na dúvida, seja conservador(a). Seu futuro agradece.
Congestão Democrática na Internet
Pois é, este 4 de outubro foi mais uma data cívica, de colocarmos em dia nossas preferências, como eleitores e cidadãos, em cada município do Brasil, elegendo todos os vereadores e a maioria dos prefeitos, salvo poucos que ainda irão ao segundo turno.
Desta vez, as urnas eletrônicas deram poucos problemas, estatisticamente desprezíveis, consolidando, de vez, a forma digital de votação. Nem as costumeiras vozes do atraso que levantavam a lebre de possíveis fraudes estavam a trombetear a cabeça dos eleitores. Ponto para o TSE!
Mas, na hora de totalizar os votos, alguns servidores da Justiça Eleitoral engasgaram, ou então os telões de divulgação de resultados travaram, gerando impaciência entre candidatos, cabos eleitorais e cidadãos interessados nos números.
Anda mais, os portais de divulgação pela internet e os principais blogs de política tiveram um movimento inusitado de acessos, e alguns deles até ficaram temporariamente fora do ar.
Duas leituras, diferentes pelo ângulo, mas ambas relevantes:
1- É preciso que os sites de divulgação e os blogs estejam preparados para esses picos de acesso.. Já se foi o tempo que os resultado saiam a conta-gotas, levando dias, semanas até. O brasileiro acostumou-se a ter os resultados e as análises quase que instantaneamente.
2- O eleitor cidadão vai pedir cada vez mais, e, já para 2010, essas falhas serão impensáveis, e é bom que a Justiça Eleitoral planeje adequadamente o uso da intenet para o aperfeiçoamento do processo democrático, em vez de usar restrições que de nada adiantam para inibir a vontade de saber das coisas.
É a tecnologia parceira da democracia!
O Apagão da Internet em São Paulo
Subitamente nos damos conta, e de forma dolorosa, que vivemos efetivamente em um mundo conectado e que não ainda não estávamos nos dando conta disso.
O apagão da internet em São Paulo, nesses dias 2 e 3 de julho, criaram sérios problemas a indivíduos, corporações e administrações públicas. E aí, quando será o próximo?
Foi um estrago geral… Os postos do Poupa Tempo, um serviço do governo de São Paulo que vem tendo sucesso ímpar, por garantir centenas de serviços básicos ao cidadão em vários pontos do estado estavam às moscas, com os atendentes sem ter o que fazer e a população irada. Alguns desses postos chegam a atender 20.000 pessoas em um dia normal!
As empresas ficaram desconectadas. Nós, da SIGMA Dataserv Informática tivemos nossa fábrica de software em Ourinhos totalmente parada por falta de conexão. Bancos não prestaram os serviços normais, empresas de comércio eletrônico sairam do ar, as ditas empresas de “tijolo e cimento” tiveram problemas de compras, vendas, faturamento, gestão de pessoas, e por aí foi… Os serviços de governo foram sustados, com efeitos mais graves do que uma greve com piquete e tudo.
O quê houve? O “backbone” da Telefonica saiu do ar. De repente, a espinha dorsal da internet e de comunicação de dados no mais importante Estado da federação ficou mudo, vazio, inoperante. E, pior do que tudo, com evasivas dos dirigentes da empresa e sem qualquer ação imediata da Anatel, a agência reguladora.
O episódio serviu ao menos para mostrar que os planos de contingência, sejam eles da Telefonica, sejam dos usuários, precisam ser revistos, pois a tendência é de conectividade crescente, com maior dependência de uma infraestrutura confiável para o mundo online.
Mostrou ainda que não podemos fazer apostas sérias em estratégias de negócios à prova de apagões de internet simultâneos a greve dos Correios, este mais físico, mas com poderes quase monopolistas, cujos efeitos são sentidos muito mais pelos usuários -que pagam a conta- do que pelos administradores daquela empresa.
Apagões são assim mesmo, ocorrem de forma abrupta, inesperada, tal e qual um infarto do miocárdio fulminante, que chega sem avisar. Sem avisar? O apagão de energia de alguns anos atrás criou caos, mas os avisos estavam claros para os especialistas.
No caso de São Paulo, a falta de respostas convincentes da operadora e da Anatel mostram que os sintomas já existiam, mas não apareciam claramente a todo o corpo, no caso a sociedade.
O total dessa conta talvez jamais venha a ser conhecido. Mas, certamente, grandes empresas e organizações de defesa do consumidor moverão ações milionárias contra a Telefonica e os agentes reguladores. Debates intermináveis ocorrerão no Congresso e na Assembléia Legislativa.
Independentemente de quem vai pagar essa conta, é hora de cobrar das autoridades a busca de uma solução mais ampla que resguarde, ao menos no médio prazo, os interesses dos usuários e, em última análise, a competitividade da nação.
>O Apagão da Internet em São Paulo
>Subitamente nos damos conta, e de forma dolorosa, que vivemos efetivamente em um mundo conectado e que não ainda não estávamos nos dando conta disso.
O apagão da internet em São Paulo, nesses dias 2 e 3 de julho, criaram sérios problemas a indivíduos, corporações e administrações públicas. E aí, quando será o próximo?
Foi um estrago geral… Os postos do Poupa Tempo, um serviço do governo de São Paulo que vem tendo sucesso ímpar, por garantir centenas de serviços básicos ao cidadão em vários pontos do estado estavam às moscas, com os atendentes sem ter o que fazer e a população irada. Alguns desses postos chegam a atender 20.000 pessoas em um dia normal!
As empresas ficaram desconectadas. Nós, da SIGMA Dataserv Informática tivemos nossa fábrica de software em Ourinhos totalmente parada por falta de conexão. Bancos não prestaram os serviços normais, empresas de comércio eletrônico sairam do ar, as ditas empresas de “tijolo e cimento” tiveram problemas de compras, vendas, faturamento, gestão de pessoas, e por aí foi… Os serviços de governo foram sustados, com efeitos mais graves do que uma greve com piquete e tudo.
O quê houve? O “backbone” da Telefonica saiu do ar. De repente, a espinha dorsal da internet e de comunicação de dados no mais importante Estado da federação ficou mudo, vazio, inoperante. E, pior do que tudo, com evasivas dos dirigentes da empresa e sem qualquer ação imediata da Anatel, a agência reguladora.
O episódio serviu ao menos para mostrar que os planos de contingência, sejam eles da Telefonica, sejam dos usuários, precisam ser revistos, pois a tendência é de conectividade crescente, com maior dependência de uma infraestrutura confiável para o mundo online.
Mostrou ainda que não podemos fazer apostas sérias em estratégias de negócios à prova de apagões de internet simultâneos a greve dos Correios, este mais físico, mas com poderes quase monopolistas, cujos efeitos são sentidos muito mais pelos usuários -que pagam a conta- do que pelos administradores daquela empresa.
Apagões são assim mesmo, ocorrem de forma abrupta, inesperada, tal e qual um infarto do miocárdio fulminante, que chega sem avisar. Sem avisar? O apagão de energia de alguns anos atrás criou caos, mas os avisos estavam claros para os especialistas.
No caso de São Paulo, a falta de respostas convincentes da operadora e da Anatel mostram que os sintomas já existiam, mas não apareciam claramente a todo o corpo, no caso a sociedade.
O total dessa conta talvez jamais venha a ser conhecido. Mas, certamente, grandes empresas e organizações de defesa do consumidor moverão ações milionárias contra a Telefonica e os agentes reguladores. Debates intermináveis ocorrerão no Congresso e na Assembléia Legislativa.
Independentemente de quem vai pagar essa conta, é hora de cobrar das autoridades a busca de uma solução mais ampla que resguarde, ao menos no médio prazo, os interesses dos usuários e, em última análise, a competitividade da nação.
Sites Sugeridos Pelos Ouvintes do 91 Minutos
Aqui vão alguns sites indicados pelos ouvintes do 91 Minutos e que fazem sucesso, podendo ser úteis para você. Sugira também seus preferidos:
http://earth.google.com O Google Earth, onde você vai ver a Terra e qualquer lugar dela, com detalhes impressionantes! O site preferido dos ouvintes do 91 Minutos!
http://artpad.art.com/artpad/painter/ Um site especial para quem gosta de desenho e artes gráficas
http://www.radios.com.br/ Aqui você acha todas (ou quase todas) as rádios do mundo que estão no ar on-line pela internet
http://www.chargeonline.com.br/ Piadas e charges, das melhores do Brasil
http://www.allmovie.com/ Vídeos de muitos filmes prediletos, e algumas raridades
http://www.allmusic.com/ Músicas e músicos de todo jeito. Aqui você acha tudo!
http://www.cartorio24horas.com.br/index.php Precisando de uma certidão ou de uma informação de cartório, mas sem tempo para ir lá? Tente o Cartório 24 Horas!
http://cybercook4.uol.com.br/index.php Aqui você acha as mais deliciosas e inusitadas receitas de boa cozinha. Surpreenda-se!
http://www.estadao.com.br/tecnologia/informatica/noticias/2006/jul/17/89.htm Link para a matéria que detalha o computador de 100 dólares, o mais sério projeto global para inclusão digital
http://www.emule-project.net/home/perl/general.cgi?l=33 O eMule é o site “peer-to-peer” campeão para troca de músicas e vídeos. Também em português. Mas cuidado com as infrações aos direitos autorais de terceiros…
http://www.googleearthhacks.com/ o Google Earth Hacks contém adições ao Google Earth que o tornam aida mais interessante. Mas cuidado! É tudo produção independente e não há garantia de segurança.
http://www.pedradagazeta.com.br/ O Instituto Memória fornece informações preciosas sobre o nosso passado recente, ou nem tanto
http://www.paginainicial.com.br/ A Página Inicial do Brasil. Muita coisa interessante sobre esse fascinante país que ainda vai ser hexa, mas antes disso vai ser cmapeão em muitas outras boas áreas.
http://www.quatrocantos.com/ Procurando lugares? É aqui que você vai achar
http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/ Manchetes de jornais do mundo inteiro, ou quase. Bem interessante e sempre atualizado
http://www.tse.gov.br/ TSE – mTribunal Superior Eleitoral. Vale a pena checar, em época de eleição. E nunca abra e-mail supostamente vindo do TSE. É fria!
http://www.transparencia.org.br/index.html O Transparência Brasil busca melhorar o nível das entidades aqui no Brasil. Vale a pena ver e prestigiar!
http://www.abc.com.au/triplej/ A Triple J é uma rádio australiana, sugerida por um ouvinte nosso, que rivaliza com a 91 Rock! É muito boa mesmo, música excelente e bons talk-shows. E uma boa chance para você pegar um pouco do charmoso sotaque australiano…
http://www.universohq.com/ Você gosta de Histórias em Quadrinhos? Então o Universo HQ é o seu site
www.metmuseum.org O Metropolitan Museum de Nova Iorque. Um dos melhores museus do mundo está campeão na internet também, embora um pouco comercial demais.
http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Home.html Museus do Vaticano. Imperdível!
http://www.flickr.com/ O Flickr é o mais popular site de guarda e troca de imagens. Imperdível para fotógrafos profissionais e amadores
http://www.eleicao.info/ O site que informa muita coisa útil sobre as Eleições 2006. Se você quer votar consciente, vá lá.
http://www.pagesjaunes.fr/ Nas palavras de nosso ouvinte André: “Ao pesquisar alguns endereços em Lyon (França), percebi que pode-se navegar num método semelhante ao Google Earth. Existe também o método de mapa e, o que é mais interessante, você navega via fotos pelas ruas da cidade, simplesmente fantástico. Ah, isso sem falar das informações básicas do estabelecimento, que já possui link para o site da empresa ali mesmo.”
http://www.wikipedia.org/ O site leva você a uma nova experiência de conhecimento: Wikipedia é uma enciclopédia exclusiva da internet, e, o que é mais inusitado, criado e mantido por internautas do mundo todo. Em 10 linguas diferentes (inclusive português), vale a pena. Inclusive se você quiser, pode postar um tópico novo ou mesmo acrescentar sua visão a um já existente. Intrigante, não?