>Microsoft tenta comprar Yahoo!
>Agora parece que a coisa vai mesmo… Depois de mais de um ano de rumores, as agências de notícias internacionais trouxeram à tona as negociações que estão havendo entre a Microsoft e o Yahoo para que a gigante do software compre a pioneira das buscas na internet.
Ano passado, os valores de negócio eram estimados em 80 bilhões de dólares. Agora, em 2007, o número gira em torno de 50 bilhões. Significa que as duas “veteranas” empresas estão em sua fase madura e encontram dificuldades em competir com muitas empresas mais novas, notadamente o Google, atualmente o inimigo a bater, aos olhos dos concorrentes.
Significa também que a Microsoft, com sua montanha de dinheiro em caixa (estima-se em mais de 50 bi, gerando mais de 1 bi a cada mês, líquido) desistiu de brigar com suas armas atuais tanto na parte de buscas, onde tem um distante terceiro lugar, como na parte de aplicativos pela internet, ambos com uma dianteira apreciável do Google.
O Yahoo, de sua vez, perdeu o pique de seus anos iniciais, e dos ideais de seus fundadores. Embora ainda lucrativa e crescendo, é considerada sempre a segunda em tudo aquilo que faz. Não lidera em praticamente nenhum segmento relevante, embora seja amplamente reconhecida no mercado.
Uma eventual fusão pode trazer benefícios, sem dúvida, mas o problema da fusão cultural é enorme, e pode prejudicar alguns negócios potencialmente lucrativos, como o acordo fechado com a Apple e a Cingular, para usar as ferramentas Yahoo no mais esperado lançamento do ano, o iPhone.
Mas, se bem conduzida, a fusão pode trazer sinergias interessantes, tanto pela presença quase monopolista dos softwares da Microsoft nos computadores de todo o mundo, quanto nas reconhecidas habilidades do Yahoo em suas múltiplas ferramentas e aplicações, centradas em seu consagrado motor de busca.
Vai funcionar? Ou antes, essa fusão vai se concretizar? Ainda não há uma boa resposta para essas perguntas. É acompanhar com interesse e curiosidade.
E o Google? Deve estar preparando uma contra-ofensiva. Mas deve estar igualmente preparado para enfrentar uma nova empresa que venha por aí, como a grande novidade do final da década, que pode ameaçar a hegemonia do mais novo gigante.
Candidatas à “Google killers” existem. Capacidade técnica e estratégica, também. Mas, por enquanto, não há ninguém no radar como uma séria ameaça ao Google, dentre as novatas. Mas é esperar para ver. Um dia o Google vai provar do seu próprio veneno, com toda certeza.
Microsoft tenta comprar Yahoo!
Agora parece que a coisa vai mesmo… Depois de mais de um ano de rumores, as agências de notícias internacionais trouxeram à tona as negociações que estão havendo entre a Microsoft e o Yahoo para que a gigante do software compre a pioneira das buscas na internet.
Ano passado, os valores de negócio eram estimados em 80 bilhões de dólares. Agora, em 2007, o número gira em torno de 50 bilhões. Significa que as duas “veteranas” empresas estão em sua fase madura e encontram dificuldades em competir com muitas empresas mais novas, notadamente o Google, atualmente o inimigo a bater, aos olhos dos concorrentes.
Significa também que a Microsoft, com sua montanha de dinheiro em caixa (estima-se em mais de 50 bi, gerando mais de 1 bi a cada mês, líquido) desistiu de brigar com suas armas atuais tanto na parte de buscas, onde tem um distante terceiro lugar, como na parte de aplicativos pela internet, ambos com uma dianteira apreciável do Google.
O Yahoo, de sua vez, perdeu o pique de seus anos iniciais, e dos ideais de seus fundadores. Embora ainda lucrativa e crescendo, é considerada sempre a segunda em tudo aquilo que faz. Não lidera em praticamente nenhum segmento relevante, embora seja amplamente reconhecida no mercado.
Uma eventual fusão pode trazer benefícios, sem dúvida, mas o problema da fusão cultural é enorme, e pode prejudicar alguns negócios potencialmente lucrativos, como o acordo fechado com a Apple e a Cingular, para usar as ferramentas Yahoo no mais esperado lançamento do ano, o iPhone.
Mas, se bem conduzida, a fusão pode trazer sinergias interessantes, tanto pela presença quase monopolista dos softwares da Microsoft nos computadores de todo o mundo, quanto nas reconhecidas habilidades do Yahoo em suas múltiplas ferramentas e aplicações, centradas em seu consagrado motor de busca.
Vai funcionar? Ou antes, essa fusão vai se concretizar? Ainda não há uma boa resposta para essas perguntas. É acompanhar com interesse e curiosidade.
E o Google? Deve estar preparando uma contra-ofensiva. Mas deve estar igualmente preparado para enfrentar uma nova empresa que venha por aí, como a grande novidade do final da década, que pode ameaçar a hegemonia do mais novo gigante.
Candidatas à “Google killers” existem. Capacidade técnica e estratégica, também. Mas, por enquanto, não há ninguém no radar como uma séria ameaça ao Google, dentre as novatas. Mas é esperar para ver. Um dia o Google vai provar do seu próprio veneno, com toda certeza.
>E o troféu R$ 1,99 vai para o… Dólar!
>Pois é, estamos chegando lá. Um dia desses, você vai a uma loja de R$ 1,99 e compra um Dólar norte-americano, daqueles verdinhos que tanto sucesso já fizeram na parada dos investidores.
Mas… o que isso tem a ver com tecnologia? Muito. Com a queda do dólar, os produtos de tecnologia importados ou que têm muitos insumos importados (praticamente 100%) deveriam cair de preço em reais mais rápido, e isso parece que não está acontecendo.
Será?
Na verdade, a queda é menor do que gostaríamos, mas a turma que vende continua imaginando -e com razão- que a lei da oferta e da procura não pode ser revogada. Essa é a razão principal de termos alguns produtos -TVs de LCD e plasma, por exemplo- com valores em reais estáveis, neste ano, enquanto que, lá fora, em dólares, eles vêm caindo bastante.
Olhando de outro ângulo, nunca tivemos uma variedade tão grande de tudo que é digital aqui no Brasil, e a preços inimaginados há 1 ou 2 anos. Ou seja, existe um mercado novo, com escala, de consumidores que estavam de fora. Isso é bom, mas ajuda a segurar preços.
O que devemos esperar? Uma pausa momentânea, enquanto os preços estão agradando o mercado e mais gente vai comprando. Mas alguns setores podem começar a esfriar. O de telefones celulares, por exemplo, já deu sinais de sufoco, por não estar conseguindo exportar os volumes de 12 meses atrás, e, enquanto não vem para cá as redes 3G, o mercado se movimenta devagar, quase que só com vendas de reposição e muito poucos clientes novos.
No campo dos computadores, os preços baixaram, é verdade, mas enquanto as vendas crescerem a taxas superiores a 20% ao ano, não há motivos para que os preços despenquem. Até porque os efeitos das reduções tributárias da MP do Bem já foram repassadas ao consumidor.
Então, por enquanto, nada de novo, ou sensacional, em matéria de preços de produtos digitais. Mas que o dólar beirando o R$ 1,99 é algo inusitado, isso é. Será que dura?
E o troféu R$ 1,99 vai para o… Dólar!
Pois é, estamos chegando lá. Um dia desses, você vai a uma loja de R$ 1,99 e compra um Dólar norte-americano, daqueles verdinhos que tanto sucesso já fizeram na parada dos investidores.
Mas… o que isso tem a ver com tecnologia? Muito. Com a queda do dólar, os produtos de tecnologia importados ou que têm muitos insumos importados (praticamente 100%) deveriam cair de preço em reais mais rápido, e isso parece que não está acontecendo.
Será?
Na verdade, a queda é menor do que gostaríamos, mas a turma que vende continua imaginando -e com razão- que a lei da oferta e da procura não pode ser revogada. Essa é a razão principal de termos alguns produtos -TVs de LCD e plasma, por exemplo- com valores em reais estáveis, neste ano, enquanto que, lá fora, em dólares, eles vêm caindo bastante.
Olhando de outro ângulo, nunca tivemos uma variedade tão grande de tudo que é digital aqui no Brasil, e a preços inimaginados há 1 ou 2 anos. Ou seja, existe um mercado novo, com escala, de consumidores que estavam de fora. Isso é bom, mas ajuda a segurar preços.
O que devemos esperar? Uma pausa momentânea, enquanto os preços estão agradando o mercado e mais gente vai comprando. Mas alguns setores podem começar a esfriar. O de telefones celulares, por exemplo, já deu sinais de sufoco, por não estar conseguindo exportar os volumes de 12 meses atrás, e, enquanto não vem para cá as redes 3G, o mercado se movimenta devagar, quase que só com vendas de reposição e muito poucos clientes novos.
No campo dos computadores, os preços baixaram, é verdade, mas enquanto as vendas crescerem a taxas superiores a 20% ao ano, não há motivos para que os preços despenquem. Até porque os efeitos das reduções tributárias da MP do Bem já foram repassadas ao consumidor.
Então, por enquanto, nada de novo, ou sensacional, em matéria de preços de produtos digitais. Mas que o dólar beirando o R$ 1,99 é algo inusitado, isso é. Será que dura?
>Guerra dos Browsers: E o Oscar vai para… FIREFOX
>Faz muito tempo (para TI, ao menos) que a Microsoft acabou com a festa do Netscape, que reinava soberano no mundo recente dos browsers. Uma década, não mais. Agora a poderosa Microsoft está provando um pouco de seu próprio veneno…
Quando apareceu o Mozilla, parecia mais uma iniciativa louvável mas quixotesca da comunidade do software livre. Mas aí a coisa ficou organizada, ganhou substância e, no momento atual, a comparação é inequívoca: O Firefox 2.0 é muito melhor, mais estável, mais seguro, mais fácil de usar, mais personalizável do que o Internet Explorer 7 da Microsoft.
Parece que o sonho da comunidade em rede, que é a essência da internet, está materializada no Firefox.
Hoje em dia, não há razão prática para não mudar, salvo talvez diretrizes corporativas que passem pelo uso exclusivo do IE 7. Mas mesmo nesses casos talvez seja melhor rever essas diretrizes.
Alguns podem argumentar que a base instalada do IE 7 é bem maior do que a do Firefox -o que é verdade- e que alguns sites não funcionam bem no Firefox -também uma verdade. Mas o fato é que hoje em dia o Firefox ganha espaço no mundo dos browsers e mais e mais usuários o adotam.
Os sites que não funcionam adequadamente com o Firefox provavelmente estão defasados e não devem ser muito úteis.
Se você não usou ainda, experimente. Se puder, use só o Firefox. Mas, se houver “aquele” site que ainda requer o IE, não tem problema: é só não tirá-lo do seu computador. Você pode ter mais de um browser, sem problemas.
Quando o IE 7 foi lançado, ele parecia estar no mesmo nível do Firefox, mas, na verdade, este vem andando cada vez mais rápido.
Um encanto são os utilitários que você pode adicionar ao Firefox, de tal modo a fazer do browser algo com a sua cara, o seu jeito, o verdadeiro “Meu Computador”. Existem milhares de “Add-On“s que você pode incorporar ao seu browser.
Só lembrando: o IE vem incorporado ao Windows XP, e o Firefox é grátis. Já no Windows Vista, as versões para a Comunidade Européia e alguns países asiáticos exigem que a instalação do IE não seja feita automaticamente. Isso deve fazer crescer a participação do Firefox, hoje instalado em 1 de cada 3 computadores com acesso à internet.
Guerra dos Browsers: E o Oscar vai para… FIREFOX
Faz muito tempo (para TI, ao menos) que a Microsoft acabou com a festa do Netscape, que reinava soberano no mundo recente dos browsers. Uma década, não mais. Agora a poderosa Microsoft está provando um pouco de seu próprio veneno…
Quando apareceu o Mozilla, parecia mais uma iniciativa louvável mas quixotesca da comunidade do software livre. Mas aí a coisa ficou organizada, ganhou substância e, no momento atual, a comparação é inequívoca: O Firefox 2.0 é muito melhor, mais estável, mais seguro, mais fácil de usar, mais personalizável do que o Internet Explorer 7 da Microsoft.
Parece que o sonho da comunidade em rede, que é a essência da internet, está materializada no Firefox.
Hoje em dia, não há razão prática para não mudar, salvo talvez diretrizes corporativas que passem pelo uso exclusivo do IE 7. Mas mesmo nesses casos talvez seja melhor rever essas diretrizes.
Alguns podem argumentar que a base instalada do IE 7 é bem maior do que a do Firefox -o que é verdade- e que alguns sites não funcionam bem no Firefox -também uma verdade. Mas o fato é que hoje em dia o Firefox ganha espaço no mundo dos browsers e mais e mais usuários o adotam.
Os sites que não funcionam adequadamente com o Firefox provavelmente estão defasados e não devem ser muito úteis.
Se você não usou ainda, experimente. Se puder, use só o Firefox. Mas, se houver “aquele” site que ainda requer o IE, não tem problema: é só não tirá-lo do seu computador. Você pode ter mais de um browser, sem problemas.
Quando o IE 7 foi lançado, ele parecia estar no mesmo nível do Firefox, mas, na verdade, este vem andando cada vez mais rápido.
Um encanto são os utilitários que você pode adicionar ao Firefox, de tal modo a fazer do browser algo com a sua cara, o seu jeito, o verdadeiro “Meu Computador”. Existem milhares de “Add-On“s que você pode incorporar ao seu browser.
Só lembrando: o IE vem incorporado ao Windows XP, e o Firefox é grátis. Já no Windows Vista, as versões para a Comunidade Européia e alguns países asiáticos exigem que a instalação do IE não seja feita automaticamente. Isso deve fazer crescer a participação do Firefox, hoje instalado em 1 de cada 3 computadores com acesso à internet.
>Busca na Internet: melhores motores, dicas de pesquisa
>Muitas consultas e polêmicas de nossos participantes do 91 Minutos sobre os sites de busca na internet. Hoje vamos resumir alguns fatos indisputados e dar dicas que facilitarão -e muito- o trabalho de catar informações na web.
Em primeiro lugar: qual o melhor “motor de busca” na internet? Depende, diz aqui o comentarista, sem querer ser “vaselina”. Mas depende mesmo.
O fato indisputável é que o Google é o campeão de uso genérico, suplantando de longe seus rivais mais próximos, o Yahoo! e o MSN. A razão é simples: o Google é uma organização estruturada e pensando em busca na internet. Ninguém é tão completo e tão geral quanto ele.
Alguns preferem o Yahoo! ou o MSN e mesmo outros mais tradicionais, como o AltaVista ou até mesmo o Ask Jeeves, para ficar só com os da última década. É provável, se você for fazer uma busca específica, digamos “o gato da minha tia”, que o Yahoo! apresente mais ou melhores resultados.
Existem muitos estudos e mesmo institutos de pesquisa, à la Ibope, que se especializam sobre o assunto, e uma postagem em um blog não pretende esgotar o assunto. Apenas vamos buscar o modo mais prático e intuitivo: use o que você está melhor acostumado, e, na dúvida, busque um outro. Eu mesmo faço isso às vezes, quando necessário.
Para busca genérica, eu vou de Google, tanto na internet quanto no meu laptop. Eu gosto do jeito simples do Google, e, em 95% dos casos, me dou bem com os resultados alcançados. E uso muitos outros produtos do Google, como o GMail, o orkut, o AdSense, o AdWords, o Picasa, o Google Desktop… E todos são orientados à busca e tenho tido resultados sólidos com todos e surpreendentes em alguns casos, como o do AdWords.
Mas é na busca específica que eu encontro os resultados mais relevantes para minha profissão ou meu lazer. Os principais portais que freqüento têm seus motores de busca próprios, muitas vezes emprestados do Google ou do Yahho, mas seus parâmetros sempre conduzem a resultados mais precisos, até porque os horizontes de busca são muito menores.
Uma nota boa para os sites nacionais de busca de preços comparados, como o UOL Shopping, o Buscapé e o BondFaro. Usá-los é uma excelente forma de ganhar tempo e economizar seus reaizinhos. Mesmo que eu vá fazer uma compra em uma loja real, eu não vou sem ter as referências de preços de sites de busca.
Sobre como maximizar os resultados de busca, outro motivo de algumas dúvidas dos amigos do 91 Minutos, aqui vão algumas dicas que valem para todos os principais motores de busca:
*se você busca palavras-chave separadas em páginas da internet, simplesmente relacione-as no local apropriado, apenas com um espaço. Tipo: Brasil futebol Pelé retornará com tantos links quantos forem encontrados que contenham as 3 palavras em qualquer ordem e referência.
*se você busca algo dentro do contexto de uma frase, esta pode ser colocada entre aspas, como: “Pelé o melhor”. Note que as aspas restringem a pesquisa à exata formulação do texto entre aspas, e a essa consulta não voltará nada com “Pelé o maior”
*é possível usar argumentos de álgebra booleana, como, por exemplo:
“Pelé o melhor” AND “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ambas as citações, da mesma forma que “Pelé o melhor” + “Pelé o maior”
“Pelé o melhor” OR “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ao menos uma das citações
Boas pesquisas!
Busca na Internet: melhores motores, dicas de pesquisa
Muitas consultas e polêmicas de nossos participantes do 91 Minutos sobre os sites de busca na internet. Hoje vamos resumir alguns fatos indisputados e dar dicas que facilitarão -e muito- o trabalho de catar informações na web.
Em primeiro lugar: qual o melhor “motor de busca” na internet? Depende, diz aqui o comentarista, sem querer ser “vaselina”. Mas depende mesmo.
O fato indisputável é que o Google é o campeão de uso genérico, suplantando de longe seus rivais mais próximos, o Yahoo! e o MSN. A razão é simples: o Google é uma organização estruturada e pensando em busca na internet. Ninguém é tão completo e tão geral quanto ele.
Alguns preferem o Yahoo! ou o MSN e mesmo outros mais tradicionais, como o AltaVista ou até mesmo o Ask Jeeves, para ficar só com os da última década. É provável, se você for fazer uma busca específica, digamos “o gato da minha tia”, que o Yahoo! apresente mais ou melhores resultados.
Existem muitos estudos e mesmo institutos de pesquisa, à la Ibope, que se especializam sobre o assunto, e uma postagem em um blog não pretende esgotar o assunto. Apenas vamos buscar o modo mais prático e intuitivo: use o que você está melhor acostumado, e, na dúvida, busque um outro. Eu mesmo faço isso às vezes, quando necessário.
Para busca genérica, eu vou de Google, tanto na internet quanto no meu laptop. Eu gosto do jeito simples do Google, e, em 95% dos casos, me dou bem com os resultados alcançados. E uso muitos outros produtos do Google, como o GMail, o orkut, o AdSense, o AdWords, o Picasa, o Google Desktop… E todos são orientados à busca e tenho tido resultados sólidos com todos e surpreendentes em alguns casos, como o do AdWords.
Mas é na busca específica que eu encontro os resultados mais relevantes para minha profissão ou meu lazer. Os principais portais que freqüento têm seus motores de busca próprios, muitas vezes emprestados do Google ou do Yahho, mas seus parâmetros sempre conduzem a resultados mais precisos, até porque os horizontes de busca são muito menores.
Uma nota boa para os sites nacionais de busca de preços comparados, como o UOL Shopping, o Buscapé e o BondFaro. Usá-los é uma excelente forma de ganhar tempo e economizar seus reaizinhos. Mesmo que eu vá fazer uma compra em uma loja real, eu não vou sem ter as referências de preços de sites de busca.
Sobre como maximizar os resultados de busca, outro motivo de algumas dúvidas dos amigos do 91 Minutos, aqui vão algumas dicas que valem para todos os principais motores de busca:
*se você busca palavras-chave separadas em páginas da internet, simplesmente relacione-as no local apropriado, apenas com um espaço. Tipo: Brasil futebol Pelé retornará com tantos links quantos forem encontrados que contenham as 3 palavras em qualquer ordem e referência.
*se você busca algo dentro do contexto de uma frase, esta pode ser colocada entre aspas, como: “Pelé o melhor”. Note que as aspas restringem a pesquisa à exata formulação do texto entre aspas, e a essa consulta não voltará nada com “Pelé o maior”
*é possível usar argumentos de álgebra booleana, como, por exemplo:
“Pelé o melhor” AND “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ambas as citações, da mesma forma que “Pelé o melhor” + “Pelé o maior”
“Pelé o melhor” OR “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ao menos uma das citações
Boas pesquisas!
>O Encantamento Chega ao Mundo Digital: iPhone
>Essa área de tecnologia nunca nos fará morrer de tédio… Cada vez temos uma nova surpresa, novos desenhos, novas realidades.
Nos últimos 5 anos, muita coisa ajudou a reescrever o futuro, como a web 2.0, o Google, o YouTube, a fotografia, a música e a TV Digitais e tantas outras novidades.
Muitos produtos e serviços mudaram radicalmente o jeito que usamos a tecnologia, e algumas delas estão sendo poderosos instrumentos de inclusão digital e de melhoria do conhecimento. Mas estava faltando algo: o encantamento!, enquanto sobravam “bells & whistles”, como dizem os americanos, a vertiginosa aceleração de mudança que -por exemplo- o Google nos proporcionou, ou a delícia que é ouvir música num iPod, ou a banda virtualmente ilimitada que permitiu o surgimento da Web 2.0. Tudo muito lindo, mas faltava o charme definitivo. Agora não mais.
Neste início de 2007, o que surpreende é que a grande novidade venha de uma veterana empresa, a Apple. Não que eles sejam seguidores, ao contrário. A Apple sempre foi mestra na inovação, salvo pelo período em que o Steve Jobs estava no ostracismo e ela foi conduzida como empresa convencional por executivos de mercado.
O nome do jogo que muda tudo é o iPhone, anunciado com estardalhaço no Mac World agora, no último dia 9 de janeiro. A Apple conseguiu reunir telefone, tocador de música e acesso a internet em um pequeno dispositivo de mão, que tem um design absolutamente inédito, funcionalidades inesperadas e que, enfim, resolve um monte dos problemas de ergonomia e funcionalidades que atormentavam os usuários normais como nós.
É algo novo. Muito novo. E encantador!
Para quem domina razoavelmente o inglês, recomendo parar de ler este posting e ir direto a http://events.apple.com.edgesuite.net/j47d52oo/event/ para ver e ouvir a Keynote Presentation do Steve Jobs no Mac World, onde ele anuncia os bons resultados da Apple, o crescimento de vendas do Macintosh, a capacidade da empresa em colocar novos produtos no mercado, as vendas de músicas e vídeos, novas parcerias com estúdios de Hollywood e o AppleTV, um produto interessante mas que perde o brilho frente ao iPhone.
A ergonomia e a facilidade de uso do iPhone é que verdadeiramente criam essa ruptura com o passado (que ainda vivemos no mundo e viveremos por um bom tempo no Brasil). Descrevê-las aqui em um blog não dará certo. Só vendo mesmo. É difícil de acreditar…
A única coisa que decepciona é o nome. iPhone não faz justiça ao produto e seus atributos. Não importa. Creio mesmo que esse seja um nome provisório até seu lançamento nos Estados Unidos em junho. Até que como telefone ele deve ser bom, mas o resto… é imperdível!
Um verdadeiro centro de informações e entretenimento na palma de sua mão. Lindo, fácil de usar, poderoso e muito bem posicionado em preço. Pena que não haja previsão de chegar ao Brasil. Tomara que a Apple consiga produzir bastante dessas maquinetas e fazer acordos com uma ou mais operadoras no Brasil.
Vai ser duro esperar…
O Encantamento Chega ao Mundo Digital: iPhone
Essa área de tecnologia nunca nos fará morrer de tédio… Cada vez temos uma nova surpresa, novos desenhos, novas realidades.
Nos últimos 5 anos, muita coisa ajudou a reescrever o futuro, como a web 2.0, o Google, o YouTube, a fotografia, a música e a TV Digitais e tantas outras novidades.
Muitos produtos e serviços mudaram radicalmente o jeito que usamos a tecnologia, e algumas delas estão sendo poderosos instrumentos de inclusão digital e de melhoria do conhecimento. Mas estava faltando algo: o encantamento!, enquanto sobravam “bells & whistles”, como dizem os americanos, a vertiginosa aceleração de mudança que -por exemplo- o Google nos proporcionou, ou a delícia que é ouvir música num iPod, ou a banda virtualmente ilimitada que permitiu o surgimento da Web 2.0. Tudo muito lindo, mas faltava o charme definitivo. Agora não mais.
Neste início de 2007, o que surpreende é que a grande novidade venha de uma veterana empresa, a Apple. Não que eles sejam seguidores, ao contrário. A Apple sempre foi mestra na inovação, salvo pelo período em que o Steve Jobs estava no ostracismo e ela foi conduzida como empresa convencional por executivos de mercado.
O nome do jogo que muda tudo é o iPhone, anunciado com estardalhaço no Mac World agora, no último dia 9 de janeiro. A Apple conseguiu reunir telefone, tocador de música e acesso a internet em um pequeno dispositivo de mão, que tem um design absolutamente inédito, funcionalidades inesperadas e que, enfim, resolve um monte dos problemas de ergonomia e funcionalidades que atormentavam os usuários normais como nós.
É algo novo. Muito novo. E encantador!
Para quem domina razoavelmente o inglês, recomendo parar de ler este posting e ir direto a http://events.apple.com.edgesuite.net/j47d52oo/event/ para ver e ouvir a Keynote Presentation do Steve Jobs no Mac World, onde ele anuncia os bons resultados da Apple, o crescimento de vendas do Macintosh, a capacidade da empresa em colocar novos produtos no mercado, as vendas de músicas e vídeos, novas parcerias com estúdios de Hollywood e o AppleTV, um produto interessante mas que perde o brilho frente ao iPhone.
A ergonomia e a facilidade de uso do iPhone é que verdadeiramente criam essa ruptura com o passado (que ainda vivemos no mundo e viveremos por um bom tempo no Brasil). Descrevê-las aqui em um blog não dará certo. Só vendo mesmo. É difícil de acreditar…
A única coisa que decepciona é o nome. iPhone não faz justiça ao produto e seus atributos. Não importa. Creio mesmo que esse seja um nome provisório até seu lançamento nos Estados Unidos em junho. Até que como telefone ele deve ser bom, mas o resto… é imperdível!
Um verdadeiro centro de informações e entretenimento na palma de sua mão. Lindo, fácil de usar, poderoso e muito bem posicionado em preço. Pena que não haja previsão de chegar ao Brasil. Tomara que a Apple consiga produzir bastante dessas maquinetas e fazer acordos com uma ou mais operadoras no Brasil.
Vai ser duro esperar…