A Ausência de um Formato Padrão para Música Digital
Quero comentar sobre os padrões de gravação de música digital, pelos ouvidos e bolsos dos usuários. Embora haja um acordo sobre o padrão mp3 de compressão e registro, a verdade é que o “padrão” de fato varia entre os 3 principais atores do ramo -nenhuma gravadora ou empresa do mundo antigo da música!
Hoje quem domina a maior parte do mundo dos downloads legais e pagos da música pela internet, um negócio de dezenas de bilhões de dólares ao ano, são 3 conhecidas do mundo digital: Apple, Nokia e Microsoft, nessa ordem. E, embora os programinha de tocar música ou de sincronização com dispositivos portáteis reconheçam o padrão mp3, cada uma dessas empresas tem seu padrão próprio, alegando melhoria de performance e de qualidade.
O fato é que as três competem entre si para dominarem esse mercado. Nos Estados Unidos, parte da Europa e alguns países da Ásia, a Apple é campeã disparada, e mesmo onde ela não vende através da Apple Store e do iTunes, quem tem o iPod acaba usando o padrão da Apple; já quem ouve música pelo celular, tem chances de ter um Nokia, e de usar seu padrão; e, no caso da Microsoft, bem é a Microsoft com seu Windows Media Player presente na maioria absoluta dos computadores e numa fatia interessante de telefones celulares, e seu padrão acaba sendo o escolhido por inércia ou até por desconhecimento dos usuários.
Na minha opinião, esse é um erro estratégico dessas grandes empresas, pois no mundo de hoje não há espaço mais para padrões proprietários. Existem programas de conversão de um padrão para outro (os CODECs), mas sempre há perda de qualidade. O mercado é grande, já, mas poderia ser imenso se houvesse um padrão global aceito por todas as empresas, como é a porta USB como conectividade de aparelhos digitais.
Enquanto persistirem padrões concorrentes, uma ou outra empresa podem se beneficiar. No caso atual, parece até que há uma divisão de mercado, à las gangues mafiosas, com a Microsoft ficando com os computadores, a Apple com os players de música e a Nokia com os celulares. Mas, como elas competem entre si nesses 3 ramos, esperamos ver uma sangrenta batalha, onde o vencedor, certamante, não será o público consumidor.
>Memórias Flash: Chegando para ficar!
>
O tema vem do ouvinte Luciano, que pergunta sobre memórias flash, uma tendência que parece inevitável e pode substituir os HD nos computadores. Poder, pode, mas vai levar tempo, por causa do custo.
Aliás, hoje já usamos memórias flash em nossas câmeras digitais, players de música e vídeo, telefones celulares e tudo aquilo que ‘guarda’ informações digitais. O seu estado mais puro é um pen-drive, que nada mais faz do que armazenar dados. Ou quase isso… Hoje você pode carregar um pen-drive de vários Gb e pouquíssimos gramas com seus arquivos de computador, mais um pedaço do sistema operacional de modo que, pedindo licença, você pode ter o ‘seu’ computador em qualquer máquina, sem que as informações sensíveis sejam partilhadas.
É uma alternativa viável, mas… cuidado! Ao contrário dos disco s magnéticos, as memórias flash dificultam a ação de recuperação de dados, em caso de apagamento acidental ou não. Sem contar que, por serem pequenos e fáceis de perder, são alvos fáceis para serem garfados.
Os computadores portáteis já oferecem a opção de memória auxiliar usando a tecnologia flash, seja para complementar o disco magnético, seja para substituí-lo totalmente. As vantagens maiores são a rapidez do acesso, o peso menor e o consumo de energia quase desprezível. Mas o bom e velho HD está quase de graça, logo, ainda vai ter vida longa.
Por uma centena de reais, já se pode ter um pen-drive bem parrudinho, mas é preciso, no mínimo, ter um back-up sempre dos dados, se possível tê-los armazenados com criptografia e, de prefeência, pendurado ao pescoço como se fosse um crachá.
Nos demais dispositivos, então, as memórias flash chegaram e dominaram. A maioria dos telefones celulares usam esse tipo de memória para armazenamento em massa, e, com um tamanho menor do que uma unha da mão, é possível guardar mais de 1Gb!
Memórias Flash: Chegando para ficar!
O tema vem do ouvinte Luciano, que pergunta sobre memórias flash, uma tendência que parece inevitável e pode substituir os HD nos computadores. Poder, pode, mas vai levar tempo, por causa do custo.
Aliás, hoje já usamos memórias flash em nossas câmeras digitais, players de música e vídeo, telefones celulares e tudo aquilo que ‘guarda’ informações digitais. O seu estado mais puro é um pen-drive, que nada mais faz do que armazenar dados. Ou quase isso… Hoje você pode carregar um pen-drive de vários Gb e pouquíssimos gramas com seus arquivos de computador, mais um pedaço do sistema operacional de modo que, pedindo licença, você pode ter o ‘seu’ computador em qualquer máquina, sem que as informações sensíveis sejam partilhadas.
É uma alternativa viável, mas… cuidado! Ao contrário dos disco s magnéticos, as memórias flash dificultam a ação de recuperação de dados, em caso de apagamento acidental ou não. Sem contar que, por serem pequenos e fáceis de perder, são alvos fáceis para serem garfados.
Os computadores portáteis já oferecem a opção de memória auxiliar usando a tecnologia flash, seja para complementar o disco magnético, seja para substituí-lo totalmente. As vantagens maiores são a rapidez do acesso, o peso menor e o consumo de energia quase desprezível. Mas o bom e velho HD está quase de graça, logo, ainda vai ter vida longa.
Por uma centena de reais, já se pode ter um pen-drive bem parrudinho, mas é preciso, no mínimo, ter um back-up sempre dos dados, se possível tê-los armazenados com criptografia e, de prefeência, pendurado ao pescoço como se fosse um crachá.
Nos demais dispositivos, então, as memórias flash chegaram e dominaram. A maioria dos telefones celulares usam esse tipo de memória para armazenamento em massa, e, com um tamanho menor do que uma unha da mão, é possível guardar mais de 1Gb!
>Balanço de uma conta de e-mail
>Hoje, 1/1/2008, quero partilhar com você um número: 54.025. Essa é a quantidade de mensagens categorizadas como lixo eletrônico em nossos servidores corporativos e pelas regras que criei, para minha conta de correio eletrônico principal, na empresa que trabalho, no período de 1/1 a 31/12/2007.
Ou seja, tirando as que deletei, e os lixos que possam ter escapado, são mais de 4.500 porcarias/mês, ou 150/dia, a cada dia do ano, sem feriadão, sem final de semana. A quantidade de spams, mensagens maliciosas, links para abrir o computador para virus, programas espiões e outras arapucas mais só fazem diminuir a relevância do correio eletrônico como uma forma eficaz de comunicação. Aquilo que parecia ser o nirvana da troca de informação assíncrona acabou sendo apenas ‘mais um meio‘. A popularização das ferramentas de mensagens instantâneas, a telefonia VoIP chegaram para ficar, e, de repente, o nosso e-mail de cada dia vai ficando velho, mais parecido com o fax, ou com o telex…
E-mail com os dias contados? Mas e os super-encriptados, ou os web-mails gratuitos, que têm tanto capacidade de Gb em caixa de entrada quanto habilidade para filtrar lixo?
Não se assuste, não faço a apologia do fim do e-mail nem vou deixar de usá-lo ou recomendar que você, leitor desse blog, o faça. É uma reflexão de virada de ano, um balanço para evidenciar a quantidade de lixo que trafega na internet, com suas múltiplas armadilhas. A idéia é sempre tomar cuidado com as mensagens que chegam, usar anti-virus, anti-spam, anti-spyware, anti-tudo, e também cuidar para não ser propagador de lixo. É com o descaso de muitos que os crackers contam para ter novas janelas de acesso aos computadores conectados à internet, hoje já beirando os 1,5 bilhões no mundo.
Feliz 2008, e use suas contas de e-mail com cautela.
Balanço de uma conta de e-mail
Hoje, 1/1/2008, quero partilhar com você um número: 54.025. Essa é a quantidade de mensagens categorizadas como lixo eletrônico em nossos servidores corporativos e pelas regras que criei, para minha conta de correio eletrônico principal, na empresa que trabalho, no período de 1/1 a 31/12/2007.
Ou seja, tirando as que deletei, e os lixos que possam ter escapado, são mais de 4.500 porcarias/mês, ou 150/dia, a cada dia do ano, sem feriadão, sem final de semana. A quantidade de spams, mensagens maliciosas, links para abrir o computador para virus, programas espiões e outras arapucas mais só fazem diminuir a relevância do correio eletrônico como uma forma eficaz de comunicação. Aquilo que parecia ser o nirvana da troca de informação assíncrona acabou sendo apenas ‘mais um meio‘. A popularização das ferramentas de mensagens instantâneas, a telefonia VoIP chegaram para ficar, e, de repente, o nosso e-mail de cada dia vai ficando velho, mais parecido com o fax, ou com o telex…
E-mail com os dias contados? Mas e os super-encriptados, ou os web-mails gratuitos, que têm tanto capacidade de Gb em caixa de entrada quanto habilidade para filtrar lixo?
Não se assuste, não faço a apologia do fim do e-mail nem vou deixar de usá-lo ou recomendar que você, leitor desse blog, o faça. É uma reflexão de virada de ano, um balanço para evidenciar a quantidade de lixo que trafega na internet, com suas múltiplas armadilhas. A idéia é sempre tomar cuidado com as mensagens que chegam, usar anti-virus, anti-spam, anti-spyware, anti-tudo, e também cuidar para não ser propagador de lixo. É com o descaso de muitos que os crackers contam para ter novas janelas de acesso aos computadores conectados à internet, hoje já beirando os 1,5 bilhões no mundo.
Feliz 2008, e use suas contas de e-mail com cautela.
>Aprendendo Informática
>No debate da CBN de 14/12/2007, um ouvinte perguntou sobre cursos de informática disponíveis no mercado, e de qualidade, mas não os basicões. A lista é enorme, e resolvi recomendar os do SENAI, e fiquei de comentar aqui no blog sobre as alternativas de qualidade do mercado. Pois é… as alternativas são tantas que resolvi ampliar o leque ainda mais.
Para começar, não existe uma receita mágica, aplicável à maioria de nossos ouvintes. Cada um tem uma necessidade particular, e, de início, ousaria dizer que um pouco de investigação individual e auto-estudo devem resolver boa parte das carências que alguém possa ter nesse final de 2007. Tente, experimente, erre, tente de novo, descubra… é a curva de aprendizado funcionando como deve ser.
Outra alternativa interessante é contratar um personal coach, ou instrutor individual, desde que você saiba em que áreas você quer apreder. Tem um monte de gente no mercado querendo aumentar sua renda, e que pode disponibilizar umas horasa extras para ajudá-lo nas suas dificuldades ou expectativas tecnológicas. A partir de R$ 30 por hora.
As comunidades de relacionamento, orkut à frente, unem grupos de pessoas com interesses comuns. Existem comunidades para todos os gostos e expectativas. Procure as que se encaixam no seu perfil e você pode encontrar soluções interessantes.
Aprender tecnologia usando tecnologia pode ser a maneira mais inteligente de ir ao fundo do problema que o aflige. Educação à distância está madura hoje em dia, e se você tem um computador com acesso à internet por banda larga, você pode fazer quase que qualquer tipo de curso, no Brasil ou no exterior, sem sair de casa!
Apenas para referência, uma busca pelo argumento “ensino a distância” no Google retornou 1.480.000 páginas em português, na data e hora que escrevo esta postagem. A maioria das melhores universidades do mundo oferecem cursos completos à distância, sejam eles de curta, média ou longa duração.
A título de exemplos, o Portal da Educação oferece um leque interessante de cursos das mais diversas modalidades; A pouco conhecida mas avançada Universidade Federal de Lavras oferece cursos de pós-graduação lato-sensu à distância; o portal Webaula oferece um leque enorme de cursos de curta duração em tecnologia. Mas esses são 3 exemplos em milhares que estão por aí. E isso mostra a potencialidade da forma de ensino que mais cresce na atualidade e que já engaja, no Brasil, milhões de alunos.
Será que esclareci ou confundi ainda mais? Sei lá… Mas ao menos o debate está iniciado a partir da provocação do nosso ouvinte.
Aprendendo Informática
No debate da CBN de 14/12/2007, um ouvinte perguntou sobre cursos de informática disponíveis no mercado, e de qualidade, mas não os basicões. A lista é enorme, e resolvi recomendar os do SENAI, e fiquei de comentar aqui no blog sobre as alternativas de qualidade do mercado. Pois é… as alternativas são tantas que resolvi ampliar o leque ainda mais.
Para começar, não existe uma receita mágica, aplicável à maioria de nossos ouvintes. Cada um tem uma necessidade particular, e, de início, ousaria dizer que um pouco de investigação individual e auto-estudo devem resolver boa parte das carências que alguém possa ter nesse final de 2007. Tente, experimente, erre, tente de novo, descubra… é a curva de aprendizado funcionando como deve ser.
Outra alternativa interessante é contratar um personal coach, ou instrutor individual, desde que você saiba em que áreas você quer apreder. Tem um monte de gente no mercado querendo aumentar sua renda, e que pode disponibilizar umas horasa extras para ajudá-lo nas suas dificuldades ou expectativas tecnológicas. A partir de R$ 30 por hora.
As comunidades de relacionamento, orkut à frente, unem grupos de pessoas com interesses comuns. Existem comunidades para todos os gostos e expectativas. Procure as que se encaixam no seu perfil e você pode encontrar soluções interessantes.
Aprender tecnologia usando tecnologia pode ser a maneira mais inteligente de ir ao fundo do problema que o aflige. Educação à distância está madura hoje em dia, e se você tem um computador com acesso à internet por banda larga, você pode fazer quase que qualquer tipo de curso, no Brasil ou no exterior, sem sair de casa!
Apenas para referência, uma busca pelo argumento “ensino a distância” no Google retornou 1.480.000 páginas em português, na data e hora que escrevo esta postagem. A maioria das melhores universidades do mundo oferecem cursos completos à distância, sejam eles de curta, média ou longa duração.
A título de exemplos, o Portal da Educação oferece um leque interessante de cursos das mais diversas modalidades; A pouco conhecida mas avançada Universidade Federal de Lavras oferece cursos de pós-graduação lato-sensu à distância; o portal Webaula oferece um leque enorme de cursos de curta duração em tecnologia. Mas esses são 3 exemplos em milhares que estão por aí. E isso mostra a potencialidade da forma de ensino que mais cresce na atualidade e que já engaja, no Brasil, milhões de alunos.
Será que esclareci ou confundi ainda mais? Sei lá… Mas ao menos o debate está iniciado a partir da provocação do nosso ouvinte.
>Compras de Última Hora para o Natal
>O Natal de 2007 promete ser bem gordo para quem vende produtos de tecnologia digital. Só não será melhor porque alguns ítens estarão em falta, especialmente modelos intermediários de computadores, games e alguns modelos de televisores LCD. Mas ainda dá tempo de fazer boas compras. Isto é… se você quiser encarar o bolo de gente nos shoppings ou ousar arriscar a entrega de um produto comprado pela internet antes que o trenó de Papai Noel esteja sobrevoando sua casa…
Mas, se sua lista não está completa, e se o tempo for curto, e a grana idem, você pode ter pechinchas extraordinárias logo após o Natal. Espere liqüidações interessantes de produtos eletrônicos.
Se sua pedida passa por computadores, e se a demanda é por mobilidade, então os notebooks finalmente cairam bastante de preço para justificar o prêmio pago em relação a um desktop de configuração equivalente. Na faixa de R$ 2.000 a R$ 3.000 você vai encontrar máquinas bastante bem configuradas, com acesso wireless embutido, um HD maior que 80Gb e 1 Gb de memória. Mas atenção: evite comprar micros com o Windows Vista Starter Edition ou o Vista Home Basic. São verdadeiros engodos, não entregam nem as novas funcionalidades do Vista nem a estabilidade do bom e velho Xp. Aliás, existem notebooks ainda com o Windows Xp, que pode ser uma excelente opção para quem quer robustez do software e um leque amplo de aplicativos. Ele vai bem por pelo menos mais 3 anos, sem sustos…
Mas se você pode se dar ao luxo de desembolsar mais dinheiro, a partir de R$ 5.000 você pode comprar notebooks com 2Gb de memória, um Windows Vista Home Premium ou Business, um HD bem parrudo, acima de 100Gb, gravador de DVD, webcam embutida e outros quetais. No topo da cadeia alimentar -e de preços- você encontra os lindões Sony Vaio, com um design de estúdio italiano, processador Intel Core2 Duo, e, à medida em que o peso cai, o preço vai às alturas. Mas o pequenino Vaio de 1,1kg e tela de 11″ pod chegar a custar R$ 11 mil. Tem gente que paga!
Nessa mesma faixa, os Powerbooks da Apple dominam a faixa dos usuários mais exigentes. Com a vantagem de poderem rodar o estável OSX, bem à frente do Windows Vista, além do próprio Vista, ele tem uma confraria de ‘connoisseurs’ que dele não abrem mão. No Natal -e nos dias que se seguem- podemos esperar que os preços dos Macintoshes portáteis finalmente sejam comparáveis com máquinas equivalentes com Windows.
Uma boa opção de compra, a partir de R$ 500, são os HDs externos de 150Gb até 300Gb, que servem para fazer backup de seus dados mais preciosos, ainda mais se você tem mais de um computador e intercambia dados através de uma rede em sua casa, por exemplo. Eles são extremamente confiáveis, e seus preços estão num ponto ótimo.
Monitores LCD estão com bons preços, e não dá para pensar em nada menor do que 17″. Os que estão com melhores preços são os de 19″ widescreen, já no formato 16×9, da TV Digital. Prefira os modelos com contraste acima de 5.000:1 e tempo de resposta menor que 5 ms. A diferença de conforto de um monitor grande para os pequenos, de 15″ é enorme, e você ganha na qualidade da imagem, no espaço ocupado e na conta de energia, bem menor do que a dos monitores de tubo. Os monitores de 21″ e acima já encostam no patamar de R$ 1.000, e vão continuar caindo.
Televisores LCD estão com perços próximos aos de plasma, e são sempre melhor compra. Mas os que oferecem compatibilidade plena com a TV de alta definição (1.080p) estão cerca de R$ 1.000 mais caros que os que oferecem apenas 780p, uma nitidez um pouco menor. Mas a TV de alta definição vai demorar para chegar a Curitiba, ao menos com intensidade e qualidade de conteúdo. Embora anunciada para o segundo semestre de 2008, não esperem nada substancial antes do final de 2009. E os preços devem cair muito, inclusive dos conversores para a TV digital, sejam eles externos ou embutidos nos teevisores. É uma compra que só deve ser feita se a substituição de seu modelo atual for imprescindível.
Uma compra interessante são os gravadores de DVD, que já baixaram do patamar de R$ 400, sem HD interno, e os com HD já estão na faixa de R$ 1.000. Uma boa pedida para quem quer migrar suas imagens de vídeo VHS para DVD, ou mesmo gravar seus programas favoritos da TV.
Câmeras fotográficas estão bem mais em conta que no ano passado, e hoje o patamar mínimo de resolução é de 8 megapixels. Mas prefira câmeras que tenham lente de qualidade, como Nikor, Zeiss , Pentax ou Leica. Se você optar por uma superzoom, que tem zoom óptico maior que 8x, exija que ela venha com dispositivo de estabilização de imagem, para quando você estiver usando a lente como teleobjetiva. A partir de R$ 500, já existem boas opções. Mas aqui vão duas dicas: é bom ter bateria e cartão de memória de reserva, pois essas máquinas consomem energia e memória, ainda mais no modo de alta resolução.
E, no pós-Natal, espere por preços convidativos para Home-Theaters, desktops e filmadoras, além de telefones celulares. Que, aliás, já fazem de tudo, inclusive são bons tocadores de mp3 e alguns modelos têm câmeras digitais com resolução até de 5Mp e zoom óptico, o que pode ser uma boa aternativa às cãmeras digitais e aos players de música, até porque são subsidiados pelas operadoras de telefonia. Mas aí aparecem os celulares 3G, com acesso à internet de banda larga e aí… bem, aí já é outra história, boa para 2008.
Compras de Última Hora para o Natal
O Natal de 2007 promete ser bem gordo para quem vende produtos de tecnologia digital. Só não será melhor porque alguns ítens estarão em falta, especialmente modelos intermediários de computadores, games e alguns modelos de televisores LCD. Mas ainda dá tempo de fazer boas compras. Isto é… se você quiser encarar o bolo de gente nos shoppings ou ousar arriscar a entrega de um produto comprado pela internet antes que o trenó de Papai Noel esteja sobrevoando sua casa…
Mas, se sua lista não está completa, e se o tempo for curto, e a grana idem, você pode ter pechinchas extraordinárias logo após o Natal. Espere liqüidações interessantes de produtos eletrônicos.
Se sua pedida passa por computadores, e se a demanda é por mobilidade, então os notebooks finalmente cairam bastante de preço para justificar o prêmio pago em relação a um desktop de configuração equivalente. Na faixa de R$ 2.000 a R$ 3.000 você vai encontrar máquinas bastante bem configuradas, com acesso wireless embutido, um HD maior que 80Gb e 1 Gb de memória. Mas atenção: evite comprar micros com o Windows Vista Starter Edition ou o Vista Home Basic. São verdadeiros engodos, não entregam nem as novas funcionalidades do Vista nem a estabilidade do bom e velho Xp. Aliás, existem notebooks ainda com o Windows Xp, que pode ser uma excelente opção para quem quer robustez do software e um leque amplo de aplicativos. Ele vai bem por pelo menos mais 3 anos, sem sustos…
Mas se você pode se dar ao luxo de desembolsar mais dinheiro, a partir de R$ 5.000 você pode comprar notebooks com 2Gb de memória, um Windows Vista Home Premium ou Business, um HD bem parrudo, acima de 100Gb, gravador de DVD, webcam embutida e outros quetais. No topo da cadeia alimentar -e de preços- você encontra os lindões Sony Vaio, com um design de estúdio italiano, processador Intel Core2 Duo, e, à medida em que o peso cai, o preço vai às alturas. Mas o pequenino Vaio de 1,1kg e tela de 11″ pod chegar a custar R$ 11 mil. Tem gente que paga!
Nessa mesma faixa, os Powerbooks da Apple dominam a faixa dos usuários mais exigentes. Com a vantagem de poderem rodar o estável OSX, bem à frente do Windows Vista, além do próprio Vista, ele tem uma confraria de ‘connoisseurs’ que dele não abrem mão. No Natal -e nos dias que se seguem- podemos esperar que os preços dos Macintoshes portáteis finalmente sejam comparáveis com máquinas equivalentes com Windows.
Uma boa opção de compra, a partir de R$ 500, são os HDs externos de 150Gb até 300Gb, que servem para fazer backup de seus dados mais preciosos, ainda mais se você tem mais de um computador e intercambia dados através de uma rede em sua casa, por exemplo. Eles são extremamente confiáveis, e seus preços estão num ponto ótimo.
Monitores LCD estão com bons preços, e não dá para pensar em nada menor do que 17″. Os que estão com melhores preços são os de 19″ widescreen, já no formato 16×9, da TV Digital. Prefira os modelos com contraste acima de 5.000:1 e tempo de resposta menor que 5 ms. A diferença de conforto de um monitor grande para os pequenos, de 15″ é enorme, e você ganha na qualidade da imagem, no espaço ocupado e na conta de energia, bem menor do que a dos monitores de tubo. Os monitores de 21″ e acima já encostam no patamar de R$ 1.000, e vão continuar caindo.
Televisores LCD estão com perços próximos aos de plasma, e são sempre melhor compra. Mas os que oferecem compatibilidade plena com a TV de alta definição (1.080p) estão cerca de R$ 1.000 mais caros que os que oferecem apenas 780p, uma nitidez um pouco menor. Mas a TV de alta definição vai demorar para chegar a Curitiba, ao menos com intensidade e qualidade de conteúdo. Embora anunciada para o segundo semestre de 2008, não esperem nada substancial antes do final de 2009. E os preços devem cair muito, inclusive dos conversores para a TV digital, sejam eles externos ou embutidos nos teevisores. É uma compra que só deve ser feita se a substituição de seu modelo atual for imprescindível.
Uma compra interessante são os gravadores de DVD, que já baixaram do patamar de R$ 400, sem HD interno, e os com HD já estão na faixa de R$ 1.000. Uma boa pedida para quem quer migrar suas imagens de vídeo VHS para DVD, ou mesmo gravar seus programas favoritos da TV.
Câmeras fotográficas estão bem mais em conta que no ano passado, e hoje o patamar mínimo de resolução é de 8 megapixels. Mas prefira câmeras que tenham lente de qualidade, como Nikor, Zeiss , Pentax ou Leica. Se você optar por uma superzoom, que tem zoom óptico maior que 8x, exija que ela venha com dispositivo de estabilização de imagem, para quando você estiver usando a lente como teleobjetiva. A partir de R$ 500, já existem boas opções. Mas aqui vão duas dicas: é bom ter bateria e cartão de memória de reserva, pois essas máquinas consomem energia e memória, ainda mais no modo de alta resolução.
E, no pós-Natal, espere por preços convidativos para Home-Theaters, desktops e filmadoras, além de telefones celulares. Que, aliás, já fazem de tudo, inclusive são bons tocadores de mp3 e alguns modelos têm câmeras digitais com resolução até de 5Mp e zoom óptico, o que pode ser uma boa aternativa às cãmeras digitais e aos players de música, até porque são subsidiados pelas operadoras de telefonia. Mas aí aparecem os celulares 3G, com acesso à internet de banda larga e aí… bem, aí já é outra história, boa para 2008.
>O dolar barato e as compras tecnológicas do Natal
>Em abril deste ano, publiquei no meu antigo blog uma nota que comemorava a possibilidade de o dólar poder ser comprado -simbolicamente- em uma loja de R$ 1,99. Àquela época, o mercado testava o patamar de R$ 2,00 (que foi rompido logo depois), dando boas oportunidades de compras de produtos de tecnologia. Estávamos próximos do Dia das Mães, e ali eu mostrava as pechinchas que viriam.
Pois é, ao chegarmos ao mês de novembro, com coceira nos bolsos e testando a velocidade do gatilho de nossos cartões de crédito, e o dólar chega a R$ 1,75, com tendência a queda.
Claro está que teremos algumas boas oportunidades de fazer uma listinha caprichada para Papai Noel, e engenhos tecnológicos para todos os gostos e orçamentos estarão nas prateleiras. E isso vai ser comentado em sucessivas postagens, à medida em que o Natal se aproxima, com grupos de sugestões agregadas por faixa de valor e utilidade, os mais caros vindo primeiro, por requererem um planejamento orçamentário mais cuidadoso.
Mas, como reflexão do dólar a R$ 1,75, quero enfatizar dois pontos importantes:
- Passada a barreira psicológica de R$ 2,00, e depois as de R$ 1,90 e R$ 1,80, a previsão é que a moeda americana possa chegar a R$ 1,70 no final do ano. Mas os preços relativos não estão acompanhando a queda relativa da outrora famosa moeda de referência mundial. E por dois motivos: existe uma parte dos custos que não desvaloriza, por serem marcados em real, e porque a demanda está forte, provocada por uma série de fatores conjunturais e estruturais, que os economistas já analisaram à exaustão.
- A meu ver, a cotação do dólar não é tanto pelo real forte e sim pela fraqueza da moeda do Tio Sam. A revista Business Week com capa de 15/10/2007 publica uma comparação interessante entre moedas “emergentes” e outras nem tanto em relação ao dólar. Vamos lá à tabelinha:
|
Moeda |
País |
Variação % |
|
Franco |
Guiné |
33,79 |
|
Dalasi |
Gâmbia |
29,00 |
|
Nova lira |
Turquia |
24,34 |
|
Koruna |
Eslováquia |
22,08 |
|
Forint |
Hungria |
21,70 |
|
Real |
Brasil |
19,64 |
|
Dinar |
Iraque |
19,60 |
|
Peso |
Colômbia |
19,13 |
|
Krone |
Noruega |
18,48 |
|
Baht |
Tailândia |
17,31 |
*em relação ao dólar americano. Base setembro 2007/setembro 2006
Notem que, desse rol de países, apenas a Noruega apresenta as condições daquilo que chamamos de “primeiro mundo”. Nossa moeda valorizou-se em taxas bem parecidas com as do Iraque e da Colômbia, dois países que, num primeiro momento, são associados a guerra e violência.
Minha preocupação é que, enquanto as moedas acima relacionadas têm câmbio flutuante, a China mantém o seu yuan amarrado por volta de 8:1 em relação ao dólar. Não por acaso, a China chegou ao topo do ranking de países exportadores, suplantando em poucos meses os Estados Unidos e a Alemanha, com estonteantes US$ 111 bilhões de exportações no mês de agosto. É isso mesmo! A China exporta em um mês o que nós exportamos em um ano…
Mas o que isso tudo tem a ver com as compras tecnológicas do Natal? Em tese, nada, pois Papai Noel já mandou revisar seu trenó para a grande viagem e as renas estão em processo acelerado de condicionamento físico, lá no spa da Lapônia.
Na prática, no entanto, esse quadro pode explicar alguns dos motivos pelos quais os preços não estão como gostaríamos -embora bem melhores do que em 2006- e também indicar que poderemos ter aumentos de preços em Real, em 2008, mesmo com o dólar no patamar de R$ 1,75.
Isso pode dar bons motivos -ou boas desculpas- para que a lista de Papai Noel este ano seja feita com bastante carinho e entusiasmo!
Aguardem as listas.