Autor Arquivo: Guy Manuel

Ainda o Twitter…

Amigos e amigas do orkut e de minha audiência na rádio perguntam cada vez mais sobre o Twitter… Hoje, a Allexandra, gaúcha que mora em Minas de novo provocou o assinto. Então, vou tentar dar uma explicação direta sobre o Twitter. E concluir antes de terminar: Sim, vale a pena usar o Twitter, se você é uma pessoa digital!

O Twitter é uma rede social, na árvore genealógica do orkut, do Facebook, do MySpace, com um cruzamento genético com as ferramentas de mensagem instantânea, como o MSN ou o Skype, mas que tem duas características que o tornam único:

A primeira é o tamanho das mensagens, só 140 caracteres, o que os especialistas chamam de “microblog”. Até sua biografia é limitada a 160 caracteres, o que exige um baita poder de síntese.

A segunda é a forma de relacionamento: é possível para um ‘twitteiro’ seguir quem quiser (desde que não seja bloqeuado) e também ser seguido por quem achar que deve (idem com a possibilidade de bloqueio).

Daí é possível organizar seus amigos por grupos (as comunidades são definidas por você, não pré-existem).

Como é fácil de ler e de ser lido, ele pegou rápido, e se consolidou na esteira da campanha do Barack Obama (olha ele aí inovando mais uma vez!).

O cadastramento é muito simples, no www.twitter.com, com o inconveniente de não ter uma versão em português, mas isso não é problema para grande parte das pessoas digitais, como as que estão lendo este blog. Daí é possível selecionar formas de notificação direto do Twitter (por exemplo, para um endereço de e-mail), ou então usar uma ferramenta como o TweetDeck, que organiza tudo em um painel de fácil uso e visualização. O TweetDeck ainda agrega a visualização ao Facebook, se você tiver uma ocnta por lá.

Na minha visão, o Twitter não substitui as mensagens instantâneas nem as outras redes sociais. É uma nova e evoluida forma de comunicação entre pessoas digitais, como nós. Precisa cuidar para não viciar, nem criar redes enormes de amigos, pois aí o tempo dispendido para atualizar os dados é muito grande.

Ela não tem recursos de inserir arquivos de aúdio, foto e vídeo, só a foto do perfil e links para outras páginas. Não permite também a comunicação por áudio e vídeo, como o Skype, o Google Talk e o Windows Live.

Mas o esquema dele de troca de bilhetinhos instantâneos entre amigos que selecionamos é muito interessante!

Não é necessário baixar nenhum programa para usar o Twitter. É só fazer o cadastro e começar a usar. Eu estou por lá como guymanuel.

Não custa tentar, fazer o cadastro, iniciar e buscar amigos e pessoas interessantes. Fica mais fácil, não só no plano pessoal, mas também no profissional.

Eu ainda vou postar matéria aqui sobre as possibilidades do Twitter para as empresas.

>Microsoft antecipa o Windows 7: Uma boa notícia!

>Cercado de muita expectativa, a Microsoft liberou para download ao público em geral, nesta terça-feira, 05/05/2009 a versão pré-lançamento do Windows 7, que substituirá o mal amado Windows Vista.

As primeiras reações são positivas, pois o sistema mostra-se mais rápido, seguro, trava menos e tem uma série de funcionalidades que facilitam a vida, especialmente no mundo corporativo.

Um detalhe: o Windows 7 não fica ruborizado nem pede licença para copiar a aparência e a navegabilidade do Leopard, o sistema operacional da Apple.

Assim, para quem não aguenta mais o Windows Vista e não pretende voltar para o bom e velho XP, uma opção seria entrar para o Windows 7, mesmo ainda na versão de avaliação RC (Release Candidate), desde que, claro, com algum conhecimento ou suporte técnico.

A antecipação do lançamento ao mercado, anunciado para 2010 e agora previsto para setembro de 2009, mostra a preocupação da Microsoft com o desgaste gerado à sua imagem pelo Vista. Tomara que o Windows 7 emplaque!

Para quem quiser experimentar, aqui vai um dos links para baixar o Windows 7 (RC1) .

Microsoft antecipa o Windows 7: Uma boa notícia!

Cercado de muita expectativa, a Microsoft liberou para download ao público em geral, nesta terça-feira, 05/05/2009 a versão pré-lançamento do Windows 7, que substituirá o mal amado Windows Vista.

As primeiras reações são positivas, pois o sistema mostra-se mais rápido, seguro, trava menos e tem uma série de funcionalidades que facilitam a vida, especialmente no mundo corporativo.

Um detalhe: o Windows 7 não fica ruborizado nem pede licença para copiar a aparência e a navegabilidade do Leopard, o sistema operacional da Apple.

Assim, para quem não aguenta mais o Windows Vista e não pretende voltar para o bom e velho XP, uma opção seria entrar para o Windows 7, mesmo ainda na versão de avaliação RC (Release Candidate), desde que, claro, com algum conhecimento ou suporte técnico.

A antecipação do lançamento ao mercado, anunciado para 2010 e agora previsto para setembro de 2009, mostra a preocupação da Microsoft com o desgaste gerado à sua imagem pelo Vista. Tomara que o Windows 7 emplaque!

Para quem quiser experimentar, aqui vai um dos links para baixar o Windows 7 (RC1) .

>PLC – Internet pela rede elétrica: quando chegará?

>Recentemente voltou às manchetes a tecnologia PLC – Power Line Communications que é a internet de banda larga chegando às residências e escritórios através da universal e onipresente tomada elétrica. Afinal, essa tecnologia é confiável, é barata e, sobretudo, vai concorrer com o ADSL, o Cable Modem e o 3G?

A promessa é boa: você contrata serviços de internet com sua companhia de energia e instala um modem especial ligado à tomada de energia e tem internet em sua casa. A energia elétrica está em quase 100% dos domicílios, logo, seria a proposta de inclusão plena dos cidadãos na era digital.

Empresas como a Copel já fazem testes há mais de uma década no Brasil, e, no mundo, em especial na Alemanha, seu uso já é comum, embora não dominante em relação à concorrência.

Tecnicamente falando, não há problema. Se existe, ele vai estar na economia do modelo, no marco regulatório ou ambos.

Vamos por partes:

1- perguntam-me se, já que o sinal da internet pode trafegar pela rede elétrica, então porque ela não é universal, de tão simples? Ocorre que os pacotes que chegam da e vão para a internet, tendo como nó o seu computador vão trafegar pelo backbone global da internet. A rede elétrica é mais um condutor, assim como o cabo telefônico, o da TV por assinatura, o rádio, o ponto WiFi, a rede de seu aparelho celular. Estamos falano, em resumo, da famosa “última milha”, ou a forma de fazer a internet chegar até você, onde você estiver, com o dispositivo que você possuir, no momento. Aí a rede elétrica pede dispositivos especiais que não apenas o modem que vai estar em sua casa. Tem roteadres, fibras óticas, cabos metálicos e uma parafernália de outros equipamentos que vão conviver com a rede elétrica. Entra aí a boa e velha (Hoje meio desacreditada) economia, que vai dizer que esse modelo só é economicamente viável em lugares com grande densidade de usuários ou de consumo de banda. Paradoxo, não?

2- E como fica um serviço desses, em termos regulatórios: é da Aneel ou da Anatel? Bem… a pergunta diz tudo, ou seja, é uma baita confusão ainda não totalmente resolvida, e pode ser questionada por concorrentes a qualquer momento. Não espere uma solução rápida e cristalina. Quem mexe com isso atualmente é a Anatel, mas a Aneel mete sua colher e deve trazer questionamentos.

3- Como vai o PLC no mundo? E no Brasil? Bem longe da promessa de um Eldorado. A Alemanha tem algumas boas amostras, assim como a Itália e a Suiça. Algumas empresas de energia nos Estados Unidos também disponibilizam o serviço. Dá para citar mais exemplos, mas o fato é que a tecnologia PLC, bem antiga que é (por exemplo, antecede o WiFi) ainda dá “traços” de audiência, perdão, de penetração no mercado. Aqui no Brasil algumas cidades fazem pilotos, no Paraná estão implantando em Santo Antônio da PLatina, no norte velho. Pelas duas razões acima, pelo menos, não esperaria um surto de PLC no Brasil ou no mundo antes de muito tempo, se ocorrer.

4- E as velocidades de acesso? Hoje trabalha-se com a segunda geração de equipamentos PLC que prometem taxas de transferência de até 200 Mbps, ideal para tráfego pesado de áudio e vídeo . Mas essa taxa é nominal, e, dependendo do tráfego e da divisão de banda entre os usuários, esse valor tende a ser bem menosr. Nada de diferente do que ocorre com os acessos tradicionais de banda larga, ou seja, o PLC é mais do mesmo em termos de velocidade nominal e real.

5- Como está o PLC no Brasil? Aqui dá para dizer que o Brasil está no pelotão de frente quando o tema é domínio da tecnologia PLC. O Brasil participa ativamente da do projeto OPERA (Open PLC Research European Aliance, e já existe um exemplo concreto de uma cidade conectada pelo PLC, a maranhense Barreirinhas, que dista cerca de 250 km da capital São Luiz. As principais empresas de distribuição de energia, Copel entre elas, buscam viabilizar o modelo.

6- E daí, como ficamos nós, que não estamos em regiões onde há competição por provimento de acesso rápido à internet? A resposta não é muito animadora: salvo se você estiver em uma cidade como Barreirinhas ou Santo Antônio da Platina, provavelmente você ainda vai esperar um pouco, salvo se sua região for contemplada com mais um projeto piloto. O PLC não é novidade tecnológica. Sua adoção agora é uma questão de prioridades. Mas como, em termos econômicos, isso não representa muito no fluxo de receitas e despesas de uma distribuidora de energia, resta existir um plano viável que defina esse modelo como prioritário.

Mas aí aparecem os concorrentes que prometem mais por menos, como o WiMax. Mas isso é outra história… Por enquanto, aguarde!

PLC – Internet pela rede elétrica: quando chegará?

Recentemente voltou às manchetes a tecnologia PLC – Power Line Communications que é a internet de banda larga chegando às residências e escritórios através da universal e onipresente tomada elétrica. Afinal, essa tecnologia é confiável, é barata e, sobretudo, vai concorrer com o ADSL, o Cable Modem e o 3G?

A promessa é boa: você contrata serviços de internet com sua companhia de energia e instala um modem especial ligado à tomada de energia e tem internet em sua casa. A energia elétrica está em quase 100% dos domicílios, logo, seria a proposta de inclusão plena dos cidadãos na era digital.

Empresas como a Copel já fazem testes há mais de uma década no Brasil, e, no mundo, em especial na Alemanha, seu uso já é comum, embora não dominante em relação à concorrência.

Tecnicamente falando, não há problema. Se existe, ele vai estar na economia do modelo, no marco regulatório ou ambos.

Vamos por partes:

1- perguntam-me se, já que o sinal da internet pode trafegar pela rede elétrica, então porque ela não é universal, de tão simples? Ocorre que os pacotes que chegam da e vão para a internet, tendo como nó o seu computador vão trafegar pelo backbone global da internet. A rede elétrica é mais um condutor, assim como o cabo telefônico, o da TV por assinatura, o rádio, o ponto WiFi, a rede de seu aparelho celular. Estamos falano, em resumo, da famosa “última milha”, ou a forma de fazer a internet chegar até você, onde você estiver, com o dispositivo que você possuir, no momento. Aí a rede elétrica pede dispositivos especiais que não apenas o modem que vai estar em sua casa. Tem roteadres, fibras óticas, cabos metálicos e uma parafernália de outros equipamentos que vão conviver com a rede elétrica. Entra aí a boa e velha (Hoje meio desacreditada) economia, que vai dizer que esse modelo só é economicamente viável em lugares com grande densidade de usuários ou de consumo de banda. Paradoxo, não?

2- E como fica um serviço desses, em termos regulatórios: é da Aneel ou da Anatel? Bem… a pergunta diz tudo, ou seja, é uma baita confusão ainda não totalmente resolvida, e pode ser questionada por concorrentes a qualquer momento. Não espere uma solução rápida e cristalina. Quem mexe com isso atualmente é a Anatel, mas a Aneel mete sua colher e deve trazer questionamentos.

3- Como vai o PLC no mundo? E no Brasil? Bem longe da promessa de um Eldorado. A Alemanha tem algumas boas amostras, assim como a Itália e a Suiça. Algumas empresas de energia nos Estados Unidos também disponibilizam o serviço. Dá para citar mais exemplos, mas o fato é que a tecnologia PLC, bem antiga que é (por exemplo, antecede o WiFi) ainda dá “traços” de audiência, perdão, de penetração no mercado. Aqui no Brasil algumas cidades fazem pilotos, no Paraná estão implantando em Santo Antônio da PLatina, no norte velho. Pelas duas razões acima, pelo menos, não esperaria um surto de PLC no Brasil ou no mundo antes de muito tempo, se ocorrer.

4- E as velocidades de acesso? Hoje trabalha-se com a segunda geração de equipamentos PLC que prometem taxas de transferência de até 200 Mbps, ideal para tráfego pesado de áudio e vídeo . Mas essa taxa é nominal, e, dependendo do tráfego e da divisão de banda entre os usuários, esse valor tende a ser bem menosr. Nada de diferente do que ocorre com os acessos tradicionais de banda larga, ou seja, o PLC é mais do mesmo em termos de velocidade nominal e real.

5- Como está o PLC no Brasil? Aqui dá para dizer que o Brasil está no pelotão de frente quando o tema é domínio da tecnologia PLC. O Brasil participa ativamente da do projeto OPERA (Open PLC Research European Aliance, e já existe um exemplo concreto de uma cidade conectada pelo PLC, a maranhense Barreirinhas, que dista cerca de 250 km da capital São Luiz. As principais empresas de distribuição de energia, Copel entre elas, buscam viabilizar o modelo.

6- E daí, como ficamos nós, que não estamos em regiões onde há competição por provimento de acesso rápido à internet? A resposta não é muito animadora: salvo se você estiver em uma cidade como Barreirinhas ou Santo Antônio da Platina, provavelmente você ainda vai esperar um pouco, salvo se sua região for contemplada com mais um projeto piloto. O PLC não é novidade tecnológica. Sua adoção agora é uma questão de prioridades. Mas como, em termos econômicos, isso não representa muito no fluxo de receitas e despesas de uma distribuidora de energia, resta existir um plano viável que defina esse modelo como prioritário.

Mas aí aparecem os concorrentes que prometem mais por menos, como o WiMax. Mas isso é outra história… Por enquanto, aguarde!

>Uma provocação aos implementadores de programas de computador

>Você, profissional implementador, ou trabalha com a geração de código de programas de computador ou tem sua mesa muito próxima de alguém que faz isso, ou que especifica o que deve ser feito, não é verdade?

Então, aqui vai uma pergunta: você já conversou com alguém que usa o código que você escreveu? Ou a soma dos códigos escritos por todos que virou um aplicativo, um sistema informatizado?

Vamos deixar essas perguntas no ar, por alguns momentos, e vamos a outras, onde você é o usuário. Responda rápido:

Você sabe qual o sistema operacional de seu celular? Se sabe, você optou por ele por causa do sistema operacional ou da linguagem de programação? E de suas funcionalidades, você usa qual percentual? Quais você não usa por dificuldades de navegação, ou de velocidade de acesso?

Você escolhe um banco por causa da arquitetura de seu sistema de internet banking? Aliás, você sabe qual é a infra que seu banco possui?

E o software embutido em seu aparelho de DVD ou mp3 player? Foi decisivo na hora da compra?

Então… com base nessas suas respostas, pense nos nossos clientes finais, aqueles que vão usar o código que fazemos. Além de, por óbvio, estarem com zero erro, sem faltar nada, ele deve ter bom desempenho, não pode travar, fazer aquilo que foi descrito nas especificações (e mais um pouco também) e, especialmente, ser atrativo, agradável ao uso.

Experiências globais com usuários de internet mostram que a média de cliques por site acessado é de 1,15, ou seja, a maioria dos usuários abre a página principal e vai embora.

Mesmo os sites mais visitados, uma boa média é de 2 acessos por visita.

Considerando que as modernas aplicações são baseadas (ou deveriam ser) nos princípios da navegação por browser, é provável que um fator crítico de sucesso esteja na facilidade de navegação entre as diversas páginas ou funções do sistema. Será que o software que está sendo codificado neste momento leva isso em conta?

Outra coisa que é mais antiga, mas não menos importante, e cito aqui o grande poeta e compositor, por vezes diplomata, Vinícius de Morais: “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”.

Mesmo supondo que ele escreveu isso numa época em que o politicamente incorreto era a voga, e indo direto aos aplicativos, será que cuidamos adequadamente da apresentação, da beleza, da arte?

Tudo isso pode parecer irrelevante, desde que entreguemos o código funcionando bem. Mas, numa época onde a concorrência é grande, esses cuidados são fundamentais.

Um artefato que funciona rigorosamente segundo suas especificações não é garantia de sucesso. Décadas atrás, um engenheirado do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) fez como trabalho de graduação uma caixinha que provava exatamente isso. Chamava-se “Nãofazímetro de Porra Nenhuma”. Era uma caixa com uma tomada que, ligada na energia abria-se a tampa da caixa, saia a mãozinha mecânica que pegava o fio e puxava da tomada, desligava o engenho, e a mão voltava à caixa e ela se fechava, exatamente como antes de ser ligada.

O trabalho passou com louvor, por se tratar de demonstrar duas coisas: (1) a possibilidade de fazer a custo baixo um dispositivo de robótica muito sofisticado, seguindo estritamente o teorema de realimentação de Lyapunov e (2) a possibilidade de se fazer algo tecnicamente sofisticado que não serve para…, bem, para porra nenhuma.

O engenheirando tirou nota máxima no trabalho, mais pela sofisticação do seu engenho. Hoje talvez o Nãofazímetro de Porra Nenhuma ganhasse louvor por demonstrar que é preciso gerar utilidade a um produto ou serviço, aliado a confiabilidade, custo adequado e facilidade de uso, tudo isso num ambiente agradável aos sentidos, como tão bem descrevia Vinícius.

Uma provocação aos implementadores de programas de computador

Você, profissional implementador, ou trabalha com a geração de código de programas de computador ou tem sua mesa muito próxima de alguém que faz isso, ou que especifica o que deve ser feito, não é verdade?

Então, aqui vai uma pergunta: você já conversou com alguém que usa o código que você escreveu? Ou a soma dos códigos escritos por todos que virou um aplicativo, um sistema informatizado?

Vamos deixar essas perguntas no ar, por alguns momentos, e vamos a outras, onde você é o usuário. Responda rápido:

Você sabe qual o sistema operacional de seu celular? Se sabe, você optou por ele por causa do sistema operacional ou da linguagem de programação? E de suas funcionalidades, você usa qual percentual? Quais você não usa por dificuldades de navegação, ou de velocidade de acesso?

Você escolhe um banco por causa da arquitetura de seu sistema de internet banking? Aliás, você sabe qual é a infra que seu banco possui?

E o software embutido em seu aparelho de DVD ou mp3 player? Foi decisivo na hora da compra?

Então… com base nessas suas respostas, pense nos nossos clientes finais, aqueles que vão usar o código que fazemos. Além de, por óbvio, estarem com zero erro, sem faltar nada, ele deve ter bom desempenho, não pode travar, fazer aquilo que foi descrito nas especificações (e mais um pouco também) e, especialmente, ser atrativo, agradável ao uso.

Experiências globais com usuários de internet mostram que a média de cliques por site acessado é de 1,15, ou seja, a maioria dos usuários abre a página principal e vai embora.

Mesmo os sites mais visitados, uma boa média é de 2 acessos por visita.

Considerando que as modernas aplicações são baseadas (ou deveriam ser) nos princípios da navegação por browser, é provável que um fator crítico de sucesso esteja na facilidade de navegação entre as diversas páginas ou funções do sistema. Será que o software que está sendo codificado neste momento leva isso em conta?

Outra coisa que é mais antiga, mas não menos importante, e cito aqui o grande poeta e compositor, por vezes diplomata, Vinícius de Morais: “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”.

Mesmo supondo que ele escreveu isso numa época em que o politicamente incorreto era a voga, e indo direto aos aplicativos, será que cuidamos adequadamente da apresentação, da beleza, da arte?

Tudo isso pode parecer irrelevante, desde que entreguemos o código funcionando bem. Mas, numa época onde a concorrência é grande, esses cuidados são fundamentais.

Um artefato que funciona rigorosamente segundo suas especificações não é garantia de sucesso. Décadas atrás, um engenheirado do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) fez como trabalho de graduação uma caixinha que provava exatamente isso. Chamava-se “Nãofazímetro de Porra Nenhuma”. Era uma caixa com uma tomada que, ligada na energia abria-se a tampa da caixa, saia a mãozinha mecânica que pegava o fio e puxava da tomada, desligava o engenho, e a mão voltava à caixa e ela se fechava, exatamente como antes de ser ligada.

O trabalho passou com louvor, por se tratar de demonstrar duas coisas: (1) a possibilidade de fazer a custo baixo um dispositivo de robótica muito sofisticado, seguindo estritamente o teorema de realimentação de Lyapunov e (2) a possibilidade de se fazer algo tecnicamente sofisticado que não serve para…, bem, para porra nenhuma.

O engenheirando tirou nota máxima no trabalho, mais pela sofisticação do seu engenho. Hoje talvez o Nãofazímetro de Porra Nenhuma ganhasse louvor por demonstrar que é preciso gerar utilidade a um produto ou serviço, aliado a confiabilidade, custo adequado e facilidade de uso, tudo isso num ambiente agradável aos sentidos, como tão bem descrevia Vinícius.

>O Twitter é tudo isso que falam?

>Eu acho que o Twitter é a onda do momento nas redes sociais. Não é simplesmente o que os americanos chamam de “fad”, ou “moda”. Mas, certamente é um elo da evolução tanto das redes sociais como da internet, como um todo.

Provocando: daqui a dois ou três anos, o Twitter já terá sido digerido por um gigante do setor (hoje falam do Google, mas pode ser outro, vide a compra da Sun pela Oracle, contra todas as apostas que se dividiam entre a IBM e a Microsoft), estará pasteurizado e surgirão novidades. Essa é a essência do roadmap da internet.

Quando algo como o Twitter decola como ocorre hoje, todo mundo vai de roldão -é o tal “efeito manada”- e buscor replicar sucessos pontuais, como é o duvidoso caso do Marcelo Tas aqui e do bem sucedido modelo do Barack Obama lá.

Dá para prever que, em 2010, as campanhas políticas estarão twittando de tudo que é jeito, mas pouca gente vai chegar lá por causa do Twitter. Vide exemplo em 2006 da Manuela, lá no Rio Grande do Sul, que se elegeu deputada federal pelo PCdoB com uma inteligente campanha usando o orkut e outras redes menos cotadas então.

O que se pode imaginar é que, camando mais atenção, como agora, o Twitter vai gerar a fama de 15 minutos de muita gente; alguns vão saber tirar proveito disso em várias áreas.

Resta saber se a essência do conceito do micro-blogging (atenção filólogos, a grafia está correta??) está captada e, mais do que tudo, se os usuários do Twitter vão evitar cair em tentação com os scripts destinados a forjar audiência e chamar a atenção de poucos até serem rapidamente desmascarados…

Mas a coisa é um fenômeno… Vamos lá, estou no Twitter como GuyManuel e vocês também podem me achar por lá.

O Twitter é tudo isso que falam?

Eu acho que o Twitter é a onda do momento nas redes sociais. Não é simplesmente o que os americanos chamam de “fad”, ou “moda”. Mas, certamente é um elo da evolução tanto das redes sociais como da internet, como um todo.

Provocando: daqui a dois ou três anos, o Twitter já terá sido digerido por um gigante do setor (hoje falam do Google, mas pode ser outro, vide a compra da Sun pela Oracle, contra todas as apostas que se dividiam entre a IBM e a Microsoft), estará pasteurizado e surgirão novidades. Essa é a essência do roadmap da internet.

Quando algo como o Twitter decola como ocorre hoje, todo mundo vai de roldão -é o tal “efeito manada”- e buscor replicar sucessos pontuais, como é o duvidoso caso do Marcelo Tas aqui e do bem sucedido modelo do Barack Obama lá.

Dá para prever que, em 2010, as campanhas políticas estarão twittando de tudo que é jeito, mas pouca gente vai chegar lá por causa do Twitter. Vide exemplo em 2006 da Manuela, lá no Rio Grande do Sul, que se elegeu deputada federal pelo PCdoB com uma inteligente campanha usando o orkut e outras redes menos cotadas então.

O que se pode imaginar é que, camando mais atenção, como agora, o Twitter vai gerar a fama de 15 minutos de muita gente; alguns vão saber tirar proveito disso em várias áreas.

Resta saber se a essência do conceito do micro-blogging (atenção filólogos, a grafia está correta??) está captada e, mais do que tudo, se os usuários do Twitter vão evitar cair em tentação com os scripts destinados a forjar audiência e chamar a atenção de poucos até serem rapidamente desmascarados…

Mas a coisa é um fenômeno… Vamos lá, estou no Twitter como GuyManuel e vocês também podem me achar por lá.

>Internet Explorer 8 com Windows Vista? Problemas à vista…

>Você tem um computador com o Windows Vista? Então deve pertencer à legião dos descontentes com sua performance, sua instabilidade e sua aversão a programas de terceiros. Aqui, por “sua” eu quero dizer do Windows Vista. Você já sua o bastante…

Agora, se você soube que o Internet Explorer na sua versão 8 está mais rápido e melhor e quer baixá-la na versão recém-liberada pela Microsoft, meu conselho é: ESQUEÇA! Você já tem dores de cabeça suficientes.

Até que no bom e velho Windows Xp o IE 8 manda bem. Está bem mais rápido, trava muito menos que a versão 7. Parece ser um concorrente sério ao Firefox 3 e aos menos cotados Safari e Chrome. E você não pode dispensar o IE se tem o Windows, até porque alguns sites que você vai acabar tendo que usar não são plenamente compatíveis com outros browsers.

Com o Xp, o maior incômodo que achei até agora foi que ele desconfigurou minha página do GMail, com o ‘skin’ que decidi usar. Nada sério…

Interessante que, para usuários do Xp a atualização para o IE8 aparece como recomendada pelo Windows Update, enquanto que, para os usuários Vista, é preciso uma busca no site da Microsoft. Eu fiz isso com um computtdor que tenho em casa e me dei mal. O acesso à internet simplesmente desapareceu mesmo com a conexão normal, e a solução encontrada foi fazer uma restauração do sistema para uma data anterior à atualização para o IE8.

Essa mudança é trivial para os iniciiados, mas, como dizem os americanos, um “pain in the ass” para o comum dos mortais.

Assim, fica minha recomendação: Se você tem um computador com Windows Vista, esqueça o IE8, ao menos até que a Microsoft arrume os bugs. Tenha ao menos o Firefox 3 instalado e use-o como alternativa ou mesmo como seu browser padrão. E fique, ao menos por enquanto, no IE7!