Chegou o iPad, o Tablet da Apple
Conforme o blogueiro antecipou em postagem de 11/01, a Apple apresenta por seu marketeiro-mor, Steve Jobs, o iPad, o tão esperado e aguardado tablet.
Compatível com o Mac, e já apelidado de iPhone Gigante, o iPad vai rodar os aplicativos do iPhone, do Mac e ainda oferecer notícias, livros…
Mais comentários adiante… Agora acompanho ao vivo o lançamento. Veja a primeira foto:
>Os Incríveis Números da Internet em 2009
>O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
Os Incríveis Números da Internet em 2009
O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
Os Incríveis Números da Internet em 2009
O interessante blog Royal Pingdom resume os números da internet em 2009. Vamos comentar alguns deles:
1- Email
- 90 trilhões de emails enviados em 2009.
- 247 bilhões de mensagens diárias, em média.
- 1,4 bilhões de usuários de email no mundo.
- 100 milhões de novos usuários de email desde 2008.
- 81% dos emails enviados foram spam.
- 92% de emails como spam enviados em dias de pico, no final do ano.
2- Usuários da Internet
- 1,73 bilhões de usuários no mundo (09/2009)
- 18% foi o crescimento em relação a 2008.
- 179.031.479 dos usuários estão na América Latina e Caribe, mais de 10,3% do total.
3- Mídias sociais
- 126 milhões de blogs na internet.
- 84% dos sites sociais têm mais mulheres do que homens.
- 27,3 milhões de tweets no Twitter/dia em novembro
- 350 milhões de pessoas no Facebook.
- 500.000 aplicações ativas no Facebook.
3- Software malicioso
- 148.000 novos computadores zumbis criados por dia, que ficam enviado spam e lixo eletrônico automaticamente.
- 2,6 milhões de programas maliciosos no início de 2009 (virus, cavalos de Tróia, etc.)
- 921.143 milhões de novas ameaças identificadas e adicionadas na lista de proteção pela Symantec no 4o trimestre de 2009.
Façamos algumas reflexões:
Com essa quantidade de emails que são spams, hoje com certeza a uma taxa superior a 100 trilhões/ano, as chances de contaminação crescem exponencialmente, ainda mais com a contribuição de 150 mil novos zumbis/dia, ou, até a data da postagem, 3.600.000 novos computadores virando zumbis…
Isso sem falar nos links das mensagens das redes sociais, não computados nas estatísticas. Levando em conta que só os usuários do Facebook equivalem hoje ao dobro da população brasileira, e que uma parte dos 27 milhões de tweets dia contêm algum tipo de link, incluindo aqueles que adicionam automaticamente centenas de seguidores, mas retêm seus dados para spam e phishing, por exemplo, chegamos a uma dimensão preocupante das ameaças.
E aí, abandonamos os emails e as redes sociais? Não necessariamente. Mas devemos cuidar sobremodo da proteção de nossos dados pessoais e não deixar desatualizados os programas anti-virus, anti-spam, anti-phising, anti-tudo.
Vale lembrar que a internet, assim como o mundo real, não dispensa mecanismos e atitudes de segurança. Olhe em sua volta para as grades, as câmeras de monitoramento, os procedimentos de embarque nos aeroportos, os exames de laboratório. Não poderíamos viver sem eles para termos sossego, certo?
Então, na internet é a mesma coisa, e as ameaças são reais, não virtuais.
>Ataques para roubar informações importantes de seu computador: previna-se!
>
Ataques para roubar informações importantes de seu computador: previna-se!
Ataques para roubar informações importantes de seu computador: previna-se!
>Brasileiro, um Povo Pagão
>Descobri que o brasileiro é profundamente pagão. E muito, muito pagão. Está na hora de buscar mudar de postura, ou seremos eternamente céticos, ou melhor, crentes que devemos seguir… pagando mais do que devemos!
Explico: não vou entrar em digressões sobre religiosidade do brasileiro, nem sobre as crenças de cada um. Isso é coisa de foro íntimo, e cada um sabe qual sua melhor escolha.
Usei o termo “pagão” para caracterizar que o brasileiro paga, em média, muito mais do que os nossos vizinhos e muito mais que os nossos distantes. Aqui comento tecnologia, então tratemos de produtos e serviços de tecnologia.
Comecemos pelos computadores: com benefícios fiscais da lei da informática e mais os brindes de ocasião para incentivar sua popularização, a tal da carga tributária não é tão grande assim para justificar que paguemos por produtos equivalentes entre 3 e 5 vezes mais do que nossos irmãos de outros países. Como promover inclusão digital dessa maneira? E o estranho é que a Apple vende seus produtos aqui a preços parecidos com os da concorrência, mesmo sem benefícios fiscais e pagando os impostos de importação…
Acesso a internet e ligações de celulares chegam a custar até 20 vezes mais do que em países mais ricos que o nosso, como Coréia do Sul e Estados Unidos. Sem falar que aqui banda larga é coisa que sai de 256kb, enquanto que lá fora um número de partida é 10Mb, ou 40 vezes mais. Ou seja, lá os ricos pagam menos para terem mais.
Televisores, videogames, câmeras fotográficas usam a estrutura de bondades fiscais de Manaus com sua famosa Zona Franca. Mesmo assim, pagamos 3 a 8 vezes mais por produtos equivalentes.
Pode ser que os defensores do modelo brasileiro respondam com muitas críticas, e até dizendo que “não é bem assim, os números estão errados”. De fato, não fiz pesquisa profunda, peguei valores médios, e, nessa bagunça toda posso ter cometido injustiças com um ou outro fabricante. Só que, se for medir com precisão, as diferenças no limite superior podem ser até maiores.
Não estou aqui a defender um modelo de abertura total de mercado, para que tenhamos preços parecidos com os do Paraguai, pois aí acabaremos tendo uma economia disfuncional como a dos irmãos vizinhos. Apenas coloco minha minha ira para reflexão geral.
Algo está errado, e estamos pagando uma conta que não é nossa. É preciso chegar a um acordo entre os fabricantes e fornecedores para que seja criada uma relação mais justa conosco, consumidores.
Não é chegada a hora de discutir esse modelo?
Para comprovar o que digo, faça a sua pesquisa partcular. Acesse o site de uma das grandes lojas brasileiras que vendem pela internet e a Amazon, por exemplo. Busque produtos equivalentes e compare. Você vai se sentir um otário.
Brasileiro, um Povo Pagão
Descobri que o brasileiro é profundamente pagão. E muito, muito pagão. Está na hora de buscar mudar de postura, ou seremos eternamente céticos, ou melhor, crentes que devemos seguir… pagando mais do que devemos!
Explico: não vou entrar em digressões sobre religiosidade do brasileiro, nem sobre as crenças de cada um. Isso é coisa de foro íntimo, e cada um sabe qual sua melhor escolha.
Usei o termo “pagão” para caracterizar que o brasileiro paga, em média, muito mais do que os nossos vizinhos e muito mais que os nossos distantes. Aqui comento tecnologia, então tratemos de produtos e serviços de tecnologia.
Comecemos pelos computadores: com benefícios fiscais da lei da informática e mais os brindes de ocasião para incentivar sua popularização, a tal da carga tributária não é tão grande assim para justificar que paguemos por produtos equivalentes entre 3 e 5 vezes mais do que nossos irmãos de outros países. Como promover inclusão digital dessa maneira? E o estranho é que a Apple vende seus produtos aqui a preços parecidos com os da concorrência, mesmo sem benefícios fiscais e pagando os impostos de importação…
Acesso a internet e ligações de celulares chegam a custar até 20 vezes mais do que em países mais ricos que o nosso, como Coréia do Sul e Estados Unidos. Sem falar que aqui banda larga é coisa que sai de 256kb, enquanto que lá fora um número de partida é 10Mb, ou 40 vezes mais. Ou seja, lá os ricos pagam menos para terem mais.
Televisores, videogames, câmeras fotográficas usam a estrutura de bondades fiscais de Manaus com sua famosa Zona Franca. Mesmo assim, pagamos 3 a 8 vezes mais por produtos equivalentes.
Pode ser que os defensores do modelo brasileiro respondam com muitas críticas, e até dizendo que “não é bem assim, os números estão errados”. De fato, não fiz pesquisa profunda, peguei valores médios, e, nessa bagunça toda posso ter cometido injustiças com um ou outro fabricante. Só que, se for medir com precisão, as diferenças no limite superior podem ser até maiores.
Não estou aqui a defender um modelo de abertura total de mercado, para que tenhamos preços parecidos com os do Paraguai, pois aí acabaremos tendo uma economia disfuncional como a dos irmãos vizinhos. Apenas coloco minha minha ira para reflexão geral.
Algo está errado, e estamos pagando uma conta que não é nossa. É preciso chegar a um acordo entre os fabricantes e fornecedores para que seja criada uma relação mais justa conosco, consumidores.
Não é chegada a hora de discutir esse modelo?
Para comprovar o que digo, faça a sua pesquisa partcular. Acesse o site de uma das grandes lojas brasileiras que vendem pela internet e a Amazon, por exemplo. Busque produtos equivalentes e compare. Você vai se sentir um otário.
>Lançamentos de Janeiro apontam para o ocaso do teclado e do mouse
>Todo início de ano acontecem dois eventos do mundo digital que anunciam o que chega de novo no mercado: O CES- Consumer Electronics Show, de Las Vegas, e o Apple World, logo em seguida, na California. Este ano, duas tendências surgem fortes: a tela sensível ao toque em computadores portáteis, chamados tablets, e os softwares de reconhecimento de voz. Ambos fora do âmbito experimental e entrando de vez na produção em massa e diversificada, pela variedade de produtos.
Embora essas tecnologias já tenham alguma visibilidade há mais de uma década, elas não apresentavam maturidade e custos adequados para entrarem para valer no mercado. Não mais. Começou a era da aposentadoria -ou pelo menos da perda de importância- do mouse e do teclado, ícones da revolução digital criada pelo computador pessoal.
Em agosto de 2007, postamos matéria no blog falando do Microsoft Surface, um promissor mas ainda caro produto com tela sensível ao toque, que estava servindo como cardápio digital em vários restaurantes americanos, de forma inovadora. Mais ou menos ao mesmo tempo, as grandes redes internacionais de TV, puxadas pela CNN, mostravam telões sensíveis ao toque onde o apresentador navegava entre várias janelas de modo a tornar mais dinâmicos os telejornais, por exemplo, especialmente aqueles que exigiam cobertura ao vivo.
Essa tecnologia chegou primeiro aos players de música e aos telefones celulares, puxados pelos iPod e iPhone, com tímida passagem pelas telas intermediárias.
Pois bem, tudo isso chegou agora para valer aos computadores portáteis. Pelo menos três tablets foram apresentados no CES, com o peso do presidente da Microsoft, Steve Ballmer, a preços não muito superiores aos notebooks já existentes no mercado. Espera-se agora o anúncio de produto equivalente no MacWorld, em fevereiro. Um MacBook tablet vem sendo furiosamente especulado há meses pelo mercado e, se não acontecer , pode tirar um pouco do pique da empresa de Steve Jobs.
Os softwares de reconhecimento de voz também, depois de 20 anos de idas e vindas, parecem que chegaram para valer (veja avaliação comparativa), lastreados principalmente na crescente maturidade de aplicativos em celulares e GPS automotivos.
Quem é familiarizado com computadores, deve lembrar que o veterano e confiável Windows Xp já era capaz de gerenciar telas touch screen, e que alguns modelos meio esquisitos de notebooks chegaram ao mercado com essa funcionalidade, mas não pegaram, por uma conjunção de fatores.
Se houver o lançamento do tablet da Apple agora, as apostas são que o mercado vai ser inundado por computadores portáteis sem teclado físico, ficando a entrada de dados com os dedos no teclado da tela do tablet, coisa hoje já prática e razoavelmente confortável. Do jeito que eles estão concebidos, a navegação entre janelas é muito mais natural, fazendo a incursão diária à internet mais agradável e divertida. Sem falar na minimização da tendinite…
Então, como o lançamento de produtos digitais no mercado brasileiro não é tão defasada como há alguns anos, vale esperar mais umas semaninhas pelo que vem por aí em termos de computadores portáteis, para você não ficar com um dinossauro tecnológico nas mãos.
