How Dumb is Our Digital World Today?

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Libelium came up with an easy-to-understand chart of what a Smart [Digital] World would look like in the future. Some of these trends are already in the radar of a few cities and/or a few wealthy people.

Here are 7 questions to be answered:

  1. How dumb is the digital world as we know it?
  2. Which features would be really convenient for society?
  3. Could a fair balance between privacy and safety be reached?
  4. How different would government need to be?
  5. How broadly could such features be spread to the world’s population?
  6. What if some of these functions have temporary shut-downs or are hackable?
  7. Which of these features, if made available, will become mandatory or eligible?
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Quer saber mais?

Vou mudar o foco de minhas digressões sobre tecnologia. Ao contrário de uma possível paráfrase a Francis Fukuyama, eu não acredito que estejamos na era do fim da tecnologia, ou do fim dos avanços. Muito pelo contrário. Sigo acreditando que muita coisa nova virá, que pode encantar o mercado, e, enfim, transformar o mundo em que vivemos.

Só que isso pode demorar algum tempo, no mínimo meia década, que, nessa área tecnológica, é uma eternidade! Enquanto isso, as discussões são sempre em cima de um pouco mais do mesmo (evolução), privacidade x segurança (deveres e direitos), plataformas (hoje reduzida, para efeitos práticos, aos mundos Apple e Android) e longas e custosas batalhas legais sobre patentes, legislações locais ou globais, quem manda na internet, quem pode, quem não pode.

Mas o mundo da tecnologia está centrado em grandes e poucos atores, como as indústrias automobilísticas, aeroespaciais, entretenimento, alimentos e bebidas. No mundo da tecnologia, os key players são Apple, Google e Samsung. OK, tem os chineses no hardware, os indianos no software, tem a Microsoft, a Oracle, a HTC, a Intel, a Qualcomm… Tem muitas outras, assim como na automotiva, o mundo não é só GM, Ford, Toyota, Honda, VW, Fiat e Hyundai. Tem também os chineses, os niche players, os… Mas tem também o Google, a Apple querendo entrar, tem…

O que está em falta, e parece que demorará a surgir, são os novos Googles, Facebook, ou novidades da turma do software livre. Faltam também novidades ou pelo menos iniciativas em outros países, salvo pelas exceções de Israel, um pouco na Alemanha, a África do Sul está trabalhando sério, a Austrália também.

Mas faltam inovadores, faltam núcleos de inovação. OK, no Brasil temos lá o Porto Digital, iniciativa pioneira do incansável Sílvio Meira, tem o polo de Campinas, ah!… já ia esquecendo da minha alma-mater, o ITA, em São José dos Campos. Bem , o ITA segue em nível destacado, mas, em essência, forma pouca gente por ano, não muito mais do que em meu tempo, há longínquos 50 anos.

Tem também a turma que trabalha com a parte de ferramentas para dispositivos móveis, grupo porreta em BH. Mas é do Google, nos dias de hoje.

Em resumo: somos majoritariamente consumidores de tecnologia, cada vez mais influindo menos, cada vez consumindo mais. Não é algo essencialmente errado, mas para falar e escrever sobre isso, precisamos de mais de gente de marketing, de comportamento do consumidor, de especialistas em direito. Não é o meu caso, que trabalho no mundo digital desde 1961 ou 1962.

Então vou parar de comentar sistematicamente sobre novidades tecnológicas. Puxo o freio nessa experiência gostosa de vários anos, mas que tem ficado monótona, ultimamente.

Vou buscar meus guardados e começar a escrever um pouco da história que vivi. Inclusive sobre lances de bastidores, que pouca gente conhece, mas que permitiram algum desenvolvimento tecnológico no Brasil, e inibiram algumas outras iniciativas, por conta do jogo de interesses ou do alcance da visão.

Eventualmente, posso até voltar a falar sobre novidades.

Por enquanto, obrigado a todos pela paciência nas leituras de minhas escritas. E sigam por aqui. Vou precisar de vocês, sobretudo os mais veteranos, para garimpar o passado. Que também pode ser fascinante!

Abraço!

Até que enfim, algo baixa de preço no Brasil!

FixoCelularA Anatel divulgou uma resolução que baixa os preços de ligações de telefones fixos para móvel, na média em 22%. Uma boa notícia! Boa notícia? Vamos entender melhor:

É óbvio que, se você usa esse tipo de ligação e vai pagar menos 22%, a notícia é positiva. Mas o que você paga, ainda é caro, da ordem de R$ 0,50 por minuto. E falar com alguém em um celular é normalmente um martírio, a ligação cai, a voz fica picotada, é preciso repetir e, hoje e sempre, o #meliganofixo é um hashtag cada vez mais popular.

E, quando você contrata uma linha de celular, normalmente o brinde pode ser torpedos ilimitados, ou acesso ilimitado ao Facebook, ou ligue gratis para celulares da mesma operadora. Isso porque o tráfego de textos ocupa cerca de 250 vezes menos banda do que um tráfego de voz.

A rede de telefonia fixa é altamente ineficiente, e vem perdendo assinantes a cada ano, até por perder razão de ser. A comunicação celular pode ser feita de e para qualquer lugar, pode ser síncrona (como nas conversas de voz, de vídeo, ou nas mensagens instantâneas) e assíncronas (eu mando mensagens de texto, de áudio ou de vídeo para serem acessadas pelo destinatário quando conveniente).

A rede fixa tem baixo tráfego, ao menos na última milha, aquele trecho de cabo que chega à sua casa). Uma conversa de voz usa uma banda muito pequena (3 a 4k), mas tem capacidade centenas de vezes maior, e fica ociosa quando não usada; menor uso, menos usuários, mais custo de uso unitário da rede. Se o preço, ou tarifa, aumenta, diminui o número de usuários, e aí temos um círculo vicioso.

Essa é a razão básica da redução da tarifa: gerar mais tráfego na rede de telefonia fixa. Mas ela está com os dias contados para serviços de voz domiciliares. É um dinossauro, esperando o cometa bater e decretar sua extinção como espécie tecnológica.

Como efeito colateral, podemos ter também o aumento do tráfego de voz nas redes de celular, para ligações a partir de telefones fixos, pois ficou mais barato. Mas o serviço é péssimo!

Falta organizar melhor o setor, permitir mais e melhores investimentos das operadoras e cobrar mais qualidade, com tarifas justas. Esse seria o papel da Anatel. Mas, como estamos no Brasil, os nossos cases têm sempre alguma jaboticaba, ou seja, só existem por aqui…

Google quer cuidar da sua saúde também

Assim funciona o Google: Um novo produto tem aceitação, vai em frente; não tem (segundo sua visão), acaba.

A mais recente vítima foi o Helpouts, que parecia promissor. Semana passada, o Google emitiu um aviso comunicando seu fim.

Aqui no Brasil, o Helpouts nem chegou a causar frisson. Lá fora, muita gente apostou em poder prestar serviços usando a plataforma do Google. Alguns, até deram certo. Mas a escala esperada pelo Google, não.

Foi assim com o Glass, agora será assim com o Helpouts.

Conectados

Screen Shot 2014-10-15 at 10.33.30crEm novembro de 2013 o Google lançou o Helpouts, uma plataforma que, ao contrário dos serviços como buscas, mapas e email, propõe fazer interações sobre fatos reais, com pessoas reais, em tempo real. 

Funciona assim: você entra em https://helpouts.google.com/home?authuser=0 e, da primeira vez, faz login com sua conta no Google, cadastra um cartão de crédito como meio de pagamento, quando aplicável e concorda com os termos de uso de política de privacidade. Aí é navegar pelas diversas categorias e agendar algum Helpout. Alguns são gratuitos, outros pagos por sessão ou por tempo.

Você pode também baixar o App Helpouts no Google Play (Android) ou AppStore (iOS) para usar o serviço de seu smartphone ou tablet. Mas no App, você só verá os Helpots gratuitos…

Até então, você já podia interagir com especialistas sobre pequenos reparos domésticos, jardinagem, fitness e nutrição, arte e música, computadores e eletrônica, culinária, educação e carreiras, moda…

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Cemitério do Planeta Facebook

Com uma população ativa maior do que da China ou da Índia, com 1,5 bilhão de contas, o Facebook ainda tratava seus cidadãos-clientes que morriam sem o devido respeito. Seus perfis continuavam lá, sem atualização, salvo se algum parente ou amigo do falecido tivesse os dados de acesso à conta.

Não mais: o Face agora permite que qualquer um habitante de seu planeta digital faça uma espécie de testamento, deixando a administração da conta para alguma pessoa previamente identificada.

Funciona assim: o usuário cadastra seu herdeiro de conta no Facebook, que é comunicado. Quando ele ou ela morre, o herdeiro comunica e assume a conta, onde pode postar mensagens comunicando o passamento, e poed adicionar novas imagens, vídeos e texto, in memoriam.

Ao herdeiro -ou herdeira- é também fazer o download do conteúdo da conta que tenha sido compartilhado em vida pelo falecido.

Ficam preservados de acesso e alteração, no entanto, as mensagens trocadas e os compartilhamentos privados.

Pronto! Inaugurado o primeiro cemitério digital global, que já deve ter muitos defuntos, ao contrário daquela cidade do nordeste brasileiro, tema de novela da Globo, onde o prefeito não conseguia inaugurar o cemitério porque lá, ninguém morria.

Microsoft integra Office com serviços na nuvem de terceiros

cloudSe você é usuário da suite de aplicativos Office, da Microsoft, deve ter notado a evolução dos produtos, já disponíveis por assinatura, e das versões também para smartphones e tablets nas plataformas iOS e Android. Bom para nós, usuários, que podemos criar, acessar, atualizar, compartilhar arquivos de Word, Excel, Powerpoint e outros a partir de praticamente qualquer dispositivo digital.

Mas ainda restava uma barreira: o armazenamento na nuvem, de forma automática, era feito essencialmente no próprio serviço da Microsoft, o One Drive. Claro que dava para guardar também no Dropbox, no Google Drive e no iCloud, da Apple, mas sempre com algum trabalho manual. O compartilhamento, para quem usava esses serviços, também era possível, mas requerendo alguma ginástica.

A Microsoft já havia disponibilizado acesso automático de arquivos do Office para o Dropbox e outros serviços menos cotados. Agora, dá para fazer o mesmo também nos serviços Box e iCloud. Ponto para nós, usuários! Organizar seus documentos na nuvem agora depende só de você e de sua capacidade de evitar bagunça digital.

É isso? Bem, quase…

Resta o caminho inverso: do mundo Apple para o “resto” do universo digital. A empresa de Cupertino segue com sua arquitetura fechada, abrindo poucas e controladas interfaces e funcionalidades nos seus sistemas operacionais e nos seus serviços na nuvem, incluindo o iCloud.  iPhoto, iTunes e iMovie? Nem pensar!

Do ponto de vista de segurança, a Apple está correta. Do ponto de vista da fidelização de seus clientes, os números mostram que há mais clientes entrando no mundo iOS/OSX do que saindo. E, na ótica de geração de caixa, a Apple tem mais de US$ 150 bi disponíveis na conta e seu valor de mercado é maior do que qualquer outra empresa de capital aberto na história e maior do que a soma de todas as empresas listadas no índice BOVESPA. Mudar para quê?

Eu entendo que, mais cedo ou mais tarde, a Apple vai entender que é preciso ser mais flexível. Mas, por enquanto, fiquemos com a boa nova da Microsoft. Bom para nós, usuários, e bom para ela, que pode prolongar por mais algum tempo a vida de suas vacas leiteiras Windows e Office.

Desktop, notebook, tablet, smartphone, versão 2015

Multi2Parece que acabou aquela febre do consumidor de sempre comprar a últimas novidades tecnológicas. Também, ao que tudo indica, a morte prematura dos notebooks não aconteceu, os tablets não viraram a tábua de salvação nem os smartphones passaram a ser o único dispositivo necessário a um cidadão médio conectado.

No mundo, a venda de tablets cresceu 11% em 2014, quando comparado com 2013. Mesmo assim, 229 milhões de unidades comercializadas não é um número desprezível quando comparado a 2010, ano do lançamento do iPad, embora represente uma desaceleração quando comparado com o crescimento de 55% em 2013 sobre as vendas de 2012. Para 2015, a previsão da Gartner é de 276 milhões de tablets.

Quando o assunto é PC, os números não são desapontadores, mas apontam claramente para a diminuição do tamanho médio dos dispositivos, para os chamados  aqueles notebooks pequenos e leves ou então os híbridos, com teclado destacável da tela, que vira um tablet.

Vejam os números (em milhares):

Tipo de dispositivo

2013

2014

2015

PCs tradicionais (Desktops e Notebooks)

296.131

276.457

261.005

Ultramobile Premium

21.517

37.608

64.373

Mercado PC Total

317.648

314.065

325.378

Fonte: Gartner

No campo dos celulares, 2014 viu algo como 71% das vendas globais sendo de smartphones, de um total de 1,85 bilhões de vendas totais.

O ano de 2015 deverá registrar a venda de mais de 1 bilhão de dispositivos Android apenas nos mercados ditos emergentes, uma clara consolidação da plataforma do Google como líder indiscutível no mundo da mobilidade

Os tablets ficam claramente sanduichados entre os PCs e os smartphones, na medida em que aqueles ficam mais leves e funcionais, inclusive os híbridos, e estes têm ofertas de aparelhos com telas maiores, chegando a 7″, o mesmo dos mini-tablets, esses definitivamente caminhando para o ocaso, dando razão a Steve Jobs.

Já ficam claras, também, as tendências de predomínio do mercado de reposição sobre o de novos consumidores, este ainda vivendo dias de glória nos países emergentes. Muita gente também está adiando as compras, e não trocando de aparelho a cada semestre com os novos lançamentos.

No entanto, o mundo da mobilidade vem mostrando claramente que a briga pelo mercado está dividido em dois: o do Google e seus parceiros com a plataforma Android e a Apple, com seus iOS/OSX. Os outros, bem… são os outros.

Também o consumidor vai se acomodando às suas reais necessidades, que variam bastante, dependendo do uso e da capacidade de compra. Mudar sempre é caro e ter múltiplos dispositivos digitais nem sempre é prático. A cada um, segundo suas necessidades e possibilidades.

Os limites da selfie

A onda avassaladora de auto-retratos usando smartphones, nome já globalizado como selfie, ganhou força neste verão brasileiro e inverno no hemisfério norte com os selfie-sticks, ou paus de selfie

As reações começaram por problemas causados em teatros, cinemas, espaços de shows, sem contar as festas e baladas, onde muita gente parece mais interessada em registrar sua presença e postar nas redes sociais do que no evento propriamente dito.

Nos estádios de futebol, então, o pau de selfie passou a ser considerado como arma em potencial para briga de torcidas, e já foi banido em muitos deles.

A quantidade de selfies gerados pelos narcisistas de plantão já está na casa da centena de bilhão. Muita coisa registrada, pouco tempo para ver e ser visto.

Mas também surgem relatos de acidentes com carros, bicicletas e motos, sem falar em pedestres caindo de pontes e topo de montanhas ao tentarem se fotografar naquele local único. Muitos relatos, muitos estudos, muitas teses para psicólogos, neurologistas, estudiosos em geral.

Recentemente, um aviãozinho particular sofreu um acidente após decolar de um aeroporto na região de Denver, no Colorado. Sem razão plausível, o piloto e o avião devidamente OK, o voo liberado pela torre de controle e… crash!

NTSB-Selfie-PilotSurge agora uma hipótese com bastante fundamentos, após análise dos destroços, dos corpos e da comunicação das pessoas antes do acidente. Ele pode ter sido causado pelo próprio piloto, que teria tirado uma selfie sem prestar atenção aos controles do avião. 

Pode ser verdade, pode não ser… Mas essa onda de selfie merece ser repensada, sob todos os aspectos. Ou não?

Apple, sempre ela!

AppleGiantNesta terça, 27, A Apple fez, em sua sede de Cupertino, na California, a apresentação dos resultados da companhia para o trimestre encerrado em dezembro passado, o 1º trimestre fiscal de 2015. Tudo muito enorme, superando as previsões mais otimistas.

O CEO Tim Cook apresentou dados superlativos sobre o desempenho da companhia. De 2007 até dezembro de 2014, a Apple ultrapassou a marca único de 1 bilhão de dispositivos com o sistema operacional iOS para os iPod Touch, iPhone, iPad e iPad Mini. 1 Bilhão!

Tem mais: Nesse trimestre, a Apple vendeu estonteantes 76 milhões de iPhone 6 e 6Plus, recorde absoluto. Recorde também de migrantes de Android para iPhone e iPad, recorde de novos usuários.  Em dinheiro, foram US$ 18 bilhões em lucros para US$76bi de receitas. Recorde de receitas e lucros em um só trimestre, em toda a história da Bolsa de Valores. Computados os 20 maiores resultados trimestrais de todos os tempos,15 ficam com várias petroleiras, os 5 outros, com a Apple.

As receitas do iPhone já passam de 76% do total de vendas da empresa. E a Apple tem arquitetura fechada, só seus dispositivos têm iOS!

No outro lado da cerca, o Google, dono do sistema operacional Android, anuncia que sua divisão YouTube passa adotar como default os uploads de videos no padrão HTML5, descartando o Flash, da Adobe, que nadava de braçada com seu produto proprietário, adotado por toda a indústria, menos a Apple.

Traduzindo em miúdos, as coisas parecem se fechar: A Apple domina o mercado de alto luxo, o Android do Google diz que adota o padrão aberto HTML5 para páginas da internet. Assim, somados Android/Google e iOS/Apple, temos uma sutil cartelização do mercado.

Quem gostou ou se conformou, fica com um dos dois, Quem se sente desconfortável, fica com Window Phone ou alguma alternativa exótica.

E você?

Google Glass: À frente demais de seu tempo?

gglassQuem gosta de tecnologia e de novidades, deve lembrar do lançamento do Google Glass, em 2012, para mim, a melhor de todos os shows que anunciam produtos que podem mudar o mundo.

O que aconteceu com o Glass? Vendido em doses homeopáticas, na loja virtual Google Play, e também saudado como uma ferramenta indispensável para ajudar equipes de cirurgiões em procedimentos complexos, por exemplo, ele causou inesperadas reações de celebridades e mesmo de cidadãos comuns, que temiam ter sua privacidade invadida.

A turma do cinema e da música reclamou que o Glass poderia (e pode) gravar filmes e concertos de rock, e os advogados de direitos autorais foram na jugular do Google, com milhares de ações que acabaram limitando sua aplicação prática.

Sem contar que aquela armação assimétrica com uma microcâmera de um dos lados e hastes grandes e incômodas, mas que serviam como um touch-pad, fizeram as vendas ficarem em patamares insustentáveis.

BrokenGlassNesta segunda, 19/01, o Google tirou a geringonça de sua loja virtual, sem nenhum alarde. Simplesmente esvaziou… Em comunicado, a empresa de Mountain View burocraticamente diz que o Glass sai do ambiente criativo e descompromissado do Google X, aquele laboratório maluco que produz conceitos e soluções não necessariamente ligados ao mundo digital, para ficar sob a batuta do experiente executivo Tony Fadell, ex-Apple e fundador da Nest, uma startup recentemente comprada pelo Google a peso de ouro.

Surgem rumores de um breve retorno do Glass, em uma versão 2.0, sem a maioria dos defeitos apontados pelos críticos e usuários, ficando, no entanto, balizado pelas limitações de direitos autorais, privacidade e similares.

Pode dar certo? Claro que sim! Basta ver que muitos produtos que mudaram o mundo não deram certo, de cara. Que o diga Bill Gates com os Windows 1 e 2, Steve Jobs e Wosniak com o Apple I, e tantos outros.

Mas prova que, mesmo nesse mundo da tecnologia digital, onde a evolução é estonteantemente rápida, nem sempre dá certo lançar um produto à frente de seu tempo. 

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