>Doação de Computadores
>Vários ouvintes do 91 Minutos nos perguntam sobre entidades que recebem computadores usados em doação, e que possam dar-lhes uma destinação útil. Existem várias, mas, dentre elas, a mais atuante é o Comitê para a Democratização da Informática (CDI).
O link vai direto para a seção paranaense do CDI, mas, não se assustem: essa organização atua na maioria dos Estados brasileiros e sua experiência na inclusão digital em comunidades carentes já ultrapassou fronteiras. Assim, se você tem um computador usado, ou quer ajudar até mesmofinanceiramente, vá ao site do CDI-PR, ou diretamente na página que trata das formas de ajuda em http://www.cdipr.org.br/ajuda.php e dê seu apoio!
Doação de Computadores
Vários ouvintes do 91 Minutos nos perguntam sobre entidades que recebem computadores usados em doação, e que possam dar-lhes uma destinação útil. Existem várias, mas, dentre elas, a mais atuante é o Comitê para a Democratização da Informática (CDI).
O link vai direto para a seção paranaense do CDI, mas, não se assustem: essa organização atua na maioria dos Estados brasileiros e sua experiência na inclusão digital em comunidades carentes já ultrapassou fronteiras. Assim, se você tem um computador usado, ou quer ajudar até mesmofinanceiramente, vá ao site do CDI-PR, ou diretamente na página que trata das formas de ajuda em http://www.cdipr.org.br/ajuda.php e dê seu apoio!
>Desktop ou Laptop? E a hora é boa?
>Volta e meia temos que dar uma atualizada nas dicas de compras de computadores. Como sempre, não vou me arriscar a falar nos importados por vias diretas ou indiretas, nem os computadores montados por empresas pequenas, esses às vezes uma boa pedida na hora da compra, mas nem sempre na hora que você precisa de manutenção ou de comprovar que ele tem peças, partes e software de origem lícita. Também vou me concentrar no usuário doméstico, ou, no máximo, no profissional autônomo, no estudante e no dono de uma micro empresa. Para soluções corporativas, o raciocínio é completamente diferente.
O mês é junho, o ano 2007, passado o Dia dos Namorados, sem nenhuma promoção de data antes de agosto, no Dia dos Pais. Pechinchas? Novas plataformas? Com certeza!
Esse ano de 2007 as vendas de computadores pessoais no Brasil devem superar, com alguma folga, a marca de 10 milhões de unidades. E, pela primeira vez, siperam também o número de televisores vendidos! É marca que merece ser celebrada, pois, definitivamente o computador entra na cesta de consumo do brasileiro médio, e as vendas vêm crescendo mais rápido exatamente nas faixas C e D da pirâmide de consumo, exatamente aquela parcela da população que ingressa em seu primeiro computador doméstico, incorporando-o à cesta de produtos eletroeletrônicos que já incluem o televisor, o DVD, a geladeira, o forno de micro-ondas e outros tantos.
Mas computador é acesso ao conhecimento, e, outro marco: 2007 exibirá em algum dia do segundo semestre uma quantidade de acessos por banda larga maior do que o de acessos discados.
Então vamos lá: a faixa de micros abaixo de R$ 1.000,00 está bem sortida, embora estejam com uma configuração bem básica, tipicamente 256Mb d memória RAM, HD de 40GB, um processador Celeron não muito rápido, placas Fax/Modem e de rede, e um monitor básico de 15″ de tubo. Como essas máquinas têm um financiamento a juros camaradas, é uma opção para quem está chegando e mesmo para quem pensa em um segundo ou terceiro micro, só para navegar na internet, sem maiores pretensões, e executar programas comuns de edição de texto, planilha, etc… Aliás, esses programas estão cada vez malhores no Google Docs & Speadsheets, a nova incursão do gigante de busca na seára da Microsoft. O sistema operacional da quase totalidade dessas máquinas é o Linux, em algumas de suas distribuições mais conhecidas no Brasil.
No intervalo de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 aparecem alguns desktops bem razoáveis, com razoável capacidade multimídia, alguns até com o novo -e já razoavelmente estável- Windows Vista, mas na sua versão básica. Também no topo dessa faixa você encontra os primeiros notebooks (eu prefiro o nome laptop…)
Para quem quer um desktop com mais capacidade em disco, um processador rápido para aplicações de áudio ou vídeo vai começar a ter opções interessantes na faixa imediatamente superior, de R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00. Dá para ter máquina com o Windows Vista Home Premium, que tem os recursos do Media Center, que eu particularmenet acho que será uma das principais ferramentas de integração do computador com seu centro de entretenimento doméstico, que incluirá a distribuição de áudio e vídeo pela casa, a captura, organização e tratamento de arquivos de sua câmera fotográfica ou de sua filmadora digital, e um monte de outros brinquedinhos úteis. Não espere nada de excepcional nessa faixa para games, onde você percisará de muito processador, muita memória e sobretudo, uma placa de vídeo com boa velocidade e boa memória dedicada. Aqui você acha uns laptops bem jeitosos, já não tão pesados e bem razoáveis para utilização “na estrada”. Mas ainda serão máquinas provavelmente com Windows Xp (que dura bem por mais uns 2 ou 3 anos, sem medo de ficar desatualizado), e não terão toda a memória e capacidade de arquivamento em disco para aventuras muito mais sofisticadas. mas é aqui que se concentrarão as melhores ofertas, ao menos até o Natal, em termos de preço/performance.
Agora vamos ampliar a faixa, de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00, pois a partir daqui que começam a variar bastante as configurações, tanto de computadores de mesa como os portáteis. O modelitop básico do Macintosh, o Mini, surge aqui, com seu design limpo e uma capacidade de demonstrar boa parte do diferencial dessas máquinas sobre as demais. No segmento dos desktops, uma boa pedida são máquinas com Windows Vista Home Premium, que tem todas os recursos de multimídia do novo sistema operacional da Microsoft. A memória mínima é 1GB, sendo 2Gb uma boa pedida para aumentar sua vida útil, com os programas que vêm por aí. Provavelmente você consegue configurar um desktop parrudo com um monitor LCD de 17″. Não pense em nada menos do que 17″ para um monitor de cristal líquido, e cuide para que tenha bom contraste e tempo de resposta o menos possível (2ms é a o tempo ideal, 5 ms é bem aceitável). Se puder encaixar um monitor de 19″ widescreen (formato 16×9, como nas telas de cinema), você vai poder ver os DVDs mais recentes em formato cinema. Aliás, essas máquinas deverão vir com leitor/gravador de CD e DVD, e uma boa capacidade de disco, maior que 120GB. É bom que essas máquinas tenham muitas portas USB 2.0, uma ou duas “firewire” e também saídas para conexão em televisores de tela grande, para poder ligar quase todos os tipos de engenho digital. É nessa faixa também que você compra micros que servem também para gravar no HD seus programas prediletos da TV. Os laptops nesse intervalo são os mais vendidos, e começam a ficar bastante rápidos e versáteis de modo a poder até substituir um desktop. E, dependendo de suas atividades e das pessoas que o cercam, pode até mesmo substituir mais de um desktop, uma vez que ele vai junto com você, da casa para o trabalho, para a universidade, para a viagem. Esses laptops deverão ter um mínimo de 1Gb de memória e capacidade de conexão a redes sem fio, padrão WiFi.
Para cima de R$ 5.000,00 aí tem de tudo, a coisa pode ir até R$ 20.000,00 ou mais. Aqui você encontra tudo que é do mais sofisticado, mas o benefício resultante em função do custo só vai justificar essas máquinas para aplicações muito específicas ou se seu objetivo for usar o poder da griffe dessas máquinas maravilhosas. O Macintosh que tem a CPU embutida no monitos é um belo exemplo de design e funcionalidade, mas vai custar, na versão 19″ wide-screen algo próximo de R$ 9.000,00. Aqui aparecem desktops da HP, da Dell, da Itauec, da Positivo, mas ultra-configurados, , praticamente para cada necessidade, vai existir uma configuração específica. É fácil aqui gastar R$ 1.000,00 para uma placa de vídeo incrementada que só vai servir se você for um “gamer” profissional ou se tiver um escritório doméstico para produção de áudio ou vídeo de qualidade para disputar um festival de cinema ou de publilcidade. E, salvo se você for do ramo, só vale a pena colocar incrementos de configuração se você efetivamente for precisar de características muito especiais. Num extremo, você pode acabar montando o equivalente a uma carreta pesada com o desempenho de uma Ferrari. Aliás, existem máquinas com assinatura de Ferrari, Prada, e outras marcas sofisticadas, especialmente os laptos. Mas gastar uma grana preta em uma máquina que tem algum diferencial, mas que você fica gelado cada vez que tem que carregá-lo pela cidade ou num aeroporto, será que vale a pena?
Resumindo: o momento para trocar seu computador, em qualquer segmento, seja ele de mesa ou portátil, é muito bom. A consolidação da plataforma Windows Vista, a sobrevida por uns bons anos do Windows Xp, a estabilidade do Linux e dos aplicativos de software livre, o charme das máquinas da Apple e, sobretudo, um dólar barato e taxas de juros ainda indecentes, mas já mais civilizadas, fazem com que você tenha um vasto leque de ofertas, limitado apenas a seu bolso e à sua capacidade de sonhar.
Desktop ou Laptop? E a hora é boa?
Volta e meia temos que dar uma atualizada nas dicas de compras de computadores. Como sempre, não vou me arriscar a falar nos importados por vias diretas ou indiretas, nem os computadores montados por empresas pequenas, esses às vezes uma boa pedida na hora da compra, mas nem sempre na hora que você precisa de manutenção ou de comprovar que ele tem peças, partes e software de origem lícita. Também vou me concentrar no usuário doméstico, ou, no máximo, no profissional autônomo, no estudante e no dono de uma micro empresa. Para soluções corporativas, o raciocínio é completamente diferente.
O mês é junho, o ano 2007, passado o Dia dos Namorados, sem nenhuma promoção de data antes de agosto, no Dia dos Pais. Pechinchas? Novas plataformas? Com certeza!
Esse ano de 2007 as vendas de computadores pessoais no Brasil devem superar, com alguma folga, a marca de 10 milhões de unidades. E, pela primeira vez, siperam também o número de televisores vendidos! É marca que merece ser celebrada, pois, definitivamente o computador entra na cesta de consumo do brasileiro médio, e as vendas vêm crescendo mais rápido exatamente nas faixas C e D da pirâmide de consumo, exatamente aquela parcela da população que ingressa em seu primeiro computador doméstico, incorporando-o à cesta de produtos eletroeletrônicos que já incluem o televisor, o DVD, a geladeira, o forno de micro-ondas e outros tantos.
Mas computador é acesso ao conhecimento, e, outro marco: 2007 exibirá em algum dia do segundo semestre uma quantidade de acessos por banda larga maior do que o de acessos discados.
Então vamos lá: a faixa de micros abaixo de R$ 1.000,00 está bem sortida, embora estejam com uma configuração bem básica, tipicamente 256Mb d memória RAM, HD de 40GB, um processador Celeron não muito rápido, placas Fax/Modem e de rede, e um monitor básico de 15″ de tubo. Como essas máquinas têm um financiamento a juros camaradas, é uma opção para quem está chegando e mesmo para quem pensa em um segundo ou terceiro micro, só para navegar na internet, sem maiores pretensões, e executar programas comuns de edição de texto, planilha, etc… Aliás, esses programas estão cada vez malhores no Google Docs & Speadsheets, a nova incursão do gigante de busca na seára da Microsoft. O sistema operacional da quase totalidade dessas máquinas é o Linux, em algumas de suas distribuições mais conhecidas no Brasil.
No intervalo de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 aparecem alguns desktops bem razoáveis, com razoável capacidade multimídia, alguns até com o novo -e já razoavelmente estável- Windows Vista, mas na sua versão básica. Também no topo dessa faixa você encontra os primeiros notebooks (eu prefiro o nome laptop…)
Para quem quer um desktop com mais capacidade em disco, um processador rápido para aplicações de áudio ou vídeo vai começar a ter opções interessantes na faixa imediatamente superior, de R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00. Dá para ter máquina com o Windows Vista Home Premium, que tem os recursos do Media Center, que eu particularmenet acho que será uma das principais ferramentas de integração do computador com seu centro de entretenimento doméstico, que incluirá a distribuição de áudio e vídeo pela casa, a captura, organização e tratamento de arquivos de sua câmera fotográfica ou de sua filmadora digital, e um monte de outros brinquedinhos úteis. Não espere nada de excepcional nessa faixa para games, onde você percisará de muito processador, muita memória e sobretudo, uma placa de vídeo com boa velocidade e boa memória dedicada. Aqui você acha uns laptops bem jeitosos, já não tão pesados e bem razoáveis para utilização “na estrada”. Mas ainda serão máquinas provavelmente com Windows Xp (que dura bem por mais uns 2 ou 3 anos, sem medo de ficar desatualizado), e não terão toda a memória e capacidade de arquivamento em disco para aventuras muito mais sofisticadas. mas é aqui que se concentrarão as melhores ofertas, ao menos até o Natal, em termos de preço/performance.
Agora vamos ampliar a faixa, de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00, pois a partir daqui que começam a variar bastante as configurações, tanto de computadores de mesa como os portáteis. O modelitop básico do Macintosh, o Mini, surge aqui, com seu design limpo e uma capacidade de demonstrar boa parte do diferencial dessas máquinas sobre as demais. No segmento dos desktops, uma boa pedida são máquinas com Windows Vista Home Premium, que tem todas os recursos de multimídia do novo sistema operacional da Microsoft. A memória mínima é 1GB, sendo 2Gb uma boa pedida para aumentar sua vida útil, com os programas que vêm por aí. Provavelmente você consegue configurar um desktop parrudo com um monitor LCD de 17″. Não pense em nada menos do que 17″ para um monitor de cristal líquido, e cuide para que tenha bom contraste e tempo de resposta o menos possível (2ms é a o tempo ideal, 5 ms é bem aceitável). Se puder encaixar um monitor de 19″ widescreen (formato 16×9, como nas telas de cinema), você vai poder ver os DVDs mais recentes em formato cinema. Aliás, essas máquinas deverão vir com leitor/gravador de CD e DVD, e uma boa capacidade de disco, maior que 120GB. É bom que essas máquinas tenham muitas portas USB 2.0, uma ou duas “firewire” e também saídas para conexão em televisores de tela grande, para poder ligar quase todos os tipos de engenho digital. É nessa faixa também que você compra micros que servem também para gravar no HD seus programas prediletos da TV. Os laptops nesse intervalo são os mais vendidos, e começam a ficar bastante rápidos e versáteis de modo a poder até substituir um desktop. E, dependendo de suas atividades e das pessoas que o cercam, pode até mesmo substituir mais de um desktop, uma vez que ele vai junto com você, da casa para o trabalho, para a universidade, para a viagem. Esses laptops deverão ter um mínimo de 1Gb de memória e capacidade de conexão a redes sem fio, padrão WiFi.
Para cima de R$ 5.000,00 aí tem de tudo, a coisa pode ir até R$ 20.000,00 ou mais. Aqui você encontra tudo que é do mais sofisticado, mas o benefício resultante em função do custo só vai justificar essas máquinas para aplicações muito específicas ou se seu objetivo for usar o poder da griffe dessas máquinas maravilhosas. O Macintosh que tem a CPU embutida no monitos é um belo exemplo de design e funcionalidade, mas vai custar, na versão 19″ wide-screen algo próximo de R$ 9.000,00. Aqui aparecem desktops da HP, da Dell, da Itauec, da Positivo, mas ultra-configurados, , praticamente para cada necessidade, vai existir uma configuração específica. É fácil aqui gastar R$ 1.000,00 para uma placa de vídeo incrementada que só vai servir se você for um “gamer” profissional ou se tiver um escritório doméstico para produção de áudio ou vídeo de qualidade para disputar um festival de cinema ou de publilcidade. E, salvo se você for do ramo, só vale a pena colocar incrementos de configuração se você efetivamente for precisar de características muito especiais. Num extremo, você pode acabar montando o equivalente a uma carreta pesada com o desempenho de uma Ferrari. Aliás, existem máquinas com assinatura de Ferrari, Prada, e outras marcas sofisticadas, especialmente os laptos. Mas gastar uma grana preta em uma máquina que tem algum diferencial, mas que você fica gelado cada vez que tem que carregá-lo pela cidade ou num aeroporto, será que vale a pena?
Resumindo: o momento para trocar seu computador, em qualquer segmento, seja ele de mesa ou portátil, é muito bom. A consolidação da plataforma Windows Vista, a sobrevida por uns bons anos do Windows Xp, a estabilidade do Linux e dos aplicativos de software livre, o charme das máquinas da Apple e, sobretudo, um dólar barato e taxas de juros ainda indecentes, mas já mais civilizadas, fazem com que você tenha um vasto leque de ofertas, limitado apenas a seu bolso e à sua capacidade de sonhar.
>Download de Vídeos da Internet
>Existem, sim, formas de baixar vídeos da internet de sites como o YouTube, MySpace, GoogleVídeo e outros mais. Não são formas rotineiras, e requerem um pouco de atenção. Um que vem resolvendo a questão é o VDownloader, já em sua versão 0.5, e produzida pelo professor Enrique Puertas da Universidad Europea de Madrid.
O VDownloader é uma idéia interessante, que vai ajudar a quem quer aquele vídeo “precioso” armazenado em seu computador. Existem outras opções, mas, na maioria dos casos, são programas pagos e sofisticados, ou então não têm uma fonte reconhecida.
Como neste caso a fonte vemde um professor de TI de uma renomada universidade européia, resolvi testá-lo, com os devidos cuidados, e o resultado não desapontou.
Você precisa ir a http://www.vdownloader.es/ e clicar no botão correspondente. Os arquivos que serão baixados deverão estar em uma pasta .zip, que você deverá extrair e copiar em uma pasta específica de seu computador, como VDownloader, por exemplo. Como são programas executáveis, é melhor guardá-las em uma pasta a ser criada na “Arquivos de Programas”, se você tiver o Windows em Português.
A coisa funciona assim: Cada vez que você quer baixar um vídeo dos sites suportados (veja a lista abaixo), você deve abrir a tela principal do VDownloader e copiar o endereço da página do vídeo que lhe interessa e aí o VDownloader vai armazená-lo na pasta que você designar e com o nome que você quiser.
Como ele suporta os formatos de vídeo mais populares da praça, você não deve ter problemas para guardar aqueles vídeos que sempre você pensou em ter.
Mas atenção: é um programa amador, sem nenhuma garantia explícita ou implícita! E ele não inibe o download de arquivos que possam conter cenas de pornografia, de vídeos protegidos por leis de direito autoral. Os sites mais populares -exatamente o alvo do VDownloader- também vão fazendo melhorias de proteção para que esses programas “chupa-cabra” deixem de funcionar. Assim, não se assute se hoje o VDownloader estiver funcionando e daqui a alguns dias, puf!! Parou… Aí é aguardar uma nova versão e seguir em frente.
A criatividade do Professor Enrique Puertas pode ser também checada em seu blog, que está em espanhol, mas é fácil de entender.
Abaixo os portais suportados para download na data deste post e para a versão 0.51.
Boa sorte, e cuidado para não baixar lixo, virus e material protegido por lei!
Como o processo de instalação do VDownloader é um pouquinho mais complicado do que simplesmente baixar o programa da internet, recomendo aos neófitos que busquem ajuda de algum especialista, para evitar problemas.
======================
VDownloader permite que você baixe vídeos do Youtube, Google Video, Metacafe, MySpace, DailyMotion, e muitos outros sites similares, salvando-os nos formatos AVI ou MPG.

Sites suportados*:
· Youtube
· Google Video
· DailyMotion
· MySpace
· Stage6 DivX
· Porkolt
· Metacafe
· Break.com
· 123 Video
· Bolt
· VSocial
· Lulu TV
· Guba
* Para a lista completa, vá a http://www.vdownloader.es/
Download de Vídeos da Internet
Existem, sim, formas de baixar vídeos da internet de sites como o YouTube, MySpace, GoogleVídeo e outros mais. Não são formas rotineiras, e requerem um pouco de atenção. Um que vem resolvendo a questão é o VDownloader, já em sua versão 0.5, e produzida pelo professor Enrique Puertas da Universidad Europea de Madrid.
O VDownloader é uma idéia interessante, que vai ajudar a quem quer aquele vídeo “precioso” armazenado em seu computador. Existem outras opções, mas, na maioria dos casos, são programas pagos e sofisticados, ou então não têm uma fonte reconhecida.
Como neste caso a fonte vemde um professor de TI de uma renomada universidade européia, resolvi testá-lo, com os devidos cuidados, e o resultado não desapontou.
Você precisa ir a http://www.vdownloader.es/ e clicar no botão correspondente. Os arquivos que serão baixados deverão estar em uma pasta .zip, que você deverá extrair e copiar em uma pasta específica de seu computador, como VDownloader, por exemplo. Como são programas executáveis, é melhor guardá-las em uma pasta a ser criada na “Arquivos de Programas”, se você tiver o Windows em Português.
A coisa funciona assim: Cada vez que você quer baixar um vídeo dos sites suportados (veja a lista abaixo), você deve abrir a tela principal do VDownloader e copiar o endereço da página do vídeo que lhe interessa e aí o VDownloader vai armazená-lo na pasta que você designar e com o nome que você quiser.
Como ele suporta os formatos de vídeo mais populares da praça, você não deve ter problemas para guardar aqueles vídeos que sempre você pensou em ter.
Mas atenção: é um programa amador, sem nenhuma garantia explícita ou implícita! E ele não inibe o download de arquivos que possam conter cenas de pornografia, de vídeos protegidos por leis de direito autoral. Os sites mais populares -exatamente o alvo do VDownloader- também vão fazendo melhorias de proteção para que esses programas “chupa-cabra” deixem de funcionar. Assim, não se assute se hoje o VDownloader estiver funcionando e daqui a alguns dias, puf!! Parou… Aí é aguardar uma nova versão e seguir em frente.
A criatividade do Professor Enrique Puertas pode ser também checada em seu blog, que está em espanhol, mas é fácil de entender.
Abaixo os portais suportados para download na data deste post e para a versão 0.51.
Boa sorte, e cuidado para não baixar lixo, virus e material protegido por lei!
Como o processo de instalação do VDownloader é um pouquinho mais complicado do que simplesmente baixar o programa da internet, recomendo aos neófitos que busquem ajuda de algum especialista, para evitar problemas.
======================
VDownloader permite que você baixe vídeos do Youtube, Google Video, Metacafe, MySpace, DailyMotion, e muitos outros sites similares, salvando-os nos formatos AVI ou MPG.

Sites suportados*:
· Youtube
· Google Video
· DailyMotion
· MySpace
· Stage6 DivX
· Porkolt
· Metacafe
· Break.com
· 123 Video
· Bolt
· VSocial
· Lulu TV
· Guba
* Para a lista completa, vá a http://www.vdownloader.es/
>Segurança na Comunicação Via Internet e Telefone
>É recorrente a dúvida entre usuários em geral e entre os ouvintes da Comunidade 91 Minutos: Quão segura é a comunicação via internet ou via telefone?
Vamos começar pelo fim: não existe comunicação 100% segura. Os hackers estão sempre um passo à frente, os procedimentos de segurança das operadoras contêm vulnerabilidades, os pontos de acesso são muitos, seja na internet ou em uma rede de telefonia celular ou fixa.
Soltam “pum” inconseqüente os que dizem que “a tecnologia GSM é invulnerável” ou “o Linux é muito mais seguro que o Windows“.
Aqui nem entro no mérito das “inseguranças” vividas por alguns personagens que, por ordem judicial, têm suas comunicações interceptadas por modernos equipamentos das Polícias Federal ou Estaduais. Isso ocorre de forma estrita dentro da lei, e não tem a ver com vulnerabilidade de redes.
O que vale destacar é que existem muitos processos de interceptação clandestina, seja feita por agentes internos ou externos ao seu círculo de conhecimento.
Aliás, se o ponto é ficar preocupado, é bom saber que a grande maioria das quebras de segurança de comunicação telefônica ou pela internet acontecem dentro das empresas, e, na maioria dos casos, feita por colegas de trabalho. Você já pensou que seu “inimigo” pode estar na mesa ao lado? Calma, sem neura… A coisa pode não ser tão séria, nem se aplicar a você ou a sua empresa. Mas, os melhores e mais confiáveis dados estatísticos sempre cravam cerca de 1/3 das violações ilegais ou fora de regras socialmente aceitas ocorrem no ambiente de trbalho. Os outros motivos -que são dezenas- ficam por conta dos demais dois terços.
Pois é, então, vamos tomar mais cuidado? Dedilhar senhas com gente olhando, criar um arquivo eletrônico ou de papel com a lista de senhas, deixar o celular desbloqueado ou emprestado a terceiros são as maiores brechas na sua segurança individual. Alguém vestiu a carapuça?
Outra porta de vulnerabilidade: os computadores públicos, especialmente os de lan-houses, sem contar os de hotéis, salas de espera de aeroportos, os da faculdade… Programs espiões estão lá mesmo para capturar seus segredinhos…
E o telefone: o GSM é mesmo mais seguro que o CDMA? Balela! Ambos são igualmente seguros ou vulneráveis. As barreiras tecnológicas são boas, em ambos os casos, o que os torna suscetíveis a grampos, ou a vazamento de informações, é a forma de uso e o cuidado com o aparelho quando não em uso. Mandar torpedos aos milhares implica em fazer um número muito grande de pessoas saber seu número e seus hábitos.
Não custa lembrar que, ao nos dispormos a estar conectados, por telefone ou pela internet, estamos abrindo portas de duas vias. Mas são milhões de portas, a cada conexão que fazemos. Daí os procedimentos de segurança que são necessários, especialmente no uso de dispositivos de acesso à internet.
Se existisse um modo totalmente seguro de conexão, ele valeria bilhões, e, no dia seguinte, já existiriam modos de burlá-lo. Essa é a regra. Para sempre, ou ao menos dentro de um prazo razoavelmente largo, de tal modo a justificar pequenas mudanças de hábito.
Aqui no blog e no 91 Minutos já comentamos várias vezes -e com mudanças de tecnologia- sobre formas de minimizarmos riscos. Esse não é o propósito do post de hoje. O que precisa ser claro é que, de fato, não existe modo 100% seguro de nos comunicarmos por telefone ou pela internet. Existem modos mais seguros e modos menos seguros. Adotar os modos mais seguros é mais uma questão de hábitos e atitudes do que de dispositivos tecnológicos.
Segurança na Comunicação Via Internet e Telefone
É recorrente a dúvida entre usuários em geral e entre os ouvintes da Comunidade 91 Minutos: Quão segura é a comunicação via internet ou via telefone?
Vamos começar pelo fim: não existe comunicação 100% segura. Os hackers estão sempre um passo à frente, os procedimentos de segurança das operadoras contêm vulnerabilidades, os pontos de acesso são muitos, seja na internet ou em uma rede de telefonia celular ou fixa.
Soltam “pum” inconseqüente os que dizem que “a tecnologia GSM é invulnerável” ou “o Linux é muito mais seguro que o Windows“.
Aqui nem entro no mérito das “inseguranças” vividas por alguns personagens que, por ordem judicial, têm suas comunicações interceptadas por modernos equipamentos das Polícias Federal ou Estaduais. Isso ocorre de forma estrita dentro da lei, e não tem a ver com vulnerabilidade de redes.
O que vale destacar é que existem muitos processos de interceptação clandestina, seja feita por agentes internos ou externos ao seu círculo de conhecimento.
Aliás, se o ponto é ficar preocupado, é bom saber que a grande maioria das quebras de segurança de comunicação telefônica ou pela internet acontecem dentro das empresas, e, na maioria dos casos, feita por colegas de trabalho. Você já pensou que seu “inimigo” pode estar na mesa ao lado? Calma, sem neura… A coisa pode não ser tão séria, nem se aplicar a você ou a sua empresa. Mas, os melhores e mais confiáveis dados estatísticos sempre cravam cerca de 1/3 das violações ilegais ou fora de regras socialmente aceitas ocorrem no ambiente de trbalho. Os outros motivos -que são dezenas- ficam por conta dos demais dois terços.
Pois é, então, vamos tomar mais cuidado? Dedilhar senhas com gente olhando, criar um arquivo eletrônico ou de papel com a lista de senhas, deixar o celular desbloqueado ou emprestado a terceiros são as maiores brechas na sua segurança individual. Alguém vestiu a carapuça?
Outra porta de vulnerabilidade: os computadores públicos, especialmente os de lan-houses, sem contar os de hotéis, salas de espera de aeroportos, os da faculdade… Programs espiões estão lá mesmo para capturar seus segredinhos…
E o telefone: o GSM é mesmo mais seguro que o CDMA? Balela! Ambos são igualmente seguros ou vulneráveis. As barreiras tecnológicas são boas, em ambos os casos, o que os torna suscetíveis a grampos, ou a vazamento de informações, é a forma de uso e o cuidado com o aparelho quando não em uso. Mandar torpedos aos milhares implica em fazer um número muito grande de pessoas saber seu número e seus hábitos.
Não custa lembrar que, ao nos dispormos a estar conectados, por telefone ou pela internet, estamos abrindo portas de duas vias. Mas são milhões de portas, a cada conexão que fazemos. Daí os procedimentos de segurança que são necessários, especialmente no uso de dispositivos de acesso à internet.
Se existisse um modo totalmente seguro de conexão, ele valeria bilhões, e, no dia seguinte, já existiriam modos de burlá-lo. Essa é a regra. Para sempre, ou ao menos dentro de um prazo razoavelmente largo, de tal modo a justificar pequenas mudanças de hábito.
Aqui no blog e no 91 Minutos já comentamos várias vezes -e com mudanças de tecnologia- sobre formas de minimizarmos riscos. Esse não é o propósito do post de hoje. O que precisa ser claro é que, de fato, não existe modo 100% seguro de nos comunicarmos por telefone ou pela internet. Existem modos mais seguros e modos menos seguros. Adotar os modos mais seguros é mais uma questão de hábitos e atitudes do que de dispositivos tecnológicos.
>Troca de Arquivos na Internet: É Legal, É Ético, É Século 21?
>Seguindo a rota da semana passada, quando comentamos bastante os trocadores de arquivo, recebi muitos comentários com prós e contras sobre essa prática disseminada mundo afora.
Afinal: É legal usar um programa da internet para ficar trocando músicas com amigos e desconhecidos?
A resposta, como sempre, não é única. Do ponto de vista do arcabouço legal vigente, na maioria dos países -Brasil inclusive- quase sempre é ilegal. Em muitos países, a prática não só é consentida, como às vezes até é estimulada.
Não é ilegal comprar um CD na loja e emprestar a amigos, ou tocá-la em casa ou nas festas, desde que sem fins comerciais. Não é ilegal, também, pegar as músicas desse CD e copiá-la, para uso próprio, em seu iPod ou equivalente mp3 Player.
Da mesma forma, não era ilegal comprar uma fita cassete com músicas gravadas e tocá-las em seu WalkMan, ou nos carros que antigamente tinham toca-fitas.
Misturando cenários, também não podia ser considerado ilegal gravar, a partir de um CD ou outra mídia, uma seleção de músicas -que você já tivesse adquirido- em uma fita ou um CD para ouvir no carro.
Ora, se tudo isso está sob a lei dos direitos autorais, qual o motivo que impede a troca de arquivos pela internet. Qual a lei que vale, a do país de quem abre seus arquivos, as do país de quem copia ou de onde está sediado o provedor do programa de troca?
De outro lado, é preciso assegurar minimamente os direitos do autor, que ele ganhe pelo produto de seu trabalho intelectual. Perfeito! Mas, sem querer dar desculpas a quem pega e não paga, será que os valores arrecadados pela venda de mídia gravada chegam aos autores, de forma justa e sem excessões? Claro que não… Essa é uma briga que dura décadas e, quem conhece, sabe bem que a máquina de arrecadação de direitos autorais é, em todo o mundo, centrada na auto-alimentação e no pagamento a alguns privilegiados.
Então, em função disso, vamos ignorar as leis? Não creio que seja o caso, mas dá para prever uma nova ordem no mundo dos direitos do autor, exatamente por causa da internet.
É possível antever um dia em que a compra de uma faixa musical seja feita diretamente com o autor, sem intermediários, possibilitando que o caminho entre a garagem e o megaevento seja bem mais curto para uma boa banda de rock.
Da mesma forma, é razoável supor que muito mais gente estando habilitada ao sucesso, o valor médio da retribuição seja menor, e, portanto, acessível a uma quantidade muito maior de consumidores.
Claro que esse raciocínio vale também para vídeos e para livros. É a possibilidade da democratização do acesso que a internet proporciona.
Mas as leis… as leis foram feitas antes da internet, em um modelo consolidado que prevê tutores -as distribuidoras- tomando conta dos autores e dizendo o quê, quando, aonde e de que forma a arte é comercializada.
Quando essas leis começarem a ser modificadas para atender à realidade da internet, muitas das práticas hoje consideradas piratas poderão até ser louvadas como inovadoras, como forma de sisseminação de cultura.
Aliás, muitos talentos já abriram suas obras na internet antes mesmo de gravarem um CD, um DVD ou de publicarem um livro, como forma de disseminar e ganhar adeptos. Esse é, não por acaso, o princípio da Web 2.0, onde portais como o YouTube ganham valor da noite para o dia exatamente por propor o novo, o aberto, o democrático.
Enquanto as leis não se modificam, no entanto, devemos cuidar para não sermos flagrados burlando as regras atuais, que, embora sejam injustas e obsoletas, são as regras do jogo.
O melhor modo é, ao entrar nesses sites que permitem a troca de arquivos, assegurar-se da sua idoneidade, entender bem o “Termo de Adesão” e jogar de acordo com as regras. De outro lado, usar a internet para pressionar os legisladores a rapidamente adaptar as regras do direito autoral à realidade da internet, e usar todo seu potencial para criar vastos e novos mercados a tantos talentos que hoje ficam no limbo, ao mesmo tempo assegurando a todos os conumidores o direito da escolha, com produtos de qualidade, a preços justos.
Todos ganham, ou alguém duvida?
Troca de Arquivos na Internet: É Legal, É Ético, É Século 21?
Seguindo a rota da semana passada, quando comentamos bastante os trocadores de arquivo, recebi muitos comentários com prós e contras sobre essa prática disseminada mundo afora.
Afinal: É legal usar um programa da internet para ficar trocando músicas com amigos e desconhecidos?
A resposta, como sempre, não é única. Do ponto de vista do arcabouço legal vigente, na maioria dos países -Brasil inclusive- quase sempre é ilegal. Em muitos países, a prática não só é consentida, como às vezes até é estimulada.
Não é ilegal comprar um CD na loja e emprestar a amigos, ou tocá-la em casa ou nas festas, desde que sem fins comerciais. Não é ilegal, também, pegar as músicas desse CD e copiá-la, para uso próprio, em seu iPod ou equivalente mp3 Player.
Da mesma forma, não era ilegal comprar uma fita cassete com músicas gravadas e tocá-las em seu WalkMan, ou nos carros que antigamente tinham toca-fitas.
Misturando cenários, também não podia ser considerado ilegal gravar, a partir de um CD ou outra mídia, uma seleção de músicas -que você já tivesse adquirido- em uma fita ou um CD para ouvir no carro.
Ora, se tudo isso está sob a lei dos direitos autorais, qual o motivo que impede a troca de arquivos pela internet. Qual a lei que vale, a do país de quem abre seus arquivos, as do país de quem copia ou de onde está sediado o provedor do programa de troca?
De outro lado, é preciso assegurar minimamente os direitos do autor, que ele ganhe pelo produto de seu trabalho intelectual. Perfeito! Mas, sem querer dar desculpas a quem pega e não paga, será que os valores arrecadados pela venda de mídia gravada chegam aos autores, de forma justa e sem excessões? Claro que não… Essa é uma briga que dura décadas e, quem conhece, sabe bem que a máquina de arrecadação de direitos autorais é, em todo o mundo, centrada na auto-alimentação e no pagamento a alguns privilegiados.
Então, em função disso, vamos ignorar as leis? Não creio que seja o caso, mas dá para prever uma nova ordem no mundo dos direitos do autor, exatamente por causa da internet.
É possível antever um dia em que a compra de uma faixa musical seja feita diretamente com o autor, sem intermediários, possibilitando que o caminho entre a garagem e o megaevento seja bem mais curto para uma boa banda de rock.
Da mesma forma, é razoável supor que muito mais gente estando habilitada ao sucesso, o valor médio da retribuição seja menor, e, portanto, acessível a uma quantidade muito maior de consumidores.
Claro que esse raciocínio vale também para vídeos e para livros. É a possibilidade da democratização do acesso que a internet proporciona.
Mas as leis… as leis foram feitas antes da internet, em um modelo consolidado que prevê tutores -as distribuidoras- tomando conta dos autores e dizendo o quê, quando, aonde e de que forma a arte é comercializada.
Quando essas leis começarem a ser modificadas para atender à realidade da internet, muitas das práticas hoje consideradas piratas poderão até ser louvadas como inovadoras, como forma de sisseminação de cultura.
Aliás, muitos talentos já abriram suas obras na internet antes mesmo de gravarem um CD, um DVD ou de publicarem um livro, como forma de disseminar e ganhar adeptos. Esse é, não por acaso, o princípio da Web 2.0, onde portais como o YouTube ganham valor da noite para o dia exatamente por propor o novo, o aberto, o democrático.
Enquanto as leis não se modificam, no entanto, devemos cuidar para não sermos flagrados burlando as regras atuais, que, embora sejam injustas e obsoletas, são as regras do jogo.
O melhor modo é, ao entrar nesses sites que permitem a troca de arquivos, assegurar-se da sua idoneidade, entender bem o “Termo de Adesão” e jogar de acordo com as regras. De outro lado, usar a internet para pressionar os legisladores a rapidamente adaptar as regras do direito autoral à realidade da internet, e usar todo seu potencial para criar vastos e novos mercados a tantos talentos que hoje ficam no limbo, ao mesmo tempo assegurando a todos os conumidores o direito da escolha, com produtos de qualidade, a preços justos.
Todos ganham, ou alguém duvida?