Gripe A: Fique em casa, e… curta as crianças
Em tempos de gripe A, aulas suspensas, a criançada em casa, fora de período de ferias… Isso pode ter dado um nó em sua organização diária, especialmente se mãe e pai trabalham o dia inteiro.
O que fazer com a turminha, em especial aquelas até 5, 6 anos? Pois bem, em vez de deixá-los passivamente vendo TV, que tal fazê-los aprender coisas úteis e, ao mesmo tempo, ter um pouco de boa diversão interativa?
Um jeito fácil é usar sua conexão à internet para acessar os principais canais infantis, alguns com conteúdo interativo muito interessante. E, mais do que tudo, a meninada vai se identificar com seus personagens favoritos, enquanto aprende, usando a internet e o computador, ferramentas naturais para essa geração.
Dentre os de melhor conteúdo, destaco os seguintes:
Discovery Kids
Cartoon Network
Boomerang
Disney
Disney XD
TV Cultura
Alguns deles têm conteúdos que pecam pela tradução, ou até mesmo são um pouco alienígenas para nossa cultura, mas é inegável que podem entreter e ensinar.
Particularmente eu gosto muito da Discovery Kids, ou melhor, minha neta gosta muito, e eu fico positivamente surpreso pelo conteúdo bem produzido, de bom apelo, com um excelente didática, que deixa a criançada plugada em coisa produtiva, no modo interativo.
>Microsoft + Yahoo! = Consolidação King Size
>O anúncio de cooperação entre Microsoft e Yahoo! marca a capitulação de dois gigantes do mundo digital ante o novo rei, o Google. Embora nenhuma das duas empresas tenham inventado nada de novo, foi a Microsoft que liderou o boom da computação pessoal e o Yahoo! que popularizou a busca de informações na internet.
Cada uma a seu tempo e a seu jeito, Microsoft permitiu a massificação do computador pessoal primeiro com o MS-DOS e depois com o Windows; o Yahoo! transformou a busca na internet de uma tarefa de apoio em big business.
O que ocorreu em 29 de julho passado foi o anúncio de que a Microsoft passa a administrar os serviços de busca do Yahoo!, muito embora aquela tenha lançado há poucas semanas o Bing, como “novo” e “revolucionário” mecanismo de busca.
O fato é que os anúncios feitos pelas empresas causaram pouca surpresa, e pareceram algo até envergonhado, conforme podemos ver nos links acima.
Bem contado, não devemos esperar grandes novidades. As ações do Google na bolsa pouco se mexeram, e o mundo digital segue seu curso normal, buscando no Google e usando os sistemas operacionais e aplicativos da Microsoft, ao menos por enquanto.
É duvidosa a estratégia dessa união de interesses, pois é pouco provável que a Microsoft consiga injetar adrenalina nas buscas do Yahoo!, visto que está às voltas com a sucessão de seu pesado e mal sucedido Vista para o Windows 7, e defender sua fonte primária de lucros parece ser sua prioridade número 1.
Do lado do Yahoo!, focar na ampliação de renda e rentabilidade com anúncios online não parece tampouco algo viável, pois a empresa vai carecer de uma base de receita para alavancar novas formas de negócios.
O mais provável é que, num futuro não distante, haja uma efetiva fusão das empresas, ou uma aquisição pura e simples do Yahoo! pela Microsoft, mas sem gerar muita sinergia.
Vamos esperar para ver, mas esse negócio parece que gerou mais espuma do que onda.
Microsoft + Yahoo! = Consolidação King Size
O anúncio de cooperação entre Microsoft e Yahoo! marca a capitulação de dois gigantes do mundo digital ante o novo rei, o Google. Embora nenhuma das duas empresas tenham inventado nada de novo, foi a Microsoft que liderou o boom da computação pessoal e o Yahoo! que popularizou a busca de informações na internet.
Cada uma a seu tempo e a seu jeito, Microsoft permitiu a massificação do computador pessoal primeiro com o MS-DOS e depois com o Windows; o Yahoo! transformou a busca na internet de uma tarefa de apoio em big business.
O que ocorreu em 29 de julho passado foi o anúncio de que a Microsoft passa a administrar os serviços de busca do Yahoo!, muito embora aquela tenha lançado há poucas semanas o Bing, como “novo” e “revolucionário” mecanismo de busca.
O fato é que os anúncios feitos pelas empresas causaram pouca surpresa, e pareceram algo até envergonhado, conforme podemos ver nos links acima.
Bem contado, não devemos esperar grandes novidades. As ações do Google na bolsa pouco se mexeram, e o mundo digital segue seu curso normal, buscando no Google e usando os sistemas operacionais e aplicativos da Microsoft, ao menos por enquanto.
É duvidosa a estratégia dessa união de interesses, pois é pouco provável que a Microsoft consiga injetar adrenalina nas buscas do Yahoo!, visto que está às voltas com a sucessão de seu pesado e mal sucedido Vista para o Windows 7, e defender sua fonte primária de lucros parece ser sua prioridade número 1.
Do lado do Yahoo!, focar na ampliação de renda e rentabilidade com anúncios online não parece tampouco algo viável, pois a empresa vai carecer de uma base de receita para alavancar novas formas de negócios.
O mais provável é que, num futuro não distante, haja uma efetiva fusão das empresas, ou uma aquisição pura e simples do Yahoo! pela Microsoft, mas sem gerar muita sinergia.
Vamos esperar para ver, mas esse negócio parece que gerou mais espuma do que onda.
>Da Inutilidade das “Exclusividades” no Mundo Digital
>Deu no G1: Hacker de 19 anos desbloqueia o novo iPhone 3G S da Apple
Jovem anuncia quebra duas semanas após lançamento do smartphone.
George Hotz já havia sido primeiro a quebrar código do iPhone em 2007
Ou seja, com toda a tecnologia do mundo, a Apple não conseguiu deixar fechado o novíssimo iPhone 3GS, apenas duas semanas depois de seu lançamento nos Estados Unidos. Repete-se a cena do iPhone original e do 3G. Só que esse do 3GS levou menos tempo. E o menino agora já tem 19 anos, em vez dos 17 anos dos tempos do iPhone original.
O aparato para burlar essas restrições visando –no caso– privilegiar acordos comerciais com uma ou várias operadoras é modesto: um computador com acesso à internet, uma bancadinha com alguns aparelhos eletrônicos para ler e gravar chips e um pouco de disposição.
Vale, no caso, mais os 15 minutos de fama do jovem Hotz e sua satisfação de ter quebrado a segurança da poderosa Apple do que eventuais retornos financeiros. Afinal, o iPhone desbloqueado não vai ter vantagens nem subsídios com outras operadoras. logo não é um ‘deal‘ interessante para o usuário. Este vai se motivar para mostrar que pode também independer de amarras.
Mas o modelo proprietário da Apple segue vitorioso. Por exemplo, aqui nas nossas bandas, é proibido comprar músicas e vídeos no iTunes, salvo se você tiver uma conta e um endereço postal nos países que são escolhidos pela empresa como ‘sérios‘.
Mas o moço já deve ter seu futuro assegurado, se quiser. Provavelmente ele está sendo assediado pela própria Apple ou por concorrentes para trabalhar em troca de um polpudo salário e, quem sabe, até o caro custeio de uma universidade de primeira linha.
É assim que a tecnologia digital também avança. Através de hackers como George Hotz.
Da Inutilidade das "Exclusividades" no Mundo Digital
Deu no G1: Hacker de 19 anos desbloqueia o novo iPhone 3G S da Apple
Jovem anuncia quebra duas semanas após lançamento do smartphone.
George Hotz já havia sido primeiro a quebrar código do iPhone em 2007
Ou seja, com toda a tecnologia do mundo, a Apple não conseguiu deixar fechado o novíssimo iPhone 3GS, apenas duas semanas depois de seu lançamento nos Estados Unidos. Repete-se a cena do iPhone original e do 3G. Só que esse do 3GS levou menos tempo. E o menino agora já tem 19 anos, em vez dos 17 anos dos tempos do iPhone original.
O aparato para burlar essas restrições visando –no caso– privilegiar acordos comerciais com uma ou várias operadoras é modesto: um computador com acesso à internet, uma bancadinha com alguns aparelhos eletrônicos para ler e gravar chips e um pouco de disposição.
Vale, no caso, mais os 15 minutos de fama do jovem Hotz e sua satisfação de ter quebrado a segurança da poderosa Apple do que eventuais retornos financeiros. Afinal, o iPhone desbloqueado não vai ter vantagens nem subsídios com outras operadoras. logo não é um ‘deal‘ interessante para o usuário. Este vai se motivar para mostrar que pode também independer de amarras.
Mas o modelo proprietário da Apple segue vitorioso. Por exemplo, aqui nas nossas bandas, é proibido comprar músicas e vídeos no iTunes, salvo se você tiver uma conta e um endereço postal nos países que são escolhidos pela empresa como ‘sérios‘.
Mas o moço já deve ter seu futuro assegurado, se quiser. Provavelmente ele está sendo assediado pela própria Apple ou por concorrentes para trabalhar em troca de um polpudo salário e, quem sabe, até o caro custeio de uma universidade de primeira linha.
É assim que a tecnologia digital também avança. Através de hackers como George Hotz.
>Abaixo as PPS!!!
>Existe uma praga que assola a todos nós, que são as apresentações em PowerPoint, que junto vêm com o apresentador que dispensa o uso do programa e, por terem a extensão .pps são chamadas gerericamente de PPS.
Sem confundir com o partido político de mesma sigla, as PPS (aresentações) na internet são hoje uma praga aparentemente incontrolável. Embora existam muitas que são lindas e bem montadas, ainda por cima com bom conteúdo, muitos internautas, ao receberem as PPS em suas caixas de correio já as encaminham direto para seus grupos de discussão e para seus contatos de e-mail.
Tem um cara que me manda umas 30 PPS por dia! Isso mesmo, POR DIA… Se eu fosse ver todas, gastaria boa parte do meu tempo com inutilidades, e estaria lotando minha caxa de correio.
O que eu faço é colocar essa gente com PPS-mania na minha lista de spam, se não os conheço. Caso sejam pessoas de meu relacionamento no mundo real, mando uma mensagem educativa e educada.
Lembrando que uma PPS que se preze nunca tem menos de 1MB, então só esse cara que me persegue (e a todos os de sua lista), ele manda por dia um mínimo de 30MB. Isso, somado aos milhões de pessoas como ele (sim, é um marmanjo…), aí deve ter alguns pontos percentuais de tráfego inútil de dados na internet.
Como a rede é livre, não é tarefa trivial eliminar essa praga. Mas, numa dessas, quem sabe podemos começar um movimento ”ABAIXO AS PPS!!!”, que, no caso, não tem nada a ver com o partido político PPS.
Se começarmos a bloquear essas apresentações inúteis que recebemos, numa dessas, voltamos a acreditar que o correio eletrônico é uma ferramenta viável. Eu ando meio cético…
Abaixo as PPS!!!
Existe uma praga que assola a todos nós, que são as apresentações em PowerPoint, que junto vêm com o apresentador que dispensa o uso do programa e, por terem a extensão .pps são chamadas gerericamente de PPS.
Sem confundir com o partido político de mesma sigla, as PPS (apresentações) na internet são hoje uma praga aparentemente incontrolável. Embora existam muitas que são lindas e bem montadas, ainda por cima com bom conteúdo, muitos internautas, ao receberem as PPS em suas caixas de correio já as encaminham direto para seus grupos de discussão e para seus contatos de e-mail.
Tem um cara que me manda umas 30 PPS por dia! Isso mesmo, POR DIA… Se eu fosse ver todas, gastaria boa parte do meu tempo com inutilidades, e estaria lotando minha caxa de correio.
O que eu faço é colocar essa gente com PPS-mania na minha lista de spam, se não os conheço. Caso sejam pessoas de meu relacionamento no mundo real, mando uma mensagem educativa e educada.
Lembrando que uma PPS que se preze nunca tem menos de 1MB, então só esse cara que me persegue (e a todos os de sua lista), ele manda por dia um mínimo de 30MB. Isso, somado aos milhões de pessoas como ele (sim, é um marmanjo…), aí deve ter alguns pontos percentuais de tráfego inútil de dados na internet.
Como a rede é livre, não é tarefa trivial eliminar essa praga. Mas, numa dessas, quem sabe podemos começar um movimento ”ABAIXO AS PPS!!!”, que, no caso, não tem nada a ver com o partido político PPS.
Se começarmos a bloquear essas apresentações inúteis que recebemos, numa dessas, voltamos a acreditar que o correio eletrônico é uma ferramenta viável. Eu ando meio cético…
>Você usa Utensílios Duros ou Utensílios Moles?
>O Governador do Paraná sancionou uma lei que obriga a tradução de todos os termos estrangeiros para português claro, nas peças de publicidade que sejam veiculadas no Estado.
Como blogueiro de tecnologia, fico imaginando a dificuldade de impor essa lei, diante de tantos termos consagrados (o menor dos problemas), da força de determinadas palavras no dia-a-dia (em especial na área de tecnologia) e, mais do que tudo, como impor uma lei local em cima de publicidade global da internet.
Acho que a lei não pega, não sem antes incomodar algumas agências e alguns comerciantes. Mas, enquanto ela está fresquinha em vigor, permito-me sugerir algumas equivalências de termos em português para as palavras que usamos mais frequentemente no ramo:
Hardware, por exemplo, pode virar Utensílio Duro; Software, em contrapartida, seria um Utensílio Mole; Mouse, por óbvio, fica sendo Camundongo, Rato; Internet vira uma sigla como Rede Entre Muitos Computadores (REMC); o popular Windows já deveria ter virado Janelas há anos; o Touchscreen de seu Smartphone passa a ser a Tela de toque de seu Telefone Esperto…
E por aí vai.
E cuidem para não comprar nada, absolutamente nada, em uma sale com 70% off, pois você pode estar sendo conivente com uma infração à lei.
Devemos ter muitos outros termos tecnológicos que mereçam tradução para ficarem enquadrados na lei.
Aguardo sugestões!
Você usa Utensílios Duros ou Utensílios Moles?
O Governador do Paraná sancionou uma lei que obriga a tradução de todos os termos estrangeiros para português claro, nas peças de publicidade que sejam veiculadas no Estado.
Como blogueiro de tecnologia, fico imaginando a dificuldade de impor essa lei, diante de tantos termos consagrados (o menor dos problemas), da força de determinadas palavras no dia-a-dia (em especial na área de tecnologia) e, mais do que tudo, como impor uma lei local em cima de publicidade global da internet.
Acho que a lei não pega, não sem antes incomodar algumas agências e alguns comerciantes. Mas, enquanto ela está fresquinha em vigor, permito-me sugerir algumas equivalências de termos em português para as palavras que usamos mais frequentemente no ramo:
Hardware, por exemplo, pode virar Utensílio Duro; Software, em contrapartida, seria um Utensílio Mole; Mouse, por óbvio, fica sendo Camundongo, Rato; Internet vira uma sigla como Rede Entre Muitos Computadores (REMC); o popular Windows já deveria ter virado Janelas há anos; o Touchscreen de seu Smartphone passa a ser a Tela de toque de seu Telefone Esperto…
E por aí vai.
E cuidem para não comprar nada, absolutamente nada, em uma sale com 70% off, pois você pode estar sendo conivente com uma infração à lei.
Devemos ter muitos outros termos tecnológicos que mereçam tradução para ficarem enquadrados na lei.
Aguardo sugestões!
>Cloud Computing: Nuvens de tempestade sobre o mundo dos computadores
>A aparente calmaria do mercado de computadores, sem grandes lançamentos e novidades, a pouca excitação em torno da chegada do Windows 7, é, no meu entender, o prenúncio da chegada para valer da computação em nuvem (cloud computing), onde o sistema operacional pesado, os aplicativos e até mesmo os arquivos saem do computador pessoal e vão para servidores remotos, no conceito de “nuvem”.
Mais do que uma tendência da moda, o modelo de cloud computing mostra a exaustão do modelo de manter milhões (na verdade, bilhões) de computadores com sistemas operacionais que precisam guardar compatibilidade entre si, aplicativos que precisam ser compatíveis com versões anteriores e todo o acervo do conhecimento do indivíduo armazenado digitalmente, raramente de forma organizada.
A Microsoft, a Apple e até mesmo o Google, como os conhecemos hoje, passarão por uma profunda transformação nos próximos anos. Mas somos nós, usuários, que teremos que nos acostumar com o novo modelo, queiramos ou não.
Vejamos o caso do Windows: a Microsoft reconhece os problemas de seu carro-chefe, o Vista, pesado demais, lento demais, com problemas demais. Tanto assim que antecipou o lançamento de seu sucessor, o Windows 7, para setembro agora, prometendo um sistema operacional mais leve, mais rápido, mais confiável. Ao mesmo tempo, deu sobrevida ao vetusto Xp, hoje dominando 95% do mercado emergente dos netbooks.
Erro de avaliação do Vista? Nada disso… Ocorre que o sucesso do Windows, hoje em mais de 90% dos computadores pessoais, obriga a Microsoft a ficar com um olho no retrovisor, para manter o legado de aplicativos e arquivos gerados em versões anteriores, seja no mundo corporativo, seja no mundo doméstico.
A Apple, rejuvenescida com os fenômenos iPod/iPhone, e com os surpreendentes designs dos novos Macintosh, fornece um sistema operacional robusto, rápido e muito esperto, o OS X Leopard, mas que também trava, e é totalmente proprietário, mantendo essa linha em um nicho de mercado, um belo nicho, o que mais margens dá a indústria.
O mundo do software livre, com todos os descendentes do Linux, oferece distribuições de sistemas operacionais super estáveis, muito parecidos com o Windows e o Leopard, no seu visual e na sua ergonomia, mas, mesmo assim, não decola em vendas.
Na verdade, o que vem atravancando o crescimento explosivo do mercado de computadores é exatamente o combo hardware/sistema operacional/programas aplicativos/arquivos, como o conhecemos hoje, onde tudo, ou quase, reside no computador.
Manter esse formidável acervo, hoje medido em terabits para um usuário normal não é tarefa simples, e o peso da idade desse modelo parece evidente, ao menos agora que há a opção da “nuvem”, tornada possível com a internet de banda larga e os serviços oferecidos pelo mercado.
Para quem usa o MobileMe, da Apple, com todas as suas limitações, já se dá conta dessa facilidade, ao poder compartilhar em tempo real de dados entre dispositivos como um PC, um Mac, um iPhone e um iPod. E tudo isso a um custo que começa a ser razoável, especialmente se levarmos em conta aquilo que fica armazenado e protegido na nuvem.
À medida em que a disponibilidade de banda [cada vez mais] larga se acentua, mais o modelo antigo de armazenagem local perde o sentido, salvo talvez como cópia de segurança, ou para eventuais trabalhos off-line, mas sempre com a possibilidade de sincronia total entre os dispositivos.
Esse é outro motor da inevitável mudança de paradigma: hoje em dia, é muito comum o indivíduo tem mais de um dispositivo digital para acessar os mesmos dados e aplicações. Manter a compatibilidade entre os dados disponíveis em diversos aparelhos é uma das tarefas que a computação em nuvem pode ajudar a resolver.
E isso significa o fim da Microsoft, da Apple, do Google? Ao contrário, pode ser uma oportunidade. O Google já anuncia a disponibilização de seu sistema operacional, o Chrome OS, já voltado à computação em nuvem, e com todos os aplicativos normalmente usados por 99% dos mortais devidamente depurados por alguns anos de uso.
O que acontece é que essas e as demais empresas terão que se adaptar à nova realidade. O exemplo da Apple que se reinventou com seus dispositivos portáteis e com o iTunes é marcante. Ela própria vai ter de dar novas guinadas, sem falar na Microsoft, a maior do segmento de software e a mais dificil de mudar, por conta de sua carteira de sucesso, e o mais novato Google, fenômeno de uma década de existência.
Pode ser que os próximos anos tragam à tona novas empresas com novos conceitos, nascidas sem legados de sucesso, mas capazes de crescer para ocupar novos e inéditos espaços.
No passado, era impossível falar de TI sem falar da IBM. Ela, quase centenária, está lá quietinha, do topo de seu ranking de maior empresa de TI do mundo, sempre se reinventando. É possível que o mesmo aconteça com as outras gigantes do setor. O tempo dirá…