Tem mensagem para Steve Jobs: "Te cuida, iPhone!"
Deu no Computerword da internet:
iPhone Killer? Nokia lança telefone com tela sensível ao toque
Primeiro toutch screen da Nokia virá com um ano de downloads grátis da loja online Nokia Music Store que chega ao Brasil em 2009.
Vale a pena ler a matéria. O novo produto da Nokia chega às lojas em lançamento simultâneo no mundo todo, para bater de frente com a Apple e com o iPhone.
As características são parecidas, mas as especificações do 5800 XpressMusic parecem mais completas, e promete acesso ao Nokia Music Store, por enquanto um tímido concorrente da Apple Store e do iTunes.
Mas a Nokia não poderia ficar passiva ao ataque avassalador da Apple no seu território de celulares, onde ela reina há vários anos. E ela começa atacando exatamente os pontos fortes do iPhone e pretende ir além, ofertando músicas grátis por um ano e aprimorando alguns pontos fracos do iPhone, como câmera e flash.
Minha primeira reação foi: “Viva a concorrência!” A Apple, afinal, está muito orgulhosa de seu sucesso com o iPhone, indiscutivelmente uma nova referência em dispositivos móveis.
Aparentemente, Steve Jobs de novo deixa passar a oportunidade de consolidar um padrão de mercado, ao manter todo o projeto fechado, sob mais de 200 patentes, limitando parcerias e esnobando mercados importantes como o nosso, fazendo com que aqui o iPhone chegue manco, pois não temos todas as ofertas que os americanos, por exemplo, já desfrutam, como o acesso ao download de músicas e de vídeos.
Essa história de sucesso do iPhone, pela primeira vez me faz relembrar o sucesso do Macintosh, lá atrás, na década de 80, quando o tal do Bill Gates e a tal da Microsoft eram figuras secundárias no mundo da tecnologia. Aí veio o Windows e a história saiu diferente do script da Apple, para o bem e para o mal…
Vamos ver agora, com a Nokia se mexendo nesse mercado, que pode ser algo parecido com o elefante na loja de cristais…
Eu particularmente, torço pela concorrência acirrada. E que vença o melhor! No mínimo, vamos poder ter a opção da escolha.
Será que a luta pela supremacia da preferência dos consumidores de smartphones vai ser disputada entre a Nokia, a Apple e a RIM, com seu onipresente Blackberry no mundo corporativo?
Alguém para apostas??
>Vem aí o iPhone 3G: vai balançar o mercado de celulares
>Agora é oficial: A Apple anuncia em seu site o lançamento de seu iPhone 3G no próximo dia 11 de julho. A apresentação foi feita por Steve Jobs no forum de desenvolvedores da Apple, no Moscone Center de San Francisco, no último dia 11 de junho.
Embora mundial, ele não terá efeitos imediatos no Brasil, onde os iPhones chegam por importação direta e sem garantia de fábrica. Então, o que muda?
O fato é que a Apple entrou há 16 meses no mercado de celulares com um modelo apenas –o iPhone– e com uma operadora, a AT&T, nos Estados Unidos. Recentemente começou a vendê-los em alguns países da Europa e da Ásia. Nesses países, a 3a geração de celulares já é realidade, com conexões de altíssima velocidade e preços de uso muito baixo.
E o iPhone atual é de tecnologia da geração 2.5 (GSM), que roda com limitações de velocidade na comunicação de dados, pela rede EDGE, coisa como uma rede discada em termos de velocidade. O iPhone é hoje voltado ao mercado do consumidor final, sem foco no usuário corporativo, por não ter velocidade de comunicação de dados nem os aplicativos mais importantes que as empresas utilizam, como conectividade com correio eletrônico corporativo e aplicações como o Office, da Microsoft, dentre outras.
Mesmo assim, o iPhone virou uma febre, um verdadeiro “cult”, e mesmo executivos de todos os naipes andam por lá (e por aqui) com seu iPhone como segundo ou terceiro aparelho, quando não como o principal.
Com todas essas limitações, a Apple chegou a 22% do mercado de smartphones, esses celulares com multifunções, chegando perto dos líderes BlackBerry (RIM) e Nokia. Isso com um modelo apenas, em 16 meses, com mercado limitado por decisão própria do fabricante.
Agora a bomba: o iPhone 3G vai chegar mais leve, mais fino, com o dobro da capacidade, pronto para as redes 3G de alta velocidade e vai custar a metade do preço do iPhone atual. Ou seja, a configuração inicial custará US$ 199 nos Estados Unidos, junto com o plano da operadora. E virá com GPS, aplicativos de mapas, acesso WiFi à internet e muito mais.
Isso vai dar uma destroncada na estratégia dos demais fabricantes de celulares e das operadoras, que terão que rever seus planos urgentemente. O mercado de celulares não será o mesmo após 11/07/2008, tomem nota!
E o Brasil? Bem, aqui a Claro e a Vivo já anunciaram que trarão o iPhone. Isso vai obrigar as demais operadoras a repensar suas estratégias. Os fabricantes idem, já que eles têm incentivos fiscais generosos para produzir seus aparelhos no Brasil e a Apple não tem planos para fazê-los aqui, assim como não fabrica seus computadores Macintosh e o famoso iPod.
Embora muitos fabricantes tenham anunciado produtos com características que podem concorrer com o iPhone, parece que, desta vez, a Apple entrou com a clara intenção de liderar o mercado de comunicação móvel. Qualquer que seja o desfecho desta briga, quem vai ganhar é o usuário, você, eu, mesmo com aparelhos e planos de concorrentes. E, talvez, a Apple…
Vem aí o iPhone 3G: vai balançar o mercado de celulares
Agora é oficial: A Apple anuncia em seu site o lançamento de seu iPhone 3G no próximo dia 11 de julho. A apresentação foi feita por Steve Jobs no forum de desenvolvedores da Apple, no Moscone Center de San Francisco, no último dia 11 de junho.
Embora mundial, ele não terá efeitos imediatos no Brasil, onde os iPhones chegam por importação direta e sem garantia de fábrica. Então, o que muda?
O fato é que a Apple entrou há 16 meses no mercado de celulares com um modelo apenas –o iPhone– e com uma operadora, a AT&T, nos Estados Unidos. Recentemente começou a vendê-los em alguns países da Europa e da Ásia. Nesses países, a 3a geração de celulares já é realidade, com conexões de altíssima velocidade e preços de uso muito baixo.
E o iPhone atual é de tecnologia da geração 2.5 (GSM), que roda com limitações de velocidade na comunicação de dados, pela rede EDGE, coisa como uma rede discada em termos de velocidade. O iPhone é hoje voltado ao mercado do consumidor final, sem foco no usuário corporativo, por não ter velocidade de comunicação de dados nem os aplicativos mais importantes que as empresas utilizam, como conectividade com correio eletrônico corporativo e aplicações como o Office, da Microsoft, dentre outras.
Mesmo assim, o iPhone virou uma febre, um verdadeiro “cult”, e mesmo executivos de todos os naipes andam por lá (e por aqui) com seu iPhone como segundo ou terceiro aparelho, quando não como o principal.
Com todas essas limitações, a Apple chegou a 22% do mercado de smartphones, esses celulares com multifunções, chegando perto dos líderes BlackBerry (RIM) e Nokia. Isso com um modelo apenas, em 16 meses, com mercado limitado por decisão própria do fabricante.
Agora a bomba: o iPhone 3G vai chegar mais leve, mais fino, com o dobro da capacidade, pronto para as redes 3G de alta velocidade e vai custar a metade do preço do iPhone atual. Ou seja, a configuração inicial custará US$ 199 nos Estados Unidos, junto com o plano da operadora. E virá com GPS, aplicativos de mapas, acesso WiFi à internet e muito mais.
Isso vai dar uma destroncada na estratégia dos demais fabricantes de celulares e das operadoras, que terão que rever seus planos urgentemente. O mercado de celulares não será o mesmo após 11/07/2008, tomem nota!
E o Brasil? Bem, aqui a Claro e a Vivo já anunciaram que trarão o iPhone. Isso vai obrigar as demais operadoras a repensar suas estratégias. Os fabricantes idem, já que eles têm incentivos fiscais generosos para produzir seus aparelhos no Brasil e a Apple não tem planos para fazê-los aqui, assim como não fabrica seus computadores Macintosh e o famoso iPod.
Embora muitos fabricantes tenham anunciado produtos com características que podem concorrer com o iPhone, parece que, desta vez, a Apple entrou com a clara intenção de liderar o mercado de comunicação móvel. Qualquer que seja o desfecho desta briga, quem vai ganhar é o usuário, você, eu, mesmo com aparelhos e planos de concorrentes. E, talvez, a Apple…