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E por falar em vírus…

VirusJá se foi o tempo em que a preocupação com vírus digital era enorme, uma neura quase! Quem tinha um PC com Windows relatava casos de terror de perdas de arquivo, roubos de senha, computador lento. Aí surgiu o mito da invulnerabilidade do Mac. Chegaram os smartphones, depois os tablets, e, hoje, quase todo mundo acredita que isso é coisa do passado.

Então vamos ao choque de realidade: o relatório da McAffee sobre The State of Malware 2013 é assustador! Mesmo descontado o fato de que a empresa vende produtos e serviços contra malware, o nome mais amplo das pragas que infestam os dispositivos digitais, não dá para não prestar atenção aos números. sobre os virus e assemelhados.

A cada segundo que passa, mais de 1 novo malware é detectado. São mais de 100.000 a cada dia, 12 milhões de malwares novos só no quarto trimestre de 2012, um acréscimo de 35% sobre o trimestre anterior. E eles são cada vez mais sofisticados e podem causar maiores danos aos seus arquivos e ao que existe neles, inclusive e sobretudo seus dados pessoais.

No que afeta os dispositivos móveis, o incremento de 2012 sobre 2011 foi de estonteantes 44 vezes. Não 44%, 44 vezes! Significa que o caminho para infectar smartphones e tablets foi encontrado. E os bandidos que fazem isso não lembram os piratas românticos do tempo do MS-DOS ou dos primeiros Windows, quando bastava um código malicioso com aparência inocente para deixar o computador mais lento ou então travado. Isso fazia a fama desses hackers pré-históricos, que depois ganhavam rios de dinheiro trabalhando em empresas de segurança digital ou fazendo palestras mundo afora.

Os ramsonwares começam a aparecer em 2010 para chegar a quase 200.000 novos por trimestre. São vírus que bloqueiam determinados arquivos de seu dispositivo digital e depois pedem resgate, exigindo pagamentos em farmácias online, que não existem. Aí vem a senha de liberação, que não resolve, e sua grana já foi.

E aí? Virar analógico é a solução? Claro que não! Mas vale tomar cada vez mais cuidados com o que se recebe nos dispositivos digitais, o que deve ser aberto e os links a seguir. E ter programas anti-malware, em qualquer plataforma usada, e mantê-los permanentemente atualizados.

Não resolve 100%. Mas protege o suficiente para deixar quase todos os riscos com os outros que não se cuidam.

Não seja você a próxima vítima!

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Smartphones e Tablets: As Babás do Século 21

Nos Estados Unidos, 60% dos pais usam smartphones e tablets para distrair seus filhos. Tirando os que usam só um desses dispositivos, e os que dão às crianças um celular comum, um eReader ou outro gadget eletrônico, sobram 20% de heróis analógicos, ou que dizem nunca deixar a criançada sob os cuidados de bits e bytes.
No segunda metade do século 20, a Babá Eletrônica por excelência foi a TV, que distraiu gerações de crianças mundo afora. Ainda hoje, não é incomum alguém dizer “filho, me deixa fazer essa coisa, vá ver TV“. Comum, pode ser, mas cada vez menos.
Com a geração nascida neste milênio, foi criado um novo paradigma: não há o antes da internet, e os dispositivos móveis fazem parte natural de seu habitat. É comum uma criança com 2, 3 anos, quando vê um televisor ou um display de loja, vai direto com o dedinho e tenta virar a página, como se aquilo fosse um tablet.
Comunicação dessas crianças com pessoas distantes usando um Skype ou um FaceTime é coisa de rotina, encurtando a noção de distância e fazendo a conversa apenas por voz algo meio estranho, pois falta a imagem que lhes é familiar.
Assim, não dá para estranhar essas estatísticas americanas, publicadas pela Harris Interactive. Aqui no Brasil faltam números a respeito, mas a tendência deve ser parecida.
O debate a respeito é sempre acalorado, com posições radicalmente contra e a favor dessas iBabás, culpando os pais que terceirizam os cuidados dos filhos para um tablet ou smartphone. Mas como não dá para sumir com os aparelhos, e as crianças também aprendem pelo exemplo dos pais, melhor é aproveitar o potencial dessas engenhocas para tornar o aprendizado, a interação e mesmo a parte lúdica mais proveitosa para a turminha.
Eu, particularmente, acho que os smartphones e tablets vieram para somar. Basta que pais, avós, tios e afins interajam com as crianças nas horas digitais. Sem deixá-las imersas o dia inteiro, e mostrando sempre as vantagens de brincar com os amiguinhos no parquinho ou no clube.

Organizando as suas nuvens

CloudCommanderVocê consegue manter suas gavetas, prateleiras, armários e estantes minimamente organizadas? Se você é como a imensa maioria, a resposta deve ser um não redondo…

E suas gavetas e prateleiras digitais? Com tantos dispositivos, o laptop, o desktop do escritório, um tablet, um ou mais smartphones, organizar esses arquivos é cada vez mais complicado.

Aí você recorre aos serviços de armazenamento na nuvem. Afinal, eles são bons, grátis, ou, na pior das hipóteses, baratinhos. E haja espaço! Um Tera no Flickr, outro no Mega, as dezenas de gigas dos iCloud, dos SkyDrive, do Picasa, do Google Drive e por aí vamos. Alguns deles, talvez você nem se lembre que tem. E quando precisa de um arquivo, onde é que ele está mesmo?

Confuso? Perdido? Pois então, se você quer organizá-los através de um Mac ou de um iPad, seus problemas acabaram!

O App Cloud Commander é um painel de controle onde você não só pode visualizar os arquivos de cada uma dessas contas na nuvem, mas também pode copiar ou mover de uma para outra.

É específico para as plataformas da Apple, e a versão Mac custa US$ 4,99 e a do iOS, US$ 1,99.

O Cloud Commander funciona no iPhone também, mas ele só deve ser usado quando você não tiver o Mac ou o iPad à mão, por conta do tamanho da tela.

Embora existam alternativas, o Cloud Commander tem uma interface limpa, e é muito fácil de usar. É cadastrar suas contas da nuvem no aplicativo e sair usando.

Esse é um bom exemplo de um App útil, que não perde tempo com animações, e funciona com 10 diferentes serviços.

Só que não adianta nada o investimento, se não houver um mínimo de organização. É difícil resistir a ofertas de gigas e teras gratuitos. Passados alguns meses, vem a pergunta: “onde é que está aquela foto mesmo?

Smartphone Android e tablet Apple: um bom arranjo

Um paradoxo aparentemente difícil de explicar: As vendas de smartphones com sistema operacional Android já detêm a liderança folgada do mercado, deixando os iPhones com iOS num distante segundo lugar. Já com os tablets, o negócio é outro. A maioria ainda prefere o iPad. Inclusive e especialmente os desenvolvedores de aplicativos.

Um recente estudo divulgado pela Canalys mostra que as diferenças entre aplicativos disponíveis para iOS e Android pende fortemente para o mundo iPad. Parece seus criadores acham melhor, mais natural ou até mais rentável escrever ou mesmo otimizar apps para o iPad.

De fato, metade dos apps mais populares do iPad não estão disponíveis ou não estão otimizados para Android. E 30% dos top 50 apps grátis e pagas para iPad não estão sequer disponíveis no Google Play.

O Google parece não ter acertado na veia com sua estratégia junto aos desenvolvedores, e os resultados demonstram isso. Já a Apple não só incentivou a criação e a adaptação de aplicativos para o iPad como também definiu uma agressiva política comercial com os desenvolvedores que claramente os induz a privilegiar o iPad.

E o estranho é que, do ponto de vista de design, performance, funcionalidades e facilidade de uso, os tablets rodando Android não ficam nada a dever aos com iOS, ao menos nos produtos mais sofisticados, que concorrem em preço com o iPad.

Examinemos o caso da Samsung e de sua linha Galaxy: enquanto os smartphones dão um sufoco no iPhone, os tablets não apresentam a mesma performance. Em ambos os casos, temos hoje designs no mesmo nível tecnológico, mas com superioridade do Android 4.2 sobre o iOS 6.1.3. Nem mesmo o anúncio do iOS7 e seu lançamento no próximo dia 10 de setembro deve tirar a dianteira do sistema operacional do Google.

O tablet é, por sua essência, um dispositivo que vive da qualidade, da diversidade e da simplicidade dos aplicativos disponíveis, muito mais do que um smartphone, que tem na sua tela menor um inibidor para o uso prático de muitas soluções.

Parece clara a ascendência de um novo tipo de consumidor de dispositivos móveis do topo da pirâmide, até há pouco fechado no mundo Apple: ele não fica mais preso a uma plataforma, e usa com naturalidade e satisfação um smartphone Android e um iPad, e fica feliz com esse arranjo.

Mobilidade 2013-2016

phablet2013 será o ano dos smartphones. Pela primeira vez, o total de unidades vendidas bate na marca do bilhão, ou 52% de todos os celulares faturados no ano. Em 2016, ano da Olimpíada no Rio, as vendas totais podem chegar a 1,7 bilhão, com 78% de market share de telefones celulares. Definitivamente, os aparelhos comuns passam para a história da tecnologia.

Quem aponta esses números impressionantes é a Gartner, a principal empresa de pesquisa de tendências tecnológicas do mundo digital.

Os tablets também avançam, de 200 milhões de unidades este ano para mais de 400 milhões em 2016. Em 2014 ou 2015 os tablets ultrapassam o total de notebooks e ultrabooks vendidos. E tudo indica que esse novíssimo mercado de tablets será fatiado em partes quase iguais entre as plataformas iOS, da Apple, e Android, do Google.  A Microsoft fica num distante terceiro lugar, com uma fatia fininha da pizza. E o resto, bem… o resto nem aparece no mapa.

O segmento dos smartphones será fortemente dominado pelos aparelhos powered by Android. A Gartner prevê que, em 2016, o número de unidades vendidas com Windows Phone pode superar o de iPhones, colocando de vez a empresa de Bill Gates na primeira divisão do mundo da mobilidade. Já Blackberry, Nokia e outros menos cotados, com sistemas operacionais proprietários, ficam com nichos inexpressivos.

A liderança dos smartphones com Android tem a ver com a variedade de fabricantes que adotam o sistema operacional do Google, com aparelhos mais básicos a preços de referência por volta de 40 dólares, com acesso a internet, WiFi e Bluetooth.

A diferenciação entre dispositivos também fica mais embaçada, com o surgimento do phablet,  um smartphone com tela gigante ou um tablet com tela pequena, entre 6″ e 8″. Sem contar os híbridos, mistos de tablet com notebook ou ultrabook, com teclado destacável.

A Gartner descreve também tablets com telas de até 27″, tamanho razoável para um televisor de LCD para ambientes pequenos. E com os televisores cada vez mais conectados, só falta tê-los também com tela sensível ao toque.

Ou seja, em 2016, uma geladeira conectada à internet e administrando seu estoque de comida não é algo fora do razoável. Inclusive com um tablet destacável que possa lhe dar aulas de culinária, com os melhores chefs do mundo, de modo que você possa preparar pratos estrelados para seus amigos.

Confuso? Também acho. Mas é bom ir se acostumando…

Dinâmica dos aplicativos

millionsSão milhões de aplicativos disponíveis nas lojas virtuais para smartphones e tablets; a imensa maioria, gratuitos. Para todos os gostos, com todo tipo de qualidade e sofisticação. Se você faz parte da maioria dos usuários, pode ver que no seu dispositivo existem vários apps, como são chamados, que foram baixados mas nunca usados. Outros tantos, só muito raramente. Talvez você nem se lembre dos motivos que o levaram a baixá-los. E até mesmo se eles foram gratuitos ou pagos. 

Embora em minoria, os apps pagos já são representativos, cerca de 5% do total, para os downloads iniciais, não contadas as atualizações.

E eles mudam muito, não só para acompanhar a evolução dos sistemas operacionais, adicionar ou suprimir funcionalidades, melhorar a navegação. Se você ficar tempo sem usar, provavelmente vai ver outro app, totalmente diferente!

Se um app está com algum bug , saiba que o prazo médio de correção é de duas semanas, tempo suficiente para tirar o ânimo de milhões de pessoas que transformam um êxito viralizado em  um objeto esquecido no final das listas de buscas do Google.

OK, você não é diferente da maioria, assim você baixou um app, se motivou, mas deixou rastro: sua identificação, autorização para divulgar seus dados, sua localização, seus amigos de redes sociais, muitas vezes apenas para satisfazer a curiosidade sobre uma funcionalidade, ou porque alguém falou que aquele tal está bombando e você não quer estar por fora do agito. Agora gaste um tempinho analisando os apps que você tem e não usa.

Para os que você não pretende mais usar, procure, antes de desinstalar, revogar todas as permissões que você possa ter dado, nas configurações desses aplicativos em todos os dispositivos que você os tiver, pois podem existir versões diferentes para um smartphone e um tablet, por exemplo.

Mas, sobretudo, procure, daqui para frente, pensar duas vezes antes de fazer download de qualquer app. Note que, de um modo geral, os apps grátis são apenas versões mais simples dos pagos, e que, muitas vezes, além de fazer menos coisas, expõem mais a sua privacidade.

É assim, também, que você acaba sendo conhecido demais no ciberespaço. É bom cuidar. Afinal, são milhões de apps disponíveis. Você nunca vai conseguir usá-los todos…

Dólar em alta pressiona preços de produtos digitais

DolarTecnologia mexe com nossas cabeças. E também com nossos bolsos. Especialmente quando o dólar americano segue subindo, tendo fechado nesta quarta, 10/07, a quase R$ 2,28, maior valor desde 2009, quando a crise do mercado financeiro estava bombando.

E não é pouca coisa: Nos últimos dois anos, o dólar valorizou mais de 45%. É uma variação e tanto!

A maioria dos produtos digitais que compramos possui muitos componentes importados; os provedores de serviços também sofrem o impacto da desvalorização do real.

Aí então, muitos fornecedores já se assanham para repassar ao preço final ao menos parte dessa variação. Do tipo “compre antes que o preço suba“, para tentar vender mais em um mercado que dá sinais de crescimento menor, ou mesmo de uma pausa para ver o que acontece.

Mas não devemos nos sujeitar a aumentos abusivos, ao pagarmos por nossa compras em real. Afinal,  não custa lembrar que já temos os preços mais altos do mundo aqui no Brasil  para essas engenhocas digitais que tanto nos encantam. Impostos altos à parte, o fato é que os fabricantes geram margens mais robustas em seus negócios por aqui. Nada de errado, é a lei da oferta e da demanda.

Acontece, porém, que o mundo digital obedece á Lei de Moore ampliada, aquela que diz que os preços caem pela metade enquanto a capacidade dobra, ao longo do tempo. Originalmente aplicada aos chips de computadores, ela vale, grosso modo, para tudo.

Outra âncora está nos serviços e aplicativos gratuitos que tanto usamos, como correio eletrônico, mapas, jogos, redes sociais e por aí vamos.

Assim, a hora é de comparar preços e buscar as melhores ofertas, quando não deixar para depois uma compra não essencial. Afinal, a maioria dos itens de desejo, como smartphones, tablets, laptops e TVs de tela grande já não são desbravadores à busca de novos clientes. Ao contrário, o mercado de reposição já é parte significativa das vendas.

Que tal colocar os vendedores de produtos digitais num spa de mercado, para que saiam sua acomodação de um ambiente onde tudo vende a qualquer preço para um mais competitivo? Seu bolso agradece!

Venda de PC’s cai 10% no primeiro trimestre. E daí?

As vendas de desktops e notebooks no Brasil cairam 10% no primeiro trimestre de 2013, comparado com o mesmo período de 2012. Foram 2,2 milhões de unidades vendidas a pessoas físicas e 1,1 milhão para pessoas jurídicas. Queda grande, em um mercado acostumado a crescer de forma vertiginosa.

Crise? Não: Transformação!

Em um ambiente de mobilidade cada vez maior e com o aumento da potência e funcionalidades dos smartphones e tablets, esses estão ocupando cada vez mais o lugar do dispositivo digital principal, especialmente entre as pessoas físicas.

Olhe ao seu redor, no café, na sala de embarque do aeroporto, até na academia. Quem está conectado, provavelmente estará mexendo em uma tela sensível ao toque ou, aparentemente, falando sozinho, quando na verdade conversa com alguém distante ou dá comandos ao seu smartphone ou tablet.

Vá a uma loja física ou virtual e percorra a seção de aparelhos digitais: os desktops estão espremidos num cantinho, com um pé no museu e os laptops ou estão posicionados em uma faixa de preço impensável há dois ou três anos atrás, ou mudam de nome, virando os potentes e leves ultrabooks ou então híbridos, com tela destacável que os transforma em tablets.

É cedo ainda para decretar o fim dos computadores pessoais, até porque eles possuem características importantes para muitos usos. Por exemplo, eu teria dificuldades em escrever um texto maior como esse usando um tablet, salvo se ele tivesse um teclado opcional acoplado. Para trabalhar em cima de imagens com um pouco mais de sofisticação, os aplicativos e os processadores dos smartphones e tablets não dão conta do recado. Em muitas situações, interagir com uma telona funciona bem melhor do que com as telinhas ou telas médias dos portáteis da moda.

Não se surpreenda, ao olhar o seu perfil de uso e de substituição de dispositivos digitais. Se há 4 ou 5 anos atrás você ficava antenado para o próximo lançamento de um notebook, hoje você provavelmente pode passar uma ou duas mudanças de patamar tecnológico sem a necessidade de migrar, mesmo tendo dinheiro de sobra ou sendo um entusiasta. Já no campo dos smartphones e tablets, a coceira da mudança é mais forte, pois os lançamentos relevantes ocorrem, no mínimo, duas vezes por ano e a variedade de aplicativos úteis não para de crescer.

iPad Mini chega ao Brasil

iPad MiniConfirmado: Nesta terça, 25, chega às lojas brasileiras o iPad Mini de 7″, já sucesso de público onde foi lançado. Sem preço definido até a véspera, ele deve ser o iPad mais barato à venda por aqui, mas bem mais caro do que nos Estados Unidos, de onde chegam a maioria dos tablets trazidos do exterior por pessoas físicas.

O charme do iPad Mini está na sua leveza e praticidade de uso para a maioria dos aplicativos, aliás, todos os que rodam no iPhone e no iPad de 10″. O preço de lançamento não deve ser inferior a R$ 1.000, ainda mais agora com o dólar valendo R$ 2,25 e com viés de alta.

Não conheço ninguém que tem ou experimentou o iPad Mini que não tenha adorado. Poucos, porém, não fazem do Mini seu segundo ou terceiro tablet. Para muitos aplicativos, inclusive a leitura de livros e a visualização de vídeos, a tela Retina de alta definição do seu irmão maior proporciona uma experiência ao usuário incomparavelmente superior.

É na portabilidade, no entanto, que o tabletinho da Apple ganha adeptos, principalmente junto ao público feminino, por caber com facilidade na maioria das bolsas.

O Mini também conta com processador rápido, o A5 de dois núcleos, tem 7 milímetros de espessura e pesa por volta de 310 gramas, pouco mais, pouco menos, dependendo da capacidade de armazenamento (16, 32 ou 64 GB) e da versão só WiFi ou WiFi/celular.

Na fase de decolagem da rede celular 4G, não deixa de ser um paradoxo o lançamento de um produto sofisticado que não possa ter na conectividade em movimento o seu melhor desempenho. Embora rode na rede 4G, ele só é compatível com a banda de 700 MHz, ainda não disponível aqui no Brasil.

E como a Apple normalmente posiciona seus produtos com preços acima da concorrência, a lacuna do 4G fica mais incômoda, ainda mais quando começam a surgir no mercado tablets com sistema operacional Android e tela de 7″, já disponíveis para acesso móvel pela rede celular de altíssima velocidade disponível no Brasil.

Copa das Confederações: a rede 4G está pronta?

IMG_1055As seleções de futebol que participam da Copa das Confederações já estão no Brasil. Na cabeça de Felipão e nos talentos de nossos jogadores, a expectativa de milhões de torcedores para mais um título e, mais do que tudo, uma base para a Copa do Mundo de 2014.

Mas aqui o tema é tecnologia, e hoje falamos da  rede celular 4G .

Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro devem ferver com o agito dos jogos e dos eventos paralelos, embora com uma pequena participação de estrangeiros. Na teoria, as cidades que sediam jogos da Copa das Confederações deveriam ter cobertura plena da rede celular 4G, de altíssima velocidade. Não é o que vai acontecer. Muitas zonas de sombra vão fazer os celulares e tablets 4G navegarem na congestionada rede 3G. Além disso, os estádios e seus entornos não terão capacidade de atender a demanda se todo mundo resolver mandar fotos e videos de lances da partida, ou fora dela, via smartphone. As instalações não estão prontas, testadas e homologadas conforme planejado.

O Gelol que pode amenizar a canelada que vai levar a imagem da Copa nesse aspecto pode ser o pouco uso da rede 4G, pela pouca quantidade de linhas ativadas e pelos planos que limitam muito o consumo de dados, fundamentalmente pelo preço. O preço alto dos serviços junto com aparelhos na maioria limitados, com exceção do Samsumg S4 – 4G montam um combo meio manco, que atrai só os novidadeiros. E os estrangeiros que vierem para cá com seus potentes 4G que operam na frequência de 700 Mhz vão se decepcionar ao ter que se contentar com a rede 3G.

Se a turma chiar muito sobre a rede 4G, significa que o projeto é muito bom e atraiu usuários. Se os protestos forem murchos, no mesmo nível do que ocorre hoje com as reclamações nossas junto ao Procon, essa Copa vai virar motivo de muitas piadas, pois ela não vai ter se comunicado adequadamente, e, segundo Chacrinha, vai se trumbicar…

Eu acredito mais nessa segunda hipótese. Aí, se o Brasil ganhar, lenha nos culpados de não mostrar ao mundo o nosso futebol; se perdermos, tudo bem, o povo não conseguiu se comunicar em tempo real para reclamar do juiz, da organização, dos preços e dos sarros que serão tirados pelo país da seleção vencedora. Quem será?

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