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Perigos do Comércio Eletrônico… ou não!

Postei essa reflexão há mais de 5 anos atrás.

Acho que ainda está atual…

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Quem mora em cidade grande ou pequena, no centro ou no bairro, quem mora no campo sabe: a insegurança aumenta a cada dia, a questão deixou de ser  se você vai ser assaltado, mas quando vai.

É só ler jornal, ouvir rádio, ver telejornais ou mesmo participar de uma roda de amigos que os temas violência, assalto, roubo, assassinato são predominantes.

Aí você sai à rua assim mesmo, com todo cuidado, e é assediado por camelôs, que vendem desde balas penduradas no retrovisor de seu carro nos sinaleiros a CDs e DVDs piratas,isso sem falar no pedágio a flanelinhas, alternativas aos estacionamentos pagos, onde você desembolsa um valor por metro quadrado muito maior do que um aluguel na Vieira Souto no Rio.

Mas você consegue chegar ao templo do consumo seguro, o shopping center, e lá olha as vitrines, se encanta com alguma coisa, saca seu cartão de crédito e……

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Apple segue com iPhone 6 e ousa com Watch

Para variar, dia de anúncios de novos produtos da Apple gera uma comoção na turma de tecnologia, na imprensa, na NASDAQ. Mídia espontânea, avaliada em centenas de milhões de dólares, para duas horas de show. Um show de verdade, mesmo… Terminou com uma apresentação ao vivo do U2, que, de brinde, deu de presente para quem tem conta no iTunes em 115 países, um download de um album a estimados 500 milhões de clientes.

Bono Cook

Bono Vox prestando vassalagem ao insosso CEO da Apple, Tim Cook.

Mas vamos ao que interessa: evolução ou revolução?

iPhone 6Na primeira parte, com a apresentação dos iPhone 6 (tela de 4.7″) e 6 Plus (tela de 5.5″), uma clara mostra que, quando o assunto é hardware de smartphone, a Apple vem correndo atrás da concorrência. Até o jeitão dos aparelhos, mais finos e com cantos arredondados, lembra a linha Galaxy S, da Samsung.

O processador é o novo A8, com o coprocessador M8, que, juntos, prometem entregar até 50 vezes mais poder computacional do que o iPhone original. Isso em 7 anos!

Junto veio o Apple Pay, sistema de pagamentos usando o smartphone  com NFC (Near Field Communication) e pronto para as bandeiras Amex, Mastercard e Visa. O NFC, aliás, vem com atraso grande para a linha Apple, já disponível há bem mais de 1 ano nos produtos premium dos concorrentes. Aqui no Brasil, estamos atrasados na introdução do NFC, mas isso é outra história.

Gostei também do VoLTE (Voice over LTE), ou a possibilidade de automaticamente converter uma chamada de voz para o canal de dados, permitindo qualidade de som HD e redução de custos. Mas depende da oferta desse serviço pela operadora.

Fora o design e a potência, mais resolução, câmeras melhores,  mais funcionalidades, o novo iOS8 (disponível a partir de 17/9) e o início das entregas 2 dias depois, nas lojas e pela internet, nos Estados Unidos. Em outros 150 países, até o final de 2014 (Brasil incluído, mas acho que é mais para final de novembro).

Com preços variando de US$ 199 a US$ 499, mais um contrato de 2 anos com as operadoras (dependendo do tamanho da tela e da memória flash, que vai dos usuais 16GB e chega aos 128 GB), os preços estão um pouco acima da concorrência, mas dentro do padrão Apple.

Com a chegada dos iPhone 6, ficam disponíveis os iPhone 5c (grátis) e 5s ($99), ambos em contrato de 2 anos. Grátis!

iWatchMas o top do evento foi o Apple Watch, o smartwatch que a Apple lançou para tentar redefinir esse mercado, ainda meio indefinido e sem ganhadores identificados.

Chamativo o botãozinho “analógico“, na lateral do relógio, como se fosse um botão de corda e ajuste de hora de um relógio comum. Só que esse do Apple Watch (ou Watch) é um controle de navegação, com zoom, e bem fácil de navegar entre os aplicativos.

O Watch (rolou o nome iWatch até a hora do lançamento) tem um monte de diferenciais em relação aos concorrentes.

O display padrão Retina é flexível. A Apple diz ser  “laminado em um único cristal de safira, o material mais duro depois do diamante transparente”. Vem com giroscópio, acelerômetro, e a conexão via Wi-Fi e GPS depende de um iPhone conectado. Ponto negativo para quem não é 100% Applemaniac.

A Apple não falou sobre a duração de carga da bateria, mas mostrou o novo de carregador sem fio indutivo, que gruda na parte interna do relógio como se fosse um estetoscópio.

Vários Apps foram apresentados nesse lançamento,inclusive as mais óbvias como controle das músicas de um dispositivo iOS ou Mac conectado, notificações (com feedback tátil), e a possibilidade de mudar as aparências do relógio. Esse conceito de feedback tátil é bem útil para mensagens, bem como para permitir aos usuários fazer pequenos desenhos e enviar, ou a possibilidade de enviar os dados de seu batimento cardíaco para outra pessoa.

No quesito fitness, o Watch manda bem. Aplicativos de ginástica e musculação incluem recursos para acompanhar os objetivos de fitness e compartilhar esses dados com o aplicativo Saúde no iOS 8. O dispositivo também é compatível com o Apple Pay.

Os desenvolvedores Apple já dispõem de um  SDK (software Development Kit) que já coloca a turma para trabalhar e gerar mais Apps para a loja. No lançamento já foram mostrados alguns, como BMW, Pinterest, Facebook, Twitter e Nike.

São três modelos: Watch, Watch Sport e Watch Edition.  O Sport possui design mais robusto, enquanto o Apple Watch Edition apresenta materiais de alta qualidade como ouro 18k. São vários tipos de pulseiras intercambiáveis, de modo que você pode ter seu Watch diferente a cada dia. E, claro, uma enorme tentação de passar na loja e comprar mais um acessório…

OWatchh é compatível com o iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 5S, iPhone 5c, e iPhone 5 e estará disponível “no início de 2015”, comp preços começando em US$ 349.

 

IFA 2014 – Um grande show de tecnologia, mas…

Comentei ontem na CBN e qui no blog sobre a IFA 2014, e especialmente sobre o novo roteador da NetGear, que, se entregar o que promete, pode usar como personagem do lançamento aqui no Brasil o Seu Creysson, com seu famoso bordão “Seus pobrema se acabário!”. Só que, dessa vez, de verdade!

http://www.pcguia.pt/2014/09/novo-router-da-netgear-tem-um-processador-snapdragon/

O processador Snapdragon e bons rádios de comunicação (talvez daí o lançamento na IFA…) teremos bom sinal WiFi em toda parte da casa.
Resta saber como limitar o sinal ao ambiente desejado…

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imageComeça nesta sexta, 5, em Berlin, a IFA 2014, a sigla para Internationale Funkausstellung (traduzida para Feira (International do Rádio) . Embora de rádio tenha muito pouco, essa feira exibe a cada edição muitas novidades de dispositivos digitais móveis, como smartphones, tablets laptops e também muitos gadgets vestíveis, como pulseiras, camisetas, tênis, bonés, e por aí vai.

A IFA tem representadas quase todas as maiores marcas de eletrônicos, menos uma: A Apple, que faz seua anúncios na California no próximo dia 9, terça.

Mas este ano estão previstos na IFA uma série de novidades da área de automação e segurança, onde o smartphone passa a ser elemento central para usar a capacidade cada vez maior de memória e de processamento de geladeiras, aspiradores de pó, fornos e panelas, sem falar na monitoração de alarmes conectados a centrais de polícia.

Até o doggy já pode ter uma coleira esperta que pode ser…

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A camisa inteligente de Ralph Lauren

Um tipo de uso não de fitness: o casal de namorados está num restaurante romântico, uma comidinha de grife, um vinho que agrada o enólogo pelo preço, ambos vestidos com a Polo Tech e com o App instalado.

Ele propõe um brinde, e ela pergunta:

– Mas você me ama mesmo, de verdade?

Ele:

– Claro, meu amor! Desde o primeiro momento que te vi…

Ela:

– Ah, é?? Então vamos trocar nossos iPhones e repetir essa conversa!

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Já há algum tempo o mercado anda a busca de um nome comum para dispositivos digitais vestíveis, ou usáveis, como o Google Glass ou mesmo um conjunto tênis, camiseta, óculos da Sensoria Fitness, como comentamos aqui em postagem anterior. Isso sem falar de um sem-número de novidades para literalmente usar, como os smart watches e smart bands, smart caps, tudo smart… ou esperto, inteligente.

Duas coincidências (ou não) até aqui: Essas novidades aparecem quase sempre em eventos de tecnologia voltados ao consumidor, como o CES e o IFA e são mostradas por start-ups, empresas nascentes, por vezes de uma pessoa só, que consegue recursos para criar uma novidade que poderia criar um mercado totalmente novo.

PoloTechAgora surge uma camiseta polo com ingredientes high-tech, smart, chame como quiser, mas lançada pela Ralph Lauren, e batizada de Polo Tech. A ocasião? A abertura do U.S. Open de Tênis nesta segunda, 25…

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Copa das Copas: sem Taça, sem Raça

E meu comentário ao vivo nesta quarta, 9/7 na CBN Curitiba, com Gabriela Brandalise.

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14-50Sou veterano o suficiente para me lembrar de 17 Copas do Mundo. E, à falta de bons motivos para tirar a má impressão que tive na outra Copa aqui no Brasil, a de 1950, vou contar aqui minhas impressões da evolução da tecnologia nesse período de 64 anos, e da participação da massa de cidadãos e torcedores.

1950: No Rio, com 9 anos, morava em Ipanema, a exatos 13,4 km do Maracanã (hoje), ou 21 km, pelo caminho então disponível. Para wuem não tinha entrada para a final, o jeito era ouvir pelo rádio. Eu ouvia a rádio Continental em AM, e o locutor era Oduvado Cozzi, comentários de Ary Barrozo. Uruguai 2×1: Pude sentir o silêncio ensurdecedor na cidade.

1954: Na Suiça, outro mico, dessa vez ouvido em ondas curtas, sinal ruim, mas, mesmo assim, dava para entender que não era a hora do Brasil. As poucas imagens que…

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Torpedos SMS e MMS em declínio, mas nem tanto!

O Telelime News resume um estudo feito pela americana Strategy Analytics, sobre o declínio dos torpedos no mundo. Diz a nota:

Os gastos globais com serviços de mensagens SMS e MMS em operadoras declinaram pela primeira vez em 2013, de acordo com estudo da Strategy Analytics divulgado na segunda-feira 13. Essas receitas chegaram a US$ 104 bilhões, mas caíram quase 4% em relação a 2012, quando foram registrados os maiores gastos.

Para 2017, a previsão é ainda mais negra para o SMS: as receitas cairão 20%, enquanto o volume de mensagens enviadas cairá 3%. Os motivos seriam a competição entre operadoras e o crescimento de serviços de mensagens over-the-top (OTT) como WhatsApp, Line e WeChat. Esse declínio seria sentido mais em lugares com maior penetração de smartphones, como América do Norte e Europa Ocidental. Nesses lugares, os gastos com SMS e MMS cairão 38% e 28% respectivamente.

A saída para as operadoras, segundo a Strategy Analytics, seria integrar o serviço de SMS em planos, investir em marketing móvel e aumentar a inovação ao abrir as plataformas para negócios e para comunidade de desenvolvedores.

Para você, caro leitor do blog, que já tem um smartphone conectado à internet, isso pode parecer o óbvio, ainda mais depois do sucesso do WhatsApp, sem falar do Viber, do Skype e dos serviços de mensagens instantâneas e chats do Google, do Facebook.

Que a queda maior ocorra nos mercados mais desenvolvidos, tudo muito natural. Significa, também, a maturação de um mercado que vai ter dificuldades em expandir a base de usuários.

MPesaMas é bom lembrar que nos mercados menos desenvolvidos, o torpedo ainda dura muito tempo! Neles, o celular serve como carteira de dinheiro digital, e os torpedos valem para fazer pagamentos. E pelo simples motivo que seus sistemas financeiros são frágeis e não chegam à maioria da população. Uma operadora, por lá, faz o papel do banco!

Donos de celulares básicos no Quênia, Costa do Marfim, Senegal e Mali usam serviços das empresas M-Pesa e Orange, depositando dinheiro vivo nas mãos de um agente que carrega o celular com os créditos correspondentes que têm ampla aceitação no mercado.

Simples, não?

Voltei!

Já estou de volta, ainda hoje, 27, novas postagens no blog.

Abraços do Guy

 

Volto logo

Estarei fora pelas próximas duas semanas. Descansar um pouco e buscar novidades. Eventualmente, uma ou outra postagem no período.

Espero voltar com a corda toda!

Abraços!

Guy Manuel

 

4G Chega a Curitiba. Vamos nessa?

Nós que estamos acostumados a atrasos em quase tudo que é obra de infraestrutura, tivemos a grata surpresa com o anúncio da Claro da disponibilização da tecnologia 4G em Curitiba, bem antes do prazo estipulado, no final de 2013.

Significa que podemos ter na ponta dos dedos aparelhos que vão fazer conexões à internet com velocidades muito maiores daquelas que estamos acostumados na velha, lenta e ranzinza rede 3G, ou até mesmo quando comparadas com a da maioria das conexões fixas de banda larga.

Quem precisa de velocidade e mobilidade, então a opção 4G é inadiável, certo?

Vejamos:

SIM é sua opção se você realmente precisa de banda larga rápida e móvel de imediato, e está em Curitiba, Recife, Campos do Jordão, Paraty ou Búzios. De cara, dá para dizer quer Curitiba está, nesse início da rede 4G, em excelente companhia.

SIM também se você não se importa com a limitada oferta inicial de aparelhos, hoje limitada aos bons Motorola RAZR HD ou o SAMSUNG GALAXY S III 4G. E os melhores planos estão destinados a quem se dispõe a migrar para a Claro, numa jogada de marketing ousada da operadora para aumentar sua base de clientes.

SIM se você quer um modem para conectar seu laptop ou mesmo ter o 4G em sua casa ou escritório.

SIM se seu bolso estiver forrado. Os planos iniciais são bem caros, aproveitando a dianteira que a Claro obteve e dirigida aos early adopters, que sempre buscam as novidades.

NÃO se você quer 4G em seus smartphones ou tablets da Apple. Eles vão funcionar, mas no modo 3G ou então no WiFi.

NÃO se você viaja muito para fora dessas cidades que já possuem 4G. Até o final do ano, outros aparelhos, outras regiões e outras operadoras estarão disponíveis, e as opções de comparacão, maiores.

NÃO se você espera velocidades altíssimas, padrão coreano do sul. De início, a disponibilização de banda pela Claro não permitirá velocidades maiores que 5Mb. Mas essa é uma limitação temporária.

NÃO se você ler as letras miudas das ofertas. Excedida a franquia (um plano padrão oferece 5GB de dados/mês), a velocidade cai a míseros 128KB, digna da rede 2G, de trsite memória. E para quem vai desfrutar dos recursos da rede 4G, com muito vídeo e teleconferência em alta definição, esse limite chega rapidinho. Como parâmetro, 5GB equivale ao conteúdo de um DVD (480p) e um filme em HD  consome quase toda essa banda. Você pode ficar com a sensação de ter uma Ferrari no meio de um congestionamento da cidade grande…

OU SEJA: na maioria dos casos, vai valer a pena esperar um pouco. A tecnologia 4G veio para ficar, vai modificar -e muito- os hábitos de consumo de tráfego digital e vai fazer com que esqueçamos as redes 3G, salvo para piadas ou papos nostálgicos do tipo “naquele tempo…

Vale também registrar a rapidez da Claro em conseguir uma boa cobertura em Curitiba bem antes do prazo proposto. Isso nos surpreende positivamente, embora devesse ser a regra no Brasil.

A TV da vovó não decolou… Ainda!

Em maio de 2012, publiquei uma postagem sobre uma compra que presenciei em um shopping. O produto, um Smart TV com sensor de movimento, que entusiasmou a vovó que o testava. A tecnologia era promissora, mas o fim da tendinite parece que foi adiado…

Assim como os televisores 3D, que não tiveram a decolagem esperada, seja pela falta de conteúdo, seja pela inconveniência e incompatibilidade tecnológica dos óculos especiais entre aparelhos de marcas diferentes, a TV como um hub doméstico e de fácil uso ainda parece uma realidade distante, salvo para alguns iniciados ou early adopters, que compram a novidade pela novidade.

Fim da inovação? Essas tecnologias não são adequadas?

Longe disso. O que falta é a indústria sentar e definir um padrão. Assim como aconteceu com a porta USB para dispositivos digitais, que aposentou uma miríade de formatos diferentes de conectores entre dispositivos. Ou os padrões Bluetooth e WiFi para comunicação sem fio.

De nada adianta termos avanços tecnológicos incríveis se eles não são disponíveis em diversos dispositivos de diversas marcas. A coisa simplesmente não pega!

A tecnologia de tela sensível ao toque existia há anos, até que em 2007 a Apple lançou o primeiro iPhone, com um monte de aplicativos e funcionalidades. O mercado adotou o novo padrão com entusiasmo, e os concorrentes correram para copiar. É um caso raro de uma empresa puxar a tendência, coisa que a Apple fez com maestria até 2010, com o lançamento do iPad.

O sensor de movimento é algo mais antigo ainda, e já foi, de certa maneira, popularizado pela Microsoft com o Kinect, mas não virou um padrão de mercado. Tanto que os dispositivos de empresasa concorrentes, como os fabricantes coreanos de TV possuem sensores de movimento, mas são incompatíveis com o Kinect. O jeitão, ou ergonomia das coisas, é diferente para cada marca, para cada produto.

O outro facilitador da vida de nós, cidadãos digitais, seria o reconhecimento de voz, que teve no Siri, da Apple, sua versão mais badalada, e já existe há quase 2 anos! Mas ainda tem versões para poucas linguagens, e o português ainda não está na lista, e as novas versões também são de difícil uso.

Os concorrentes que tentaram o reconhecimento de voz também não foram longe.

Estaria na hora de uma nova convergência, desde que a indústria digital tivesse vontade de criar padrões para o reconhecimento de voz e de movimentos. Aí sim, o sonho da vovó que esperava ter um televisor fácil de usar e que ouvisse e entendesse suas ordens sem o complicado controle remoto, poderia se materializar. Para ela e para bilhões de outros consumidores.

O bom é que a tendência à universalização via criação de padrões é algo inevitável. Basta haver mais alguns trimestres de vendas abaixo do previsto que a turma vai sentar e conversar…

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