>Ataques para roubar informações importantes de seu computador: previna-se!
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>A Geração Digital 2.0 está aí: como conviver com as diferenças?
>A nova geração nascida após 1995 já dá o ar de sua graça no mercado de consumo e, logo, logo, estará disputando o mercado de trabalho. Vamos convencionar chamá-la, para efeito de raciocínio, de “Geração Digital 2.0“, por terem nascido após a disponibilização da internet em escala global. É que a diferença de percepção desses jovens em relação a todos os seres humanos anteriores, que, por contraposição, seriam os das “Gerações Analógicas” é tão grande que gerou dificuldades de ajustar produtos e serviços a essa turma e, ao mesmo tempo, fazer os “analógicos” -ainda hoje a maioria- migrarem para a nova realidade.
Como criar produtos e serviços que sejam igualmente aceitos, em um extremo, por quem já viveu a era dos telefones de disco, dos discos de vinil, da enciclopédia Barsa, dos televisores de antena interna com BomBril e sem controle remoto e, no outro, por quem, desde sempre, o celular é um acessório pessoal e obrigatório, a música vem e vai pela internet, o verbete está na Wikipedia, o clipe da TV está mais no YouTube do que em qualquer outro lugar?
Aqui, dois problemas: (a) a turma do marketing vem andando devagar demais tanto para fazer a turma antiga perceber essa nova realidade quanto criar linguagem própria para os seres digitais e (b) talvez porque embora o market share desses dois grupos esteja rapidamente se invertendo, pode ser que ainda exista muita grana e conforto no modo antigo de comunicar.
Poucos se deram conta que a intuitividade das novas interfaces como a tela sensível ao toque e as onipresentes webcams nos dispositivos indicam claramente a perda da relevância do teclado e do mouse, ícones da revolução digital, digamos… 1.0. Os bem mais jovens, nascidos a partir de 2005 vão achar essa forma tão popular de “teclar” algo no mínimo incômodo, talvez como se hoje fôssemos obrigados a usar uma velha Remington para escrever e postar textos.
Então fica realmente muito difícil produzir estímulos adequados a todo o tipo de indivíduo, até porque hoje existem muitos canais e mídias diferentes e diferenciados.
Mas a principal reflexão que quero deixar aqui hoje é dirigido a quem convive com crianças bem pequenas a quem é dada a oportunidade de interagir, sem explicação prévia, com uma interface com tela sensível ao toque. Dá para ver que eles, de forma natural, aceitam essa forma de interação e seguem adiante. Não é preciso explicar nada, salvo, talvez, quando eles começarem a se expressar pelo verbo, que “naquele tempo” não existiam iPods, celulares, internet e coisas do gênero.
Assim como há uma década atrás era difícil mostrar à criança por que um disco de vinil não era um “CDzão preto“, talvez daqui a alguns anos seja impossível explicar aos jovens da geração digital 2.0 o que é um CD.
>Internet Explorer 8 com Windows Vista? Problemas à vista…
>Você tem um computador com o Windows Vista? Então deve pertencer à legião dos descontentes com sua performance, sua instabilidade e sua aversão a programas de terceiros. Aqui, por “sua” eu quero dizer do Windows Vista. Você já sua o bastante…
Agora, se você soube que o Internet Explorer na sua versão 8 está mais rápido e melhor e quer baixá-la na versão recém-liberada pela Microsoft, meu conselho é: ESQUEÇA! Você já tem dores de cabeça suficientes.
Até que no bom e velho Windows Xp o IE 8 manda bem. Está bem mais rápido, trava muito menos que a versão 7. Parece ser um concorrente sério ao Firefox 3 e aos menos cotados Safari e Chrome. E você não pode dispensar o IE se tem o Windows, até porque alguns sites que você vai acabar tendo que usar não são plenamente compatíveis com outros browsers.
Com o Xp, o maior incômodo que achei até agora foi que ele desconfigurou minha página do GMail, com o ‘skin’ que decidi usar. Nada sério…
Interessante que, para usuários do Xp a atualização para o IE8 aparece como recomendada pelo Windows Update, enquanto que, para os usuários Vista, é preciso uma busca no site da Microsoft. Eu fiz isso com um computtdor que tenho em casa e me dei mal. O acesso à internet simplesmente desapareceu mesmo com a conexão normal, e a solução encontrada foi fazer uma restauração do sistema para uma data anterior à atualização para o IE8.
Essa mudança é trivial para os iniciiados, mas, como dizem os americanos, um “pain in the ass” para o comum dos mortais.
Assim, fica minha recomendação: Se você tem um computador com Windows Vista, esqueça o IE8, ao menos até que a Microsoft arrume os bugs. Tenha ao menos o Firefox 3 instalado e use-o como alternativa ou mesmo como seu browser padrão. E fique, ao menos por enquanto, no IE7!