Autor Arquivo: Guy Manuel

Vídeo conferência sobre IP: Maduro e muito barato.

Já comentamos aqui sobre as vantagens de usarmos telefonia e vídeo pela internet, usando programas gratuitos como o Skype. Pois bem, se você ainda não usa, deveria estar usando.

Eu ia só contar que na Sigma Dataserv Informática, empresa que trabalho, já usamos rotineiramente o Skype para mensagens de texto e de voz entre nossos colaboradores em nossas bases operacionais de Curitiba, Ourinhos e Brasília, assim como também com clientes e parceiros.

Agora também implantamos facilidades de vídeo conferência nos três escritórios, usando o Skype, e, em cada base, uma TV de 42”, uma webcam e um microfone. Custo de instalação, por base: menos de R$ 2.500,00. Retorno sobre o investimento: menos de 2 meses, só com economia de custos de viagens e estadias.

Pois bem, eu estava, neste final de semana, zapeando a TV quando vi um programa da Oprah Winfrey, entrevistando a Kate Blanchett e o Brad Pitt, e as perguntas dos telespectadores eram feitas por vídeo, usando o Skype, e em alta definição. Resultado espetacular! Detalhe: a Oprah já usa esse recurso em seu programa e em seu webcast há quase um ano, só que eu não sou espectador assíduo de seu programa, confesso. Ela já até deu aulas sobre como usar o Skype, e, se você domina razoavelmente o inglês, pode acessar www.oprah.com e dar uma busca pela palavra Skype.

Nossa ouvinte e leitora do blog Allexandra, do Batel, manda mensagem sobre esse mesmo programa e pergunta se a qualidade da imagem não é por causa do patrocínio do Skype no programa da Oprah. Não, Allexandra, ali é merchandising, que, embora não deixe de pingar uma graninha na conta da emissora e na da apresentadora, testa o serviço em tempo real. É claro que a banda da internet é larga, mas nada diferente daquela que já dispomos aqui no Brasil, talvez acima de 2Mb, para ter aquela qualidade.

Mas o impressionante é a qualidade de áudio e vídeo. Minha pergunta feita da outra vez continua de pé: porque no Brasil ainda se usa timidamente um recurso tão poderoso quanto esse do Skype vídeo, que, além de tudo, é grátis? E outra, derivada da observação minha e da Allexandra:

Por quê as emissoras de TV não usam essa ferramenta nos programas que envolvem telespectadores, em vez daquelas cavernosas vozes de telefone comum?

>Informe Publicitário para ser lido

>Enfim, um aviso padrão Big Brother, o do George Orwell: As principais revistas e jornais do mundo publicam um Informe Publicitário (daqueles mal diagramados, que ninguém lê) alertando aos cidadãos do mundo que tenham publicado um livro, um encarte e outros assemelhados, até 5 de janeiro de 2009, ou mesmo depois, que o Google -esse mesmo- se reserva o direito de digitalizar tudo que foi escrito no mundo. Se esse é seu caso, como autor ou como editor, eis aqui suas opções:

1- Você adere pela internet a um documento global, chamado Acordo de direitos autorais da Pesquisa de Livros do Google, renunciando a qualquer litígio com o Google. Em contrapartida, ele paga a você 63% das rendas advindas da cobrança através do Google, de direitos autorais;
2- Você pode contestar ou comentar o acordo até 5 de maio próximo;
3- Você pode não assinar o acordo e reservar-se o direito de processar o Google individualmente;
4- Você pode apresentar uma ação judicial individual para indenização em dinheiro, se achar que tem esse direito.

Não, caro leitor do blog, você não está lendo uma peça de ficção. Esse é um quadro real! O Google definiu a estratégia de colocar na internet praticamente todo o conteúdo escrito pelo homem, naturalmente aquele que seu time selecionar. Uma parte considerável desse acervo já está disponível ou será disponibilizado em breve.

Das múltiplas brigas judiciais nos Estados Unidos e em outros países resultou um acordo guarda-chuva (esse do ítem 1), para o qual o Google destinou módicos US$ 34,5 milhões para pagar demandantes que já aderiram ao acordo e mais pelo menos US$ 45 milhões para futuras demandas até o final do prazo de subscrição do acordo, 5 de maio de 2009.

Eu não me lembro de ter visto um Informe Publictário de uma empresa destinado a todos os habitantes da Terra, mas sempre há a primeira vez…

Se você duvida, acesse http://www.googlebooksettlement.com/ ou ligue grátis para 0800-891-7626.

Mas o resumo da ópera é que o jogo aparentmente mudou, com esse anúncio do Google. Depois de algumas brigas, ele passou à ofensiva, embora reconhecendo que deve pagar alguma coisa.

É impossível, na presente data, prever o que pode acontecer, até porque esse acordo ainda está pendente de aprovação nas cortes americanas.

Para mim, fica um recado muito claro: de um jeito ou de outro, uma parte mais do que majoritária do conhecimento humano já publicado será disponibilizado pela internet, quase sempre pago pelos links patrocinados do Google, e em alguns casos por assinaturas bancadas por leitores interessados, através de assinaturas.

Alguém disposto a encarar?

Informe Publicitário para ser lido

Enfim, um aviso padrão Big Brother, o do George Orwell: As principais revistas e jornais do mundo publicam um Informe Publicitário (daqueles mal diagramados, que ninguém lê) alertando aos cidadãos do mundo que tenham publicado um livro, um encarte e outros assemelhados, até 5 de janeiro de 2009, ou mesmo depois, que o Google -esse mesmo- se reserva o direito de digitalizar tudo que foi escrito no mundo. Se esse é seu caso, como autor ou como editor, eis aqui suas opções:

1- Você adere pela internet a um documento global, chamado Acordo de direitos autorais da Pesquisa de Livros do Google, renunciando a qualquer litígio com o Google. Em contrapartida, ele paga a você 63% das rendas advindas da cobrança através do Google, de direitos autorais;
2- Você pode contestar ou comentar o acordo até 5 de maio próximo;
3- Você pode não assinar o acordo e reservar-se o direito de processar o Google individualmente;
4- Você pode apresentar uma ação judicial individual para indenização em dinheiro, se achar que tem esse direito.

Não, caro leitor do blog, você não está lendo uma peça de ficção. Esse é um quadro real! O Google definiu a estratégia de colocar na internet praticamente todo o conteúdo escrito pelo homem, naturalmente aquele que seu time selecionar. Uma parte considerável desse acervo já está disponível ou será disponibilizado em breve.

Das múltiplas brigas judiciais nos Estados Unidos e em outros países resultou um acordo guarda-chuva (esse do ítem 1), para o qual o Google destinou módicos US$ 34,5 milhões para pagar demandantes que já aderiram ao acordo e mais pelo menos US$ 45 milhões para futuras demandas até o final do prazo de subscrição do acordo, 5 de maio de 2009.

Eu não me lembro de ter visto um Informe Publictário de uma empresa destinado a todos os habitantes da Terra, mas sempre há a primeira vez…

Se você duvida, acesse http://www.googlebooksettlement.com/ ou ligue grátis para 0800-891-7626.

Mas o resumo da ópera é que o jogo aparentmente mudou, com esse anúncio do Google. Depois de algumas brigas, ele passou à ofensiva, embora reconhecendo que deve pagar alguma coisa.

É impossível, na presente data, prever o que pode acontecer, até porque esse acordo ainda está pendente de aprovação nas cortes americanas.

Para mim, fica um recado muito claro: de um jeito ou de outro, uma parte mais do que majoritária do conhecimento humano já publicado será disponibilizado pela internet, quase sempre pago pelos links patrocinados do Google, e em alguns casos por assinaturas bancadas por leitores interessados, através de assinaturas.

Alguém disposto a encarar?

>Afinal, a Internet Ajuda ou Atrapalha a Aquisição de Conhecimento?

>A facilidade com que podemos acessar o Google ou a Wikipedia nos dias de hoje, com banda larga e 3G levanta ardorosos debates sobre as vantagens e as desvantagens de termos tanta facilidade de acesso à informação e se isso é bom ou ruim.

Eu comprei, no início de minha vida adulta a Enciclopaedia Britannica, à época a grande fonte de conhecimento condensado, genérico. Eram 25 volumes ricamente encadernados e que consumiram parte não desprezível de meu orçamento de recém casado. Era quase o preço de um fusca… Junto com ela, veio uma réplica da 1ª edição da Britannica, de 200 anos antes, com 3 volumes.

Uma conta feita em guardanapo de boteco mostra que a principal enciclopédia mundial cresceu 8 vezes em 200 anos. De 1968 para cá, com a internet, a Wikipedia tomou o lugar da veneranda enciclopédia, esta aliás produzida em Chicago, e conta, na data em que faço o comentário, com mais de 2.722.000 artigos escritos sobre os mais variados temas, com os verbetes comentados e muita coisa em áudio e vídeo. E tudo isso a um clique do mouse e, mais do que tudo, grátis. E com muitas outras opções de consultas a outras fontes.

Muitos estudiosos, os acadêmicos em especial criticam –com razão- a qualidade média das informações assim obtidas pela internet.

Na internet, porém, também temos acesso a informações e acervos das principais bibliotecas e dos mais importantes museus do mundo; podemos conversar e consultar especialistas de todas as disciplinas de conhecimento humano, às vezes pagando, é certo, mas com um grau de universalização nunca visto, e crescendo de forma exponencial.

Os jovens, especialmente os nascidos neste milênio serão, por definição, 100% digitais. Mostrar a eles uma Britannica de 1980 é o mesmo que mostrar a Pedra de Roseta a um estudante de 30 anos atrás. Fascinante, mas pouco para os dias de hoje.

Creio que o eixo da discussão fica torto quando tenta definir se a facilidade de acesso e a abundância de informações na internet é algo bom ou ruim, certo ou errado, se deve ou não ser filtrado.

Não há como coibir o acesso à informação pela internet. Transformá-la em conhecimento útil é outro departamento, mas o acesso veio para ficar e cada vez mais será universal.

O que vemos é uma competição cada vez maior pela oferta de bons conteúdos, mas também uma enorme disponibilização de lixo e conteúdo malicioso. Ajudar aos internautas na tarefa de filtrar o que serve e o que é ruim é algo ainda pouco trabalhado, e aqui fica o desafio aos estudiosos do ramo.

E os mestres, e o conhecimento estruturado que as universidades e centros de pesquisa disponibilizam? E os livros de papel? Ora, todos eles cada vez mais serão procurados, por serem mais acessíveis. Nunca tantos estudaram em cursos formais nem leram tantos livros como na era da internet…

Vamos abandonar o falso dilema?

Afinal, a Internet Ajuda ou Atrapalha a Aquisição de Conhecimento?

A facilidade com que podemos acessar o Google ou a Wikipedia nos dias de hoje, com banda larga e 3G levanta ardorosos debates sobre as vantagens e as desvantagens de termos tanta facilidade de acesso à informação e se isso é bom ou ruim.

Eu comprei, no início de minha vida adulta a Enciclopaedia Britannica, à época a grande fonte de conhecimento condensado, genérico. Eram 25 volumes ricamente encadernados e que consumiram parte não desprezível de meu orçamento de recém casado. Era quase o preço de um fusca… Junto com ela, veio uma réplica da 1ª edição da Britannica, de 200 anos antes, com 3 volumes.

Uma conta feita em guardanapo de boteco mostra que a principal enciclopédia mundial cresceu 8 vezes em 200 anos. De 1968 para cá, com a internet, a Wikipedia tomou o lugar da veneranda enciclopédia, esta aliás produzida em Chicago, e conta, na data em que faço o comentário, com mais de 2.722.000 artigos escritos sobre os mais variados temas, com os verbetes comentados e muita coisa em áudio e vídeo. E tudo isso a um clique do mouse e, mais do que tudo, grátis. E com muitas outras opções de consultas a outras fontes.

Muitos estudiosos, os acadêmicos em especial criticam –com razão- a qualidade média das informações assim obtidas pela internet.

Na internet, porém, também temos acesso a informações e acervos das principais bibliotecas e dos mais importantes museus do mundo; podemos conversar e consultar especialistas de todas as disciplinas de conhecimento humano, às vezes pagando, é certo, mas com um grau de universalização nunca visto, e crescendo de forma exponencial.

Os jovens, especialmente os nascidos neste milênio serão, por definição, 100% digitais. Mostrar a eles uma Britannica de 1980 é o mesmo que mostrar a Pedra de Roseta a um estudante de 30 anos atrás. Fascinante, mas pouco para os dias de hoje.

Creio que o eixo da discussão fica torto quando tenta definir se a facilidade de acesso e a abundância de informações na internet é algo bom ou ruim, certo ou errado, se deve ou não ser filtrado.

Não há como coibir o acesso à informação pela internet. Transformá-la em conhecimento útil é outro departamento, mas o acesso veio para ficar e cada vez mais será universal.

O que vemos é uma competição cada vez maior pela oferta de bons conteúdos, mas também uma enorme disponibilização de lixo e conteúdo malicioso. Ajudar aos internautas na tarefa de filtrar o que serve e o que é ruim é algo ainda pouco trabalhado, e aqui fica o desafio aos estudiosos do ramo.

E os mestres, e o conhecimento estruturado que as universidades e centros de pesquisa disponibilizam? E os livros de papel? Ora, todos eles cada vez mais serão procurados, por serem mais acessíveis. Nunca tantos estudaram em cursos formais nem leram tantos livros como na era da internet…

Vamos abandonar o falso dilema?

>Obama Presidente: Novas Esperanças, Novas Mídias

>Pois é, Barack Obama acaba de assumir como o 44º presidente dos Estados Unidos. Acompanhei com o máximo interesse, tanto para ver o que ele tinha para colocar ao mundo como pela diversidade de mídias que exibiram a cerimônia de posse.

Eu acompanhei em 3 veículos diferentes e simultâneos: na TV a cabo pela CNN, no meu laptop pelo Joost e no meu celular pela FoxNews. Sem sustos tecnológicos, o discurso do primeiro afro-americano a assumir o poder nas bandas de lá transcorreu sem problemas, salvo a gaguejada de emoção na hora do juramento.

Como a demanda deveria estar grande, achei que seria uma excelente oportunidade de fazer um test-drive de uma emissão de IPTV pelo computador (o Joost) , através de uma conexão WiFi e pela rede 3G de telefonia celular. Ao menos no quesito tecnologia, um sucesso absoluto! A imagem no Joost em uma tela de laptop de 13″ estava tão nítida quanto a da TV grande; num momento não resisti e conectei o laptop em outra TV grande, sem problemas, mas aí a limitação de resolução apareceu, o que era normal.

A rede celular foi a grande surpresa: achei que não ia conectar, que ia travar, que não daria para ver. Engano meu! Lá estava o Obama em miniatuta dizendo as mesmas coisas e ao mesmo tempo que na CNN… Fenômeno essa tecnologia digital!

Ah! O discurso do Obama: Ficando nas entrelinhas, quando ele falou em incentivar o uso da tecnologia digital e ampliar à totalidade a oferta de banda larga, deu para concluir que ele enxerga (com razão, a meu ver) que uma parte da solução para a crise global está no investimento em tecnologia e na inclusão digital para todo mundo, que pode gerar novos e melhores produtos e serviços a um universo cada vez maior de pessoas.

Mas, analisando o todo -e saindo do mundo da tecnologia- confesso que me empolguei com suas palavras. Um belo discurso, escrito, segundo li, por um jovem de apenas 27 anos. Ele aborda com coragem o cenário atual e os passos para sair da crise.

Resta saber se o jovem presidente vai conseguir executar seu belo portfolio de intenções. Eu torço que sim, e espero que as palavras do premier russo Putin sequem nas geleiras da Sibéria, quando ele diz que ‘as maiores esperanças são as que geram as maiores decepções’.

Pobre de um povo que tem medo de ter esperança, de sonhar e de tentar materializar suas aspirações.

Boa sorte, Barack Obama! E use bastante a tecnologia, até mesmo seu bom e velho BlackBerry…

Obama Presidente: Novas Esperanças, Novas Mídias

Pois é, Barack Obama acaba de assumir como o 44º presidente dos Estados Unidos. Acompanhei com o máximo interesse, tanto para ver o que ele tinha para colocar ao mundo como pela diversidade de mídias que exibiram a cerimônia de posse.

Eu acompanhei em 3 veículos diferentes e simultâneos: na TV a cabo pela CNN, no meu laptop pelo Joost e no meu celular pela FoxNews. Sem sustos tecnológicos, o discurso do primeiro afro-americano a assumir o poder nas bandas de lá transcorreu sem problemas, salvo a gaguejada de emoção na hora do juramento.

Como a demanda deveria estar grande, achei que seria uma excelente oportunidade de fazer um test-drive de uma emissão de IPTV pelo computador (o Joost) , através de uma conexão WiFi e pela rede 3G de telefonia celular. Ao menos no quesito tecnologia, um sucesso absoluto! A imagem no Joost em uma tela de laptop de 13″ estava tão nítida quanto a da TV grande; num momento não resisti e conectei o laptop em outra TV grande, sem problemas, mas aí a limitação de resolução apareceu, o que era normal.

A rede celular foi a grande surpresa: achei que não ia conectar, que ia travar, que não daria para ver. Engano meu! Lá estava o Obama em miniatuta dizendo as mesmas coisas e ao mesmo tempo que na CNN… Fenômeno essa tecnologia digital!

Ah! O discurso do Obama: Ficando nas entrelinhas, quando ele falou em incentivar o uso da tecnologia digital e ampliar à totalidade a oferta de banda larga, deu para concluir que ele enxerga (com razão, a meu ver) que uma parte da solução para a crise global está no investimento em tecnologia e na inclusão digital para todo mundo, que pode gerar novos e melhores produtos e serviços a um universo cada vez maior de pessoas.

Mas, analisando o todo -e saindo do mundo da tecnologia- confesso que me empolguei com suas palavras. Um belo discurso, escrito, segundo li, por um jovem de apenas 27 anos. Ele aborda com coragem o cenário atual e os passos para sair da crise.

Resta saber se o jovem presidente vai conseguir executar seu belo portfolio de intenções. Eu torço que sim, e espero que as palavras do premier russo Putin sequem nas geleiras da Sibéria, quando ele diz que ‘as maiores esperanças são as que geram as maiores decepções’.

Pobre de um povo que tem medo de ter esperança, de sonhar e de tentar materializar suas aspirações.

Boa sorte, Barack Obama! E use bastante a tecnologia, até mesmo seu bom e velho BlackBerry…

>As informações postadas por jovens em sites de relacionamento

>A matéria do jornalista Eric Nagourey, publicada no The New York Times, e resumida no site do José Wille, mostra as consequências por vezes danosas da exibição de informações pessoais, por jovens (e outros nem tanto) em sites de relacionamento.

O que muitos internautas não se dão conta é que essas informações podem ser usadas pelos departamantos de RH das empresas, por “Head-Hunters”, mas também por agentes mal intencionados, que o estudo que deu origem à matéria se refere como “predadores online“.

Enganam-se os que imaginam poder desfrutar de um anonimato na web, ainda mais em tempo de Google, que tudo sabe e tudo guarda. Assim, informações que possam ser julgadas como danosas à imagem de uma pessoa, mesmo que removidas, podem ser recuperadas numa simples busca no Google, ou outro serviço de busca disponível. Essas empresas guardam em seus servidores o ‘retrato’ das páginas na internet feitos de tempos em tempos (chamado “cache”).

Além do mais, os predadores online estão cada vez mais ativos, buscando informações que lhes permitam algum tipo de ação maliciosa que pode ir da chantagem pura e simples à replicação desses dados -às vezes com distorções- a terceiros, com incalculáveis prejuízos a quem os divulgou em primeiro lugar.

Minha recomendação é simples: os dados que você divulga, nos sites de relacionamento, a seu respeito, de sua família, das pessoas com quem você tem relacionamento mais próximo só devem ser aqueles que você divulgaria em uma conversa normal, em ambiente público, e que você efetivamente queira divulgar. E que não seja ao sabor de uma emoção de momento, do qual você pode se arrepender.

E nem sempre evitar a divulgação de suas infoemações pessoais pode ser a melhor solução. Se você ficar “calado” no mundo digital, pode ser que alguém fale por você aquilo que você não quer ver divulgado.

Então, tenha certeza sobre as informações a seu respeito que você posta nas comunidades de relacionamentos, nos blogs, na internet, de uma maneira geral. Antes de publicá-las, ou atualizá-las, pense como terceiros reagiriam, como alguém mal intencionado, ou um caçador de talentos, ou mesmo uma pessoa próxima de você que, mais tarde, pode não estar.

Na dúvida, seja conservador(a). Seu futuro agradece.

As informações postadas por jovens em sites de relacionamento

A matéria do jornalista Eric Nagourey, publicada no The New York Times, e resumida no site do José Wille, mostra as consequências por vezes danosas da exibição de informações pessoais, por jovens (e outros nem tanto) em sites de relacionamento.

O que muitos internautas não se dão conta é que essas informações podem ser usadas pelos departamantos de RH das empresas, por “Head-Hunters”, mas também por agentes mal intencionados, que o estudo que deu origem à matéria se refere como “predadores online“.

Enganam-se os que imaginam poder desfrutar de um anonimato na web, ainda mais em tempo de Google, que tudo sabe e tudo guarda. Assim, informações que possam ser julgadas como danosas à imagem de uma pessoa, mesmo que removidas, podem ser recuperadas numa simples busca no Google, ou outro serviço de busca disponível. Essas empresas guardam em seus servidores o ‘retrato’ das páginas na internet feitos de tempos em tempos (chamado “cache”).

Além do mais, os predadores online estão cada vez mais ativos, buscando informações que lhes permitam algum tipo de ação maliciosa que pode ir da chantagem pura e simples à replicação desses dados -às vezes com distorções- a terceiros, com incalculáveis prejuízos a quem os divulgou em primeiro lugar.

Minha recomendação é simples: os dados que você divulga, nos sites de relacionamento, a seu respeito, de sua família, das pessoas com quem você tem relacionamento mais próximo só devem ser aqueles que você divulgaria em uma conversa normal, em ambiente público, e que você efetivamente queira divulgar. E que não seja ao sabor de uma emoção de momento, do qual você pode se arrepender.

E nem sempre evitar a divulgação de suas infoemações pessoais pode ser a melhor solução. Se você ficar “calado” no mundo digital, pode ser que alguém fale por você aquilo que você não quer ver divulgado.

Então, tenha certeza sobre as informações a seu respeito que você posta nas comunidades de relacionamentos, nos blogs, na internet, de uma maneira geral. Antes de publicá-las, ou atualizá-las, pense como terceiros reagiriam, como alguém mal intencionado, ou um caçador de talentos, ou mesmo uma pessoa próxima de você que, mais tarde, pode não estar.

Na dúvida, seja conservador(a). Seu futuro agradece.

>Economizando nas contas de telecomunicações

>A coisas é assim: quanto mais alternativas temos, a tendência é gastar mais, até que nos damos conta que precisamos organizar as coisas. Funciona assim quando temos muitas lojas, muitos restaurantes, muitas baladas para ir. Também quando compramos um segundo carro, uma casa na praia. E com telecomunicações, com a variedade de ofertas que temos hoje, a probabilidade maior é que você esteja gastando mais -ou muito mais- do que você deveria, sem necessariamente perder em qualidade. Mas como economizar?

Se você tem internet banda larga, você deve começar a usar intensamente programas como o Skype, de instalação gratuita. Você vai falar com seus amigos registrados de graça, a qualquer hora, de e para qualquer lugar do mundo, desde que ambos estejam conectados. De graça mesmo! E ainda dá para fazer vídeo conferências, enviar e receber documentos e mandar e receber mensagens de texto.

O Skype e outros usam a tecnologia de “Voz sobre IP” (VoIP), ou a telefonia via internet, que vem ganhando cada vez mais popularidade no mundo todo, e no Brasil m particular.

Para chamar telefones fixos internacionais, o preço é mais ou menos R$ 0,05 o minuto, ligações DDD 0,07 a 0,15, ligações para celular em qualquer lugar do Brasil, R$ 0,60. Faça as contas comparando o que você paga hoje…

Sábado, por exemplo, fiquei um tempão no Skype vendo os primeiros passos de meu neto de 1 ano e 1 mês, e ele me vendo… Isso não tem preço, nem custo!

Existem outros serviços, como o Vono, da GVT, o UOL VoIP, o Terra VoIP, dentre outros, que merecem ser analisados e comparados.

Levando em conta que você pode ter essas facilidades em um SmartPhone, desde que tenha um programa instalado e acesso à internet por WiFi, o Fring é um programinha inteligente que pode juntar seus contactos do MSN, do Skype, do GMail e de outros e tudo funciona como se fosse pela conexão normal do celular, só que de graça, entre contatos online, ou pagando as tarifas reduzidas das operadoras VoIP, para ligação a telefones fixos ou celulares.

Eu faço rotineiramente várias conferências de áudio semanais, com duração de média de uma horacada, toda semana, para lugares diferentes, com 4 ou 5 participantes. O custo disso, por linhas convencionais, seria absurdo. Usando o Fring, zero!

Outra coisa que a tecnologia digital ajuda a economizar é no custo de viagens. Em tempos de serviços aeroportuários deficientes, tarifas aéreas em regime de duopólio imperial, evitar viagens, em especial de trabalho, pode ser um refresco para o bolso, para os nervos e até mesmo para a eficiência.

Eu diria que, se você gasta acima de R$ 200/mês, em suas faturas de telefone fixo e celular, dá para fazer uma festa, usando a tecnologia de voz sobre IP, ou VoIP.

Então, compare as tarifas, verifique seu uso e suas necessidades, e comece 2009 economizando para valer!