Autor Arquivo: Guy Manuel

Economizando nas contas de telecomunicações

A coisas é assim: quanto mais alternativas temos, a tendência é gastar mais, até que nos damos conta que precisamos organizar as coisas. Funciona assim quando temos muitas lojas, muitos restaurantes, muitas baladas para ir. Também quando compramos um segundo carro, uma casa na praia. E com telecomunicações, com a variedade de ofertas que temos hoje, a probabilidade maior é que você esteja gastando mais -ou muito mais- do que você deveria, sem necessariamente perder em qualidade. Mas como economizar?

Se você tem internet banda larga, você deve começar a usar intensamente programas como o Skype, de instalação gratuita. Você vai falar com seus amigos registrados de graça, a qualquer hora, de e para qualquer lugar do mundo, desde que ambos estejam conectados. De graça mesmo! E ainda dá para fazer vídeo conferências, enviar e receber documentos e mandar e receber mensagens de texto.

O Skype e outros usam a tecnologia de “Voz sobre IP” (VoIP), ou a telefonia via internet, que vem ganhando cada vez mais popularidade no mundo todo, e no Brasil m particular.

Para chamar telefones fixos internacionais, o preço é mais ou menos R$ 0,05 o minuto, ligações DDD 0,07 a 0,15, ligações para celular em qualquer lugar do Brasil, R$ 0,60. Faça as contas comparando o que você paga hoje…

Sábado, por exemplo, fiquei um tempão no Skype vendo os primeiros passos de meu neto de 1 ano e 1 mês, e ele me vendo… Isso não tem preço, nem custo!

Existem outros serviços, como o Vono, da GVT, o UOL VoIP, o Terra VoIP, dentre outros, que merecem ser analisados e comparados.

Levando em conta que você pode ter essas facilidades em um SmartPhone, desde que tenha um programa instalado e acesso à internet por WiFi, o Fring é um programinha inteligente que pode juntar seus contactos do MSN, do Skype, do GMail e de outros e tudo funciona como se fosse pela conexão normal do celular, só que de graça, entre contatos online, ou pagando as tarifas reduzidas das operadoras VoIP, para ligação a telefones fixos ou celulares.

Eu faço rotineiramente várias conferências de áudio semanais, com duração de média de uma horacada, toda semana, para lugares diferentes, com 4 ou 5 participantes. O custo disso, por linhas convencionais, seria absurdo. Usando o Fring, zero!

Outra coisa que a tecnologia digital ajuda a economizar é no custo de viagens. Em tempos de serviços aeroportuários deficientes, tarifas aéreas em regime de duopólio imperial, evitar viagens, em especial de trabalho, pode ser um refresco para o bolso, para os nervos e até mesmo para a eficiência.

Eu diria que, se você gasta acima de R$ 200/mês, em suas faturas de telefone fixo e celular, dá para fazer uma festa, usando a tecnologia de voz sobre IP, ou VoIP.

Então, compare as tarifas, verifique seu uso e suas necessidades, e comece 2009 economizando para valer!

>Tecnologia e Lei: Enfim Juntas!

>Hoje tive uma grata experiência: liguei para o call center de minha operadora de telefonia fixa para reclamar de um item faturado indevidamente e… surpresa! Fui E-X-C-E-P-C-I-O-N-A-L-M-E-N-T-E bem atendido! Em poucos minutos, tudo resolvido, com cortesia, proatividade e sem firulas.

Eu estava cético que essa nova regra de atendimento de call centers fosse pegar, dado o histórico de terror imposto a nós por bancos, operadoras de telefonia, de tv por assinatura e cartões de crédito, só para ficar entre aquelas que atingem a todos…

Minha conclusão preliminar: essa mudança vai dar certo, desde que haja vigilância de nós, consumidores.

Como corolário, eu que, no final de novembro ainda pastava nas musiquinhas de meu provedor de tv a cabo, me senti nas nuvens! E concluí que antes, a tecnologia estava contra nós, agora está a favor.

Se a moda pega…

Tecnologia e Lei: Enfim Juntas!

Hoje tive uma grata experiência: liguei para o call center de minha operadora de telefonia fixa para reclamar de um item faturado indevidamente e… surpresa! Fui E-X-C-E-P-C-I-O-N-A-L-M-E-N-T-E bem atendido! Em poucos minutos, tudo resolvido, com cortesia, proatividade e sem firulas.

Eu estava cético que essa nova regra de atendimento de call centers fosse pegar, dado o histórico de terror imposto a nós por bancos, operadoras de telefonia, de tv por assinatura e cartões de crédito, só para ficar entre aquelas que atingem a todos…

Minha conclusão preliminar: essa mudança vai dar certo, desde que haja vigilância de nós, consumidores.

Como corolário, eu que, no final de novembro ainda pastava nas musiquinhas de meu provedor de tv a cabo, me senti nas nuvens! E concluí que antes, a tecnologia estava contra nós, agora está a favor.

Se a moda pega…

>TV Digital: Um Ano Depois

>Esta semana marcou o primeiro aniversário da implantação da TV Digital no Brasil. Presente em nove grandes cidades, ela apresenta indicadores mistos. Mas é, sobretudo, uma ilustre desconhecida da imensa maioria dos brsileiros.E nem podia ser diferente.

A disseminação de uma tecnologia totalmente nova em todo o país é algo que demanda tempo, o tal do “senhor da razão”.

Mas o que temos hoje são números bem abaixo das mais conservadoras estimativas originais. Somando a venda de decodificadores (100.000) a televisores com decodificadores embutidos (400.000), chegamos a meio milhão de aparelhos prontos para o novo mundo da TV digital.

Isso é muito pouco, quase nada. Se entramos na parte de conteúdo, mesmo as emissoras que já geram imagens abertas em alta definição, chegamos a poucas dezenas de horas semanais, centradas em novelas, notícias e programas de auditório. No mundo da TV paga, um canal que fica exibindo e reprisando as poucas atrações que dispõe.

A qualidade da imagem e do som, em emissões HD (High Definition) são realmente impressionates, e é difícil acostumar com o padrão “antigo”, de qualidade DVD.

No tópico interatividade, nada. Ou melhor, menos que nada. Aqui podemos ter as grandes frustrações no futuro, se não houver rápida disponibilização do Ginga, o software que vai monitorar a TV digital e, em tese, facilitar aos usuários a entrada nesse mundo digital e criar para as emissoras novas e promissoras formas de busca de audiência e conexão.

A ousada decisão brasileira de adotar o padrão japonês, só usado no Japão, e ainda fazer uma versão própria de software pode gerar, lá na frente, um modelo inovador. Mas os atrasos na sua implementação podem trazer mudanças de prioridades no mercado e atrasos na disseminação do novo modelo.

Ao contrário do que se pensa, no futuro nem tudo vão ser imagens de alta definição. Até porque as emissoras vão poder optar pela multiplicação de conteúdo em vez de um único sinal HD, em boa parte de sua grade de programação. A interatividade é a que promete melhores perspectivas, e isso está leeeeeeeeento…

Vamos torcer que os atores envolvidos no processo possam agir mais rápido, e que, em dezembro de 2009, na comemoração dos dois anos da TV digital, tenhamos números mais robustos e melhores perspectivas.

TV Digital: Um Ano Depois

Esta semana marcou o primeiro aniversário da implantação da TV Digital no Brasil. Presente em nove grandes cidades, ela apresenta indicadores mistos. Mas é, sobretudo, uma ilustre desconhecida da imensa maioria dos brsileiros.E nem podia ser diferente.

A disseminação de uma tecnologia totalmente nova em todo o país é algo que demanda tempo, o tal do “senhor da razão”.

Mas o que temos hoje são números bem abaixo das mais conservadoras estimativas originais. Somando a venda de decodificadores (100.000) a televisores com decodificadores embutidos (400.000), chegamos a meio milhão de aparelhos prontos para o novo mundo da TV digital.

Isso é muito pouco, quase nada. Se entramos na parte de conteúdo, mesmo as emissoras que já geram imagens abertas em alta definição, chegamos a poucas dezenas de horas semanais, centradas em novelas, notícias e programas de auditório. No mundo da TV paga, um canal que fica exibindo e reprisando as poucas atrações que dispõe.

A qualidade da imagem e do som, em emissões HD (High Definition) são realmente impressionates, e é difícil acostumar com o padrão “antigo”, de qualidade DVD.

No tópico interatividade, nada. Ou melhor, menos que nada. Aqui podemos ter as grandes frustrações no futuro, se não houver rápida disponibilização do Ginga, o software que vai monitorar a TV digital e, em tese, facilitar aos usuários a entrada nesse mundo digital e criar para as emissoras novas e promissoras formas de busca de audiência e conexão.

A ousada decisão brasileira de adotar o padrão japonês, só usado no Japão, e ainda fazer uma versão própria de software pode gerar, lá na frente, um modelo inovador. Mas os atrasos na sua implementação podem trazer mudanças de prioridades no mercado e atrasos na disseminação do novo modelo.

Ao contrário do que se pensa, no futuro nem tudo vão ser imagens de alta definição. Até porque as emissoras vão poder optar pela multiplicação de conteúdo em vez de um único sinal HD, em boa parte de sua grade de programação. A interatividade é a que promete melhores perspectivas, e isso está leeeeeeeeento…

Vamos torcer que os atores envolvidos no processo possam agir mais rápido, e que, em dezembro de 2009, na comemoração dos dois anos da TV digital, tenhamos números mais robustos e melhores perspectivas.

>Tem mensagem para Steve Jobs: “Te cuida, iPhone!”

>Deu no Computerword da internet:

iPhone Killer? Nokia lança telefone com tela sensível ao toque
Primeiro toutch screen da Nokia virá com um ano de downloads grátis da loja online Nokia Music Store que chega ao Brasil em 2009.

Vale a pena ler a matéria. O novo produto da Nokia chega às lojas em lançamento simultâneo no mundo todo, para bater de frente com a Apple e com o iPhone.

As características são parecidas, mas as especificações do 5800 XpressMusic parecem mais completas, e promete acesso ao Nokia Music Store, por enquanto um tímido concorrente da Apple Store e do iTunes.

Mas a Nokia não poderia ficar passiva ao ataque avassalador da Apple no seu território de celulares, onde ela reina há vários anos. E ela começa atacando exatamente os pontos fortes do iPhone e pretende ir além, ofertando músicas grátis por um ano e aprimorando alguns pontos fracos do iPhone, como câmera e flash.

Minha primeira reação foi: “Viva a concorrência!” A Apple, afinal, está muito orgulhosa de seu sucesso com o iPhone, indiscutivelmente uma nova referência em dispositivos móveis.

Aparentemente, Steve Jobs de novo deixa passar a oportunidade de consolidar um padrão de mercado, ao manter todo o projeto fechado, sob mais de 200 patentes, limitando parcerias e esnobando mercados importantes como o nosso, fazendo com que aqui o iPhone chegue manco, pois não temos todas as ofertas que os americanos, por exemplo, já desfrutam, como o acesso ao download de músicas e de vídeos.

Essa história de sucesso do iPhone, pela primeira vez me faz relembrar o sucesso do Macintosh, lá atrás, na década de 80, quando o tal do Bill Gates e a tal da Microsoft eram figuras secundárias no mundo da tecnologia. Aí veio o Windows e a história saiu diferente do script da Apple, para o bem e para o mal…

Vamos ver agora, com a Nokia se mexendo nesse mercado, que pode ser algo parecido com o elefante na loja de cristais…

Eu particularmente, torço pela concorrência acirrada. E que vença o melhor! No mínimo, vamos poder ter a opção da escolha.

Será que a luta pela supremacia da preferência dos consumidores de smartphones vai ser disputada entre a Nokia, a Apple e a RIM, com seu onipresente Blackberry no mundo corporativo?

Alguém para apostas??

Tem mensagem para Steve Jobs: "Te cuida, iPhone!"

Deu no Computerword da internet:

iPhone Killer? Nokia lança telefone com tela sensível ao toque
Primeiro toutch screen da Nokia virá com um ano de downloads grátis da loja online Nokia Music Store que chega ao Brasil em 2009.

Vale a pena ler a matéria. O novo produto da Nokia chega às lojas em lançamento simultâneo no mundo todo, para bater de frente com a Apple e com o iPhone.

As características são parecidas, mas as especificações do 5800 XpressMusic parecem mais completas, e promete acesso ao Nokia Music Store, por enquanto um tímido concorrente da Apple Store e do iTunes.

Mas a Nokia não poderia ficar passiva ao ataque avassalador da Apple no seu território de celulares, onde ela reina há vários anos. E ela começa atacando exatamente os pontos fortes do iPhone e pretende ir além, ofertando músicas grátis por um ano e aprimorando alguns pontos fracos do iPhone, como câmera e flash.

Minha primeira reação foi: “Viva a concorrência!” A Apple, afinal, está muito orgulhosa de seu sucesso com o iPhone, indiscutivelmente uma nova referência em dispositivos móveis.

Aparentemente, Steve Jobs de novo deixa passar a oportunidade de consolidar um padrão de mercado, ao manter todo o projeto fechado, sob mais de 200 patentes, limitando parcerias e esnobando mercados importantes como o nosso, fazendo com que aqui o iPhone chegue manco, pois não temos todas as ofertas que os americanos, por exemplo, já desfrutam, como o acesso ao download de músicas e de vídeos.

Essa história de sucesso do iPhone, pela primeira vez me faz relembrar o sucesso do Macintosh, lá atrás, na década de 80, quando o tal do Bill Gates e a tal da Microsoft eram figuras secundárias no mundo da tecnologia. Aí veio o Windows e a história saiu diferente do script da Apple, para o bem e para o mal…

Vamos ver agora, com a Nokia se mexendo nesse mercado, que pode ser algo parecido com o elefante na loja de cristais…

Eu particularmente, torço pela concorrência acirrada. E que vença o melhor! No mínimo, vamos poder ter a opção da escolha.

Será que a luta pela supremacia da preferência dos consumidores de smartphones vai ser disputada entre a Nokia, a Apple e a RIM, com seu onipresente Blackberry no mundo corporativo?

Alguém para apostas??

>E os Eletrônicos neste Natal, com o dolar subindo?

>Quem esperava que os preços continuariam a cair, para melhor comprar seu TV de tela grande, seu home theater, seu laptop ou qualquer outro brinquedinho digital neste final de ano, pode ir tirando o mouse da chuva…

Temos três fatores que conspiram contra a queda de preços, e apenas um, tênue, que pode ajudar a puxar para baixo.

Contra o nosso bolso:

1- A disparada do dolar, a queda das bolsas e o pandemônio do sistema financeiro global vão impulsionar os preços para cima. No mínimo, mesmo com preços protegidos nas compras de longo prazo, os fabricantes ou importadores vão tomar cuidado para não corroer margens;

2- A chegada da TV digital aberta em Curitiba estimula a demanda, em uma época em que a oferta pode ser menor do que a estimada anteriormente, por cautela dos fornecedores;

3- O inevitável aumento da taxa de juros para vendas a crédito, pelo brutal enxugamento da liquidez do mercado financeiro.

A favor de nosso bolso:

4- Uma possível retração dos consumidores pode deixar alguns produtos sobrando na prateleira, forçando sua liquidação antecipada. Mas… isso só vale se o produto for o que você espera e, mesmo assim, para compra à vista, muito bem pechinchado.

Para dar um alento ao consumidor de produtos digitais enquadrado na expectatuva 4 acima, é bom lembrar que, à época da publicação deste post, todos os vendedores de bens duráveis já fizeram uma peimeira revisão -para baixo, sempre- de suas vendas daqui até o início de 2009.

Ou seja, se a procura for menor do que a oferta ´já revisada, podem mesmo sobrar alguns produtos bons e a preço de ocasião… Mas isso pode vir ao preço de um quadro recessivo, onde até a libido compradora dos mais entusiasmados pode ir por terra, dadas as incertezas futuras.

Em resumo: não custa planejar um Natal mais frugal, e, se aparecer pechincha, aproveitar. Mas eu não apostaria na repetição da euforia do Natal de 2007.

E os Eletrônicos neste Natal, com o dolar subindo?

Quem esperava que os preços continuariam a cair, para melhor comprar seu TV de tela grande, seu home theater, seu laptop ou qualquer outro brinquedinho digital neste final de ano, pode ir tirando o mouse da chuva…

Temos três fatores que conspiram contra a queda de preços, e apenas um, tênue, que pode ajudar a puxar para baixo.

Contra o nosso bolso:

1- A disparada do dolar, a queda das bolsas e o pandemônio do sistema financeiro global vão impulsionar os preços para cima. No mínimo, mesmo com preços protegidos nas compras de longo prazo, os fabricantes ou importadores vão tomar cuidado para não corroer margens;

2- A chegada da TV digital aberta em Curitiba estimula a demanda, em uma época em que a oferta pode ser menor do que a estimada anteriormente, por cautela dos fornecedores;

3- O inevitável aumento da taxa de juros para vendas a crédito, pelo brutal enxugamento da liquidez do mercado financeiro.

A favor de nosso bolso:

4- Uma possível retração dos consumidores pode deixar alguns produtos sobrando na prateleira, forçando sua liquidação antecipada. Mas… isso só vale se o produto for o que você espera e, mesmo assim, para compra à vista, muito bem pechinchado.

Para dar um alento ao consumidor de produtos digitais enquadrado na expectatuva 4 acima, é bom lembrar que, à época da publicação deste post, todos os vendedores de bens duráveis já fizeram uma peimeira revisão -para baixo, sempre- de suas vendas daqui até o início de 2009.

Ou seja, se a procura for menor do que a oferta ´já revisada, podem mesmo sobrar alguns produtos bons e a preço de ocasião… Mas isso pode vir ao preço de um quadro recessivo, onde até a libido compradora dos mais entusiasmados pode ir por terra, dadas as incertezas futuras.

Em resumo: não custa planejar um Natal mais frugal, e, se aparecer pechincha, aproveitar. Mas eu não apostaria na repetição da euforia do Natal de 2007.

>Congestão Democrática na Internet

>Pois é, este 4 de outubro foi mais uma data cívica, de colocarmos em dia nossas preferências, como eleitores e cidadãos, em cada município do Brasil, elegendo todos os vereadores e a maioria dos prefeitos, salvo poucos que ainda irão ao segundo turno.

Desta vez, as urnas eletrônicas deram poucos problemas, estatisticamente desprezíveis, consolidando, de vez, a forma digital de votação. Nem as costumeiras vozes do atraso que levantavam a lebre deeposíveis fraudes estavam a trombetear a cabeça dos eleitores. Ponto para o TSE!

Mas, na hora de totalizar os votos, alguns servidores da Justiça Eleitoral engasgaram, ou então os telões de divulgação de resultados travaram, gerando impaciência entre candidatos, cabos eleitorais e cidadãos interessados nos números.

Anda mais, os portais de divulgação pela internet e os principais blogs de política tiveram um movimento inusitado de acessos, e alguns deles até ficaram temporariamente fora do ar.

Duas leituras, diferentes pelo ângulo, mas ambas relevantes:

1- É preciso que os sites de divulgação e os blogs estejam preparados para esses picos de acesso.. Já se foi o tempo que os resultado saiam a conta-gotas, levando dias, semanas até. O brasileiro acostumou-se a ter os resultados e as análises quase que instantaneamente.
2- O eleitor cidadão vai pedir cada vez mais, e, já para 2010, essas falhas serão impensáveis, e é bom que a Justiça Eleitoral planeje adequadamente o uso da intenet para o aperfeiçoamento do processo democrático, em vez de usar restrições que de nada adiantam para inibir a vontade de saber das coisas.

É a tecnologia parceira da democracia!