>Troca de Arquivos na Internet: É Legal, É Ético, É Século 21?
>Seguindo a rota da semana passada, quando comentamos bastante os trocadores de arquivo, recebi muitos comentários com prós e contras sobre essa prática disseminada mundo afora.
Afinal: É legal usar um programa da internet para ficar trocando músicas com amigos e desconhecidos?
A resposta, como sempre, não é única. Do ponto de vista do arcabouço legal vigente, na maioria dos países -Brasil inclusive- quase sempre é ilegal. Em muitos países, a prática não só é consentida, como às vezes até é estimulada.
Não é ilegal comprar um CD na loja e emprestar a amigos, ou tocá-la em casa ou nas festas, desde que sem fins comerciais. Não é ilegal, também, pegar as músicas desse CD e copiá-la, para uso próprio, em seu iPod ou equivalente mp3 Player.
Da mesma forma, não era ilegal comprar uma fita cassete com músicas gravadas e tocá-las em seu WalkMan, ou nos carros que antigamente tinham toca-fitas.
Misturando cenários, também não podia ser considerado ilegal gravar, a partir de um CD ou outra mídia, uma seleção de músicas -que você já tivesse adquirido- em uma fita ou um CD para ouvir no carro.
Ora, se tudo isso está sob a lei dos direitos autorais, qual o motivo que impede a troca de arquivos pela internet. Qual a lei que vale, a do país de quem abre seus arquivos, as do país de quem copia ou de onde está sediado o provedor do programa de troca?
De outro lado, é preciso assegurar minimamente os direitos do autor, que ele ganhe pelo produto de seu trabalho intelectual. Perfeito! Mas, sem querer dar desculpas a quem pega e não paga, será que os valores arrecadados pela venda de mídia gravada chegam aos autores, de forma justa e sem excessões? Claro que não… Essa é uma briga que dura décadas e, quem conhece, sabe bem que a máquina de arrecadação de direitos autorais é, em todo o mundo, centrada na auto-alimentação e no pagamento a alguns privilegiados.
Então, em função disso, vamos ignorar as leis? Não creio que seja o caso, mas dá para prever uma nova ordem no mundo dos direitos do autor, exatamente por causa da internet.
É possível antever um dia em que a compra de uma faixa musical seja feita diretamente com o autor, sem intermediários, possibilitando que o caminho entre a garagem e o megaevento seja bem mais curto para uma boa banda de rock.
Da mesma forma, é razoável supor que muito mais gente estando habilitada ao sucesso, o valor médio da retribuição seja menor, e, portanto, acessível a uma quantidade muito maior de consumidores.
Claro que esse raciocínio vale também para vídeos e para livros. É a possibilidade da democratização do acesso que a internet proporciona.
Mas as leis… as leis foram feitas antes da internet, em um modelo consolidado que prevê tutores -as distribuidoras- tomando conta dos autores e dizendo o quê, quando, aonde e de que forma a arte é comercializada.
Quando essas leis começarem a ser modificadas para atender à realidade da internet, muitas das práticas hoje consideradas piratas poderão até ser louvadas como inovadoras, como forma de sisseminação de cultura.
Aliás, muitos talentos já abriram suas obras na internet antes mesmo de gravarem um CD, um DVD ou de publicarem um livro, como forma de disseminar e ganhar adeptos. Esse é, não por acaso, o princípio da Web 2.0, onde portais como o YouTube ganham valor da noite para o dia exatamente por propor o novo, o aberto, o democrático.
Enquanto as leis não se modificam, no entanto, devemos cuidar para não sermos flagrados burlando as regras atuais, que, embora sejam injustas e obsoletas, são as regras do jogo.
O melhor modo é, ao entrar nesses sites que permitem a troca de arquivos, assegurar-se da sua idoneidade, entender bem o “Termo de Adesão” e jogar de acordo com as regras. De outro lado, usar a internet para pressionar os legisladores a rapidamente adaptar as regras do direito autoral à realidade da internet, e usar todo seu potencial para criar vastos e novos mercados a tantos talentos que hoje ficam no limbo, ao mesmo tempo assegurando a todos os conumidores o direito da escolha, com produtos de qualidade, a preços justos.
Todos ganham, ou alguém duvida?
>Bons Programas Grátis IV – Compartilhamento de Arquivos
>Tudo começou ainda na década de 90, com o conceito lançado pelo Napster, que disseminou o conceito de “Peer-to-Peer” (P2P) e rapidamente angariou milhões de usuários que disponibilizavam suas músicas em mp3 ou wma e, ao mesmo tempo, podiam acessar as bibliotecas de músicas de todos os assinantes do serviço.
Na esteira do Napster, surgiram muitos outros serviços. Seu sucessor legítimo de 2a geração foi o Kazaa, criado por 2 jovens escandinavos, Janus Friis e Niklas Zennstrom, os fundadores do Skype, que permitiu uma revolução na telefonia, ao popularizar o protocolo internet (IP) para a telefonia e colaboração gratuitas ou a preços irrisórios. Agora, essa dupla avança para o compartilhamento de vídeos, com o Joost, que deve ser lançado no mercado, para o público em geral, neste mês de junho.
Tudo isso está na esteira do que se convencionou chamar de Web 2.0, ou a internet da banda larga, que permite o compartilhamento e a colaboração entre internautas.
Hoje em dia, temos milhares de portais e programas que facilitam a troca de arquivos de dados, de imagens (vídeos e fotos) e sons, estes últimos os mais disseminados. Claro que a briga original das distribuidoras em favor da preservação de direitos autorais obrigou a esses serviços a colocarem restrições para a troca de arquivos, ou de deixar abertos os registros de quem faz essa troca, para que, no futuro, esses direitos possam ser cobrados tanto de quem abriu seus arquivos, como de quem copiou.
Assim, antes de comentarmos sobre alguns programas que estão na moda hoje em dia, recomendo que você leia os termos e condições de uso, antes de aceitar e fazer qualquer registro nos sites ou começar a compartilhar arquivos.
Outra dica importante: não entrem em sites obscuros, que não tenham fortes referências! Você pode estar sendo ‘hackeado’ sem saber! E, claro, mantenha seus programas anti virus, spy, spam, ad, e outros sempre atualizados, na versão mais recente e todos eles ativos.
Vamos a eles… Os originais Napster e Kazaa continuam vivos, mas o primeiro impõe fortes restrições a quem não seja cidadão norte-americano e o segundo está bem limitado em suas funcionalidades, e tem alguns spywares inconvenientes.
Hoje em dia, talvez o mais popular protocolo para troca de arquivos seja o BitTorrent. Quase 200 milhões de downloads e a sua robustez e confiabilidade asseguram ser uma boa pedida. Na sua esteira, surgem alguns compartilhadores como o BitComet ou o livre Azureus, ambos no topo da lista.
Outro famoso foi o eDonkey, retirado da internet por força de ações legais, mas criou alguns filhotes populares, o eMule, disparado, o mais conhecido. Se você entrar hoje no eDonkey, vai ver o seguinte aviso:
The eDonkey2000 Network is no longer available.
If you steal music or movies, you are breaking the law.
Courts around the world — including the United States Supreme Court — have ruled that businesses and individuals can be prosecuted for illegal downloading.
You are not anonymous when you illegally download copyrighted material.
Your IP address is (seu endereço IP no momento) and has been logged.
Respect the music, download legally.
Isso, traduzido, significa quase nada, salvo que seu endereço IP foi catalogado para uma eventual futura ação contra você, mas indica que há um esforço organizado de combate à pirataria, o que não quer dizer que todas as trocas de arquivo na internet sejam ilegais.
Mas, voltando aos programas de troca de arquivos, o Shareaza é versátil, por suportar as redes mais populares, o eDonkey2000, BitTorrent e Gnutella e seus descendentes.
Ainda na linha do Gnutella, o LimeWire é talvez o mais veloz de todos, e tem, de forma clara, as regras do que é legal, o que é claramente ilegal e o que pode ser uma furada. A dica do LimeWire veio ao 91 Minutos através de nossa internauta-ouvinte Allexandra, de Belo Horizonte. A ela, nossos agradecimentos…
Mas pode ser que você queira montar uma rede P2P particular com seus amigos. Aí, talvez a melhor opção gratuita na web seja o Grouper, ainda em fase Beta. Essa rede que você cria vai ser acessível somente a pessoas autorizadas, embora não deva ser imune a hackers. Mas é uma boa ferramenta!
Numa dessas, seu problema de compartilhamento de arquivos resume-se, por exemplo, a contatos de sua lista de endereços, ou sua agenda de compromissos, seja entre colegas de trabalho ou a turma da balada. Aí, um campeão é o AirSet, que é bem simples de usar e faz com que seu grupo tenha sempre as mesmas informações comuns. Isso, em tempos de mudanças freqüentes de endereços de e-mail, de número de celular e outros tantos, pode fazer a diferença entre achar ou não aquela pessoa especial.
Vamos fechar o post de hoje com um pouco de filosofia sobre o tema “pirataria”, já que não vamos conseguir esgotar o tema dos programas de compartilhamento de arquivos. Talvez a maioria de nossa audiência seja capaz de elaborar uma lista melhor ou mais completa, ou, no mínimo, mais simpática. Nada a opor, isso é a democracia da internet, que respeitamos e achamos que é um divisor de águas no mundo do conhecimento.
O que está mudando, na verdade, é o processo de disseminação de músicas, de vídeos, de fotos, antes centralizados em ordens, sociedades e organizações, muitas delas extremamente válidas na era pré-internet. As leis e regulamentos foram feitas também sem ter a internet como um veículo insubstituível.
De outro lado, essa estrutura do século passado também foi -e é- elitista, na medida em que privilegia quem controla, raramente quem produz. Creio firmemente que essa força da internet vai encontrar um meio termo ideal para todos, ou quase todos. Devem perder, na nova ordem, os intermediários que pouco agregavam valor ao processo. Ganham os que tinham dificuldade de ingressar no clubinho fechado e, sobretudo, ganham os que podem ter acesso a essa quantidade imensa de conteúdo digital. Arriscaria dizer que não há como voltar atrás. Recentemente, os grandes da música vendida pela internet -a Apple e a Microsoft- imprimiram o conceito do DRM “Digital Rights Management”, que, em tese, impede de você copiar um arquivo protegido por direito autoral de um dispositivo para outro. Mas hoje, como muitos de nós temos mais de um dispoositivo para registrar e ouvir música ou ver imagens de foto ou de vídeo, não é viável economicamente impor essas restrições. Parece que já há uma tendência em eliminar esse famigerado DRM e tentar ganhar no volume, na qualidade, na rede viral que é a internet, que permite disseminar conteúdo em uma escala nunca antes imaginada, a custos irrisórios.
No conceito da Web 2.0, o importante é ter escala de um determinado conteúdo, a custo zero. Se a coisa vira sucesso, é possível então cobrar por uma disseminação mais completa, de maior qualidade. Ou seja, o universo potencial de novas obras de arte passa a ser o universo de internautas, hoje beirando 1/3 de toda a população humana.
As leis de copyright, as restrições impostas, sobretudo de países desenvolvidos, não estão em sintonia com essa realidade.
Os Beatles, o grande fenômenos de comunicação de massa da segunda metade do século 20, seriam diferentes em sua abordagem, se tivessem a internet. Embora com um esquema monumentalmente poderoso de divulgação e distribuição, eles jamais chegaram nem perto de 2 bilhões de pessoas em um só lançamento, em um só dia.
Essa briga toda ainda vai ser resolvida pela midança das leis. Que tornem mais fácil a disseminação de cultura e mais sinples o processo, que permita que os verdadeiros autores sejam beneficiados, e o grande público consumidor, idem.
P.S.: O tema é inesgotável! Ainda não abordamos os programs de comunicação entre pessoas, as redes colaborativas virtuais de trabalho, as redes de educação à distância e muitas outras. No ramos de troca de músicas, existem milhares de programas e sites que estão disponíveis a nós, internautas. Vamos procurar dissecá-los, ao longo do tempo. E também coletar impressões dos nossos ouvintes, sejam eles diretos no rádio de casa ou do carro, sejam os que, em todas as partes do mundo, nos ouvem e colaboram conosco via internet.
>Sobre Critérios de Indicação de Programas Gratuitos
>Estamos no meio de uma série de comentários, no 91 Minutos, sobre diversos tipos de programas de computador gratuitos e com boas funcionalidades. É importante aqui deixar claro os critérios de seleção.
Antes de mais nada, falamos de programas gratuítos, os “freeware“, que não requerem qualquer pagamento, atual ou futuro, pelo uso. Nâo estão em pauta os programas “shareware“, que você pode usar por algum tempo e depois precisa pagar pela licença; também não consideramos os programas piratas, que podem -tecnicamente- ser baixados ou copiados e vão funcionar, mas estão infringindo leis nacionais e internacionais de direitos autorais. Por óbvio, descartamos nesta série os programas pagos, que poderão ser comentados futuramente, junto com os shareware.
As fontes de seleção são as do próprio comentarista, de “dicas” de ouvintes e, também, de avaliações feitas por livros, revistas e sites especializados, visando dar a nossos ouvintes e leitores do blog uma análise a mais completa possível e, ao mesmo tempo, a mais simples de entender.
Evitamos programas que, embora tecnicamente razoáveis ou até mesmo excelentes, sejam complicados de usar ou que tenham uma base instalada pequena, ou mesmo sua origem não seja minimamente comprovada.
A internet oferece hoje -literalmente- milhões de opções de programas gratuitos. Não seria uma análise individual, mesmo com apoio técnico e interação de ouvintes e leitores, que daria a melhor solução para todos, até porque isso não existe.
A diversidade de ofertas, a forma de utilização, as necessidades de cada um e até mesmo o gosto pessoal fazem com que, para cada indivíduo, seja possível montar um leque específico de alternativas que componham “os melhores” programas, a cada caso.
O que pretendemos fazer, aqui no blog e em nossos bate-papos das segundas-feiras, é oferecer uma visão. A mais simples, a mais descontraída, a mais verdadeira, à luz do comentarista, para aquele momento e para a audiência que tanto nos prestigia.
Para melhorar, é importante que recebamos retorno de nossos ouvintes e leitores. As críticas, especialmente, são sempre muito bem recebidas. As “dicas”, idem. Todas servem para aprimorar as informações que disponibilizamos a essa nossa tão divertida comunidade do 91 Minutos.
Em todos os casos, as avaliações e recomendações que fazemos não têm qualquer interesse comercial ou financeiro, pois não recebemos “jabá” para avaliação de produtos e serviços desse fascinante mundo digital. Da mesma forma, nossas avaliações partem sempre de uma soma de experiências profissionais e de condições de uso nossas, de especialistas isentos e, principalmente, de nossa comunidade, que, como nós, estão vivendo, em diferentes gráus, os efeitos dessa fascinante revolução tecnológica.
>Bons Programas Grátis III – Imagens e Sons
>O 91 Minutos de 21/05 aborda alguns bons programas para quem quer tratar, armazenar e partilhar imagens de fotos e arquivos de som.
Começamos pelos programas de organização e exibição de imagens. Normalmente, ao comprar uma câmera digital de fotos ou vídeos, você recebe junto programas para organizar, exibir e, em alguns casos, fazer pequenas edições dos arquivos. A primeira coisa que eles normalmente pedem é o registro do programa, e depois que você permita que esse programa seja o exibidor padrão para seu computador. Eu não recomendo o uso de nenhum deles, pois, embora teoricamente de boa origem, eles são apenas um acessório para ajudar a manter a fidelidade do cliente à marca do produto. Muitas vezes, esses programas deixam de receber atualizações do fabricante, e esse é o motivo principal para você nem instalá-los.
O campeão de audiência e de avaliações para imagens de fotos é o Picasa 2.5, do Google. Com mais de 100 milhões de downloads, é, em sua mais recente versão, muito fácil de usar. Tem uma versão em português muito bem trabalhada. Eu particularmente gosto da maneira como o Picasa organiza as fotos e as exibe, e até mesmo de suas modestas capacidades de edição, que servem para um quebra-galho rápido. A parte de compartilhamento de imagens com amigos é muito interessante.
Para quem quer ter na sua imagem de desktop as suas fotos preferidas, que possam ser facilmente incluidas, alteradas e modificadas mas, especialmente, possam ser exibidas como papel de parede, uma boa opção é o Webshots Desktop, da Webshots. Tem versões Mac e Windows, e é bem fácil de usar, embora ainda não disponha de versão em português. É indicado para quem quer ter suas fotos como elemento principal de decoração e de recordação como um papel de parede dinâmico.
O PreClick Photo Organizer, em sua versão Gold, é bem interessante, com bons recursos de compartilhamento, criação de legendas e de exibições de slides, a partir do computador ou da TV. Também disponível só em inglês. Sua versão paga oferece recursos adicionais, mas não justificam a compra.
Quando chegamos ao mundo do áudio, temos excelentes players no mercado, desde os mais populares Windows Media Player, em sua versão 11, que vem junto com o Windows e a versão grátis do Quicktime, da Apple, são excelente produtos que são bem completos para tocar músicas com qualidade profissional e exibir vídeos em vários formatos. O Winamp é também destaque para quem quer algo independente dos grandes fabricantes e com recursos mais transados, como a grande variedade de “skins”, aqueles efeitos visuais que acompanham a música.
Um bom programa para edição de áudio é o Audacity, que tem versões Windows, Mac e Linux. A versão 1.2.6 é bastante estável e mostra muitos recursos de edição de áudio, gravações ao vivo, conversão de fitas e discos analógicos, e arquivos digitais, inclusive entre os formatos MP3 e WAV, os mais usados. É fácil de usar mesmo para amadores que pretendem criar efeitos especiais, cortar, copiar, dividir e mixar sons com qualidade quase profissional, dentre outros.
Para quem domina o inglês, e tem facilidade com o uso de recursos de edição, pode ser uma boa usar a versão 1.3.3 beta, só em inglês, liberada sexta passada, 18/05/2007.
Para quem curte música mas tem dificuldade de entender a letra, e tem o Windows Media Player, o iTunes ou o Winamp uma boa extensão é o Vaga-Lume, que tem milhares de letras de músicas brasileiras, que podem ser baixadas para exibição sincronizada com suas músicas prediletas. O que o diferencia dos outros buscadores de letras existentes é exatamente a disponibilidade de letras de músicas brasileiras. Junto com a letra, o Vaga-Lume mostra foto do artista, se disponível, além de botões que permitem o envio da letra por e-mail ou para impressão.
>Bons Programas Grátis II
>Da postagem anterior -que não conseguimos cobrir na nossa hora do 91 Minutos- vieram duas dicas úteis de ouvintes:
A Fabi sugere o Parental Filter para bloquear pornografia e sites indesejáveis da meninada. É realmente um dos mais eficientes, pois tem um poderoso algoritmo para impedir o acesso a sites que contenham palavras-chave, inferências ou convites suspeitos relacionados a pornografia. Também você pde parametrizar para que alguns sites sejam redirecionados a outrs, mais bem comportados. As definições não são tão simples, mas, com prática, você consegue um resultado mais do que aceitável para que a petizada tenha, ao menos, algo mais aceitável para navegar na internet. Na mesma linha, você pode usar o WebAllow , programa que permite você selecionar de uma lista de sites confiáveis, e bloquear o resto. É uma medida exttrema se o convencimento no gogó não funciona mais ou você ainda não encontrou aquele nível de diálogo com a moçada. Eu acho que esse é um último recurso, pois viver no confronto pode não ser a melhor política.
O Misael sugere o YouSendIt como um programa de web-mail que permite o envio de mensagens com anexos de atpe 100Mb, o que é um monte, mas pode ser importante em algumas situações. Está em inglês, o que pode ser uma limitação para os que não estão familiarizados com o idioma de Shakespeare e George Bush… Para quem precisa mais, o jeito é assinar o serviço premium, ou o corporativo, que é pago. Não e um substituto ao seu programa atual de correio eletrônico, mas um bom quebra-galho para quem precisa mandar grandes arquivos, nomalmente hoje enviados em CDs ou DVDs. E precisa de banda larga, ou então vai levar mais tempo e , se a linha for discada, sair mais caro do que mandar a mídia por Sedex.
O Eraser 5.7 é o “borrachão” que todos deveriam usar, para apagar definitivamente arquivos que, por um motivo ou outro, não deveriam mais estar no seu hard disk. Muitos não sabem, mas deletar um arquivo do disco, ou mesmo mandá-lo para a lixeira, não fazem o apagamento físico dos dados. Qualquer um que entenda um pouco de informática, usando inclusive uma série de programas gratuitos pode farejar aqueles dados que você nunca mais quer ouvir falar. Esse é simples, seguro e eficaz. Só que, pelos mesmos motivos, se você apagar um arquivo com o Eraser 5.7 e depois se arrepender, babáu! Dançou, cara!!
>Bons Programas Grátis
>Abaixo uma relação de programas úteis que podem ser utilizados pelos internautas, especialmente pelos ouvintes do 91 Minutos.
Começamos pelo Google Docs And Spreadsheet. É um conjunto de aplicativos de escritório, extremamente potentes, que substituem, na maioria dos casos, os tradicionais Word e Excel. Com a vantagem de ficarem nos servidores do Google, tanto o programa quanto os arquivos. Você pode usá-lo a partir de qualquer computador com acesso à internet, assim como pode usufruir das funcionalidades de colaboração, o que permite que várias pessoas -autorizadas, claro- possam trabalhar simultaneamente em um documento, como, por exemplo, aquela proposta inadiável a um cliente estratégico, quando as pessoas envolvidas estão em lugares diferentes.
O lado dark é que você vai estar aderindo a um serviço dentro das condições do Google, que pode conhecer seus hábitos de navegação e enchê-lo de anúncios de produtos e serviços correlatos. Nada que seja tão sério ao ponto de deixar de usá-lo, mas recomendo que os arquivos, além de residirem no Google, também sejam salvos em seu computador ou em um pen-drive, por segurança.
Ainda na família Google, destacaria os badalados Google Earth e Google Maps. No primeiro, você tem visões da geografia de todo o mundo, alguns em alta definição, como São Paulo, Rio, Brasília e quase toda Curitiba. Nos Estados Unidos, muitas cidades (New York é campeã) possuem vistas em 3D e lá você pode localizar restaurantes, hotéis, teatros, enfim, tudo que a cidade tem a oferecer, e ainda reservar e comprar os bens e serviços. No Google Maps, você tem mapas detalhados de ruas das cidades, inclusive com mão e contra-mão, estradas locais, inter-estaduais e internacionais. É excelente para quem quer se deslocar e organizar seus trajetos.
Por razões óbvias, não são perfeitos. Especialmente em zonas de fronteira, existem cidades com localização errada, como Dionísio Cerqueira, SC, que para o Google, está na Argentina. Mire, muchacho…
Ainda destacando o Google, o GMail para webmail é o melhor da internet no momento. Você precisa mais de convite, apenas de possuir uma conta no Google. E o sempre onipresente entre os internautas brasileiros, o Orkut, a maior comunidade de relacionamento no Brasil.
Em matéria de blog, o Blogger é o mais popular. Se você não tem, faça um. O tutorial é bem explicado, em português, e serve para você se comunicar, postar suas idéias, opiniões, enfim, fazer seu networking.
Se você está cansado dos problemas que seu Internet Explorer vem causando, tente o Firefox. É um browser excelente, alguns furos à frente, e muito mais seguro e fácil de usar. Seus charmes são as abas e os add-ons, as milhares de funcionalidades adicionais que estão disponíveis para você ter o seu browser, único e personalizado. Em alguns casos ele pode não funcionar direito, aí o jeito é apelar para o Explorer, que não deve ser desinstalado.
Em matéria de mensagens instantâneas, o mais popular é o MSN, da Microsoft, que você provavelmente já usa, mais de todo modo o link está aí. Lá você também pode usar o Live Spaces e o ultra popular Hotmail. Mas o campeão é o Skipe, que permite também áudio e vídeo-conferências de alta qualidade, e grátis. Para quem quer mais, é só comprar créditos para poder ligar para qualquer telefone fixo ou celular em quase todos os países do mundo (SkypeOut), ou então comprar números locais em mais de uma região, de modo que possam te chamar fazendo ligações locais (SkypeIn). Para ligações internacionais, é difícil bater o Skype em preço e em qualidade. Já nas ligações locais e interurbanas DDD, a meljor opção fica por conta do Vono, da GVT, que tem tarifas menores, e, entre números Vono ou entre usuários Vono, o serviço é grátis.
Para combater os programas espiões, você pode usar tanto o Spy Sweeper quanto o SpyBot. E o anti-virus gratuito mais eficaz e popular é o AVG. Quase tão completo quanto as suites mais vendidas no mercado, da McAffee e da Symantec. Mas se seu problema é aquela enxurrada de e-mails com porcarias, os terríveis spams, tente o POPFile, meio complicadinho de usar mas muito eficaz.
Para quem quer A enciclopédia, vá de Wikipedia em múltiplas linguas. O link aqui é para a enciclopédia em português do Brasil. É muito abrangente e tem o conceito da enciclopédia colaborativa, onde você mesmo pode ser autor de verbetes ou adicionar suas definições. Como tudo que é aberto, cuidado! Muitas definições não são precisas, embora um gripo de internautas procure zelar pela integridade de seu conteúdo. Dada a abrangência e a dinamicidade da Wikipedia, suas vantagens são muito maiores que suas desvantagens. Está sempre atualizada, tem múltiplas vezes a quantidade de verbetes de uma enciclopédia impressa e é muito mais rica, na medida em que conta com a colaboração de milhões de sabichões. A desvantagem, que está vinculada ao leque de vantagem, é exatamente a sua diversidade e a possibilidade de imprecisões. Mas, assim como a democracia, ainda não se inventou uma enciclopédia melhor do que essa.
Quer saber dos vôos nacionais, em tempo de apagão aéreo? Então use esse site da Infraero que vai dar o retrato dos vôos nos principais aeroportos brasileiros, em tempo -quase- real.
Eu gosto muito do programa de previsão de tempo do Weather Channel. Você baixa uma vez e depois pode saber a previsão do tempo atual, hora a hora pelas próximas 30 horas, ou para os próximos 10 dias , em milhares de cidades do mundo. Eu tenho esse programa sempre ativo no meu desktop e é meu guia do tempo.
Por hoje fico por aqui. Para o 91 Minutos de 14/05 de 2007, continuaremos com mais novidades. Se você quer dar suas sugestões, escreva para tecnologia@sigma.com.br. Críticas também valem.
>Microsoft tenta comprar Yahoo!
>Agora parece que a coisa vai mesmo… Depois de mais de um ano de rumores, as agências de notícias internacionais trouxeram à tona as negociações que estão havendo entre a Microsoft e o Yahoo para que a gigante do software compre a pioneira das buscas na internet.
Ano passado, os valores de negócio eram estimados em 80 bilhões de dólares. Agora, em 2007, o número gira em torno de 50 bilhões. Significa que as duas “veteranas” empresas estão em sua fase madura e encontram dificuldades em competir com muitas empresas mais novas, notadamente o Google, atualmente o inimigo a bater, aos olhos dos concorrentes.
Significa também que a Microsoft, com sua montanha de dinheiro em caixa (estima-se em mais de 50 bi, gerando mais de 1 bi a cada mês, líquido) desistiu de brigar com suas armas atuais tanto na parte de buscas, onde tem um distante terceiro lugar, como na parte de aplicativos pela internet, ambos com uma dianteira apreciável do Google.
O Yahoo, de sua vez, perdeu o pique de seus anos iniciais, e dos ideais de seus fundadores. Embora ainda lucrativa e crescendo, é considerada sempre a segunda em tudo aquilo que faz. Não lidera em praticamente nenhum segmento relevante, embora seja amplamente reconhecida no mercado.
Uma eventual fusão pode trazer benefícios, sem dúvida, mas o problema da fusão cultural é enorme, e pode prejudicar alguns negócios potencialmente lucrativos, como o acordo fechado com a Apple e a Cingular, para usar as ferramentas Yahoo no mais esperado lançamento do ano, o iPhone.
Mas, se bem conduzida, a fusão pode trazer sinergias interessantes, tanto pela presença quase monopolista dos softwares da Microsoft nos computadores de todo o mundo, quanto nas reconhecidas habilidades do Yahoo em suas múltiplas ferramentas e aplicações, centradas em seu consagrado motor de busca.
Vai funcionar? Ou antes, essa fusão vai se concretizar? Ainda não há uma boa resposta para essas perguntas. É acompanhar com interesse e curiosidade.
E o Google? Deve estar preparando uma contra-ofensiva. Mas deve estar igualmente preparado para enfrentar uma nova empresa que venha por aí, como a grande novidade do final da década, que pode ameaçar a hegemonia do mais novo gigante.
Candidatas à “Google killers” existem. Capacidade técnica e estratégica, também. Mas, por enquanto, não há ninguém no radar como uma séria ameaça ao Google, dentre as novatas. Mas é esperar para ver. Um dia o Google vai provar do seu próprio veneno, com toda certeza.
>E o troféu R$ 1,99 vai para o… Dólar!
>Pois é, estamos chegando lá. Um dia desses, você vai a uma loja de R$ 1,99 e compra um Dólar norte-americano, daqueles verdinhos que tanto sucesso já fizeram na parada dos investidores.
Mas… o que isso tem a ver com tecnologia? Muito. Com a queda do dólar, os produtos de tecnologia importados ou que têm muitos insumos importados (praticamente 100%) deveriam cair de preço em reais mais rápido, e isso parece que não está acontecendo.
Será?
Na verdade, a queda é menor do que gostaríamos, mas a turma que vende continua imaginando -e com razão- que a lei da oferta e da procura não pode ser revogada. Essa é a razão principal de termos alguns produtos -TVs de LCD e plasma, por exemplo- com valores em reais estáveis, neste ano, enquanto que, lá fora, em dólares, eles vêm caindo bastante.
Olhando de outro ângulo, nunca tivemos uma variedade tão grande de tudo que é digital aqui no Brasil, e a preços inimaginados há 1 ou 2 anos. Ou seja, existe um mercado novo, com escala, de consumidores que estavam de fora. Isso é bom, mas ajuda a segurar preços.
O que devemos esperar? Uma pausa momentânea, enquanto os preços estão agradando o mercado e mais gente vai comprando. Mas alguns setores podem começar a esfriar. O de telefones celulares, por exemplo, já deu sinais de sufoco, por não estar conseguindo exportar os volumes de 12 meses atrás, e, enquanto não vem para cá as redes 3G, o mercado se movimenta devagar, quase que só com vendas de reposição e muito poucos clientes novos.
No campo dos computadores, os preços baixaram, é verdade, mas enquanto as vendas crescerem a taxas superiores a 20% ao ano, não há motivos para que os preços despenquem. Até porque os efeitos das reduções tributárias da MP do Bem já foram repassadas ao consumidor.
Então, por enquanto, nada de novo, ou sensacional, em matéria de preços de produtos digitais. Mas que o dólar beirando o R$ 1,99 é algo inusitado, isso é. Será que dura?
>Busca na Internet: melhores motores, dicas de pesquisa
>Muitas consultas e polêmicas de nossos participantes do 91 Minutos sobre os sites de busca na internet. Hoje vamos resumir alguns fatos indisputados e dar dicas que facilitarão -e muito- o trabalho de catar informações na web.
Em primeiro lugar: qual o melhor “motor de busca” na internet? Depende, diz aqui o comentarista, sem querer ser “vaselina”. Mas depende mesmo.
O fato indisputável é que o Google é o campeão de uso genérico, suplantando de longe seus rivais mais próximos, o Yahoo! e o MSN. A razão é simples: o Google é uma organização estruturada e pensando em busca na internet. Ninguém é tão completo e tão geral quanto ele.
Alguns preferem o Yahoo! ou o MSN e mesmo outros mais tradicionais, como o AltaVista ou até mesmo o Ask Jeeves, para ficar só com os da última década. É provável, se você for fazer uma busca específica, digamos “o gato da minha tia”, que o Yahoo! apresente mais ou melhores resultados.
Existem muitos estudos e mesmo institutos de pesquisa, à la Ibope, que se especializam sobre o assunto, e uma postagem em um blog não pretende esgotar o assunto. Apenas vamos buscar o modo mais prático e intuitivo: use o que você está melhor acostumado, e, na dúvida, busque um outro. Eu mesmo faço isso às vezes, quando necessário.
Para busca genérica, eu vou de Google, tanto na internet quanto no meu laptop. Eu gosto do jeito simples do Google, e, em 95% dos casos, me dou bem com os resultados alcançados. E uso muitos outros produtos do Google, como o GMail, o orkut, o AdSense, o AdWords, o Picasa, o Google Desktop… E todos são orientados à busca e tenho tido resultados sólidos com todos e surpreendentes em alguns casos, como o do AdWords.
Mas é na busca específica que eu encontro os resultados mais relevantes para minha profissão ou meu lazer. Os principais portais que freqüento têm seus motores de busca próprios, muitas vezes emprestados do Google ou do Yahho, mas seus parâmetros sempre conduzem a resultados mais precisos, até porque os horizontes de busca são muito menores.
Uma nota boa para os sites nacionais de busca de preços comparados, como o UOL Shopping, o Buscapé e o BondFaro. Usá-los é uma excelente forma de ganhar tempo e economizar seus reaizinhos. Mesmo que eu vá fazer uma compra em uma loja real, eu não vou sem ter as referências de preços de sites de busca.
Sobre como maximizar os resultados de busca, outro motivo de algumas dúvidas dos amigos do 91 Minutos, aqui vão algumas dicas que valem para todos os principais motores de busca:
*se você busca palavras-chave separadas em páginas da internet, simplesmente relacione-as no local apropriado, apenas com um espaço. Tipo: Brasil futebol Pelé retornará com tantos links quantos forem encontrados que contenham as 3 palavras em qualquer ordem e referência.
*se você busca algo dentro do contexto de uma frase, esta pode ser colocada entre aspas, como: “Pelé o melhor”. Note que as aspas restringem a pesquisa à exata formulação do texto entre aspas, e a essa consulta não voltará nada com “Pelé o maior”
*é possível usar argumentos de álgebra booleana, como, por exemplo:
“Pelé o melhor” AND “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ambas as citações, da mesma forma que “Pelé o melhor” + “Pelé o maior”
“Pelé o melhor” OR “Pelé o maior” retornará páginas que contenham ao menos uma das citações
Boas pesquisas!
>O Encantamento Chega ao Mundo Digital: iPhone
>Essa área de tecnologia nunca nos fará morrer de tédio… Cada vez temos uma nova surpresa, novos desenhos, novas realidades.
Nos últimos 5 anos, muita coisa ajudou a reescrever o futuro, como a web 2.0, o Google, o YouTube, a fotografia, a música e a TV Digitais e tantas outras novidades.
Muitos produtos e serviços mudaram radicalmente o jeito que usamos a tecnologia, e algumas delas estão sendo poderosos instrumentos de inclusão digital e de melhoria do conhecimento. Mas estava faltando algo: o encantamento!, enquanto sobravam “bells & whistles”, como dizem os americanos, a vertiginosa aceleração de mudança que -por exemplo- o Google nos proporcionou, ou a delícia que é ouvir música num iPod, ou a banda virtualmente ilimitada que permitiu o surgimento da Web 2.0. Tudo muito lindo, mas faltava o charme definitivo. Agora não mais.
Neste início de 2007, o que surpreende é que a grande novidade venha de uma veterana empresa, a Apple. Não que eles sejam seguidores, ao contrário. A Apple sempre foi mestra na inovação, salvo pelo período em que o Steve Jobs estava no ostracismo e ela foi conduzida como empresa convencional por executivos de mercado.
O nome do jogo que muda tudo é o iPhone, anunciado com estardalhaço no Mac World agora, no último dia 9 de janeiro. A Apple conseguiu reunir telefone, tocador de música e acesso a internet em um pequeno dispositivo de mão, que tem um design absolutamente inédito, funcionalidades inesperadas e que, enfim, resolve um monte dos problemas de ergonomia e funcionalidades que atormentavam os usuários normais como nós.
É algo novo. Muito novo. E encantador!
Para quem domina razoavelmente o inglês, recomendo parar de ler este posting e ir direto a http://events.apple.com.edgesuite.net/j47d52oo/event/ para ver e ouvir a Keynote Presentation do Steve Jobs no Mac World, onde ele anuncia os bons resultados da Apple, o crescimento de vendas do Macintosh, a capacidade da empresa em colocar novos produtos no mercado, as vendas de músicas e vídeos, novas parcerias com estúdios de Hollywood e o AppleTV, um produto interessante mas que perde o brilho frente ao iPhone.
A ergonomia e a facilidade de uso do iPhone é que verdadeiramente criam essa ruptura com o passado (que ainda vivemos no mundo e viveremos por um bom tempo no Brasil). Descrevê-las aqui em um blog não dará certo. Só vendo mesmo. É difícil de acreditar…
A única coisa que decepciona é o nome. iPhone não faz justiça ao produto e seus atributos. Não importa. Creio mesmo que esse seja um nome provisório até seu lançamento nos Estados Unidos em junho. Até que como telefone ele deve ser bom, mas o resto… é imperdível!
Um verdadeiro centro de informações e entretenimento na palma de sua mão. Lindo, fácil de usar, poderoso e muito bem posicionado em preço. Pena que não haja previsão de chegar ao Brasil. Tomara que a Apple consiga produzir bastante dessas maquinetas e fazer acordos com uma ou mais operadoras no Brasil.
Vai ser duro esperar…