Acesso WiFi Grátis em Curitiba
Os curitibanos agora contam com acesso à internet, gratuito e sem fio (sistema Wi-Fi), em três dos principais pontos da cidade: Mercado Municipal, praça Rui Barbosa e parque Barigüi, que receberam o sistema instalado pela Prefeitura.
Essa é uma notícia auspiciosa para os internautas que estão cada vez requerendo mais mobilidade. Nesses locais foram instalados “hot-spots” com conexão de banda larga acessível por usuários de notebooks, celulares com acesso direto à internet e outros dispositivos digitais.
A iniciativa soma-se às centenas de outros hot-spots disponíveis em hotéis, cafés, restaurantes, shoppings e no aeroporto Afonso Pena, que, embora teoricamente gratuitos, requerem a assinatura a algum serviço de internet ou então uma senha específica, muitas vezes atrelada a algum tipo de compra.
Já é possível ver usuários plugados nesses locais, e a tendência é que os celulares com conectividade direta à internet, evitando a rede tarifada das operadoras, sejam mais usados do que os notebooks.
Testes iniciais mostram uma rede veloz, com qualidade, talvez ainda pouco disputada, por ser coisa nova. É bom ter em mente, contudo, que o acesso através de uma rede aberta permite uma ação mais agressiva de hackers e ciber-bandidos, o que nos faz recomendar o uso de firewalls, anti-viris e todas as medidas de segurança, para que dados preciosos não sejam roubados.
O acesso sem fio tende a ficar cada vez mais popular em cidades como Curitiba, e novos serviços como o WiMax (esse pago, mas que cobre toda a cidade) e, no futuro, os baseados no padrão LTE (Long Term Evolution) ajudarão a acelerar o processo.
Em casa, para quem tem um notebook ou um celular e acesso a banda larga, um roteador sem fio de boa qualidade custa a partir de R$ 100,00 e a instalação é acessível mesmo a leigos que queiram seguir alguns simples passos que vêm descritos no manual do usuário e no software do equipamento.
Sem fio! Saudemos a iniciativa da Prefeitura de Curitiba, esperando que, num futuro próximo, possamos ter mais pontos de acesso público e gratuito.
>E a TV de Alta Definição, já chegou a Curitiba?
>O site do José Wille noticia a oferta de um receptor de TV digital da AOC que é pequeno o suficiente para caber no bolso. Vale a pena?
Se levarmos em conta que o sinal da TV de alta definição -sem dúvida o futuro da TV- hoje só chega em escala na cidade de São Paulo, devendo estrear em BH ainda em abril e em maio no Rio, a resposta é não. Curitiba deve ter sinais de alta definição das redes abertas ainda em 2008, e provavelmente as principais operadoras de TV a cabo devem igualmente fazê-lo no segundo semestre deste ano.
Se você é fanático por TV e quer ter o prazer de ver TV com alta qualidade de imagem e som quando em trânsito, ou parado no congestionamento, talvez seja uma opção, mas aí o melhor, por enquanto, seja enfrentar as centenas de quilômetros de congestionamento da capital paulista…
Falando sério, se você quer preparar sua casa para a TV digital de alta definição, a hora está chegando. A regrinha para a casa é simples: Para telas menores que 40″, não é necessária a resolução plena a 1080p. Basta um televisor “HDTV Ready” com a resolução 720p, que a qualidade será excepcional. Já para as telas iguais ou maiores que 40″, a resolução 1080p, ou “Full HD” são quase que compulsórias, se você quer desfrutar de toda a qualidade da imagem.
Mas é só isso?
Calma… ainda temos alguns cuidados adicionais. O primeiro é o tamanho da tela x o tamanho de sua sala. Nada de colocar um telão e depois ficar muito próximo, pois isso, além de ver defeitos de imagem, vai fazer mal à vista… Mas, em qualquer caso, você deve buscar aparelhos com a maior taxa de contraste possível (acima de 10.000:1) e o menor tempo de resposta disponível (abaixo de 6ms).
Outro ponto a considerar: seu bolso! O investimento não vai parar no televisor, que pode ou não ter o decodificador da TV digital embutido. Se tiver, melhor, pois é menos uma caixinha e menos fios para poluir o visual de seu ambiente. Caso contrário, escolha o decodificador com as funcionalidades que você deseja. Os mais baratos são bem basicões, e não possuem todas as funcionalidades da TV digital, só servem para fazer que seu televisor as receba, quando o sinal estiver disponível.
Finalmente, os preços! Os preços dos televisores de plasma e de cristal líquido (LCD) vêm caindo bastante, mas não o suficiente para jsutificar um investimento prematuro. Com certeza, à medida em que a TV digital realmente ‘pegue’ no mercado, a escala aumenta e os preços devem se alinhar em um patamar mais razoável. Na data da postagem dessa nota, a aquisição de um novo televisor pronto para a TV de alta definição só vai valer a pena se o seu atual pifou ou se você mudou e não tem televisor na sua nova casa. O mercado está muito aquecido e mais pressão só faz a alegria dos fabricantes. Um pouco de moderação é bom, até porque o ritmo de adoção da TV de alta definição em São Paulo está bem abaixo do esperado. A Positivo Informática reporta que menos de 20.000 lares em São Paulo já recebem o sinal de alta definição. Muito pouco, a coisa está leeeeeeeenta….
Falando nisso: você conhece alguém em São Paulo que receba em casa o sinal de alta definição? E você já viu esse sinal, na casa dele? E ele usa Bom Bril pendurado na antena para eliminar fantasmas ou melhorar o sinal? Pois é, coisas da inserção de uma nova tecnologia. Os “early adopters” têm como fazer inveja nos amigos, mas pagam um preço e um ‘mico’ que nem sempre vale o esforço!
E a TV de Alta Definição, já chegou a Curitiba?
O site do José Wille noticia a oferta de um receptor de TV digital da AOC que é pequeno o suficiente para caber no bolso. Vale a pena?
Se levarmos em conta que o sinal da TV de alta definição -sem dúvida o futuro da TV- hoje só chega em escala na cidade de São Paulo, devendo estrear em BH ainda em abril e em maio no Rio, a resposta é não. Curitiba deve ter sinais de alta definição das redes abertas ainda em 2008, e provavelmente as principais operadoras de TV a cabo devem igualmente fazê-lo no segundo semestre deste ano.
Se você é fanático por TV e quer ter o prazer de ver TV com alta qualidade de imagem e som quando em trânsito, ou parado no congestionamento, talvez seja uma opção, mas aí o melhor, por enquanto, seja enfrentar as centenas de quilômetros de congestionamento da capital paulista…
Falando sério, se você quer preparar sua casa para a TV digital de alta definição, a hora está chegando. A regrinha para a casa é simples: Para telas menores que 40″, não é necessária a resolução plena a 1080p. Basta um televisor “HDTV Ready” com a resolução 720p, que a qualidade será excepcional. Já para as telas iguais ou maiores que 40″, a resolução 1080p, ou “Full HD” são quase que compulsórias, se você quer desfrutar de toda a qualidade da imagem.
Mas é só isso?
Calma… ainda temos alguns cuidados adicionais. O primeiro é o tamanho da tela x o tamanho de sua sala. Nada de colocar um telão e depois ficar muito próximo, pois isso, além de ver defeitos de imagem, vai fazer mal à vista… Mas, em qualquer caso, você deve buscar aparelhos com a maior taxa de contraste possível (acima de 10.000:1) e o menor tempo de resposta disponível (abaixo de 6ms).
Outro ponto a considerar: seu bolso! O investimento não vai parar no televisor, que pode ou não ter o decodificador da TV digital embutido. Se tiver, melhor, pois é menos uma caixinha e menos fios para poluir o visual de seu ambiente. Caso contrário, escolha o decodificador com as funcionalidades que você deseja. Os mais baratos são bem basicões, e não possuem todas as funcionalidades da TV digital, só servem para fazer que seu televisor as receba, quando o sinal estiver disponível.
Finalmente, os preços! Os preços dos televisores de plasma e de cristal líquido (LCD) vêm caindo bastante, mas não o suficiente para jsutificar um investimento prematuro. Com certeza, à medida em que a TV digital realmente ‘pegue’ no mercado, a escala aumenta e os preços devem se alinhar em um patamar mais razoável. Na data da postagem dessa nota, a aquisição de um novo televisor pronto para a TV de alta definição só vai valer a pena se o seu atual pifou ou se você mudou e não tem televisor na sua nova casa. O mercado está muito aquecido e mais pressão só faz a alegria dos fabricantes. Um pouco de moderação é bom, até porque o ritmo de adoção da TV de alta definição em São Paulo está bem abaixo do esperado. A Positivo Informática reporta que menos de 20.000 lares em São Paulo já recebem o sinal de alta definição. Muito pouco, a coisa está leeeeeeeenta….
Falando nisso: você conhece alguém em São Paulo que receba em casa o sinal de alta definição? E você já viu esse sinal, na casa dele? E ele usa Bom Bril pendurado na antena para eliminar fantasmas ou melhorar o sinal? Pois é, coisas da inserção de uma nova tecnologia. Os “early adopters” têm como fazer inveja nos amigos, mas pagam um preço e um ‘mico’ que nem sempre vale o esforço!
>A Internet Elétrica: Chocante!
>De novo uma notícia no blog do José Wille: Internet via rede elétrica pode dobrar número de usuários no Brasil.
É interessante a perspectiva de ter internet de banda larga disponibilizada pelos fios da rede elétrica, através de uma tecnologia denominada Power Line Communications (PLC). Você pode comunicar-se pela internet simplesmente conectando um modem eespecial, que separa a corrente elétrica do sinal da internet. Como principal vantagem, a eletricidade está presente na grande maioria dos lares brasileiros.
Se a tecnologia é boa, está disponível, porque ainda usamos acesso via telefone (ADSL ou discado), via cabo de operadoras de TV, ou ainda via rário e, eventualmente, satélite?
O número de usuários apontados na nota é de meros 3.000, no Brasil todo. Aqui no Paraná, a nossa COPEL fez uma experiência há cerca de 10 anos, mas não havia viabilidade comercial.
O futuro da tenologia PLC vai depender, antes deetudo, dos entes reguladores de nosso país; depois, da vontade das empresas de transmissão e distribuição de energia de embarcar nesse negócio; finalmente, da capacidade de pagamento dos usuários, em larga escala.
Não se trata simplesmente de ligar o modem na tomada. As elétricas terão de fazer um bom investimento na rede, para que o sinal da internet possa trafegar por ela com qualidade e confiabilidade. Essa é uma tarefa difícil, e, por enquanto, os fornecedores estabelecidos estão bem à frente no mercado.
Vontade política resolve? Provavelmente não. É um negócio que tem como objetivo dar resultados às operadoras do sistema elétrico. Não há limitação tecnológica. Pode ser que o PLC, em seu nível atual de tecnologia, seja competitivo em preço. Resta saber se as empresas de energia terão a agilidade e o faro necessários para coompetir com as gigantes que já estão no mercado, com investimentos amortizados, e buscar batê-las naquilo que efetivamente elas oferecem como diferencial: a cobertura universal do mercado.
A Internet Elétrica: Chocante!
De novo uma notícia no blog do José Wille: Internet via rede elétrica pode dobrar número de usuários no Brasil.
É interessante a perspectiva de ter internet de banda larga disponibilizada pelos fios da rede elétrica, através de uma tecnologia denominada Power Line Communications (PLC). Você pode comunicar-se pela internet simplesmente conectando um modem eespecial, que separa a corrente elétrica do sinal da internet. Como principal vantagem, a eletricidade está presente na grande maioria dos lares brasileiros.
Se a tecnologia é boa, está disponível, porque ainda usamos acesso via telefone (ADSL ou discado), via cabo de operadoras de TV, ou ainda via rário e, eventualmente, satélite?
O número de usuários apontados na nota é de meros 3.000, no Brasil todo. Aqui no Paraná, a nossa COPEL fez uma experiência há cerca de 10 anos, mas não havia viabilidade comercial.
O futuro da tenologia PLC vai depender, antes deetudo, dos entes reguladores de nosso país; depois, da vontade das empresas de transmissão e distribuição de energia de embarcar nesse negócio; finalmente, da capacidade de pagamento dos usuários, em larga escala.
Não se trata simplesmente de ligar o modem na tomada. As elétricas terão de fazer um bom investimento na rede, para que o sinal da internet possa trafegar por ela com qualidade e confiabilidade. Essa é uma tarefa difícil, e, por enquanto, os fornecedores estabelecidos estão bem à frente no mercado.
Vontade política resolve? Provavelmente não. É um negócio que tem como objetivo dar resultados às operadoras do sistema elétrico. Não há limitação tecnológica. Pode ser que o PLC, em seu nível atual de tecnologia, seja competitivo em preço. Resta saber se as empresas de energia terão a agilidade e o faro necessários para coompetir com as gigantes que já estão no mercado, com investimentos amortizados, e buscar batê-las naquilo que efetivamente elas oferecem como diferencial: a cobertura universal do mercado.
>TV ao Vivo pela Internet
>O site/blog do José Wille, nosso âncora aqui na CBN, aponta para uma notícia sobre a iniciativa do YouTube de passar a disponibilizar vídeos ao vivo pela internet, algo que ainda não é ofereido por esse campeão de audiência na internet.
Se o YouTube não é o site mais acessado, é, seguramente, o que mais consome banda na internet, dada a quantidade de vídeos visualizados e baixados diariamente, sempre na casa dos milhões.
A iniciativa deve frutificar, mas não é pioneira, como aponta a nota do Portal Imprensa. Já existem, inclusive, outras iniciativas importantes, como o Joost, que fornece centenas de canais gratúitos de vídeo pela internet, a maioria uma droga, mas alguns bem bons, como um de músicas brasileiras.
Uma pergunta que fica no ar é: porque isso ainda não aconteceu antes? Afinal, nós já podemos usar webcams para fazer videoconferências entre computadores há anos, os celulares tambéem disponibilizam comunicação de vídeo em tempo real, ao menos para quem tem rede 3G.
A resposta é: ainda não existe banda larga em quantidade e qualidade suficientes para tornar essa aplicação como algo de interesse comercial de larga escala. Mas essa disponibilidade está chegando, e, num futuro bem próximo, talvez ainda eem 2008, ou no começo de 2009, com certeza, vamos ter a possibilidade de testar a real demanda para esse tipo de comunicação “ao vivo”.
Num futuro mais remoto, entre 5 e 10 anos, a TV pela internet poderá, enfim, ser uma realidade, em alta definição e tudo. Aí os programas ao vivo pela internet serão possíveis. Limitação de banda, de novo? Não, agora os problemas são regulatórios, pois envolvem dois grupos de titãs, cada um detentor hoje de uma fatia das contas de nossos bolsos: as grandes redes de TV e operadoras de TV por assinatura, de um lado, e as operadoras de telefonia fixa e celular, de outro. Cada grupo olha o galinheiro do outro e acha que as do lado de lá são mais gordas…
TV ao Vivo pela Internet
O site/blog do José Wille, nosso âncora aqui na CBN, aponta para uma notícia sobre a iniciativa do YouTube de passar a disponibilizar vídeos ao vivo pela internet, algo que ainda não é ofereido por esse campeão de audiência na internet.
Se o YouTube não é o site mais acessado, é, seguramente, o que mais consome banda na internet, dada a quantidade de vídeos visualizados e baixados diariamente, sempre na casa dos milhões.
A iniciativa deve frutificar, mas não é pioneira, como aponta a nota do Portal Imprensa. Já existem, inclusive, outras iniciativas importantes, como o Joost, que fornece centenas de canais gratúitos de vídeo pela internet, a maioria uma droga, mas alguns bem bons, como um de músicas brasileiras.
Uma pergunta que fica no ar é: porque isso ainda não aconteceu antes? Afinal, nós já podemos usar webcams para fazer videoconferências entre computadores há anos, os celulares tambéem disponibilizam comunicação de vídeo em tempo real, ao menos para quem tem rede 3G.
A resposta é: ainda não existe banda larga em quantidade e qualidade suficientes para tornar essa aplicação como algo de interesse comercial de larga escala. Mas essa disponibilidade está chegando, e, num futuro bem próximo, talvez ainda eem 2008, ou no começo de 2009, com certeza, vamos ter a possibilidade de testar a real demanda para esse tipo de comunicação “ao vivo”.
Num futuro mais remoto, entre 5 e 10 anos, a TV pela internet poderá, enfim, ser uma realidade, em alta definição e tudo. Aí os programas ao vivo pela internet serão possíveis. Limitação de banda, de novo? Não, agora os problemas são regulatórios, pois envolvem dois grupos de titãs, cada um detentor hoje de uma fatia das contas de nossos bolsos: as grandes redes de TV e operadoras de TV por assinatura, de um lado, e as operadoras de telefonia fixa e celular, de outro. Cada grupo olha o galinheiro do outro e acha que as do lado de lá são mais gordas…
>DVD de ALta Definição: E o Vencedor é… BluRay!
> Há pouco mais de um ano, eu arriscava a previsão de que o formato BluRay, capitaneado pela Sony, prevaleceria sobre o rival HD-DVD, desenvolvido pela também japonesa Toshiba.
Era a revanche dos formatos de fita de vídeo, quando o formato Betamax, da Sony, embora melhor, perdeu para o VHS, que tinha à frente a JVC e a maioria dos concorrentes.
Desta vez, além de um padrão técnico superior, a Sony procurou arregimentar a maior quantidade de estúdios de cinema para o seu formato. Claro que ela saiu com uma vantagem enorme, por ter em seu rol de empresas a Sony Pictures, ex Columbia. O jogo estava meio que empatado, quando há uns 15 dias atrás a Warner anunciou que estaria deixando o padrão HD-DVD em favor do BluRay. Poucos dias se passaram para que a Toshiba emitisse um comunicado ao mercado anunciando o fim do desenvolvimento do HD-DVD, a garantia de manutenção dos equipamentos vendidos e a reafirmação de que seu formato era, de todos, o melhor.
Essa dúvida sobre qual o melhor formato está sepultada com a saída de um dos atores. Um verdadeiro nocaute técnico, que a Toshiba resolveu não pagar para ver seu lutador com os dois olhos fechados de tanta pancada.
Resta saber como os compradores do formato HD-DVD irão reagiar, pois a maioria deles pagou muita grana para seus players de alta definição. Dentre os que subscreveram o padrão, destaca-se, na área de TI, a Microsoft, que inclusive adota o HD-DVD no seu popular videogame XBox.
À época, alguns ouvintes me questionaram sobre minha suposta ‘predileção’ pelo padrão da Sony. Hoje, seria mais fácil dizer que eu estava certo, ou que minha bola de cristal era melhor do que a dos que nos ouviam. Mas a verdade é que esse desfecho estava cantado pela maioria dos analistas. Alguns até achavam que haveria convivência do BluRay com o HD-DVD e, até mesmo alguns fabricantes lançaram players híbridos, que liam os dois formatos de DVD de alta definição, além dos tradicionais DVDs e CDs que tão bem conhecemos.
Aí eu resgatei mais alguns comentários que fiz, não sobre esses formatos, mas sobre os cuidados que devemos ter ao sermos ‘early adopters‘ de novas tecnologias. Além de pagarmos mais caro, corremos o risco de ficar com o mico na mão.
Ainda mais no Brasil, onde a TV de alta definição está engatinhando em 2 ou 3 capitais, e os títulos em vídeo com imagem 1080pcomeçam a aparecer timidamente em locadoras e lojas especilizadas, fica a mensagem: quem tem pressa…
Ao menos temos um padrão para armazenagem em discos de 12cm. O BluRay veio ara ficar e reinar. Mas… será? Com a internet de banda larguíssima que vem aí, quem vai precisa armazenar ou comprar vídeos armazenados em meio físico?
DVD de ALta Definição: E o Vencedor é… BluRay!
Há pouco mais de um ano, eu arriscava a previsão de que o formato BluRay, capitaneado pela Sony, prevaleceria sobre o rival HD-DVD, desenvolvido pela também japonesa Toshiba.
Era a revanche dos formatos de fita de vídeo, quando o formato Betamax, da Sony, embora melhor, perdeu para o VHS, que tinha à frente a JVC e a maioria dos concorrentes.
Desta vez, além de um padrão técnico superior, a Sony procurou arregimentar a maior quantidade de estúdios de cinema para o seu formato. Claro que ela saiu com uma vantagem enorme, por ter em seu rol de empresas a Sony Pictures, ex Columbia. O jogo estava meio que empatado, quando há uns 15 dias atrás a Warner anunciou que estaria deixando o padrão HD-DVD em favor do BluRay. Poucos dias se passaram para que a Toshiba emitisse um comunicado ao mercado anunciando o fim do desenvolvimento do HD-DVD, a garantia de manutenção dos equipamentos vendidos e a reafirmação de que seu formato era, de todos, o melhor.
Essa dúvida sobre qual o melhor formato está sepultada com a saída de um dos atores. Um verdadeiro nocaute técnico, que a Toshiba resolveu não pagar para ver seu lutador com os dois olhos fechados de tanta pancada.
Resta saber como os compradores do formato HD-DVD irão reagiar, pois a maioria deles pagou muita grana para seus players de alta definição. Dentre os que subscreveram o padrão, destaca-se, na área de TI, a Microsoft, que inclusive adota o HD-DVD no seu popular videogame XBox.
À época, alguns ouvintes me questionaram sobre minha suposta ‘predileção’ pelo padrão da Sony. Hoje, seria mais fácil dizer que eu estava certo, ou que minha bola de cristal era melhor do que a dos que nos ouviam. Mas a verdade é que esse desfecho estava cantado pela maioria dos analistas. Alguns até achavam que haveria convivência do BluRay com o HD-DVD e, até mesmo alguns fabricantes lançaram players híbridos, que liam os dois formatos de DVD de alta definição, além dos tradicionais DVDs e CDs que tão bem conhecemos.
Aí eu resgatei mais alguns comentários que fiz, não sobre esses formatos, mas sobre os cuidados que devemos ter ao sermos ‘early adopters‘ de novas tecnologias. Além de pagarmos mais caro, corremos o risco de ficar com o mico na mão.
Ainda mais no Brasil, onde a TV de alta definição está engatinhando em 2 ou 3 capitais, e os títulos em vídeo com imagem 1080pcomeçam a aparecer timidamente em locadoras e lojas especilizadas, fica a mensagem: quem tem pressa…
Ao menos temos um padrão para armazenagem em discos de 12cm. O BluRay veio ara ficar e reinar. Mas… será? Com a internet de banda larguíssima que vem aí, quem vai precisa armazenar ou comprar vídeos armazenados em meio físico?
>A Ausência de um Formato Padrão para Música Digital
>Quero comentar sobre os padrões de gravação de música digital, pelos ouvidos e bolsos dos usuários. Embora haja um acordo sobre o padrão mp3 de compressão e registro, a verdade é que o “padrão” de fato varia entre os 3 principais atores do ramo -nenhuma gravadora ou empresa do mundo antigo da música!
Hoje quem domina a maior parte do mundo dos downloads legais e pagos da música pela internet, um negócio de dezenas de bilhões de dólares ao ano, são 3 conhecidas do mundo digital: Apple, Nokia e Microsoft, nessa ordem. E, embora os programinha de tocar música ou de sincronização com dispositivos portáteis reconheçam o padrão mp3, cada uma dessas empresas tem seu padrão próprio, alegando melhoria de performance e de qualidade.
O fato é que as três competem entre si para dominarem esse mercado. Nos Estados Unidos, parte da Europa e alguns países da Ásia, a Apple é campeã disparada, e mesmo onde ela não vende através da Apple Store e do iTunes, quem tem o iPod acaba usando o padrão da Apple; já quem ouve música pelo celular, tem chances de ter um Nokia, e de usar seu padrão; e, no caso da Microsoft, bem é a Microsoft com seu Windows Media Player presente na maioria absoluta dos computadores e numa fatia interessante de telefones celulares, e seu padrão acaba sendo o escolhido por inércia ou até por desconhecimento dos usuários.
Na minha opinião, esse é um erro estratégico dessas grandes empresas, pois no mundo de hoje não há espaço mais para padrões proprietários. Existem programas de conversão de um padrão para outro (os CODECs), mas sempre há perda de qualidade. O mercado é grande, já, mas poderia ser imenso se houvesse um padrão global aceito por todas as empresas, como é a porta USB como conectividade de aparelhos digitais.
Enquanto persistirem padrões concorrentes, uma ou outra empresa podem se beneficiar. No caso atual, parece até que há uma divisão de mercado, à las gangues mafiosas, com a Microsoft ficando com os computadores, a Apple com os players de música e a Nokia com os celulares. Mas, como elas competem entre si nesses 3 ramos, esperamos ver uma sangrenta batalha, onde o vencedor, certamante, não será o público consumidor.