Cúmulo da Ironia: Entidade de Defesa do Consumidor "Ataca" o Consumidor

Recebi uma chamada do call center da Proteste, que se diz entidade de defesa do consumidor. Eles usaram meus dados obtidos em algum lugar para tentar me vender seu peixe. Como uma entidade que prega a defesa do consumidor pode comprar listas de nomes para vender seu peixe?

Já não bastasse a quantidade de chamadas que recebemos a partir de scripts que surgem nas telas dos(as) sofridos profissionais, que trabalham muito e ganham miséria, agora essa entidade de defesa resolve jogar no ataque.

Esses aspectos de proteção dos dados pessoais sempre estão no topo das prioridades quando se discutem, por exemplo, os Termos de Uso e Políticas de Privacidade de redes sociais ou portais de compras. Normalmente aceitamos esses termos sem lê-los, e é possível que essa entidade tenha agido dentro da lei, por ter obtido meus dados em um cadastro de alguma empresa onde eu “concordei”, sem ler, com a cessão dos mesmos a terceiros.


Como fazer para evitar aborrecimentos como esse, não só da Proteste e não só para mim?

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Uma resposta

  1. Olá.

    encontrei sua página somente hoje, por isso a demora em postar um comentário sobre esse assunto.
    A proteste tem uma extensa lista de reclamação no site http://www.reclameaqui.com.br, inclusive algumas que ensejam o que (acredito) poderia ser caracterizado como crime de apropriação indébita. Váááárias reclamações de pessoas que tiveram dinheiro debitado de suas contas correntes sem autorização.
    No meu caso o problema é SPAM. Recebo regular e irritantemente SPAM enviados por eles ou por seus “colaboradores”, que eu classifico como comparsas.
    Reclamo há mais de 3 anos contra isso, e sempre recebo as mesmas respostas-padrão: “estaremos cancelando o envio…”

    Jamais cumpriram o prometido.

    O maior problema é que essa (m)entidade de “defesa do consumidor” goza de grande prestígio junto à imprensa, porque eu já mandei mensagens a quase todos os jornais de grande circulação desse país falando sobre eles e alertando sobre o comportamento que eles adotam, e nunca qualquer um dos jornais se dignou sequer a responder às minhas mensagens.

    Tenho guardadas comigo boa parte das mensagens não solicitadas que recebi, na esperança de que um dia eu possa usá-las para mostrar a realidade sobre essa aberração chamada proteste.

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